Saiba como estabelecer uma cultura de segurança do trabalho na sua empresa

Saiba como estabelecer uma cultura de segurança do trabalho na sua empresa

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Certamente a implementação da cultura de segurança do trabalho ainda é uma realidade distante em empresas dos mais diversos portes e segmentos. Isso ocorre devido à generalização do que seria essa “cultura de segurança”. Entretanto é importante saber que a segurança do trabalho vai além da distribuição dos equipamentos de proteção individual e da implantação dos equipamentos de proteção coletiva.

A cultura de segurança do trabalho deve partir do entendimento sobre a importância dos trabalhadores enquanto seres humanos. Decerto é importante que haja valorização e respeito tanto dos profissionais técnicos, engenheiros, enfermeiros e médicos responsáveis pela saúde e segurança no trabalho, quanto de toda equipe produtiva.

Um dos maiores desafios para estabelecer uma cultura de segurança do trabalho é convencer o colaborador a seguir todas as normas de segurança. Diante dessa situação, a melhor forma de persuadi-lo a utilizar os EPI’s é conscientizando-o a respeito da importância de sua vida, da necessidade de retornar para casa com sua integridade física totalmente preservada. Assim, a valorização da vida do colaborador é a chave para que a segurança do trabalho seja valorizada, naturalizada e estabelecida como uma cultura na empresa.

Os profissionais de saúde e segurança do trabalho devem deixar claro para a equipe produtiva que as medidas de segurança são, principalmente, para benefício da sua própria integridade física e mental. É preciso muito tato e informação para desenvolver uma cultura de segurança.

Cada colaborador deve ter sua importância e individualidade reconhecida no dia a dia da empresa. Essa valorização faz com que as medidas sejam mais naturalizadas e menos invasivas.

Cultura de segurança deve ser um processo natural

O grande erro durante o processo de implantação da cultura de segurança é o autoritarismo. Aliás muitos profissionais de saúde e segurança do trabalho tratam as medidas preventivas como um checklist fechado e desagradável. Esse ar de obrigação e desconhecimento dos benefícios dificulta a absorção por parte dos colaboradores.

Ao perceber que um funcionário não está utilizando um EPI, por exemplo, não basta que sejam aplicadas punições ou advertências. Em um ambiente com uma cultura de segurança internalizada existe conversa e entendimento da situação. Cada trabalhador deve ser enxergado como um ser humano que passa por altos e baixos.

É preciso avaliar que o funcionário pode estar passando por problemas pessoais e por isso esteja mais desatento. Essa desatenção acarretou o esquecimento de algum EPI, por exemplo. Uma simples conversa e um gesto de empatia pode ajudar a melhorar o dia daquele funcionário, mostrando que ele é importante e que o EPI é um benefício para ele próprio.

Conversas educativas costumam ser mais eficientes para que colaborador entenda como sua atitude individual pode prejudicar sua própria saúde. Como uma doença, ou lesão, ocupacional pode ser prejudicial e as vezes irreversível. Isso além de mostrar como sua atitude pode impactar negativamente sua própria família e a empresa como um todo.

A cultura de segurança é muito mais que a imposição de medidas. Inegavelmente é um trabalho de conscientização e valorização do ser humano.

Cultura de segurança vai além da adequação ambiental

Todavia o técnico e o engenheiro de segurança do trabalho devem entender que a saúde do trabalhador é tão importante quanto a adequação física do ambiente. Isso é a cultura de segurança: além disso seguir à risca todas as normas regulamentadoras e garantir um ambiente totalmente salubre, é preciso estar atento às individualidades de cada pessoa.

Conversar com o trabalhador sobre as condições do ambiente também é importante. A cultura de segurança precisa dar voz a quem está na linha de frente. Permita que o trabalhador aponte medidas não eficazes ou que podem atrapalhar a rotina dele. É de suma importância que os EPIs e EPCs sejam adequados e confortáveis às individualidades de trabalho e também pessoais.

Por isso a Marluvas se preocupa em desenvolver calçados e luvas específicos à cada tipo de atividade. Sempre muito confortáveis para o trabalhador e capaz de minimizar todos os riscos aos quais ele está exposto.

A responsabilidade socioambiental também faz parte de uma boa cultura de segurança. Toda atividade desempenhada no ambiente interno de uma empresa, impacta diariamente no ambiente e na sociedade que está ao redor. Essa consciência deve fazer parte das preocupações de saúde e segurança.

Segurança do trabalho de pessoas para pessoas

A cultura de segurança depende de um bom relacionamento entre colaboradores e técnicos/engenheiros de segurança. Quando os profissionais responsáveis pela segurança se colocam em posição de autoridade suprema e falam com ar de superioridade, a recepção pela equipe produtiva pode não ser a melhor.

É claro que as funções são completamente diferentes, mas é importante ambas as partes se enxerguem como colegas de trabalho. A comunicação realizada de forma horizontal tende a ser muito mais eficaz no processo de implantação da cultura de segurança em qualquer tipo de ambiente empresarial.

Conheça a cultura de segurança Marluvas.

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Conheça a Marluvas por dentro: compromisso com segurança e qualidade

Conheça a Marluvas por dentro: compromisso com segurança e qualidade

Você já sentiu vontade de conhecer a Marluvas de perto? Visitar uma de nossas fábricas e conhecer cada detalhe do nosso processo de produção? Então estamos aqui para matar um pouco desse seu desejo. Conheça a Marluvas!!!

Você sabia que pode visitar a produção da nossa unidade sede, localizada em Dores de Campos – MG, a qualquer momento? Inclusive agora mesmo! Basta clicar no vídeo e curtir o Tour Virtual 360° realizado pelo fundador da Marluvas: Marcelo Arruda.

Para que sua visita seja ainda mais completa reunimos aqui, neste texto, uma série de informações e curiosidades sobre a fábrica, o processo de produção dos calçados e outras informações sobre a Marluvas.

Tudo isso porque além da nossa preocupação em produzir os EPI’s mais seguros e confortáveis do mercado, nos preocupamos também em ser transparentes. Queremos que nossos clientes nos conheçam por inteiro.

A trajetória Marluvas

A Marluvas está no mercado desde o ano de 1972. Inicialmente uma fabricante apenas de luvas, a empresa começou a produzir calçados no ano de 1976. Todavia, para atender a demanda de mercado e oferecer produtos de máxima qualidade, a empresa passou a se dedicar exclusivamente aos calçados.

Foi assim até o final de 2019. Depois de dois Top Of Minds consecutivos (2018 e 2019) na categoria Calçados de Proteção, a Marluvas voltou a produzir luvas. A produção é fruto de uma parceria com a empresa americana MCR Safety, líder global no mercado de equipamentos de proteção individual. Saiba tudo sobre as luvas Marluvas clicando aqui. Conheça a Marluvas.

Ao longo dos anos de história a Marluvas ampliou consideravelmente sua capacidade de produção. Dores de Campos é a primeira unidade, onde a empresa foi fundada e é nessa cidade que se localiza a matriz. As cidades onde as unidades estão localizadas são: Campo Belo, Capitão Enéas, Cruzília, Dores de Campos, Madre de Deus de Minas, Minduri, Oliveira, Piedade do Rio Grande, Prados, São Vicente de Minas e a mais nova unidade é em Três Corações.

A Marluvas se preocupa em manter a qualidade de produção em todas as unidades e para isso conta com profissionais altamente treinados e rigoroso padrão produtivo.

Conheça a Marluvasprocesso de produção

A Marluvas produz calçados que atendem às mais exigentes normas nacionais e internacionais. Para conseguir manter a qualidade, e uma boa relação custo-benefício dos produtos, a empresa conta com uma estrutura baseada em softwares e equipamentos de última geração, capazes de agilizar o desenvolvimento e os processos de fabricação.

Decerto todos os modelos de calçados e luvas são desenvolvidos atrás de pesquisas aprofundadas. A equipe Marluvas está sempre em busca da mais alta performance, durabilidade e diferenciação no design. Escolher os materiais que atendam às especificações técnicas de utilização, espessura, resistência, aspecto visual, faz toda a diferença para que consigamos atingir esses objetivos.

Tudo isso devidamente adaptado para cada área de trabalho. A Marluvas mantém um laboratório absolutamente completo em sistemas de avaliação. Cada material escolhido é rigorosamente submetido a ensaios laboratoriais e testes produtivos que avaliam em tempo real suas características. São avaliadas características de desempenho ligadas à resistência, impacto, abrasão e outros.

O passo a passo produtivo Marluvas dos calçados possui dez etapas:

  1. Primeiramente – Matéria prima: o couro é rigorosamente conferido e selecionado de acordo com os pré-requisitos citados anteriormente
  2. Em segundo lugar, Corte: os primeiros cortes são das peças que constituem o cabedal do calçado: gáspea, cano, taloneira, lingueta e colarinho. Posteriormente são cortadas as palmilhas e os forros internos.
  3. Pesponto: depois de todo o preparo o calçado está pronto para receber o pesponto, que é o nome dado a costura. A costura é feita de forma a garantir o máximo de segurança, conforto e durabilidade.
  4. Fase intermediária: nessa etapa os calçados recebem os contrafortes, ilhoses, rebites e os moldes com a curvatura dos pés.
  5. Montagem: nessa fase de produção a palmilha é fixada ao cabedal com auxílio do sistema Strobel. Os itens de segurança como biqueira e palmilha de aço também são colocados nessa etapa.
  6. Asperagem: etapa onde o calçado é asperado e preparado para receber a injeção no solado.
  7. Injeção: aqui os cabedais são colocados nas injetoras e recebem, por injeção direta, os solados bidensidade de poliuretano.
  8. Acabamento: na etapa de acabamento o couro recebe uma camada de graxa e é escovado. Isso aumenta a durabilidade do calçado. Depois os calçados recebem a palmilha higiênica e a identificação.
  9. Por fim, Gravação do CA (Certificado de Aprovação) : nessa etapa, o CA é gravado a laser no solado do calçado
  10. Embalagem: Os pares de calçados são colocados em suas caixas e enviados pra o cliente.

Para que cada etapa de produção seja eficaz e capaz de garantir as especificações e o desempenho do produto, a equipe de desenvolvimento oferece suporte técnico à área de produção. Eles participam do acompanhamento de todas as etapas, aperfeiçoando os métodos produtivos com foco na eficiência e alta produtividade.

Técnicos treinados em laboratórios credenciados ao Ministério do Trabalho forma a equipe de profissionais Marluvas. Isso garante ainda mais a confiança dos relatórios e emitidos. Tais documentos são necessários para certificações nacionais e internacionais.


Clique aqui e conheça cada uma das certificações Marluvas.

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Segurança do trabalhador: aprenda a fazer da prevenção um hábito

Segurança do trabalhador: aprenda a fazer da prevenção um hábito

A segurança do trabalhador deve ser prioridade em qualquer ambiente de trabalho. Isso porque toda a produção, que gera lucro para a empresa, depende de tarefas realizadas com qualidade e em quantidade. Para garantir que colaborador esteja confortável e seguro para realizar suas tarefas é existem regras à saúde e segurança no trabalho.

Procedimentos de segurança padronizados, equipamentos de proteção individual e coletiva, bem como palestras e treinamentos são algumas das exigências do Ministério do Trabalho. Essas exigências são variadas e devem ser aplicadas de acordo com as necessidades de cada atividade.

Profissionais técnicos em segurança do trabalho são responsáveis por estudar o ambiente, apontar as medidas e fiscalizar a aplicação das mesmas. Cabe ao empregador acatar a todas elas, sem exceção, a fim de garantir o máximo de saúde e segurança para o trabalhador da sua empresa.

Algumas empresas precisam contar com o trabalho de uma CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. A CIPA, com assessoria do SESMT, Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, identifica os riscos internos dos processos de trabalho, elabora planos de ações corretivas e preventivas, além de participar da implementação dessas medidas.

Posteriormente a CIPA participa da fiscalização quanto ao cumprimento das medidas elaboradas.

Segurança do trabalhador e a prevenção como hábito

A equipe de segurança do trabalho, bem como o empregador tem a responsabilidade de identificar, corrigir e eliminar os riscos. Apesar disso a segurança do trabalhador também depende muito das atitudes conscientes e preventivas dele próprio.

Cabe aos profissionais, técnicos em segurança do trabalho, a adequação do ambiente, mas cabe ao trabalhador auxiliar na manutenção desse ambiente favorável. Os equipamentos de proteção individual, por exemplo, devem ser fornecidos em perfeito estado de conservação, mas é responsabilidade do trabalhador realizar a correta utilização e manutenção dos mesmos.

A SIPAT, Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho, também faz parte das atividades obrigatórias da CIPA, para a segurança do trabalhador, de acordo com a o item 5.16 da NR5 do Ministério do Trabalho. A SIPAT deve ser realizada todos os anos. É uma semana voltada para a prevenção dos acidentes de trabalho e para a promoção à saúde e segurança do trabalhador.

É importante aproveitar o período de realização da SIPAT para observar os ambientes e levantar todos os pontos de melhoria relacionados à saúde e segurança. Corrija esses riscos e promova campanhas de conscientização com cartazes, dinâmicas, treinamentos e palestras.

Para saber mais como elaboras uma Semana Interna de Prevenção de Acidentes completa e produtiva, leia nosso blog post sobre o assunto clicando aqui.

Dessa forma fica mais do que evidente que existem uma série de medidas e ações que são responsabilidade dos profissionais de saúde e segurança do trabalho e do empregador. Mas temos que concordar que tão importante quanto essas mediadas e ações, são as atitudes do trabalhador.

O trabalhador precisa internalizar que a prevenção dos acidentes de trabalho deve ser um hábito em prol da sua própria saúde e segurança. Ele precisa saber que suas atitudes diárias são valiosas para que todo o esforço feito pela equipe tenha sucesso ao final de um dia de trabalho.

Para que o trabalhador haja de forma preventiva e consciente, é importante que ele conheça com clareza os riscos aos quais está exposto. Por isso o empregador, juntamente com os profissionais de segurança do trabalho, tem a obrigação de informar ao colaborador quais são os perigos da tarefa que ele executa.

Faça isso sempre que um colaborador for assumir uma função e promova reciclagens periódicas para manter o conhecimento em dia. Aproveite a SIPAT para levantar os riscos ambientais comuns a todos e para promover a conscientização entre as equipes com funções e riscos semelhantes.

Quando a pessoa conhece os perigos que está enfrentando, a prevenção ocorre de forma mais natural e eficaz.

Zele pela segurança trabalhador, mas acima de tudo: valorize o ser humano

Mostre ao seu colaborador que ele é um ser humano único e especial para alguém. Ele não é essencial apenas para a produção e lucro da empresa. É claro que ele deve saber o seu papel, não só dentro da sua equipe, mas de uma forma geral, dentro do produto/serviço final entregue pela empresa ao consumidor.

Mas mais do que isso, o trabalho que o colaborador desempenha tem importância para sua própria vida e para sua família. A dedicação empenhada nas atividades exercidas, gera conquistas aos seus funcionários e familiares.

Deixe isso claro para todos os seus funcionários. Ele precisa ter em mente que deve entrar e sair do seu ambiente de trabalho com saúde e segurança. Dessa forma ele estará cumprindo não somente as expectativas do chefe, mas dele próprio e da sua família. Saiba mais clicando aqui.

A segurança do trabalhador depende das atitudes preventivas se tornarem um hábito a ser repetido diariamente. Um contexto claro e bem explicado facilita a absorção e inserção desses hábitos. A segurança do trabalhador depende de processos corretos e transparentes.

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Como investir em saúde e segurança do trabalho reduz custos de forma geral?

Como investir em saúde e segurança do trabalho reduz custos de forma geral?

Você sabe como o investimento em saúde e segurança do trabalho ajuda sua empresa a evitar uma série de gastos inesperados e desnecessários? É sobre isso que vamos falar neste texto. Tudo o que você precisa saber sobre: cortar gastos e valorizar ainda mais os profissionais e as medidas de SST. (saúde e segurança do trabalho)

As medidas de SST (saúde e segurança do trabalho) estão ligadas ao conforto, a segurança, eliminação de riscos, diminuição de acidentes e doenças ocupacionais. De acordo com essas ações, a empresa elimina os gastos relacionados aos acidentes e aos afastamentos dos funcionários por lesões ou doenças ocupacionais.

Um ambiente seguro e confortável propicia ainda um aumento na receita por produtividade. A empresa que está em dia com as medidas de saúde e segurança do trabalho – SST está em dia com a lei. Sendo assim, não tendo que se preocupar com multas e suspensão das atividades.

Saúde e segurança do trabalho e as medidas preventivas

Em primeiro lugar, para diminuir e/ou eliminar a ocorrência de acidentes e doenças de trabalho, tem que identificar os riscos dentro dos ambientes. O profissional em saúde e segurança do trabalho identifica esses riscos a partir da realização de uma análise no ambiente.

Todavia, após essa análise, as primeiras medidas de segurança serão tomadas. Decerto, uma das medidas é a implementação dos EPCs (Equipamentos de Proteção Coletiva). Pouca gente sabe, mas antes da distribuição dos conhecidos EPIs é realizada a implementação dos EPCs.

Um EPC, é um equipamento capaz de proteger os trabalhadores de forma coletiva, contra os riscos das atividades desempenhadas. A proteção abrange todas as pessoas que estão no ambiente e não apenas de forma individual, como no caso do EPI.

De maneira geral, o EPC faz parte da infraestrutura do ambiente de trabalho e sua aplicação é obrigatória por parte do empregador. Estes equipamentos podem ser fixos ou móveis, tudo depende da sua função e local de instalação.

Especificações dadas pela NR9

O estudo, desenvolvimento e implantação de medidas de proteção coletiva deverá obedecer à seguinte hierarquia:

a) medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde;

b) medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho;

c) medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho”.

“A implantação de medidas de caráter coletivo deverá ser acompanhada de treinamento dos trabalhadores quanto os procedimentos que assegurem a sua eficiência e de informação sobre as eventuais limitações de proteção que ofereçam”.

Para saber mais sobre os EPCs e conhecer mais detalhadamente alguns deles, você pode ler nosso artigo sobre Equipamentos de Proteção Coletiva.

Saúde e Segurança com equipamentos de proteção individual

Passada a fase de identificação de riscos e implementação dos EPCs, o pessoal de saúde e segurança do trabalho parte para a adequação dos EPIs.

Os Equipamentos de Proteção Individual são escolhidos de acordo com a atividade desempenhada por cada um dos colaboradores.

EPIs são individuais, intransferíveis e de uso obrigatório. O empregador tem obrigação de fornecer os equipamentos novos e dentro da validade para todos empregados. As medidas individuais e coletivas de proteção visam a redução da ausência, afastamento no ambiente de trabalho.

O absenteísmo é o afastamento de trabalho que se torna padrão, independente da causa. A soma dos períodos de ausência de um funcionário do seu ambiente de trabalho também recebe o mesmo nome. Um ambiente favorável à saúde e segurança do trabalhador reduz afastamentos, doenças, acidentes além dos gastos com todos esses eventos.

Investir em medidas preventivas relacionadas à saúde e segurança do trabalho auxilia também na redução do FAP, Fator Acidentário de Prevenção. Você sabe do que se trata?

Estamos falando de um índice aplicado sobre a Contribuição do Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho – GIIL-RAT (devida pelos empregadores), que tanto pode resultar em aumento como diminuição da respectiva contribuição.

Saiba mais sobre o FAP clicando aqui.

LTCAT: Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho

Entretanto o LTCAT, é um documento que discrimina quais são os agentes de risco aos quais o trabalhador está exposto. Uma forma de registro indispensável para a saúde e segurança do trabalho.

Em suma o LTCAT deve conter todos os riscos (mesmo com a adoção de todas medidas de segurança), que ainda são capazes de comprometer a saúde do colaborador a médio e/ou longo prazo . Apoiados neste documento os trabalhadores podem solicitar aposentadoria especial junto à previdência.

Riscos ao trabalhador

Os riscos devem estar categorizados em químicos, físicos ou biológicos.

Riscos químicos consistem em substâncias, compostos ou produtos que entram no organismo pela via respiratória. Assim como: poeiras, gases, neblinas ou vapores. Também podem ser absorvidas pela pele ou por ingestão. Benzeno, carvão mineral, sílica, petróleo e gás natural são alguns exemplos.

Ademais os riscos físicos estão representados em formas de energia. Por exemplo: os ruídos, vibrações, radiação, calor, frio ou pressão.

Por fim, os riscos biológicos são aqueles que envolvem outros seres vivos e/ou substâncias provenientes desses seres. Riscos biológicos podem trazer malefícios para o corpo bem como bactérias, vírus, fungos e parasitas.

O LTCAT contém o limite de exposição que o trabalhador pode se submeter em cada risco. Em suma, nem todo agente nocivo citado concede o benefício da aposentadoria especial de forma automática. Por isso, o trabalhador e o empregador devem estar atentos aos prazos e aos demais direitos de ambas as partes.

Invista em Saúde e Segurança do Trabalho

Investir em saúde e segurança do trabalho deixa sua empresa em dia com as leis trabalhistas. Certamente protege a integridade física e intelectual do trabalhador. Em suma, adotar medidas corretivas e preventivas no tempo certo.

Em outras palavras, garante a redução de danos ao empregado e ao empregador, reduzindo os custos com afastamentos por acidentes e doenças ocupacionais.

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Tudo sobre segurança do trabalho e hábitos de prevenção

Tudo sobre segurança do trabalho e hábitos de prevenção

Certamente quando falamos em segurança do trabalho (hábitos de prevenção) estamos nos referindo a todas as medidas que devem ser tomadas, durante o exercício profissional, para garantir a saúde física e mental do trabalhador. Essas medidas devem garantir um ambiente confortável e seguro para a realização de quaisquer atividades.

Inegavelmente as medidas de segurança do trabalho minimizam a ocorrência de acidentes e o surgimento de lesões e doenças ocupacionais. Extremamente importante em absolutamente todas as atividades, a segurança do trabalho não deve ser negligenciada em hipótese alguma.

Ministério do Trabalho – Normas Regulamentadoras

Portanto o Ministério do Trabalho é quem regulamenta e fiscaliza a correta aplicação dos hábitos preventivos e corretivos, relacionados à segurança do trabalho. A regulamentação é feita, desde a década de 70, por meio das Normas Regulamentadoras. Atualmente existem 37 Normas Regulamentadoras, conhecidas como NR’s.

As normas determinam uma série de medidas de proteção, individuais e coletivas, para os mais diferentes tipos de atividades profissionais. A NR-32, por exemplo, determina as medidas específicas para serviços de saúde, enquanto a NR-21 é voltada para trabalhos a céu aberto, e a NR-35 trata dos trabalhos em altura.

Instituídas por lei as NR’s devem ser seguidas à risca e seu descumprimento pode acarretar penalidades previstas na Constituição.

Segurança do trabalho em tempos de pandemia

Primordialmente em tempos de pandemia e distanciamento social, é importante que a segurança do trabalho oriente os trabalhadores quanto às medidas de proteção que devem ser adotadas dentro do ambiente de trabalho. Além de orientar é preciso fiscalizar os trabalhadores em relação ao uso correto dos equipamentos de proteção individual, mais que essenciais neste momento.

Máscaras, luvas, óculos de proteção, toucas para o cabelo, vestimentas que cubram todo o corpo, calçados de proteção e outros EPI’s específicos de cada profissão. A higienização e descarte dos materiais também deve receber total atenção.

Em todos os ambientes a segurança do trabalho deve garantir a disponibilidade dos EPI’s e principalmente das máscaras, que devem ser suficientes para um dia inteiro de trabalho. O número deve levar em conta a recomendação das OMS, de que as máscaras devem ser trocadas, em média, a cada três horas ou sempre que estiverem úmidas.

Além da utilização dos EPI’s, o protocolo de prevenção da segurança do trabalho deve incluir também a aplicação de treinamentos educacionais e materiais informativos sobre segurança e saúde no trabalho. É preciso incluir práticas de higiene adequadas e a implementação de controles no local de trabalho (incluindo equipamentos de proteção individual).

Protocolos de Prevenção

Em todos os ambientes é importante que os funcionários evitem contato físico em saudações entre si e com o público. O chão deve receber marcação para promover distanciamento em caso de formação de filas. Onde a espera é realizada em cadeiras é preciso distanciar uma cadeira da outra ou isolar cadeiras alternadas quando essas forem fixas.

Nos caixas o recomendado é a instalação de placas de acrílico transparente entre o funcionário e o cliente. Ambientes de refeitório e salas de trabalho devem respeitar as distâncias de segurança, reuniões presenciais devem ser substituídas pelas virtuais.

Mesmo em empresas que não praticam contato direto com o público devem suspender visitas de representantes da mesma forma que os funcionários não devem ser orientados a realizar trabalhos na rua (a não ser em casos de extrema necessidade).

É importante que as superfícies tocadas com frequência sejam limpas a todo momento. Os funcionários devem dispor de local adequado para realizar a higiene das mãos a todo momento, além de ter o álcool gel sempre disponível e ao alcance das mãos. Todas as salas devem possuir o máximo de ventilação que for possível.

Outro ponto importante e que também deve ser garantido pela segurança do trabalho é o apoio à saúde mental de todos os colaboradores. Em tempos de Covid-19 deve-se documentar todos os protocolos relacionados ao isolamento de pessoas que possam ter sido infectadas.

O funcionário com suspeita da doença deve ser isolado imediatamente e, junto a todos os demais funcionários, realizar exames para confirmação da Covid-19. O estabelecimento deve ser fechado e desinfetado antes de voltar a atender o público.

Segurança do trabalho e o hábito da prevenção voluntária

É fato que a segurança do trabalho deve detectar os riscos presentes no ambiente, a fim de corrigi-los e aplicar medidas preventivas contra possíveis acidentes. Mas é importante também que o trabalhador tenha consciência do seu papel diante de tudo isso. Cabe a ele respeitar as recomendações de segurança, utilizar os EPI’s e agir sempre de forma preventiva.

Você sabe o que é preciso fazer para conscientizar um colaborador quanto ao seu papel e fazê-lo agir a favor da segurança? O primeiro passo é mostrar como ele é valioso. Não para sua empresa ou para o seu lucro, mas sim para ele e para a família dele. Entendo que existem pessoas em casa esperando pelo seu retorno, e pelo fruto do seu trabalho, fica mais fácil fazer com que ele enxergue a importância da sua proteção.

Mostre aos colaboradores, de forma clara, quais são os riscos aos quais ele está exposto. Quando a pessoa sabe quais são os perigos inseridos na sua rotina, a prevenção ocorre de forma mais natural e acaba virando um hábito.

Sendo assim, a principal forma de fazer com que o colaborador se proteja de maneira voluntária e adote hábitos preventivos no seu dia a dia, é fazendo com que ele entenda seu valor e conheça os riscos. Procure abordar esses assuntos em palestras e treinamentos periódicos.

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