notícias

Área da saúde é campeã em acidente do trabalho

Área da saúde é campeã em acidentes do trabalho

A princípio o título deste artigo é capaz  de causar estranheza. Área da saúde é campeã em acidentes do trabalho. O que vem à cabeça quando se fala em área da saúde, ambiente hospitalar e afins? Pensamos nestes setores como ambientes de segurança e zelo, tanto pela saúde e segurança pacientes e dos profissionais da área. Mas as estatísticas mostram que não é bem assim que as coisas acontecem.

Área da saúde é campeã em acidentes do trabalho

A área da saúde possui uma porcentagem significativa dentro do total de acidentes do trabalho que ocorrem anualmente no Brasil. Até o ano passado, segundo o Anuário Estatístico da Previdência Social, o setor de saúde correspondia a 12,83% dos acidentes do trabalho ocorridos no país. Na Bahia por exemplo, foram mais de oito mil casos registrados nos últimos cinco anos. O maior causador de acidentes do trabalho no estado é o setor hospitalar.

Os riscos em lidar com a saúde

Antes de falar sobre os acidentes propriamente ditos, vamos falar um pouco sobre as doenças ocupacionais . As doenças acaba afastando o trabalhador de suas atividades e geram transtornos a ele e à empresa. Por isso é importante que se previna.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), alerta que em hospitais os riscos para a saúde vão evoluindo de acordo com o grau de  periculosidade de cada setor. Existem os setores críticos, os semi críticos e os não críticos.

Nos setores críticos estão os maiores riscos de contaminação. Nesses ambientes os profissionais da área de saúde estão sujeitos ao desenvolvimento de infecções, tanto pela manipulação de materiais biológicos, quanto pelo contato com pacientes doentes.

Há também os riscos de infecções em ambientes como: UTIs, lavanderia hospitalar, centros cirúrgicos, unidades de isolamento e outros ambientes semelhantes.

 

O setor semi crítico é aquele ocupado por pacientes com doenças infecciosas não transmissíveis ou com baixo nível de transmissão. As áreas semi críticas sem pacientes também possuem menos agentes capazes de transmitir infecções. Entre elas estão: consultórios, enfermarias e área limpa da lavanderia hospitalar.

É importante lembrar que não são apenas médicos e enfermeiros que têm sua saúde ameaçada pelo risco de contração das doenças ocupacionais. Todos os funcionários de um ambiente hospitalar estão sujeitos a contaminações. Basta observar os exemplos citados tanto nos setores críticos quanto nos setores semi críticos da área da saúde.

As doenças que mais causam medo nos trabalhadores da área da saúde são a AIDS e os vírus das Hepatites B e C. Atividades envolvendo agulhas e outros materiais cortantes são as que mais expõe a saúde desse profissional. É importante tomar todas as precauções possíveis no manuseio desses materiais e também de outros objetos que possam conduzir vírus infecciosos.

Setores não críticos são aqueles sem nenhum paciente e também sem nenhum agente capaz de transmitir qualquer tipo de infecção: elevadores, almoxarifados e áreas administrativas, por exemplo.

Acidentes do trabalho na área da saúde

Além dos riscos biológicos, responsáveis pela transmissão de infecções e causadores das doenças ocupacionais, o profissional de ambiente hospitalar está exposto a outros tipos de risco. São riscos físicos, químicos e ergonômicos podem causar acidentes graves que acabam afastando o trabalhador de suas atividades por tempo indeterminado.

Os riscos físicos envolvem a exposição ao calor (técnicas de desinfecção e esterilização); exposição a ruídos (sons de equipamentos eletrônicos utilizados na assistência hospitalar) e a exposição a radiações ionizantes (exames de raio-X, ressonância, tomografia), por exemplo. Os riscos químicos consistem na exposição a agentes químicos: agentes de limpeza, desinfecção e esterilização, medicações e outros.

Já os riscos ergonômicos estão relacionados ao desgaste físico imposto pela prática em saúde e aparelhagem inadequada. Os riscos físicos e químicos são capazes de causar lesões permanentes, enquanto os riscos ergonômicos causam lesões musculares e articulares que podem ter diferentes níveis de gravidade.

Métodos de prevenção e promoção à saúde

Os riscos à saúde existentes em um ambiente hospitalar são muitos e estão em diversos lugares. Mas tão importante quanto alertar para a existência desses riscos, é apontar medidas segurança para que a recorrência dos acidentes do trabalho em atividades relacionadas à saúde sejam cada vez menores.

A ANVISA é o órgão responsável pelas normas regulamentadoras que guiam as boas práticas de segurança nos hospitais. A NR 32 é a principal neste contexto. Essa norma foi nomeada como “Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde”, determina as diretrizes básicas a serem seguidas na implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores das áreas de saúde.

A NR 32 auxilia na identificação dos riscos e define como deve ser feita a fiscalização do local de trabalho. É importante que ela seja seguida rigorosamente para que os riscos sejam facilmente identificados e tratados da maneira correta.

A identificação dos riscos permite sua classificação de acordo com o grau e com o tipo dos mesmos. A gravidade dos riscos e sua ameaça para a saúde do trabalhador varia de local para local, e também de acordo com a atividade que será realizada, como falamos anteriormente.

Equipamentos de Proteção Individual e a saúde

A correta utilização dos equipamentos de proteção individual é uma das principais estratégias para a promoção da saúde dos profissionais, independente da área de atuação.

Os principais EPIs utilizados em ambientes como a área da saúde são:

  • Luvas de procedimento (utilizada em atividades de contato com secreções e fluidos corporais);
  • Luvas grossas (limpeza em geral e contato com químicos);
  • máscara descartável (procedimentos com risco de respingos, partículas suspensas, manipulação de químicos e medicamentos);
  • óculos e avental.

 

 

Não são todos os profissionais que devem usar todos os equipamentos citados acima. Cada um fará uso daquele que melhor se encaixe na atividade a ser desenvolvida. Mas existe um equipamento de proteção que é unânime entres os trabalhadores da área da saúde: o calçado de segurança.

A linha Flex Clean da Marluvas é confeccionada em EVA, é tamém a mais indicada para o ambiente hospitalar. Sendo assim que o calçado seja extremamente macio, confortável e com alta absorção de impacto. A proteção 360º e o sistema contra derrapagens tornam os calçados perfeitos para a área da saúde.

Os calçados Flex Clean atendem à Norma ISO 20347:2015. São ocupacionais básicos, resistentes à absorção de energia e possuem solado resistente a hidrocarbonetos.

Não deixe a saúde à mercê dos riscos ocupacionais. Previna e utilize os melhores equipamentos de proteção do mercado.

#Indicca – Geração de Conteúdo