Informação Indevida no Certificado de aprovação C.A

Informação Indevida no Certificado de aprovação C.A

O processo de obtenção do Certificado de Aprovação é realizado da seguinte forma, inicialmente, encaminhamos ao laboratório credenciado pelo Ministério do Trabalho todo o material para ensaio, que irá submeter à avaliação conforme Normas atuais adotadas em nosso país, são elas: NBR ISO 20347-15 – Calçado Ocupacional, NBR ISO 20345-15 – Calçado de Segurança e NBR ISO 20344-15 – Métodos de Ensaios. Após todo o procedimento, o laboratório emite um laudo com as informações referente aos testes nos quais o material foi testado.

Ao receber o laudo de ensaios do produto, enviamos as documentações ao Ministério, solicitando a Emissão do C.A deste modelo, com validade de 5 anos.

Como escolher corretamente o calçado de segurança?

Com toda a certeza, no momento da escolha do calçado de segurança devemos levar em conta uma série de fatores. Antes de mais nada o fator principal é o tipo de atividade que será exercida pelo colaborador. Quais são os riscos que essa atividade oferece à sua saúde e segurança? Podemos classificar esses riscos em quatro categorias:

Riscos Físicos: vibrações; temperaturas; perfurações; impactos de objetos pesados e radiação.

Riscos Químicos: Líquidos; vapores; poeiras e fumos.

Riscos Biológicos: Vírus e bactérias

Riscos Ergonômicos: Postura, movimentos repetitivos de pés e pernas; impactos nos pés e pernas.

A NR6 é a Norma Regulamentadora responsável por orientar a utilização dos equipamentos de proteção individual. De acordo com a mesma os calçados de segurança estão classificados em sete grupos (Anexo 1 – G):

a) calçado para proteção contra impactos de quedas de objetos sobre os artelhos;

b) calçado para proteção dos pés contra agentes provenientes de energia elétrica;

c) calçado para proteção dos pés contra agentes térmicos;

d) calçado para proteção dos pés contra agentes abrasivos e escoriantes;

e) calçado para proteção dos pés contra agentes cortantes e perfurantes;

f) calçado para proteção dos pés e pernas contra umidade proveniente de operações com uso de água;

g) calçado para proteção dos pés e pernas contra agentes químicos. (Alterada pela Portaria MTE n.º 505, de 16 de abril de 2015).

Requisitos de proteção existentes no Brasil conforme as Normas Atuais

Todos os riscos citados acima são englobados pela NR6. Sabendo quais deles se encaixam na atividade desenvolvida pelo seu colaborador, é hora de escolher qual modelo de calçado oferece o solado com maior resistência, o melhor material para o cabedal e o tipo de couro que melhor se enquadra na necessidade do cliente (couro com tratamento simples ou especial), qual a melhor altura de cano e entre outras características.

Por fim, quando for adquirir um calçado profissional, é importante lembrar o que deve ser levado em consideração, quais os tipos de aprovação do EPI e no C.A, avaliar o item “Aprovado para”, ao invés de considerar o que vem no descritivo do C.A.

Esta informação é importante, pois, em algumas situações nos deparamos com Certificados cuja descrição vem mencionando calçado com resistência antitorção, porém, não é citado nenhum requisito normativo para este tipo ensaio. Com isso, pode-se induzir o colaborador a utilizar um calçado sem a proteção informada.

Sugerimos que ao deparar-se neste cenário, solicite ao fabricante o laudo de ensaios referenciado pelas Normas que foi necessário para certificação do C.A, contendo a comprovação da proteção que estiver no próprio descritivo do C.A.

Afinal o CA é regulamentado pela NR6, que prevê a todo tipo de EPI (nacional ou importado), a garantia de que o equipamento de proteção individual está em conformidade com as Normas de calçados Profissionais.

Se ainda restou alguma dúvida, entre em contato conosco pelo 0300 788 3323 ou através do e-mail [email protected].

Cleudir Ribeiro

Supervisor de Laboratório

É IMPORTANTE SER ORGANIZADO!

É IMPORTANTE SER ORGANIZADO!

                O momento exige que tenhamos um modelo mental mais organizado e pró-ativo a fim de tornar nossas corporações mais competitivas, ou seja produzindo mais com menos. Manter  plena atividade dos negócios significa evitar ser atropelado por outros profissionais e empresas com estratégias mais eficientes.

                A necessidade de organização começa ainda do lado de fora da companhia, considerando a enxurrada de informações que recebemos diariamente e a consequente necessidade de buscarmos atualização. Tais elementos servem como apoio para definirmos corretamente as tarefas do dia-a-dia com foco sempre na eficiência e na produtividade, mantendo posição de destaque.

                É comum ouvirmos reclamações de executivos e empresários de que os negócios estão ruins com forte transferência da responsabilidade pelo seu insucesso à política econômica, à administração pública, à cotação do dólar, à inflação, etc. É compreensível, porém não podemos esquecer de fazermos nossa autocrítica sobre nossa performance no processo organizacional o qual, na maioria das vezes, é o real causador da retração dos negócios.

                Lembre-se de que a organização é o predicado indubitável do sucesso das empresas, uma vez que é ela quem permite a agilidade necessária nas decisões a partir da simplificação de processos.

                Então você pode me questionar: “Tudo bem, estou convencido e convencida. Mas como então ter atitudes organizadas no meu cotidiano?”. A resposta é que para ter processos organizados é de fundamental importância a escuta ativa. Ouça seus interlocutores e busque elencar as informações passadas por eles, aplique o mindset e siga em busca de criar um espírito de confiança na definição de estratégias e metas, com a velocidade necessária na entrega dos resultados.

 Saiba que dentro da criação de um processo organizado é de fundamental importância eliminar o medo e expectativas surreais que irão gerar frustrações devastadoras. Pois esses elementos são causadores da queima de etapas na definição de um bom planejamento.

(…) o ápice de um processo organizado passa necessariamente pela boa gestão do tempo.

Reestabeleça a elaboração de valores com espírito criativo, transformando os desafios em produtividade a partir de uma lista ordenada de afazeres.        Claro que o tempo também faz parte da organização e os prazos são, muitas vezes, desafiadores. Deste modo, o ápice de um processo organizado passa necessariamente pela boa gestão do tempo. Evite distrações e desvios do foco principal. Sempre haverá uma única prioridade, saiba identificá-la e resolvê-la e, então, passe para a próxima tarefa.

                Dedicação às tarefas é o contra-ponto ao desperdício de tempo. Priorize o que é essencial na certeza de que isso levará ao resultado desejado. Descreva todas as tarefas em uma lista de forma objetiva, como um passo-a-passo no cumprimento de tudo aquilo previsto no seu planejamento.

                Em resumo, ser organizado é ter habilidades para enfrentar desafios, controle emocional para combater crises, e ainda encontrar tempo para atividades físicas, disponibilidade para a família e amigos – maior sentimento de realização e felicidade – além de total controle do estresse do dia-a-dia.

É simples? Claro que não. Mas saiba que a organização é uma habilidade aprimorada com o tempo, com o autoconhecimento, o empoderamento e a liberdade para controlar seu próprio destino, mantendo a responsabilidade e o respeito com seus pares, agindo para fazer o que é preciso ser feito.

                                Siga acreditando nessa possibilidade. Como diz Og Mandino em seu livro O Maior Vendedor do Mundo “O fracasso jamais o surpreenderá se sua decisão de vencer for suficientemente forte.”        

“É preciso ser organizado e metódico para planejar as etapas de crescimento.” Luiz Fernando Garcia (Administrador, escritor, psicólogo e psicanalista)

Denilton J. Silva – Diretor da Focus Organização & Gestão Empresarial Eirele

SERENIDADE: CAMINHO PARA SUPLANTAR A CRISE

SERENIDADE: CAMINHO PARA SUPLANTAR A CRISE

Nos últimos anos tivemos várias crises no contexto mercadológico mundial que desafiaram mesmo o líder mais calmo e equilibrado emocionalmente. Em especial podemos citar a falência do centenário banco americano Lehmam Brother em 2008, a qual desencadeou uma crise com queda das bolsas de valores mundo afora, além de derrocada do PIB em vários países. Tal cenário provocou a injeção de recursos de trilhões de dólares na economia com o propósito de impedir que outras instituições também falissem, causando, de certo modo, um mal ainda maior na economia como um todo.

                Isso porque, naquela ocasião, muitas empresas desestruturadas financeiramente, acabaram, apesar do sacrificante investimento, falindo mesmo assim diante da brutal queda de consumo, associada inicialmente à redução na oferta de crédito, uma vez que tal liberação não chegou na mesma velocidade da necessidade das empresas, apesar do suporte dado por alguns governos.

                Se não bastasse tal crise, podemos dizer, generalizada, , vivemos em 2015 e 2016, desta vez aqui no Brasil, uma das piores recessões dos últimos cinquenta anos, culminando com um PIB negativo de -3,5% naqueles dois anos, provocando, mais uma vez,  o encerramento das atividades de mais de 200 mil empresas no período. Nos anos seguintes, de 2017 e 2018, com um crescimento pífio, muitas empresas entraram com pedidos de recuperação judicial e falência, culminando na geração de mais de 13 milhões de desempregados.

                Mais uma vez vivemos um cenário difícil. Dados divulgadas pela CNN, sobre levantamento do SEBRAE, informaram que mais de 600 mil micro e pequenas empresas encerraram suas atividades pelo efeito da pandemia Covid-19. Isso aconteceu principalmente por  falta de recursos financeiros ocasionado pelo fechamento do comércio, gerando mais de nove  milhões de desempregados, ampliando, assim, o problema social e resultando em severas incertezas para muitos cidadãos.

                Análise feita por especialistas em gestão  corporativa comprovaram que boa parte das empresas faliram devido a falhas em sua gestão administrativa e processual, reflexo de falta de preparação adequada para enfrentamento de crises, associada a ausência de equilíbrio emocional por parte de seus gestores que, diante de fatos relevantes, adotaram ações equivocadas, impensadas, elevando a estatística de empresas encerrando suas atividades.

                Tal contextualização é necessária para se compreender a importância de se investir na inteligência emocional na gestão de crises e como ela é a mola propulsora na geração de habilidades, a energia para o fortalecimento da serenidade. A serenidade é fundamentalmente útil para controlar impulsos na tomada de decisões. Sem uma análise crítica dos fatos é bem provável que as situações geradas sejam de  angústia e estresse, por isso tal serenidade é tão crucial para que a sabedoria em lidar com o obstáculo seja retomada, bem como o controle e o poder de conviver com fortes emoções, sem abandonar a autoconfiança e a assertividade em suas ações.

                Agora, enfrentamos uma crise sem precedentes, onde tudo é novo e o pragmatismo encontra barreiras com dificuldades em conseguir manter a estabilidade emocional, diante de um medo eminente da morte. Neste caso, com o excesso de conteúdo oriundo de fontes de informações diversas, seja pelos veículos de comunicação tradicionais (TV, jornais, revistas, rádios, etc), seja pelas novas plataformas digitais onde nem tudo é devidamente verificado (redes sociais como whatsapp e Facebook, por exemplo), é preciso encontrar um caminho para a automotivação. Sendo assim, cada indivíduo poderá buscar seu próprio caminho para controlar pensamentos negativos: um novo hobby, como cozinhar e dançar, uma leitura fora do contexto organizacional, ou um filme com roteiro divertido podem ser algumas opções.

                Saiba que, o controle da ansiedade e das irritações é benéfico tanto particularmente quanto no relacionamento social, uma vez que possibilita a ampliação  das relações humanas, visando garantir a prática da empatia, como forma de desenvolvermos os relacionamentos e o espírito colaborativo em um momento que exige de todos nós atenção, respeito e muita habilidade para encontrar a harmonia necessária. Por isso, acredito que é chegada hora dos gestores afastarem o espírito negativo, sentimento que não provoca o cuidar-se. Pelo contrário, ele acaba por gerar  instabilidade emocional, que pode prejudicar o autoconhecimento capaz de nos possibilitar lidar de modo adequado o momento que vivemos, demonstrando controle de suas ações, a fim de garantir satisfação a seus stakeholders, além de segurança mercadológica.

                Contudo, reafirmo que a palavra de ordem para o enfrentamento a qualquer crise é SERENIDADE. Serenidade para avaliar e decidir pela melhor opção existente no momento, serenidade para saber ouvir e liderar com eficiência e equilíbrio, para adotar ações assertivas e também para dar o melhor direcionamento com altivez em prol de soluções que venham frutificar harmonia e segurança para sua organização como um todo.

                Seja sereno em avaliar e tomar suas decisões, para conduzir sua organização para atravessar esta tempestade, porque a calmaria encontra-se a poucos metros à sua frente. E, sempre que possível, leve com ela  a paciência e o controle emocional de um monge. Tente fazer de sua sala a expressão de um local onde não há  estresse ou ansiedade, predicados nocivos na condução da tomada de decisões.

“Se existe uma certeza sobre a história da vida, é que sempre teremos de atravessar períodos de crise. Encare estes momentos com serenidade e efetividade.”  (Fonte: www.lindafrase.com.br)

Denilton J. Silva – Diretor da Focus Organização & Gestão Empresarial – Eirele

PRODUTIVIDADE, EIS A QUESTÃO!

PRODUTIVIDADE, EIS A QUESTÃO!

            O conceito de produtividade carrega em seu bojo o “fazer mais com menos”, que traduz a necessidade de ser eficiente naquilo que se propõe a executar. Para isso, é preciso acima de tudo ter foco, eliminando toda e qualquer distração, para definir as prioridades em cada etapa, para planejar corretamente as atividades no menor tempo possível.

            Para se obter assertividade no planejamento, visando chegar ao máximo de produtividade, é preciso ter forte espírito crítico de análise. A partir daí busque definir corretamente os tempos e os movimentos das atividades, eliminando ou adequando de forma antecipada todos os gargalos existentes na operação. Alcançando esse método, será possível identificar tudo o que fazemos manualmente que possa ser sistematizado, maquinizado, a fim de ganhar agilidade nos processos.

            Profissionais atentos às variáveis no planejamento das operações, criam uma sequência assertiva de atividades, porque avaliou de forma antecipada e com muito critério cada uma delas, eliminando distorções e distrações que venham provocar perda de eficiência em todo o processo. Explorar o potencial desconhecido estimula a conquista do jamais imaginado.

            Por isso, é preciso estar atento à gestão do tempo, definindo a meta a ser atingida, com organização das tarefas, sem adotar a procrastinação. Essa, na maioria das vezes, está associada à resistência a mudanças, principalmente por desconhecimento do novo, algo que gera receio em aceitar a inovação. Mas saiba que subestimar nossa capacidade de fazer mais com menos é mais comum do que se imagina. O desafio é a adrenalina que alimenta o querer. Esse, se bem comunicado, gera o acreditar, dando energia e segurança para toda a equipe buscar a meta estabelecida.

Com a meta estabelecida, chegou a hora de definir como fazer para alcançá-la e estabelecer o prazo para que ela seja cumprida. Por isso, organizar é a palavra de ordem para criar o método a ser aplicado. Ser organizado alivia tensão e cria um propósito, elaborando rotina das atividades em prol do melhor resultado, delegando o gerenciamento do tempo como oportunidade para estimular as pessoas no desenvolvimento da boa gestão com resultados. Para fazer isso, não há dúvidas, é preciso formar uma equipe engajada e talentosa, com habilidades e conhecimentos a fim de atingir a produtividade almejada.

            No entanto, conforme dito anteriormente, trabalhar com produtividade exige boa estratégia e muito esforço para eliminar toda interferência negativa no processo de trabalho, porém, tal aumento da pressão pode gerar estresse no relacionamento da equipe. Deste modo, o descanso, visando a energização, precisa fazer parte do planejamento. Ele será o estabelecimento de limites para equacionar equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

            Observe o seu entorno: como são as pessoas que trabalham com você? O que para elas é importante? Em quais situações elas desenvolvem um trabalho mais prazeroso? O equilíbrio da produtividade está diretamente ligado a métodos e pessoas e exige um aperfeiçoamento contínuo. Ao acomodar-se com o resultado atingido, corre-se o risco do atrofiamento do conhecimento, portanto, é preciso aplicar o kaizen, termo de origem japonesa que quer dizer “melhoria contínua”: hoje melhor do que ontem e amanhã melhor do que hoje, para atingir a alta performance.

            Portanto, respire fundo, a competitividade do mercado exige das organizações e seus profissionais, capacidade criativa e produtiva, para realizar seus negócios, da melhor forma possível, dentro do contexto concorrencial.

“É preciso ser rápido e reconhecer que as mudanças existem. Reconhecer que alguém está chegando para tomar seu mercado”. Jack Welch

Denilton J. Silva – CEO da Marluvas Equipamentos Profissionais Ltda e Diretor da Focus Organização & Gestão Empresarial Eirele                                                                                                                              

#Indicca – Geração de Conteúdo

Juntos Somos + é o mais novo programa de relacionamento da Marluvas

Juntos Somos + é o mais novo programa de relacionamento da Marluvas

Pensando sempre nos seus clientes, a Marluvas agora é parte do Juntos Somos +, o maior programa de relacionamento do varejo da construção civil.

O Juntos Somos + possui mais de 60 mil lojas cadastradas e, a partir de agora, estas lojas tem acesso ao melhor portfólio de EPI’s do Brasil. Além disso, os clientes varejistas da Marluvas também têm acesso ao programa e podendo pontuar nas compras efetuadas e trocar esses pontos por inúmeros prêmios disponíveis na plataforma.

O objetivo principal da Marluvas com a entrada no programa é conscientizar os profissionais da construção civil da importância da utilização do EPI’s durante o trabalho, mostrando que a proteção deve estar sempre em primeiro lugar e protegendo o dia a dia de todos estes trabalhadores. Além disso, a empresa busca o fortalecimento do varejo, capacitando donos e balconistas das lojas e disponibilizando produtos de qualidade, com uma excelente rentabilidade e giro. Marluvas é a marca mais lembrada do Brasil no ramo de calçados de segurança e quem é lembrado, sempre sai na frente.

Confira quantos pontos você pode juntar com a compra dos produtos Marluvas:

Conheça mais sobre a Juntos Somos +

O Juntos Somos + foi criado em 2014 pela Votorantim Cimentos como um programa de relacionamento. Desde o início, a proposta era profissionalizar varejistas e balconistas, contribuindo, assim, para a sustentabilidade da cadeia por meio da geração de novos negócios. Contando com os sócios Gerdau e Tigre, o Juntos Somos + se transformou em uma empresa independente, a Juntos Somos Mais, um ecossistema que pretende revolucionar o varejo da construção civil, fortalecendo e qualificando o varejista. Atualmente, a empresa conta com 50 funcionários. No programa, já são mais de 60 mil lojas e 200 mil profissionais cadastrados. Até 2020, a empresa planeja investir R$ 50 milhões na expansão do programa e no aprimoramento do ecossistema, adicionando novas funcionalidades e melhorando os benefícios para os participantes.

Saiba mais em: https://www.juntossomosmais.com.br/

Autor – Ritiele Dias Januário – Analista de Inteligência de Mercado