Com toda a certeza, o ambiente da construção civil esconde uma série de riscos para o trabalhador. Por este motivo a segurança do trabalho deve atuar de forma incessante em todas as etapas da obra. Colaborador e empregador também devem estar atentos aos seus direitos e às suas obrigações, a fim de zelar pela saúde ocupacional, garantindo segurança e bem-estar no ambiente de trabalho. (Calçado para construção civil)

Os riscos de acidentes na construção civil são decorrentes das atividades realizadas em lugares altos como andaimes e outros equipamentos; assim como de choque elétricos tanto na fase inicial, onde muitas máquinas dependem da eletricidade para funcionar, quanto na fase de acabamento, com a finalização das instalações elétricas; ainda assim risco de acidente no manuseio de máquinas e equipamentos; bem como, quedas de materiais e objetos grandes e pesados também são um risco inerente à construção civil.

Do mesmo modo materiais leves se tornam uma ameaça quando caem de grandes alturas. Problemas alérgicos e respiratórios também são riscos apresentados pelo trabalho em construção civil. Ademais o contato com cimento, argamassas, tintas, solventes, ácidos e demais materiais utilizados em obras, muitas vezes provoca alergias, dermatites e até queimaduras. O excesso de ruídos do canteiro de obras pode gerar problemas auditivos e em casos mais graves a perda da audição. Dessa forma as medidas de proteção, coletivas e individuais, são indispensáveis na construção civil.

Medidas de Proteção

Coletivamente podemos citar a realização periódica de treinamentos e a sinalização de segurança correta em todo o canteiro de obras. Em suma, é importante orientar os colaboradores sobre o manuseio correto das máquinas e ferramentas, sobre as medidas de segurança nos andaimes e demais atividades em altura e também sobre a importância de um ambiente organizado. A organização também é tida como uma medida de proteção, tanto individual quanto coletiva, já que um ambiente desorganizado pode causar acidentes decorrentes de tropeços, escorregamentos e outros.

As medidas de proteção individual na construção civil fazem referência ao uso dos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual.  Os EPIs são, de acordo com a NR6, em resumo, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. A NR6 regulamenta a distribuição, aquisição e uso do equipamento de proteção individual. Ainda de acordo com a norma empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:

  1. sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho;
  2. enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas;
  3. para atender a situações de emergência

Norma Regulamentadora 6

A Norma Regulamentadora 6 classifica os equipamentos de proteção individual de acordo com a parte do corpo à qual o mesmo se destina. Para saber quais EPIs deverão ser usados em cada ocasião é necessária a realização de um estudo dos riscos que o ambiente oferece à saúde do trabalhador. Considerando o ambiente da construção civil, um canteiro de obras, podemos apontar alguns equipamentos de uso geral.

  • capacete;
  • protetor auditivo;
  • máscara para poeira;
  • máscara para produtos químicos;
  • cinto de segurança para trabalhos em altura;
  • luva de raspa;
  • viseira de proteção;
  • óculos de proteção;
  • calçado de proteção;

Em casos específicos pode ser necessária a utilização de outros EPIs. De fato a necessidade deve ser analisada pela equipe de segurança do trabalho local. Entre os equipamentos de proteção individual citados um merece receber atenção especial quanto às especificações de segurança. O calçado de proteção utilizado na construção civil deve ser um calçado de qualidade e que seja capaz de proteger contra alguns riscos específicos desse ambiente.

Como deve ser o calçado de proteção ideal para a construção civil?

Certamente o calçado de proteção para construção civil deve possuir solado/palmilha anti perfurante para proteger os pés contra objetos pontiagudos e cortantes que estejam jogados pelo chão. É importante também que possuam biqueira reforçada para proteger os pés de um eventual esmagamento causado pela queda de objetos pesados. O solado antiderrapante também é indispensável para evitar quedas e além de tudo o calçado de proteção deve ser extremamente confortável, já que o colaborador vai ficar várias horas calçado.

Entre os modelos Marluvas destinados à construção civil encontramos a bota de segurança 30B22 CPAP. Confeccionada em couro, com colarinho soft acolchoado e sem componentes metálicos, a bota conta com proteção elétrica e mecânica, oferecendo ao trabalhador 100% de segurança. A biqueira é confeccionada em composite, material leve, anti magnético, anti corrosivo e ultra resistente. Essa biqueira resiste a impactos de até 200J e compressão de 1500N, conforme determina a norma NBR ISO 20345/2015.

A palmilha de montagem, que recobre 100% da planta dos pés, é confeccionada em fibras de aramida não metálica, leve, flexível e resistente à perfuração mínima de 1100N conforme a norma NBR ISO 20344/2015. O solado da bota de segurança é confeccionado em PU bidensidade com sistema de absorção de impacto injetado diretamente no cabedal.

Qualidade comprovada e segurança na construção

Os calçados de segurança Marluvas passam por testes de qualidade rigorosos a fim de garantir que eles de fato atendem a todas as normas de segurança, nacionais e internacionais, às quais se propõem. Dessa forma, para manter a qualidade e a relação custo-benefício dos produtos a empresa tem uma estrutura, com softwares e equipamentos, de última geração que agiliza o desenvolvimento e os processos de fabricação.

Os modelos são desenvolvidos a partir de pesquisas que buscam sempre uma alta performance, durabilidade e diferenciação no design para cada área de trabalho. São várias etapas envolvidas no processo. Para o desenvolvimento, são pesquisados novos materiais que atendam a especificações técnicas como utilização, espessura, resistência e aspecto visual, dentre outros. Os materiais são submetidos a ensaios laboratoriais e testes produtivos que avaliam em tempo real suas características.

Equipe de Desenvolvimento

A equipe de desenvolvimento também oferece suporte técnico à área de produção, para garantir as especificações e o desempenho do produto. O acompanhamento das etapas aperfeiçoa os métodos produtivos ajudando a manter o foco na eficiência e na alta produtividade. Além de muito estudo, tecnologia e mão de obra de qualidade, a Marluvas também realiza testes práticos para garantir que o calçado vai funcionar de fato quando estiver sendo utilizado pelo trabalhador.

Neste vídeo podemos observar a PAP (palmilha resistente à perfuração), utilizada em calçados para construção civil, tendo sua eficácia comprovada. Além disso, a Marluvas implantou um Sistema de Gestão da Qualidade baseado na NBR ISO 9002/1994, com elaboração e documentação de procedimentos em conformidade com os requisitos exigidos pela norma. Dessa forma, desde 2000, a empresa é certificada pela DNV – Det Norske Veritas Certificadora Ltda.

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