Proteção ambiental – Conheça o projeto Educam e as ações socioambientais da Marluvas

Proteção ambiental – Conheça o projeto Educam e as ações socioambientais da Marluvas

Certamente, proteção para os pés – isso a Marluvas conhece bem. Desenvolvendo os mais variados tipos de calçados para garantir o máximo de conforto e segurança, a Marluvas conta com tecnologias de ponta para fornecer o melhor para os seus pés. Mas você sabia que a empresa também tem como um de seus princípios a proteção ambiental? Conheça o projeto Educam (Educação Ambiental Marluvas), criado para ajudar na preservação de um de nossos bens mais importantes: a natureza.

O projeto Educam foi lançado em 2005, em Dores de Campos, Minas Gerais, onde está localizada a sede matriz da Marluvas. Com a expansão da empresa, o projeto foi estendido à cidade de Capitão Enéas, onde foi inaugurada, em 2011, outra unidade. Mas, afinal, como o projeto atua?

Projeto Educam

Decerto, o Educam tem como objetivo conscientizar alunos de escolas públicas e particulares sobre a importância de ações de proteção ambiental. Fomentando atitudes voltadas à preservação e ao cuidado com a natureza. Dentre palestras, mostras e diversas outras iniciativas ligadas à responsabilidade socioambiental, a Marluvas busca incentivar a adoção de práticas, por parte dos alunos e das famílias, que possam contribuir para a conservação dos biomas brasileiros.

Programa de reciclagem

Contudo, o projeto Educam, não é a única ação da Marluvas em prol da proteção ambiental. A empresa também possui um programa de reciclagem, através do qual são separados os resíduos da produção, permitindo que sejam reaproveitados e descartados de forma correta. Tudo isso é feito em parceria com empresas licenciadas, que garantem a eficácia e segurança do processo. Antes do projeto, todos os resíduos eram destinados a aterros industriais. Hoje, 15% desses resíduos já passam pelo processo de reciclagem. Os resíduos de PU (poliuretano) são reutilizados na confecção de calçados tradicionais, e a espuma na confecção de pelúcias e almofadas.

Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs)

Além disso, todas as unidades Marluvas contam com Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). Através das ETEs, os resíduos de sanitários e lavatórios são tratados, sob supervisão diária e análise físico-química constante. Esse processo de acompanhamento atesta a eficiência do tratamento de esgoto, garantindo que os procedimentos ocorram de acordo com o encadeamento correto.

Portanto, agora que você já sabe mais sobre o projeto Educam e as ações de responsabilidade socioambiental da Marluvas, que tal se aprofundar um pouco no assunto e conhecer as Unidades de Conservação Ambiental (UCs)?

Unidades de conservação

Outrossim, existem vários tipos de unidades de preservação ambiental. Mas todas possuem o seguinte ponto em comum: são áreas naturais protegidas por lei. Estão sob gerenciamento, geralmente, do poder público (municipal, estadual ou federal), voltadas à proteção e recuperação da fauna e da flora.

Parques estaduais e nacionais

Dentre as diversas UCs estão parques estaduais e nacionais, reservas biológicas, florestas e patrimônios naturais. Algumas são dedicadas exclusivamente à preservação e pesquisa, enquanto outras podem ser abertas à visitação e lazer. Independentemente do tipo de unidade de conservação, são permitidas apenas atividades compatíveis com os princípios de proteção e preservação ambiental. Dessa forma evita qualquer tipo de dano ao ecossistema da área. São dois grupos que englobam as unidades de conservação:

Unidades de Proteção Integral

Mas, o principal foco desse tipo de UC é a proteção ambiental, por isso as atividades que podem ser desempenhadas na área são mais restritivas. É proibido o consumo, coleta ou dano aos recursos naturais. São permitidas apenas atividades que envolvam o uso indireto desses recursos, como pesquisas científicas, turismo ecológico e ações educativas.

Unidades de Uso Sustentável

Todavia, nessas áreas, o objetivo é aliar a conservação da natureza à utilização sustentável de recursos. Dessa forma, o consumo e coleta de recursos naturais são permitidos. Mas desde que não prejudiquem a perenidade do ecossistema e a manutenção dos processos ecológicos da área.

Unidades de Proteção Integral ou Uso Sustentável

A saber, todas as UCs, sejam elas Unidades de Proteção Integral ou de Uso Sustentável, devem possuir um plano de manejo. Aliás, esse documento contém dados, pesquisas e estudos sobre o meio físico, biológico e social da área. É a partir do plano de manejo que são instituídas as restrições de uso, as propostas de preservação e as ações a serem desenvolvidas na unidade de conservação. Ademais, esse plano visa estruturar a implementação das UCs e promover o melhor projeto de preservação possível, aliado à integração social das comunidades vizinhas.

Unidades de conservação ambiental

Surpreendentemente, o Brasil possui, atualmente, mais de 2.300 unidades de conservação ambiental registradas pelo Ministério do Meio Ambiente. Seja sob domínio das esferas municipal, estadual ou federal. Os parques lideram o número de UCs de Proteção Integral, sendo mais de 450 espalhados pelo país. Vamos conhecer alguns deles?

Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque

Primeiramente, o Parna Montanhas do Tumucumaque é o maior parque do Brasil, com quase 4 milhões de hectares. Criada em 2002 e localizada no Amapá, essa UC faz fronteira com a Guiana Francesa e o Suriname. É uma das maiores áreas de proteção de floresta tropical do mundo e abriga grandes carnívoros, como a onça-pintada e a suçuarana.

Parque Nacional do Pico da Neblina

Similarmente, o Parna do Pico da Neblina fica no Amazonas e foi criado em 1979, com mais de 2 milhões de hectares. Tanto quanto o Parna Montanhas do Tumucumaque, essa unidade de conservação também protege parte da Floresta Amazônica. Nesse parque nacional estão terras indígenas, como dos Cué-Cué/Marabitanas e dos Yanomami. Por consequência e devido ao risco de degradação ambiental, a visitação é mais restrita do que a de outras UCs.

Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses

Outrossim, o Parna dos Lençóis Maranhenses fica no litoral do Maranhão e é um dos principais destinos turísticos do estado. São 155 mil hectares, que possuem influência de três biomas diferentes: o Cerrado, a Caatinga e a Amazônia. Essa UC é uma boa pedida para quem gosta de praticar trekking, com diversas trilhas e circuitos.

Parque Nacional do Itatiaia

Enfim, criado em 1937, o Parna Itatiaia foi o primeiro Parque Nacional do Brasil. A área abrange municípios do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Essa área é uma boa opção para quem gosta de ecoturismo e turismo de aventura, com cachoeiras, piscinas naturais e o conhecido Pico das Agulhas Negras.

Pode-se perceber a importância de cuidar do meio-ambiente, não é mesmo? Por isso, faça como a Marluvas e invista em atitudes de responsabilidade socioambiental. A natureza agradece!

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Turismo ecológico – Saiba por que usar botas impermeáveis no seu passeio

Embora a correria do dia-a-dia, do estresse no trânsito, da rotina incessante de trabalho e das incontáveis obrigações cotidianas, muitas pessoas buscam, no contato com a natureza, um momento de alívio. Fazer um turismo ecológico passando algum tempo ao ar-livre é uma ótima maneira de fugir da agitação dos centros urbanos e relaxar. Há também quem utilize os espaços naturais como alternativa às artificiais academias e aos centros de treinamento. Nesse contexto, entram os esportes praticados em ambientes naturais, como o trekking, escalada, caminhada ou montanhismo. Essas são opções agradáveis para quem não é muito fã de aeróbica e musculação.

Assim, quem gosta de estar em contato com a natureza, seja para fazer exercícios e praticar esportes, ou simplesmente para relaxar e aproveitar, deve investir no turismo ecológico. O turismo ecológico – também conhecido como ecoturismo ou turismo de natureza – é voltado à visitação de ambientes naturais e de conservação, como parques, reservas e serras. São inúmeras as atividades que podem ser feitas nesses locais. Além do próprio passeio pelo ecossistema, em muitos lugares também há estrutura para o lazer e a prática de esportes. Frequentemente são oferecidas atividades orientadas, como trilhas, caminhadas em grupo, escaladas e mergulhos.

Atividades de Ecoturismo

Entretanto, as atividades disponíveis dependem da infraestrutura do local. Muitos parques nacionais, estaduais ou municipais, são mais voltados à preservação e manutenção do bioma. Por isso, as permissões de uso são mais restritivas nessas unidades. Sendo assim, é importante pesquisar bem o destino do passeio na hora de planejar a viagem, para que ele esteja de acordo com as atividades pretendidas. Conquanto, se o seu objetivo é a prática do trekking, por exemplo, existem locais que dispõem de diversas trilhas e circuitos famosos. Um deles é o Parque Estadual da Serra da Tiririca, no estado do Rio de Janeiro, que conta com mais de 10 percursos diferentes.

Se preparando para o passeio – Turismo ecológico

Antes de mais nada, escolher o destino com cuidado e pesquisar bastante sobre o local. Quando se fala em turismo ecológico é muito importante pensar nos alimentos, roupas e calçados ideais. Como, geralmente, passa-se um grande período caminhando pelos ambientes naturais, é essencial alimentar-se bem, independentemente da prática de esportes ou não. São preferíveis alimentos leves, como frutas e cereais, menos propensos a causar algum tipo de mal-estar. Principalmente, para não passar fome durante o passeio, deve-se levar também algum lanchinho saudável. Primordialmente levar, ainda, uma garrafinha de água, de preferência grande, para evitar desidratação, principalmente em dias quentes.

Sobretudo, as roupas devem estar adequadas ao clima e ao ambiente, mas, em qualquer situação, é preciso que sejam confortáveis. Calças são mais indicadas devido à picada de insetos e à folhagem, que pode causar arranhões. Em caso de tropeções ou quedas – comuns por causa da irregularidade do terreno – as calças também protegem os joelhos. Já as blusas ideais variam com o clima. No calor, camisetas e regatas são boas pedidas, principalmente as que possuem tecnologias de dispersão de suor. Já no frio, é recomendada a utilização de casacos térmicos e impermeáveis. Além de manter a temperatura do corpo, impedem a entrada de água nas camadas mais internas de roupa, o que é importante em caso de chuva e umidade excessiva.

Turismo ecológico

Ao preparar tudo para a viagem, não se deve esquecer, é claro, de escolher o calçado ideal para o passeio. E, nesse caso, a melhor opção é a bota impermeável. As botas impermeáveis se diferem das botas comuns por impedirem a entrada de água no calçado. Sendo assim, enquanto as botas comuns deixam os pés sujeitos à umidade externa, as botas impermeáveis impedem que essa umidade atinja a parte interna do calçado e molhe os pés. Sobretudo, em ambientes naturais, o terreno é muito variável, podendo contar com a presença de poças de água, riachos, lama e chuva. Para estar preparado para qualquer uma dessas situações, deve-se apostar na utilização desses calçados. Eles irão prevenir que os pés se molhem, dando ainda mais conforto e segurança ao usuário.

A umidade nos pés pode ocasionar o aparecimento de bolhas e micoses, sendo importante evitá-la. Todavia, a impermeabilidade do calçado pode ser mais importante do que a do agasalho, pois os pés estão mais expostos à umidade do que o corpo. Uma vez que o terreno, em diversas situações, como as citadas, encontra-se molhado, enquanto o corpo fica exposto à umidade principalmente em casos de chuva.

Calçados Impermeáveis – Turismo ecológico

Dessa forma, pode-se perceber as vantagens da bota impermeável em relação à bota comum e entender o porquê de ela ser a melhor escolha quando o assunto é turismo ecológico. Contudo, é preciso ficar atento a um ponto importante: o suor. Algumas botas impermeáveis, como impedem a entrada de água, também evitam que o suor dos pés saia do calçado. Sendo assim, elas protegem os pés da umidade externa, mas, em contrapartida, não deixam a umidade interna se dissipar. Portanto, nesses casos, os pés continuam expostos à umidade, só que, desta vez, advinda do suor, e permanecem sujeitos ao surgimento de bolhas e micoses.

Por isso, a linha Premiere Plus da Marluvas conta com a tecnologia DryOut – que garante a impermeabilidade do calçado. Aliada à tecnologia SoftBedPU, que permite a absorção e dessorção do suor através de microporos. Os microporos são menores que as gotas de água, o que impede a sua penetração no calçado, mas são maiores que o vapor de água, o que permite a dessorção do suor. Além disso, a linha também é confeccionada com Couro WR, que possui tratamento especial e é resistente à água, oferecendo mais uma camada de proteção contra a umidade.

Já a tecnologia Climatech permite a termorregulação. Em ambientes quentes, o calor é absorvido, prevenindo o suor. Já em ambientes frios, o calor é retido, permitindo que os pés se mantenham aquecidos. Por fim, o inserto de TPU confere mais sustentação ao tornozelo e, consequentemente, mais estabilidade em terrenos irregulares, o que é perfeito para o turismo ecológico.

Conclusão
Portanto, ao optar pelo turismo ecológico e preparar sua viagem, escolha a linha Premiere Plus da Marluvas. Os calçados Premiere Plus, com as melhores tecnologias, oferecem o máximo de conforto e segurança para quem gosta de estar em contato com a natureza e praticar atividades ao ar-livre. Conheça essa e outras linhas e escolha o calçado que mais se adequa às suas necessidades.

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A IMPORTÂNCIA DO NOVO CALÇADO ISOLANTE ELÉTRICO

“O QUE MUDA NO CALÇADO CLASSE I – NOVA NORMA ABNT NBR 16.603:2017”

Todos nós sabemos da importância da Energia elétrica nas nossas vidas, é a principal fonte de luz, força e calor utilizada no mundo contemporâneo, no entanto, também sabemos dos riscos que tanto a alta quanto a baixa tensão trazem aos trabalhadores que estão expostos á as atividades ligadas ao segmento elétrico.

Além do risco de choque elétrico, existem os riscos de arco elétrico e de chama repentina, o que nos faz ter atenção especial nos equipamentos utilizados para a proteção de membros inferiores no segmento elétrico. Assim, diferente de outras atividades menos abrasivas no contexto industrial, a geração, transmissão, distribuição e manutenção elétrica estão ligadas diretamente ao risco de morte, além de outros danos que podem ser causados aos trabalhadores, como:

  • Danos aos tecidos nervosos: Ao receber uma descarga elétrica, o corpo humano absorve uma grande quantidade de eletricidade que provoca queimaduras graves e causa danos aos tecidos nervosos, responsáveis por outros sistemas como o respiratório. O ferimento dos tecidos nervosos também gera contrações musculares que resultarão em lesões ou fraturas, desmaios e paradas respiratórias;
  • Alterações na frequência cardíaca: Os efeitos da eletricidade são variáveis para o coração. Dependendo da intensidade da corrente elétrica, poderá haver a aceleração dos batimentos cardíacos ou, em hipóteses de uma corrente de baixa frequência – mais perigosa para o corpo humano, é possível a ocorrência de arritmia e parada cardíaca com risco de vida;
  • Queimaduras graves: A energia elétrica libera parte de sua energia ao percorrer a pele. Se a resistência do tecido for alta, ela provoca queimaduras superficiais nas mãos, cabeça e pés – considerados pontos de entrada e saída da eletricidade – com a carbonização da derme. O resultado é a perda de líquido e sais com a lesão das fibras musculares que pode levar a problemas mais graves como insuficiência renal;
  • Efeitos psicológicos: Além dos danos físicos, os acidentes de trabalho com a eletricidade também causam prejuízos psicológicos ao trabalhador. Quando a corrente elétrica atravessa o cérebro, resulta na perda de memória a curto prazo, alterações da personalidade, irritabilidade e alterações no sono.

                                                                                                                                                                       (Fonte: INBEP – www.blog.inbep.com.br)

Dados ANEEL

Dados divulgados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) mostram que nos últimos nove anos, chegou-se a ter picos anuais de mais de mais de 80 mortes por ano, considerando trabalhadores diretos e terceirizados do segmento elétrico, decorrentes de acidentes de trabalho com eletricidade. Com a evolução dos equipamentos de segurança e proteção e com a politização e aumento das práticas de segurança do trabalho nas empresas os números vem diminuindo, no entanto, qualquer acidente com energia elétrica costuma ser altamente invasivo. O gráfico abaixo demonstra o número global de acidentes no segmento:

                                                                                                                                                                              (Fonte:      ANEL – www2.aneel.gov.br)

Diante deste contexto de risco abrasivo do segmento, a adoção da nova norma ABNT NBR 16.603:2017 traz uma serie de mudanças importantes no calçado CLASSE I (Calçados fabricados em couros, têxteis, laminados sintéticos e outros materiais) – com o objetivo de melhorar e diferenciar o grau de proteção de calçados de segurança; de proteção; e ocupacionais para o segmento elétrico.

A norma ABNT NBR 16.603:2017 foi elaborada pelo Comitê Brasileiro de Equipamentos de Proteção Individual e pela Comissão de Estudo de Calçado de Uso Profissional, sendo que esta norma tem base na ASTM F 2413:2015 e cancela e substitui a ABNT NBR 12.576:1992.

Dentre as mudanças que esta norma trouxe, vamos pontuar algumas abaixo:

Resistência Elétrica:

A resistência elétrica do calçado isolante elétrico deve ser maior que 1000 M Ω.

Isolamento Elétrico (Resistência à passagem de corrente de fuga):

O calçado deve ser capaz de suportar a aplicação de 14.000 V (rms) em 60 Hz por 1 min, sendo que o valor da corrente de fuga não deve ser maior que 0,5 mA.

Importante: O valor de tensão de ensaio de 14.000 V não implica que o calçado possa ser utilizado nesta tensão. Sendo que a tensão de uso para o calçado especificado desta norma é de 500 V.

Resistência elétrica a úmido:

A nova norma traz o requisito de testes de ensaio a úmido, considerando a umidade relativa (23+- 2) °C e (85 +- 5) %, durante sete dias (168h), condição de acordo com a ABNT NBR ISO 20.344:2015, 5.10.

Costuras na região do cabedal:

A nova norma prevê que áreas do cabedal não possuam costuras ornamentais, sendo que toda a região do dorso até o ressalto deverá estar livre de costuras.

Isto inclui a questão solados blaqueados (costurados) na região frontal do cabedal, ou seja, qualquer tipo de costura na região marcada no desenho abaixo passa a ser proibida em calçados para atividade com risco de choque elétrico:

Componentes de metal – Calçado Isolante Elétrico

Diferente da norma anterior, na ABNT NBR 16.603:2017 não permite haver componentes metálicos no calçado, de nenhum tipo, como exemplo: alma de aço, ilhoses metálicos; fivelas metálicas; zíperes, pregos, rebites, etc.

Requisito obrigatório de resistências à penetração de água no cabedal (WRU):

Nesta norma o cabedal resistente à penetração de água é um requisito básico, ou seja, obrigatório. Importante notar que este requisito não aparecerá no Certificado de Aprovação para não confundir o usuário, pois o calçado é para utilização em ambiente seco.

O material hidrofugado ou hidrofóbico tende a absorver menos umidade ambiente, sendo assim, mais seguro em relação a matérias que tem muita permeabilidade.

Novas marcações – Requisitos obrigatórios:

Principais alterações em marcações: A norma prevê a introdução das simbologias SI; PI e OI, referindo-se respectivamente ás características abaixo:

Segurança isolante elétrico (SI);

Proteção isolante elétrico (PI);

Ocupacional isolante elétrico (OI).

Novas marcações – Indicação de resistência e símbolo elétrico:

Incluir desenho da simbologia de resistência ao choque elétrico na parte externa do calçado, sendo que assim os técnicos e engenheiros de segurança passam a enxergar visualmente e á distância se o eletricista está com o calçado correto. Também inclui a marcação de resistência do produto “500 v” e a palavra “seco”, indicando uso em ambiente livre de água e umidade, conforme figura abaixo:

Estas seriam as principais modificações de aplicações da nova norma ABNT NBR 16.603:2017, assim, com níveis de exigência mais elevados, ampliando o número de testes e melhorando a parte de engenharia do calçado, existirá um ganho de segurança para o usuário final, sendo que este calçado também terá uma resistência ao choque elétrico maior.

Desenhando uma linha do tempo no calçado ocupacional, de proteção e de segurança para risco de choque elétrico no país, teremos um cenário aonde o físico do produto vai mudar muito nos termos de construção e o calçado ocupacional, de proteção e de segurança para eletricista terá características específicas, sendo diferente do restante das outras atividades da indústria, ou seja, de acordo com o nível de risco da atividade.

A norma teve sua primeira edição em 26/05/2018 e já se encontra vigente no país como nova norma para calçado isolante elétrico.

Autor: Cleudir Ribeiro Supervisor de Laboratório Marluvas

Bibliografia / fontes:

Norma Brasileira – ABNT NBR ISO 16603 – Calçado Isolante Elétrico;

ANEEL – Pesquisa Geral dos Indicadores de Segurança do Trabalho

INBEP –Novas estatísticas de acidentes com eletricidade

Conforto, segurança e responsabilidade socioambiental

Conforto, segurança e responsabilidade socioambiental

Responsabilidade socioambiental, conforto e segurança são três palavras que resumem a missão Marluvas. Nesse ínterim a missão da empresa consiste em “produzir e comercializar calçados contribuindo com a segurança, saúde, conforto, lazer e produtividade de nossos clientes, respeitando o meio ambiente e colaborando com o crescimento da nossa comunidade”.

Dessa maneira, líder de mercado, a Marluvas realiza em seu dia a dia muito mais do que a produção de calçados e luvas de segurança. Em contrapartida, a empresa possui uma preocupação real com o bem estar da comunidade em que está inserida e realiza ações a fim de que os impactos industriais sejam de fato minimizados.

Afinal de contas, o que é a responsabilidade socioambiental?

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente a responsabilidade socioambiental “está ligada a ações que respeitam o meio ambiente e a políticas que tenham como um dos principais objetivos a sustentabilidade”. Bem como, governo, empresas e todos os cidadãos têm responsabilidade sobre a preservação do meio ambiente.

Uma vez que sabendo dos impactos em ser uma empresa de grande porte a ponto de liderar seu segmento de atuação, a Marluvas desenvolve uma série de ações e projetos ambientais internos e também externos, envolvendo as comunidades em que está inserida. Posto que as ações externas geralmente são realizadas em parceria com ongs, associações e escolas, a fim de promover conhecimento e despertar a consciência socioambiental.

Conheça as ações Marluvas de responsabilidade socioambiental

A saber, entre as ações de responsabilidade socioambiental Marluvas está o EDUCAM. Todavia, realizado nas escolas públicas e privadas de Dores de Campos e Capitão Enéas, duas cidades mineiras que possuem instalações Marluvas, o EDUCAM visa conscientizar os alunos sobre a importância das ações de preservação do meio ambiente. For fim, outro projeto realizado pela Marluvas recentemente é a parceria com a Associação Amigos dos Animais de Dores de Campos (AMADC).

Com a finalidade de realizar a castração de cães de rua, a AMADC foi criada em 2013. A castração é um ato importante de amor aos animais e também uma questão de saúde pública, pois é a forma mais eficaz de diminuir a população de animais de rua. O grupo de amigos que fundou a AMADC entrou em contato com a Marluvas ao saber do histórico da empresa com projetos socioambientais e foram recebidos de braços abertos. A associação hoje é sediada em um espaço que foi viabilizado pela Marluvas.

AMADC

O grupo recolhe os cachorros abandonados pelas ruas de Dores de Campos, leva para o abrigo, realiza a castração e disponibiliza os animais para adoção. Este mês a AMADC está iniciando um projeto viabilizado pela Marluvas: o mutirão de castração. Com o apoio da empresa, a associação será capaz de realizar um mutirão a cada três meses. O objetivo é que em cinco anos a população de cachorros de rua em Dores de Campos diminua  de forma considerável.

Se preocupar não apenas em produzir e gerar lucro, mas também com a responsabilidade social oferecendo suporte e desenvolvimento local, de forma a gerar impacto global. Não por acaso um dos valores Marluvas é a responsabilidade: “priorizar e apoiar o meio ambiente e a comunidade com ações de sustentabilidade, disponibilizando ao mercado produtos que assegurem a integridade física dos usuários”.


Responsabilidade socioambiental de dentro pra fora

A preocupação Marluvas com o meio ambiente não se resume aos projetos externos. A responsabilidade ambiental da empresa envolve também os processos de produção dos calçados e luvas. Todos os resíduos gerados no dia a dia da são separados, reaproveitados e recebem a destinação correta. A reciclagem também é uma preocupação Marluvas.

O trabalho é realizado em conjunto com empresas licenciadas, o que garante padronização e eficiência. Antes de colocar em prática esse projeto ambiental, a Marluvas destinava todo seu resíduo a aterros industriais. Hoje, este percentual caiu para 85% e os outros 15% são enviados para reciclagem. Os resíduos de PU (poliuretano) são reutilizados na confecção de calçados tradicionais e a espuma na confecção de pelúcias e almofadas.

ETEs

A Marluvas ainda conta com Estações de Tratamento de Esgoto – ETEs – em todas as unidades. Nessas estações são tratados os resíduos dos sanitários e lavatórios, com supervisão diária e análise físico-química de efetividade para assegurar o acompanhamento adequado.

Responsabilidade socioambiental refletida em produto de qualidade

Tamanha preocupação com o meio externo reflete completamente a qualidade de produção dos calçados e luvas Marluvas. Além dos efetivos projetos de responsabilidade socioambiental a marca conta com uma rigorosa política de qualidade em sua linha de produção. Tudo isso para entregar ao cliente um produto final líder de mercado, com garantia de extremo conforto e segurança na realização de qualquer atividade.

“Certamente nossos calçados são desenvolvidos a partir de rigorosas pesquisas para atender cada área profissional. Posteriormente, os produtos são testados em nosso centro técnico, que possui a mais avançada tecnologia. O resultado? De certo o consumidor recebe um produto com alta performance, durabilidade e design diferenciado. Enfim a Marluvas recebe as mais importantes aprovações e certificações nacionais e internacionais. Além disso a excelência no atendimento, a Marluvas tem um serviço de assistência técnica para orientar sobre escolha, uso correto e conservação do produto. É esta relação com o cliente que faz a Marluvas ser líder no mercado de calçados profissionais”.

Top Of Mind

Com toda a certeza, os certificados conquistados pela marca ao longo dos seus 47 anos de história e os dois Top Of Mind conquistados recentemente coroam um trabalho de produção realizado com muita excelência e responsabilidade socioambiental. Da mesma forma a Marluvas possui o Selo Verde, conquistado por meio de uma pesquisa realizada pelo Jornal do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, na área de Preservação e Educação Ambiental. Ademais, a Marluvas foi destaque, confirmando que o seu negócio é proteção. Até da natureza.

Antes de mais nada, desde 2000 a empresa é certificada pela ISO 9001, um reconhecimento nacional e internacional à qualidade dos produtos e serviços, e também à eficácia contínua dos processos internos. Bem como a marca também é certificada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), órgão capacitador que assegura a conformidade de produtos e serviços,  e comprova junto ao mercado e aos clientes o rigor no sistema de fabricação Marluvas.

Por fim, os calçados Marluvas são certificados também pelo Selo Conforto do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos, laboratório que executa testes mecânicos de conforto e garante a qualidade, a segurança e a alta performance dos calçados. Além disso, participa do Programa Conforto e Saúde, e é credenciada como empresa que investe em Tecnologia do Conforto e Inovações Tecnológicas. Tudo para garantir o melhor para os clientes.

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Marluvas apresenta novo COO

Em 47 anos de história a Marluvas passou por diversas transformações e nesse caminho cresceu, se estruturou e prepara-se para novos tempos.

Marluvas apresenta novo COO

Por meio de um processo cada vez maior de profissionalização e valorização das competências, a Marluvas cresce com seus colaboradores rumo a uma organização mais completa. Dessa forma, a Marluvas apresenta o seu novo Diretor de Operações (COO), Pedro Arcara Neto, que responderá diretamente ao nosso CEO Denilton José da Silva e ao Presidente Fundador Antônio Marcelo Arruda.

Pedro Arcara iniciou sua trajetória na Marluvas em 2008 como Supervisor de Vendas Regional no Estado de Minas Gerais chegando a Gerente Nacional de Vendas, função que ocupou até agora.

Pedro Arcara novo COO Marluvas.

Pedro Arcara iniciou sua trajetória na Marluvas em 2008

Com a nova posição (Diretor de Operações COO), Pedro Arcara afirmou que o foco é o fortalecimento da gestão, indicadores, excelência e melhoria contínua. O objetivo é ser cada vez mais identificados com os Marlovers, que são aqueles que têm a Marluvas em seus corações. “Teremos sim momentos desafiadores, mas a capacidade destes profissionais que nos trouxeram até aqui nos deixa tranquilos, e principalmente confiantes de que nosso foco estará direcionado nas enormes oportunidades que virão.”

CEO Diretor Geral

Conforme Deniton Silva, CEO Diretor Geral, a decisão sobre a escolha do atual Diretor de Operações foi feita “considerando o termo “prata de casa”, que já possui a cultura da empresa e a competência aderente ao negócio, tendo assim a probabilidade de maior sucesso.”

De Calçados Profissionais a Equipamentos de Proteção, de uma fábrica em 2010 para 10 unidades em 2019, passando a ser gerida pelo maior sistema de ERP do mundo, o SAP, com a profissionalização de áreas e Diretorias, de um Conselho Consultivo para um Conselho Administrativo e deixando de ser uma Organização LTDA, tornando-se uma S/A, enfim… uma Marluvas cada vez mais forte, para você.

Abaixo, o depoimento completo do novo COO, Pedro Arcara:

É um prazer receber a missão de condução desse time de profissionais chamado Marluvas. Teremos um ano de transição, olhando para o futuro, porém com base sólida nas nossas conquistas.

Chegando ao final desta década com crescimento constante, dobrando o seu tamanho neste período, a Marluvas trabalha constantemente para consolidar sua liderança de mercado.

Esse time saltou de uma unidade em 2010, para 10 unidades em 2019, além da nossa Dores de Campos, hoje Capitão Enéas, Prados, Minduri, São Vicente de Minas, Madre de Deus de Minas, Cruzília, Piedade do Rio Grande, Oliveira e Campo Belo também são Marluvas. Aliás, o Brasil é Marluvas, nossa conquista de liderança de mercado reconhecida através do 1º lugar no Top of Mind nos últimos três anos coloca em estatística, a existência de nosso bem mais precioso: os “Marlovers”.

São consumidores, vendedores, representantes, colaboradores, enfim uma infinidade de pessoas que têm nossa marca em seus corações.

Vamos trabalhar fortemente nossa gestão, indicadores, excelência, melhoria contínua, mas no fundo, queremos ser cada vez mais identificados com os Marlovers, essa é a nossa missão.

Teremos sim momentos desafiadores, mas a capacidade destes profissionais que nos trouxeram até aqui nos deixa tranquilos, e principalmente confiantes de que nosso foco estará direcionado nas enormes oportunidades que virão.

Que venham os novos tempos, mas que nossa característica de fácil relacionamento que nos faz tão especiais, permaneça sendo o diferencial de nossa marca!

Momento na trajetória do Sr. Pedro que recebe prêmio por mérito.
Premiação

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Esportes ao ar livre – Conheça algumas modalidades e comece já os exercícios

Se acaso você já se consultou com um cardiologista, nutricionista, ou mesmo outros médicos especialistas, é muito provável que tenha ouvido a seguinte recomendação: faça exercícios físicos regularmente . Essa prática pode prevenir doenças cardíacas, reduzir os níveis de ansiedade e estresse, melhorar o humor, abaixar os níveis de colesterol e gorduras, dentre inúmeros outros benefícios (uma opção são os esportes ao ar livre). Há estudos que, inclusive, conectam as atividades físicas a melhoras no desempenho escolar e cognitivo, como mostrados pelas universidades de Strathclyde e Dundee, localizadas no Reino Unido.

Seja como for, por iniciativa própria ou por recomendação médica, muitas pessoas tentam começar a prática de exercícios na academia. Essa escolha se dá, em grande parte das vezes, pela presença de profissionais capacitados nesses lugares, que orientam as atividades e incentivam os alunos. Além disso, o contato com outras pessoas e a criação de laços podem ser mais um motivo de estímulo a quem frequenta as academias. Entretanto, nem todos se adaptam ao ambiente, e muitos acabam desistindo de ir ao treino, ou até nem mesmo o iniciam.

Outras opções de esportes

Visto que algumas pessoas não gostam de academia, existem diversas outras opções capazes de substituí-la. Os esportes ao ar livre são, nesses casos, ótimas alternativas. Além de todos os benefícios da prática de exercícios físicos, os esportes ao ar livre oferecem ainda outras vantagens, relacionadas ao contato com a natureza. Um estudo da Universidade de Derby, na Inglaterra, mostrou que esse contato aumenta a saúde e a felicidade, além de melhorar a conexão entre homem e natureza. Segundo a pesquisa, para pessoas que sofrem com problemas como depressão e ansiedade, estar em ambientes naturais também pode ajudar a controlar os sintomas, juntamente com os medicamentos receitados por médicos psiquiatras e acompanhamento psicológico, que não devem ser negligenciados.

Portanto, se você planeja começar uma atividade física, mas não gosta de academia ou tem preguiça de iniciar os exercícios, os esportes ao ar livre podem ser ótimas opções e dar aquele empurrãozinho para quem ainda não pratica as atividades regularmente. Veja abaixo algumas modalidades e escolha aquela que mais combina com você. O importante é não ficar parado!

Ciclismo (esportes ao ar livre)

Afinal, quem nunca andou de bicicleta quando criança? Além de divertido, o ciclismo trabalha o equilíbrio, melhora a circulação e fortalece os músculos, principalmente os da perna. Uma das vantagens é que você pode pedalar no seu ritmo e velocidade. Para quem gosta de atividades mais radicais, existem corridas e percursos mais difíceis, enquanto os que desejam tranquilidade podem escolher terrenos mais planos ou mesmo rotas já construídas.

Trekking (Botas trekking)

Já falamos algumas vezes sobre o trekking em nosso blog. Esse esporte consiste na caminhada por trilhas e percursos localizados em montanhas, serras, matas, praias ou em qualquer outro ambiente natural. É um esporte de baixo impacto e, por isso, pode ser praticado por pessoas das mais variadas idades. Existem até modalidades dentro do esporte, como o trekking de regularidade, competido em grupos, e o de velocidade, que é uma espécie de corrida onde cada um escolhe o percurso que desejar.

Stand up paddle (SUP) (esportes ao ar livre)

Para começar o stand up paddle é preciso apenas de uma prancha e um remo. O esporte é praticado no mar ou em lagoas e consiste em remar, em pé, numa prancha específica para o SUP. É indicado que os iniciantes façam algumas aulas com professores especializados antes de começar a praticar o SUP. É essencial também utilizar o colete salva-vidas, de modo a evitar afogamentos em caso de quedas ou acidentes. Para quem acha o surf um esporte muito radical ou até tem vontade de praticar, mas tem receio, o stand up paddle é uma boa pedida. É perfeito, também, para quem ama água.

Corrida

Entretanto, se você acha a caminhada uma modalidade meio parada e está pronto para novos desafios, comece a correr. Existem, claro, muitas competições e provas, mas o interessante em correr ao ar livre é aproveitar a natureza. Se você gosta de praticá-la sozinho, a corrida pode ser uma boa forma de testar e superar os próprios limites. Mas lembre-se que isso deve ser feito sempre respeitando as limitações do próprio corpo.

Escalada (esportes ao ar livre) (botas para escalar)

Primeiramente, para essa modalidade, é necessário treino e equipamentos de segurança. Na escalada, o objetivo é chegar ao topo ou a um ponto específico de uma estrutura rochosa. Assim como no stand up paddle, é indicado que os iniciantes na escalada busquem aulas com professores especializados, para garantir que, antes de começarem a escalar, tenham todas as habilidades e os equipamentos de segurança necessários, evitando, dessa forma, graves acidentes.

Slackline

O esporte vem se popularizando no Brasil e, talvez, você já tenha se deparado com alguém o praticando. Consiste em se equilibrar e atravessar, de um ponto a outro, uma corda elástica esticada e presa. Existem muitos grupos de slackline e, além de melhorar o equilíbrio e a concentração, a prática do esporte pode incentivar a socialização e levar a novas e boas amizades.

Todavia, é importante ressaltar que crianças, idosos e aqueles que possuem certos problemas de saúde, como alterações cardíacas, devem consultar um médico antes de começar a prática de exercícios físicos. O profissional irá fornecer todas as orientações, dicas e cuidados necessários, de acordo com a situação de cada paciente.

A importância do calçado

Seja como for, no trekking, na corrida, no ciclismo ou em qualquer outro esporte ao ar livre, a escolha do calçado ideal é essencial para garantir o conforto e a segurança de quem está praticando o exercício. Pensando nisso, a Marluvas desenvolveu, com as melhores tecnologias, a linha Premiere Plus. Além de oferecer mais estabilidade, o que é perfeito para quem realiza atividades em terrenos irregulares, os calçados Premiere Plus possuem impermeabilização, climatização interna e absorção e dessorção de suor.

Calçados para esportes ao ar livre (Botas com cadarço)

Sobretudo, as tecnologias Nubuck Repel, DryOut e Couro WR garantem a impermeabilidade dos calçados, permitindo que, mesmo em dias de chuva ou em ambientes úmidos, os pés não fiquem molhados, dando mais conforto a quem pratica exercícios em condições adversas. Da mesma forma, a absorção e a dessorção de suor também previnem a umidade. Já a climatização interna mantém a temperatura dos pés. No caso de aquecimento, o sistema Outlast Climatech – tecnologia especial Marluvas – absorve o calor irradiado pela pele, enquanto, no frio, o calor é retido. Além disso, os tecidos Air Comfort dão mais suavidade e leveza aos calçados, permitindo a melhora do desempenho na prática de exercícios físicos.

Enfim, antes de praticar esportes ao ar livre, confira a linha Premiere Plus da Marluvas e escolha seu calçado ideal, de acordo com o tipo de atividade física e suas necessidades.

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