Você sabe o que é um EPC? Tudo sobre Equipamentos de Proteção Coletiva

Você sabe o que é um EPC? Tudo sobre Equipamentos de Proteção Coletiva

Você sabe o que é um EPC? Aqui no blog falamos muito sobre a obrigatoriedade de uso, a diversidade e a aplicação dos Equipamentos de Proteção Individual em diversas atividades. No entanto é preciso ressaltar também a importância dos Equipamentos de Proteção Coletiva. Os EPC’s são tão importantes quanto os EPI’s e, dentro de um ambiente de trabalho com riscos, devem ter prioridade de implementação. Continue lendo para saber mais sobre EPC e proteger (ou exigir proteção) corretamente.

Um ambiente de trabalho seguro e confortável elimina riscos e diminui a incidência de acidentes, favorece a produção do trabalhador e, consequentemente, aumenta o faturamento de qualquer empresa. Além do aumento na receita por produtividade, a empresa que adota medidas coletivas e individuais de proteção, está em dia com a lei e não tem que se preocupar com multas e suspensão das atividades.

O primeiro passo para um ambiente de trabalho seguro, e com todos benefícios citados, é a implementação dos EPCs necessários para realização das atividades desempenhadas.

O que é um EPC?

Um EPC, Equipamento de Proteção Coletiva, é um equipamento capaz de proteger os trabalhadores, de forma coletiva, contra os riscos das atividades desempenhadas. Estes equipamentos são capazes de proteger grupos de trabalhadores e não apenas uma pessoa de forma individual como no caso do EPI. O EPC geralmente é parte da infraestrutura do ambiente de trabalho e sua aplicação é obrigatória por parte do empregador.

Sendo assim, podemos dizer que os objetivos dos Equipamentos de Proteção Coletiva são: reduzir, e sempre que possível, anular os riscos de acidente de trabalho que são comuns a todos os trabalhadores de um mesmo local. Consequentemente o EPC protege não só os trabalhadores como também qualquer pessoa que esteja circulando dentro do ambiente de trabalho. O EPC minimiza acidentes, perdas e aumenta a produtividade por meio da garantia de um local de trabalho muito mais seguro e saudável.

Os Equipamentos de Proteção Coletiva podem ser fixos ou móveis e, ao contrário dos nossos conhecidos Equipamentos de Proteção Individual, fornecem proteção a mais de um trabalhador ao mesmo tempo. Vamos aos exemplos práticos de tipos de EPCs existentes?

Conheça alguns dos EPCs mais comuns

Os Equipamentos de Proteção Coletiva, assim como os Equipamentos de Proteção Individual, devem ser adequados sempre às necessidades do ambiente de trabalho. Dessa forma existe uma variedade imensa de EPC para os mais variados tipos de atividades. Abaixo listamos alguns equipamentos diversos, mas comuns dentro das atividades para as quais são indicados.

  • Em primeiro lugar está o Kit de primeiros socorros: os kits de primeiros socorros devem estar presentes em basicamente todos os ambientes de trabalho. As caixinhas devem possuir todos os itens básicos e necessários para realização de pequenos curativos e para um primeiro atendimento em caso de acidente. Quando for o caso de atividades envolvendo materiais de risco químico, biológico ou radioativo, são necessários produtos e equipamentos de primeiros socorros específicos;
  • Chuveiros de emergência, lava-olhos, etc.: para atividades com risco de vazamento de produtos químicos nocivos à saúde humana;
  • Em terceiro lugar, Capela Química: essencial para atividades desempenhadas em locais que são manuseados produtos químicos. A Capela Química protege o operador contra uma possível inalação de substâncias ou contaminação no ambiente;
  • Exaustores, sistemas de ventilação e de controle de temperatura: a instalação desses EPCs são imprescindíveis nos locais em que o trabalhador é exposto a temperaturas elevadas em ambientes fechados;

Mais alguns EPCs

  • Detectores de fumaça e Sprinkles: devem ser usados em qualquer local comercial, industrial, esportivo, etc., para as situações de emergência em caso de incêndio;
  • Redes de proteção, guarda corpo e corrimão: muito comuns em ambientes como o da construção civil, evitam o risco de queda dos trabalhadores e também de objetos capazes de atingir trabalhadores que estejam desempenhando atividades em níveis mais baixos;
  • Por fim, sinalização (Cones, placas, etc): materiais utilizados para sinalizar e chamar a atenção do trabalhador para qualquer possível risco no ambiente: buraco, piso escorregadio, local de acesso restrito, perigo de contato com substância nociva, instruções sobre tempo de permanência no ambiente e outros.

A implementação do EPC é responsabilidade do empregador e a NR9 é a norma que trata sobre a implementação dos mecanismos necessários para eliminação de riscos no ambiente de trabalho. A NR9 orienta como deve ser elaborado e implementado o PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. O PPRA é o documento responsável pela segurança do ambiente de trabalho.

O PPRA, de acordo com a NR9, consistevisa a “preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais”.

Sobre os Equipamentos de Proteção Coletivas, a Norma Regulamentadora 9 diz que:

O estudo, desenvolvimento e implantação de medidas de proteção coletiva deverá obedecer à seguinte hierarquia: a) medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde; b) medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho; c) medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho”.

“A implantação de medidas de caráter coletivo deverá ser acompanhada de treinamento dos trabalhadores quanto os procedimentos que assegurem a sua eficiência e de informação sobre as eventuais limitações de proteção que ofereçam”.

A Norma prevê ainda que enquanto os EPCs se encontram em fase de análise, quando sua implementação é inviável e/ou quando eles são comprovadamente insuficientes, devem ser utilizados outros mecanismos de proteção como: medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho; utilização de equipamento de proteção individual – EPI.

Dê devida importância ao EPC e melhore seu ambiente de trabalho

O uso correto do EPC, assim como do EPI e outras medidas de prevenção, reduz de forma considerável o número de afastamentos por acidentes e doenças ocupacionais, evita multas, aumenta a produtividade e traz qualidade de vida para o trabalhador. O EPC é vantajoso pois possui baixo custo quando comparado aos prejuízos por acidentes e afastamentos. O EPC é um equipamento de uso contínuo e constante, muitas vezes necessitam apenas uma instalação e permanecem ali por anos.

O trabalhador não pode negligenciar ou fazer uso inadequado do equipamento, já que o mesmo será instalado diretamente no ambiente. Vale lembrar que caso haja constatação da ausência de qualquer EPC após a ocorrência de um acidente, a empresa será responsabilizada e sofrerá consequências legais por conta da falha. A saúde e o bem-estar do trabalhador devem ser prioridade em qualquer local de trabalho. O desempenho da sua empresa depende dele.

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Segurança no trabalho e calçado com chip: conheça a tecnologia Nanotech

Segurança no trabalho e calçado com chip: conheça a tecnologia Nanotech

Não existe segurança no trabalho sem medidas de proteção efetivas. Além de um ambiente com medidas coletivas de proteção adequadas às atividades, o trabalhador também precisa utilizar EPIs para garantir sua segurança diante de situações em que as medidas coletivas de proteção não são suficientes por si só. Medidas coletivas de proteção, consistem em ações não individuais como a instalação de parapeitos em ambientes altos; corrimãos em escadas; placas que sinalizam áreas de risco e outras. Nova tecnologia Nanotech.

Assim como as medidas coletivas, os EPIs também são diversos e destinados à proteção de diferentes partes do corpo. Além disso eles são adaptáveis às mais diversas atividades de trabalho. A NR6, que regulamenta o uso, a distribuição e tudo mais que envolva os equipamentos de proteção individual, separa os equipamentos nas seguintes categorias: proteção da cabeça; proteção dos olhos e face; tem a proteção auditiva; a proteção respiratória; assim como a proteção do tronco; proteção dos membros superiores; também a proteção dos membros inferiores; proteção do corpo inteiro; proteção contra quedas com diferença de nível.

Materiais de fabricação dos EPIs

Os materiais de fabricação dos EPIs vão de acordo com o tipo de proteção que ele oferece. Os calçados de proteção, por exemplo, podem ter diferentes características ou reunir todas elas em um só: ser impermeáveis; resistentes a produtos químicos; resistentes ao fogo, podem possuir solado antiperfurante e/ou antiderrapante; regulação interna de temperatura; biqueira antiesmagamento; proteção contra choques elétricos e muitas outras características específicas.

A Marluvas, líder nacional em calçados de proteção, trabalha com todas essas tecnologias presentes em seus calçados. A marca leva muito a sério a saúde do trabalhador e a segurança no trabalho. Proteção e conforto são duas palavras cem por cento presentes no dia a dia da empresa e em cada um dos seus produtos. Você sabia que existe uma tecnologia Marluvas que é capaz de integrar, de forma completa e eficaz, o EPI a algumas medidas coletivas de proteção?

Entenda mais a seguir.

Segurança no trabalho tem tudo a ver com tecnologia – Tecnologia Nanotech

Os calçados de proteção são um dos itens mais utilizados quando se trata de equipamento de proteção individual e segurança no trabalho. Trabalhadores da construção civil; eletricistas; bombeiros; trabalhadores da área da saúde; serviços gerais; indústrias de todos os tipos; mecânicos; militares; motoboys e muitas outras atividades demandam a utilização de calçados específicos.

Pensando na diversidade de atividades que utilizam os calçados e em formas de aumentar ainda mais a segurança no trabalho, a Marluvas desenvolveu uma forma de aplicação da tecnologia NanoTech nos calçados de proteção. A utilização da Nanotech é uma revolução nos EPIs. É a introdução da indústria 4.0, e da chamada “internet das coisas”, nos calçados de proteção. “Mas como essa tecnologia funciona na prática?”, você deve estar se perguntando. Vamos entender.

A aplicação da tecnologia NanoTech nos calçados de proteção consiste na implantação de um chip no equipamento. Esse chip, que funciona através de rádio frequência, consegue emitir sinais referentes à localização do calçado, além de permitir a sua identificação. Dessa maneira, é possível controlar os acessos a lugares restritos, por exemplo. Além de monitorar se o colaborador está realmente fazendo uso do seu calçado e desempenhando as atividades que lhe foram confiadas.

Utilização do CHIP

Entende como a utilização do chip é capaz de unir o EPI a uma importante medida de proteção coletiva? O acesso restrito a determinadas áreas é uma medida de segurança no trabalho que muitas empresas adotam a fim de impedir a ocorrência de acidentes causados pela circulação de pessoas em locais inapropriados. A curiosidade, ou a falta de conhecimento real de certos perigos, faz com que muitas vezes os colaboradores circulem, de forma indevida, em áreas de acesso restrito.

De fato, a circulação indevida pode comprometer a segurança no trabalho de diferentes formas. Uma delas é causando acidentes pela distração dos trabalhadores em funções que exijam muita atenção. Dessa forma o chip com tecnologia NanoTech implantado no calçado funciona como um sensor. Quando o colaborador passa por um local que contém um leitor o calçado é identificado em tempo real. Como resultado se o local é de acesso restrito, a porta, catraca ou qualquer outro meio de passagem, só se abre caso o calçado seja identificado como autorizado para isso.

Quando o calçado de proteção não é reconhecido a entrada do colaborador não é autorizada. Além dessa função o sistema também pode, ainda por meio da leitura do equipamento de proteção individual, verificar se a pessoa que está usando o calçado de proteção realmente é a dona do mesmo. Essa função é muito importante para garantir que o sistema de segurança não está sendo burlado. Uma pessoa com acesso a determinada área restrita não pode emprestar seu calçado para alguém que tem o acesso negado.

Tecnologia NanoTech

Para que essa última funcionalidade seja efetiva é necessário que se utilize também uma tecnologia de reconhecimento facial na entrada das áreas restritas. A tecnologia NanoTech se alia às medidas para segurança no trabalho das mais diversas formas e uma outra forma possível de acompanhamento a ser realizado é sobre a saúde e sobre o desempenho dos colaboradores. Monitorando dados salvos no chip de cada colaborador é possível verificar quais deles estão com os exames médicos em dia ou não.

É possível também monitorar quais colaboradores precisam fazer reciclagem de treinamentos, por exemplo. O setor administrativo pode acompanhar quem está utilizando corretamente o tempo de descanso e verificar se o tempo de permanência dentro dos ambientes de risco está sendo respeitado. Um exemplo são os funcionários que trabalham em câmaras frias e alto fornos.

Certamente a tecnologia NanoTech é extremamente agregadora e para tê-la em sua empresa basta entrar em contato com a Marluvas. A segurança no trabalho deve ser levada a sério e pode ser muito eficaz quando as ferramentas corretas são utilizadas.

Conheça mais tecnologias para segurança no trabalho, conforto e bem-estar

O número de horas que se passa com o calçado de proteção nos pés exige que o EPI seja confortável e de altíssima qualidade. Além disso tem que garantir a segurança no trabalho necessária, é preciso que o colaborador esteja se sentindo bem e à vontade ao utilizar o EPI. Pensando nisso a Marluvas lança mão de uma série de tecnologias de ponta, além da NanoTech, capazes de agregar o máximo de segurança e conforto aos calçados.

As tecnologias utilizadas nos calçados Marluvas vão além da segurança no trabalho, ou seja, atuam também em prol do conforto e do bem estar pessoal do trabalhador. A tecnologia Air Confort por exemplo consiste em um tecido mais leve, mas igualmente seguro, capaz de gerar leveza e suavidade para o trabalhador. A Outlast Climatech é um forro com sistema inteligente de dispersão de umidade e termorregulador de temperatura. Em ambientes quentes ele retarda o suor e em ambientes frios mantém o calor irradiado pela pele dentro do calçado por mais tempo.

Sem dúvida, a Soft Bed PU é uma palmilha em PU injetado que proporciona uma perfeita adequação aos pés e muito mais conforto, evitando a fadiga muscular. Sua superfície em microporos proporciona maior absorção e dessorção de suor. Por fim, a Soft Comfort é uma palmilha higiênica com propriedades antibacterianas composta de EVA e micropontos que também são capazes de proporcionar absorção e dessorção do suor.

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Equipamento de proteção individual: tudo sobre luvas de proteção

Equipamento de proteção individual: tudo sobre luvas de proteção

As luvas de proteção são um equipamento de proteção individual necessário em diversos tipos, totalmente distintos, de atividades. Por conta dessa utilização, nos mais diversos setores, as luvas de proteção podem ser fabricadas em diferentes materiais. Dessa forma a escolha do epi escolha deve ser feita com cautela e levando em consideração as individualidades de cada atividade.

A luva de proteção utilizada pelos dentistas não será a mesma luva utilizada pelo trabalhador da construção civil. Da mesma forma, uma luva destinada a serviços de jardinagem não vai oferecer proteção completa a um militar do Corpo de Bombeiros, e assim sucessivamente. Vale ressaltar que a luva, enquanto equipamento de proteção individual, além de proteger as mãos do trabalhador, atua na melhoria do fluxo de produção, já que as atividades serão realizadas com muito mais segurança e conforto.

Sabendo que existem luvas diferentes e adequadas a cada tipo de profissão em específico, como deve ser realizada a escolha desse equipamento de proteção individual? Primeiramente, para que o uso da luva seja empregado, a atividade desempenhada pelo colaborador deve oferecer riscos às mãos e aos braços. No caso de luvas que não contemplem toda a extensão da área em risco, deve-se adotar o uso de mangotes.

Escolher corretamente a luva EPI é muito importante

As luvas utilizadas como equipamento de proteção individual auxiliam na preservação do trabalhador diante de diferentes riscos: absorção de substâncias nocivas pela pele, queimaduras causadas por fogo ou contato com produtos químicos, choque elétrico, hematomas e escoriações que podem ter diferentes origens, cortes, perfurações, fraturas e até mesmo amputações. O uso do mangote, em muitos casos, intensifica o trabalho de proteção realizado pela luva.

A natureza do risco e a operação realizada pelo trabalhador é que indicará o modelo correto e material de confecção do equipamento de proteção que será usado. A variedade de possíveis lesões nas mãos facilita saber qual tipo de luva deve ser aplicada. É essencial que a luva usada pelos trabalhadores seja sempre aquela projetada especificamente para os perigos e tarefas encontradas em seu local de trabalho. Somente dessa forma será possível garantir a segurança.

Luvas EPI – Conforto e Segurança

Além da proteção, a luva EPI precisa proporcionar conforto e liberdade de movimento para o trabalho que está sendo executado. Assim, o produto deve apresentar a aderência anatômica e sensibilidade tátil adequada para que o trabalhador não utilize uma força desnecessária na atividade. Essa ação pode acarretar o aparecimento de lesões como tendinites, bursites e síndrome do túnel do carpo. É importante também que, assim como todo equipamento de proteção individual, as luvas utilizadas sejam do tamanho adequado à mão do trabalhador.

Se ela ficar folgada demais, reduzirá a destreza e trará dificuldades ao trabalhador na hora de pegar e manipular objetos. O tamanho incorreto também pode exigir uma força maior que a necessária para realizar tarefas, além do risco de enroscar em alguma máquina. Uma luva muito apertada pode limitar os movimentos do trabalhador e é capaz de obstruir o fluxo sanguíneo prendendo a circulação. Além disso, a luva ficará esticada demais e possivelmente terá a sua vida útil reduzida.

Quais os tipos de luvas de proteção epi disponíveis no mercado?

Afinal, luvas de malha de aço, neoprene, PVC e látex são apenas algumas entre as várias opções disponíveis no mercado de equipamento de proteção individual. Esse é um EPI que pode ser descartável ou reutilizável, o que vai definir é o tipo de atividade desempenhada. Luvas descartáveis são mais comumente utilizadas em ambientes hospitalares, clínicas e consultórios. A durabilidade também depende do risco ao qual o material é exposto e as atividades que serão executadas.

Luvas de Neoprene

Em primeiro lugar, o neoprene é um tipo de borracha sintética, que substitui a borracha natural. O equipamento de proteção individual fabricado com esse material possui um excelente nível de resistência a temperaturas extremas: altas e baixas. O neoprene também é impermeável, possui secagem rápida, é leve, maleável, antiderrapantes e facilita o manuseio de diferentes tipos de materiais. São muito usadas em indústrias automotivas, químicas, de limpeza e alimentícia.

Luvas de Látex

A saber, o látex é um material altamente maleável e confortável.As luvas EPI confeccionadas em látex não prejudicam o tato e evitam a penetração de líquidos. Seu uso é recomendado para indústria agroindustrial, higienização e limpeza.

Luvas de PVC

Certamente, equipamentos de proteção individual fabricados em PVC possuem boa resistência contra produtos químicos, abrasivos e cortes. As luvas de PVC são usadas para manuseio de ácidos, lubrificação de peças, contato com materiais corrosivos, construção civil, lã de vidro, limpeza pesada entre outros.

Luvas de malhas

Luvas de malhas oferecem conforto e boa respirabilidade e são comumente usadas em serviços gerais já que protegem contra agentes abrasivos e escoriantes. Estão disponíveis com ou sem pigmentação e com variação de fios. Concedem grande flexibilidade para o manuseio de peças.

Luvas nitrílicas

Em segundo lugar fabricada em borracha sintética, as luvas nitrílicas são versáteis e resistente aos mais diversos produtos químicos e abrasivos. Esse é um equipamento de proteção individual ideal para trabalhos em indústria automotiva, construção civil, indústria moveleira, química e alimentícia.

Luvas descartáveis

Enfim, as luvas EPI descartáveis são utilizadas em atividades que necessitam de proteção tanto do trabalhador quanto de quem recebe o serviço: procedimentos estéticos, hospitais, clínicas, consultórios, manipulação de alimentos e outras atividades.

Conserve seu equipamento de proteção individual

Todo equipamento de proteção individual que não é descartável deve receber tratamento adequado a fim de garantir sua durabilidade e proteção eficaz. Com as luvas não é diferente. Luvas não impermeáveis, quando molhadas, devem ser lavadas e colocadas para secar na sombra. Se possível, tenha dois pares de luvas para alternar o uso e evitar desgaste excessivo e mal cheiro.

Siga sempre as orientações do fabricante em relação a uso e conservação do seu equipamento de proteção individual. Cada uma das luvas Marluvas possui uma cartilha com recomendações de cuidados. Alguns materiais devem receber atenção especial e existem também os cuidados gerais que são destinados a todos os modelos.

As luvas de couro com tratamento especial, por exemplo, devem ser higienizadas com a utilização de sabão em pó ou detergente neutro. É importante que não sejam utilizados produtos de lavagem a seco ou alvejantes. Tanto a limpeza quanto o enxague devem ser feitos em água morna, não excedendo 50°C, por até 10 minutos. A secagem é natural ou em secadora, não excedendo 50°C, por 10 a 15 minutos.

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Equipamento de proteção individual: saiba como conservar corretamente

Equipamento de proteção individual: saiba como conservar corretamente

O equipamento de proteção individual é item essencial e obrigatório para o exercício de inúmeras atividades. O EPI protege o trabalhador contra riscos de acidentes e também contra a ocorrência de doenças e lesões ocupacionais. O equipamento de proteção individual, de uso obrigatório, deve ser fornecido gratuitamente pelo empregador e em perfeitas condições de uso. Cabe ao trabalhador utilizar de forma correta e ajudar a conservar seu EPI corretamente.

A Norma Regulamentadora 6 trata de todas as questões referentes a aplicação, distribuição, uso e conservação dos EPI’s. A NR6 regulamenta ainda as obrigações e deveres do empregado e do empregador, traz uma lista anexa com todos os equipamentos de proteção individual separados por categoria e um anexo com as normas técnicas aplicáveis aos EPI’s.

Costumamos abordar aqui no blog assuntos referentes à importância da escolha correta do equipamento de proteção individual para diferentes atividades. Além das dicas para evitar acidentes de trabalho e promover um aumento na saúde ocupacional do trabalhador, falamos muito sobre equipamentos específicos de proteção, como luvas e calçados. Neste texto traremos dicas sobre a conservação e manutenção do seu calçado de proteção.

Como conservar seu EPI

O calçado de proteção é um equipamento de proteção individual exigido na maioria das atividades e utilizado por muitas horas seguidas, por isso deve ser escolhido sempre com muito cuidado. O mercado disponibiliza uma quantidade enorme de modelos, confeccionados em diversos materiais e cada um deles possui um nível de conforto e proteção distintos. Um calçado utilizado por um trabalhador da área da saúde não vai oferecer proteção suficiente para o colaborador da construção civil.

Da mesma forma que um calçado indicado para construção civil não é o mesmo que deve ser utilizado por bombeiros ou motoboys, por exemplo. A Marluvas possui calçados específicos para cada um desses profissionais e consultando o site da marca você vai encontrar o modelo perfeito para suas necessidades.


Conserve corretamente seu equipamento de proteção individual

Um equipamento de proteção individual como o calçado é utilizado diariamente e por muitas horas seguidas. Muitas vezes o calçado EPI está em contato com umidade e produtos químicos e por isso deve receber cuidados especiais para que tenha o tempo de vida útil indicado pelo fabricante.

Você sabe o que deve fazer para conservar seu calçado de proteção da melhor forma? O primeiro passo é seguir as orientações dadas pelo fabricante, mas existem também algumas dicas gerais que funcionam para a maioria dos casos. Intercalar o uso do calçado é nossa primeira dica. O ideal é que o empregador forneça ao menos dois pares de sapatos para cada empregado para que o uso seja alternado.

Caso não seja possível possuir pelo menos dois pares de calçados, o ideal é que sejam usadas meias de algodão e que as mesmas sejam trocadas por pares limpos todos os dias. Se por algum motivo as meias ficarem úmidas elas devem ser trocadas imediatamente. Essas medidas ajudam a prevenir o surgimento de bactérias, fungos e mau cheiro.

O que evitar?

Evite molhar calçados que não sejam impermeáveis e destinados a este fim. Caso ocorra algum acidente deixe o calçado secando na sombra. Evite sol e outras fontes de calor pois isso pode danificar o material do seu equipamento de proteção individual. Colocar um jornal embolado dentro do calçado ajuda a acelerar a absorção da umidade.

Ao final de um dia de uso deixe o calçado “respirar” em um local arejado antes de guardá-lo, afinal, depois de um dia inteiro em contato com os pés, eles também precisam de um “descanso”. Ambientes muito úmidos, como banheiros ou áreas de serviço, não são indicados para isso. Antes de guardar os calçados faça uma limpeza rápida para não acumular sujidades.

Para essa limpeza basta umedecer uma flanela e passar delicadamente sobre superfície dos seus sapatos e no interior dos mesmos. Para limpar a sola utilize uma escova com cerdas macias. Lembre-se de não molhar demais os calçados. Produtos químicos como detergente e sabão, que não servem para esta finalidade, só irão danificar, então descarte eles da sua lista de limpeza. Utilize produtos específicos e escolha de acordo com o material do seu equipamento de proteção individual.

O que fazer?

Para os calçados de couro o engraxe é uma excelente sugestão. Para engraxar qualquer calçado ele deve estar completamente limpo. Com o calçado sujo você só irá camuflar a sujeira e não aumentar a vida útil dos seus sapatos. A graxa deve ser colocada em um pano liso de algodão (você pode utilizar uma camiseta por exemplo) e passada de maneira circular. Movimentos circulares garantem um resultado uniforme e sem oscilações de cor ou brilho. A função da graxa não é só fazer brilhar, mas também hidratar o couro e evitar que ele resseque.

Utilizar o calçado EPI apenas dentro do ambiente de trabalho é uma orientação da NR6 e serve também como forma de conservação dos mesmos. Você não deve utilizar seu equipamento de proteção individual para fins aos quais ele não foi destinado. Tenha um calçado separado para realizar seu trajeto casa/trabalho/casa, evite o desgaste desnecessário e aumente o tempo de vida útil do seu EPI.

Truques para conservação do seu equipamento de proteção individual – Como conservar seu EPI

Em primeiro lugar, para retirar manchas de calçados EPI confeccionados em couro branco utilize uma borracha escolar. Elas vão, literalmente, apagar as manchas. Para clarear as laterais do solado você pode utilizar pasta de dentes branca e sem corantes. Para uma higienização rápida ao final do dia, utilize uma esponja macia e um pano de algodão. Nunca coloque seu calçado em máquina de lavar.

Em segundo lugar, Quando o calçado for manchado por gordura você pode aplicar talco ou amido de milho na área afetada se ela ainda estiver fresca. Essas substâncias irão absorver a oleosidade e depois de 4 ou 5 horas basta retirar o excesso usando uma escova. Para calçados em tons mais escuros o melhor é aplicar borra de café em vez do amido ou talco. O processo é o mesmo e não traz consequências indesejadas.

Por fim, o vinagre é um ótimo aliado para tratar cheiros desagradáveis dentro do equipamento de proteção individual. Umedeça uma bola de algodão com vinagre de 6% ou 9% e use-a para esfregar o sapato por dentro. Depois disso, é só deixar seu EPI ao ar livre, para ventilar.

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Tudo sobre EPI hospitalar e sua importância

Tudo sobre EPI hospitalar e sua importância

A saber, EPI hospitalar são todos os equipamentos de proteção individual destinados à proteção dos profissionais que atuam em hospitais e demais áreas da saúde. Integral ou parcialmente esses equipamentos se estendem também aos consultórios e clínicas odontológicas, oftalmológicas, estéticas e outros.

Decerto, O EPI hospitalar protege o trabalhador contra riscos químicos, físicos e biológicos, resguardando sua saúde contra o aparecimento de uma série de lesões e doenças ocupacionais, além de infecções e outros riscos presentes nos setores de cuidado com a saúde.

Com o estouro da pandemia do Covid-19 ficou ainda mais evidente a importância da utilização de equipamentos de proteção individual básicos como máscaras, luvas e macacões.

Neste texto vamos aprender mais sobre a importância desses, e de outros EPI’s hospitalares, além de como deve ser feita sua correta escolha e quando se dá a necessidade de utilização. Equipamento de proteção individual é direito do trabalhador e obrigação do empregador. Os EPIs atuam salvando vidas por meio da promoção de um trabalho mais seguro e eficaz.

EPI hospitalar e a regulamentação da NR32

O trabalho na área da saúde é regulamentado pela NR 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. A própria norma se define a partir da seguinte descrição:

Esta Norma Regulamentadora – NR tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral. Para fins de aplicação desta NR entende-se por serviços de saúde qualquer edificação destinada à prestação de assistência à saúde da população, e todas as ações de promoção, recuperação, assistência, pesquisa e ensino em saúde em qualquer nível de complexidade.”

Dessa forma, a NR 32, engloba a regulamentação de atividades realizadas em quaisquer tipos de hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios e outros departamentos de prestação de serviços voltados para a saúde. A Norma Regulamentadora 32 define o que são riscos biológicos, químicos, físicos e por radiações ionizantes. Além de definir, a norma enumera todos os procedimentos de segurança que devem ser adotados diante da presença de cada um desses riscos.

Norma NR 32

Manuseio, limpeza e descarte dos materiais, equipamentos e ambientes são essenciais para assegurar a saúde do trabalhador no ambiente de assistência à saúde. Em relação ao EPI hospitalar a NR 32 orienta que os Equipamentos de Proteção Individual, descartáveis ou não, deverão estar à disposição, em número suficiente, nos postos de trabalho, de forma que seja garantido o imediato fornecimento ou reposição.

A norma regulamenta ainda que, além do cumprimento do disposto na legislação vigente, os EPIs hospitalares devem atender às seguintes exigências: ser avaliados diariamente quanto ao estado de conservação e segurança; estar armazenados em locais de fácil acesso e em quantidade suficiente para imediata substituição; segundo as exigências do procedimento ou em caso de contaminação ou danos.

Todavia, com relação às atividades envolvendo quimioterápicos antineoplásicos a Norma Regulamentadora 32 determina que é vedado iniciar qualquer atividade na falta de EPI. Está proibida também a movimentação de cilindros de gases sem EPIs adequados. E além de tudo é necessário elaborar manuais de procedimentos relativos à limpeza, descontaminação e desinfecção de todas as áreas, incluindo superfícies, instalações, equipamentos, mobiliário, vestimentas, EPI e materiais.

Você conhece a lista básica de EPI hospitalar?

Cada atividade dentro do ambiente hospitalar vai demandar a utilização de um, ou mais, EPIs específicos. Os equipamentos mais básicos serão listados a seguir. Um mesmo EPI hospitalar,como máscaras e luvas, pode ser confeccionado em diferentes tipos de materiais e a escolha também vai depender da atividade desempenhada pelo colaborador que irá utilizar.

Máscaras

Em primeiro lugar, a máscara cirúrgica é um EPI hospitalar dos mais básicos e é empregada em diversos procedimentos. A máscara é capaz de combater acidentes de origem biológica, protegendo o colaborador contra a transmissão de doenças por meio de fluidos durante o contato com um paciente infectado. Máscaras descartáveis, mais comumente utilizadas, são diferentes das máscaras de proteção respiratória, tipo N95. A segunda oferece uma barreira de proteção muito maior.

Luvas

Em segundo lugar, Junto com as máscaras, as luvas formam uma dupla básica e amplamente utilizada de EPI hospitalar. A maioria dos procedimentos realizados na área da saúde exige o uso de luvas descartáveis para proteger contra riscos químicos e biológicos, que são dois dos principais meios de contrair infecções. A luva é fundamental também para a manipulação de contaminantes e, dependendo do material, pode ter proteção física contra objetos cortantes e perfurantes, por exemplo.

Calçados

Os calçados também são um EPI hospitalar e devem receber tanta atenção quanto os demais já que são utilizados pelos colaboradores durante todo o dia a dia de trabalho.Os sapatos de proteção para o ambiente hospitalar devem ser fechados, fabricados em materiais impermeáveis, confortáveis e com solado antiderrapante. Resistência a produtos químicos também pode ser necessária.

Óculos

Certamente, óculos de proteção devem ser utilizados sempre que o trabalhador tiver que realizar atendimento a pacientes infectados, sob o risco de excreções ou secreções respingarem nos olhos. Esse EPI hospitalar também protege os olhos de componentes químicos entre outros.

Aventais e macacões

O avental e o macacão são empregados principalmente em práticas cirúrgicas, devendo ser descartáveis e sempre individuais. A função principal é servir de barreira contra secreções e substâncias capazes de comprometer a saúde do colaborador. Além disso, itens feitos em algodão devem ser sobrepostos com um material impermeável. Essas vestimentas devem ser utilizadas, fora de cirurgia, quando o colaborador estiver em contato com pacientes portadores de doenças altamente contagiosas.

Touca

Por fim, a touca é um EPI hospitalar que protege não só o colaborador, mas também os pacientes. A touca evita o contato do colaborador com agentes contaminantes e também impede a queda de cabelos no momento da execução de tarefas. Com toda a certeza, é um EPI hospitalar muito importante em estabelecimentos de saúde.

É extremamente importante a utilização do EPI hospitalar tendo em vista que o profissional da saúde está exposto, o tempo inteiro, a uma série de riscos principalmente químicos e biológicos. Para cuidar da saúde de terceiros com o máximo de eficácia o profissional precisa primeiro cuidar da própria saúde. Dar a devida importância ao uso do EPI hospitalar é o primeiro passo para isso.

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