Saiba como estabelecer uma cultura de segurança do trabalho na sua empresa

Saiba como estabelecer uma cultura de segurança do trabalho na sua empresa

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Certamente a implementação da cultura de segurança do trabalho ainda é uma realidade distante em empresas dos mais diversos portes e segmentos. Isso ocorre devido à generalização do que seria essa “cultura de segurança”. Entretanto é importante saber que a segurança do trabalho vai além da distribuição dos equipamentos de proteção individual e da implantação dos equipamentos de proteção coletiva.

A cultura de segurança do trabalho deve partir do entendimento sobre a importância dos trabalhadores enquanto seres humanos. Decerto é importante que haja valorização e respeito tanto dos profissionais técnicos, engenheiros, enfermeiros e médicos responsáveis pela saúde e segurança no trabalho, quanto de toda equipe produtiva.

Um dos maiores desafios para estabelecer uma cultura de segurança do trabalho é convencer o colaborador a seguir todas as normas de segurança. Diante dessa situação, a melhor forma de persuadi-lo a utilizar os EPI’s é conscientizando-o a respeito da importância de sua vida, da necessidade de retornar para casa com sua integridade física totalmente preservada. Assim, a valorização da vida do colaborador é a chave para que a segurança do trabalho seja valorizada, naturalizada e estabelecida como uma cultura na empresa.

Os profissionais de saúde e segurança do trabalho devem deixar claro para a equipe produtiva que as medidas de segurança são, principalmente, para benefício da sua própria integridade física e mental. É preciso muito tato e informação para desenvolver uma cultura de segurança.

Cada colaborador deve ter sua importância e individualidade reconhecida no dia a dia da empresa. Essa valorização faz com que as medidas sejam mais naturalizadas e menos invasivas.

Cultura de segurança deve ser um processo natural

O grande erro durante o processo de implantação da cultura de segurança é o autoritarismo. Aliás muitos profissionais de saúde e segurança do trabalho tratam as medidas preventivas como um checklist fechado e desagradável. Esse ar de obrigação e desconhecimento dos benefícios dificulta a absorção por parte dos colaboradores.

Ao perceber que um funcionário não está utilizando um EPI, por exemplo, não basta que sejam aplicadas punições ou advertências. Em um ambiente com uma cultura de segurança internalizada existe conversa e entendimento da situação. Cada trabalhador deve ser enxergado como um ser humano que passa por altos e baixos.

É preciso avaliar que o funcionário pode estar passando por problemas pessoais e por isso esteja mais desatento. Essa desatenção acarretou o esquecimento de algum EPI, por exemplo. Uma simples conversa e um gesto de empatia pode ajudar a melhorar o dia daquele funcionário, mostrando que ele é importante e que o EPI é um benefício para ele próprio.

Conversas educativas costumam ser mais eficientes para que colaborador entenda como sua atitude individual pode prejudicar sua própria saúde. Como uma doença, ou lesão, ocupacional pode ser prejudicial e as vezes irreversível. Isso além de mostrar como sua atitude pode impactar negativamente sua própria família e a empresa como um todo.

A cultura de segurança é muito mais que a imposição de medidas. Inegavelmente é um trabalho de conscientização e valorização do ser humano.

Cultura de segurança vai além da adequação ambiental

Todavia o técnico e o engenheiro de segurança do trabalho devem entender que a saúde do trabalhador é tão importante quanto a adequação física do ambiente. Isso é a cultura de segurança: além disso seguir à risca todas as normas regulamentadoras e garantir um ambiente totalmente salubre, é preciso estar atento às individualidades de cada pessoa.

Conversar com o trabalhador sobre as condições do ambiente também é importante. A cultura de segurança precisa dar voz a quem está na linha de frente. Permita que o trabalhador aponte medidas não eficazes ou que podem atrapalhar a rotina dele. É de suma importância que os EPIs e EPCs sejam adequados e confortáveis às individualidades de trabalho e também pessoais.

Por isso a Marluvas se preocupa em desenvolver calçados e luvas específicos à cada tipo de atividade. Sempre muito confortáveis para o trabalhador e capaz de minimizar todos os riscos aos quais ele está exposto.

A responsabilidade socioambiental também faz parte de uma boa cultura de segurança. Toda atividade desempenhada no ambiente interno de uma empresa, impacta diariamente no ambiente e na sociedade que está ao redor. Essa consciência deve fazer parte das preocupações de saúde e segurança.

Segurança do trabalho de pessoas para pessoas

A cultura de segurança depende de um bom relacionamento entre colaboradores e técnicos/engenheiros de segurança. Quando os profissionais responsáveis pela segurança se colocam em posição de autoridade suprema e falam com ar de superioridade, a recepção pela equipe produtiva pode não ser a melhor.

É claro que as funções são completamente diferentes, mas é importante ambas as partes se enxerguem como colegas de trabalho. A comunicação realizada de forma horizontal tende a ser muito mais eficaz no processo de implantação da cultura de segurança em qualquer tipo de ambiente empresarial.

Conheça a cultura de segurança Marluvas.

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É IMPORTANTE SER ORGANIZADO!

É IMPORTANTE SER ORGANIZADO!

                O momento exige que tenhamos um modelo mental mais organizado e pró-ativo a fim de tornar nossas corporações mais competitivas, ou seja produzindo mais com menos. Manter  plena atividade dos negócios significa evitar ser atropelado por outros profissionais e empresas com estratégias mais eficientes.

                A necessidade de organização começa ainda do lado de fora da companhia, considerando a enxurrada de informações que recebemos diariamente e a consequente necessidade de buscarmos atualização. Tais elementos servem como apoio para definirmos corretamente as tarefas do dia-a-dia com foco sempre na eficiência e na produtividade, mantendo posição de destaque.

                É comum ouvirmos reclamações de executivos e empresários de que os negócios estão ruins com forte transferência da responsabilidade pelo seu insucesso à política econômica, à administração pública, à cotação do dólar, à inflação, etc. É compreensível, porém não podemos esquecer de fazermos nossa autocrítica sobre nossa performance no processo organizacional o qual, na maioria das vezes, é o real causador da retração dos negócios.

                Lembre-se de que a organização é o predicado indubitável do sucesso das empresas, uma vez que é ela quem permite a agilidade necessária nas decisões a partir da simplificação de processos.

                Então você pode me questionar: “Tudo bem, estou convencido e convencida. Mas como então ter atitudes organizadas no meu cotidiano?”. A resposta é que para ter processos organizados é de fundamental importância a escuta ativa. Ouça seus interlocutores e busque elencar as informações passadas por eles, aplique o mindset e siga em busca de criar um espírito de confiança na definição de estratégias e metas, com a velocidade necessária na entrega dos resultados.

 Saiba que dentro da criação de um processo organizado é de fundamental importância eliminar o medo e expectativas surreais que irão gerar frustrações devastadoras. Pois esses elementos são causadores da queima de etapas na definição de um bom planejamento.

(…) o ápice de um processo organizado passa necessariamente pela boa gestão do tempo.

Reestabeleça a elaboração de valores com espírito criativo, transformando os desafios em produtividade a partir de uma lista ordenada de afazeres.        Claro que o tempo também faz parte da organização e os prazos são, muitas vezes, desafiadores. Deste modo, o ápice de um processo organizado passa necessariamente pela boa gestão do tempo. Evite distrações e desvios do foco principal. Sempre haverá uma única prioridade, saiba identificá-la e resolvê-la e, então, passe para a próxima tarefa.

                Dedicação às tarefas é o contra-ponto ao desperdício de tempo. Priorize o que é essencial na certeza de que isso levará ao resultado desejado. Descreva todas as tarefas em uma lista de forma objetiva, como um passo-a-passo no cumprimento de tudo aquilo previsto no seu planejamento.

                Em resumo, ser organizado é ter habilidades para enfrentar desafios, controle emocional para combater crises, e ainda encontrar tempo para atividades físicas, disponibilidade para a família e amigos – maior sentimento de realização e felicidade – além de total controle do estresse do dia-a-dia.

É simples? Claro que não. Mas saiba que a organização é uma habilidade aprimorada com o tempo, com o autoconhecimento, o empoderamento e a liberdade para controlar seu próprio destino, mantendo a responsabilidade e o respeito com seus pares, agindo para fazer o que é preciso ser feito.

                                Siga acreditando nessa possibilidade. Como diz Og Mandino em seu livro O Maior Vendedor do Mundo “O fracasso jamais o surpreenderá se sua decisão de vencer for suficientemente forte.”        

“É preciso ser organizado e metódico para planejar as etapas de crescimento.” Luiz Fernando Garcia (Administrador, escritor, psicólogo e psicanalista)

Denilton J. Silva – Diretor da Focus Organização & Gestão Empresarial Eirele

Conheça a Marluvas por dentro: compromisso com segurança e qualidade

Conheça a Marluvas por dentro: compromisso com segurança e qualidade

Você já sentiu vontade de conhecer a Marluvas de perto? Visitar uma de nossas fábricas e conhecer cada detalhe do nosso processo de produção? Então estamos aqui para matar um pouco desse seu desejo. Conheça a Marluvas!!!

Você sabia que pode visitar a produção da nossa unidade sede, localizada em Dores de Campos – MG, a qualquer momento? Inclusive agora mesmo! Basta clicar no vídeo e curtir o Tour Virtual 360° realizado pelo fundador da Marluvas: Marcelo Arruda.

Para que sua visita seja ainda mais completa reunimos aqui, neste texto, uma série de informações e curiosidades sobre a fábrica, o processo de produção dos calçados e outras informações sobre a Marluvas.

Tudo isso porque além da nossa preocupação em produzir os EPI’s mais seguros e confortáveis do mercado, nos preocupamos também em ser transparentes. Queremos que nossos clientes nos conheçam por inteiro.

A trajetória Marluvas

A Marluvas está no mercado desde o ano de 1972. Inicialmente uma fabricante apenas de luvas, a empresa começou a produzir calçados no ano de 1976. Todavia, para atender a demanda de mercado e oferecer produtos de máxima qualidade, a empresa passou a se dedicar exclusivamente aos calçados.

Foi assim até o final de 2019. Depois de dois Top Of Minds consecutivos (2018 e 2019) na categoria Calçados de Proteção, a Marluvas voltou a produzir luvas. A produção é fruto de uma parceria com a empresa americana MCR Safety, líder global no mercado de equipamentos de proteção individual. Saiba tudo sobre as luvas Marluvas clicando aqui. Conheça a Marluvas.

Ao longo dos anos de história a Marluvas ampliou consideravelmente sua capacidade de produção. Dores de Campos é a primeira unidade, onde a empresa foi fundada e é nessa cidade que se localiza a matriz. As cidades onde as unidades estão localizadas são: Campo Belo, Capitão Enéas, Cruzília, Dores de Campos, Madre de Deus de Minas, Minduri, Oliveira, Piedade do Rio Grande, Prados, São Vicente de Minas e a mais nova unidade é em Três Corações.

A Marluvas se preocupa em manter a qualidade de produção em todas as unidades e para isso conta com profissionais altamente treinados e rigoroso padrão produtivo.

Conheça a Marluvasprocesso de produção

A Marluvas produz calçados que atendem às mais exigentes normas nacionais e internacionais. Para conseguir manter a qualidade, e uma boa relação custo-benefício dos produtos, a empresa conta com uma estrutura baseada em softwares e equipamentos de última geração, capazes de agilizar o desenvolvimento e os processos de fabricação.

Decerto todos os modelos de calçados e luvas são desenvolvidos atrás de pesquisas aprofundadas. A equipe Marluvas está sempre em busca da mais alta performance, durabilidade e diferenciação no design. Escolher os materiais que atendam às especificações técnicas de utilização, espessura, resistência, aspecto visual, faz toda a diferença para que consigamos atingir esses objetivos.

Tudo isso devidamente adaptado para cada área de trabalho. A Marluvas mantém um laboratório absolutamente completo em sistemas de avaliação. Cada material escolhido é rigorosamente submetido a ensaios laboratoriais e testes produtivos que avaliam em tempo real suas características. São avaliadas características de desempenho ligadas à resistência, impacto, abrasão e outros.

O passo a passo produtivo Marluvas dos calçados possui dez etapas:

  1. Primeiramente – Matéria prima: o couro é rigorosamente conferido e selecionado de acordo com os pré-requisitos citados anteriormente
  2. Em segundo lugar, Corte: os primeiros cortes são das peças que constituem o cabedal do calçado: gáspea, cano, taloneira, lingueta e colarinho. Posteriormente são cortadas as palmilhas e os forros internos.
  3. Pesponto: depois de todo o preparo o calçado está pronto para receber o pesponto, que é o nome dado a costura. A costura é feita de forma a garantir o máximo de segurança, conforto e durabilidade.
  4. Fase intermediária: nessa etapa os calçados recebem os contrafortes, ilhoses, rebites e os moldes com a curvatura dos pés.
  5. Montagem: nessa fase de produção a palmilha é fixada ao cabedal com auxílio do sistema Strobel. Os itens de segurança como biqueira e palmilha de aço também são colocados nessa etapa.
  6. Asperagem: etapa onde o calçado é asperado e preparado para receber a injeção no solado.
  7. Injeção: aqui os cabedais são colocados nas injetoras e recebem, por injeção direta, os solados bidensidade de poliuretano.
  8. Acabamento: na etapa de acabamento o couro recebe uma camada de graxa e é escovado. Isso aumenta a durabilidade do calçado. Depois os calçados recebem a palmilha higiênica e a identificação.
  9. Por fim, Gravação do CA (Certificado de Aprovação) : nessa etapa, o CA é gravado a laser no solado do calçado
  10. Embalagem: Os pares de calçados são colocados em suas caixas e enviados pra o cliente.

Para que cada etapa de produção seja eficaz e capaz de garantir as especificações e o desempenho do produto, a equipe de desenvolvimento oferece suporte técnico à área de produção. Eles participam do acompanhamento de todas as etapas, aperfeiçoando os métodos produtivos com foco na eficiência e alta produtividade.

Técnicos treinados em laboratórios credenciados ao Ministério do Trabalho forma a equipe de profissionais Marluvas. Isso garante ainda mais a confiança dos relatórios e emitidos. Tais documentos são necessários para certificações nacionais e internacionais.


Clique aqui e conheça cada uma das certificações Marluvas.

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SERENIDADE: CAMINHO PARA SUPLANTAR A CRISE

Nos últimos anos tivemos várias crises no contexto mercadológico mundial que desafiaram mesmo o líder mais calmo e equilibrado emocionalmente. Em especial podemos citar a falência do centenário banco americano Lehmam Brother em 2008, a qual desencadeou uma crise com queda das bolsas de valores mundo afora, além de derrocada do PIB em vários países. Tal cenário provocou a injeção de recursos de trilhões de dólares na economia com o propósito de impedir que outras instituições também falissem, causando, de certo modo, um mal ainda maior na economia como um todo.

                Isso porque, naquela ocasião, muitas empresas desestruturadas financeiramente, acabaram, apesar do sacrificante investimento, falindo mesmo assim diante da brutal queda de consumo, associada inicialmente à redução na oferta de crédito, uma vez que tal liberação não chegou na mesma velocidade da necessidade das empresas, apesar do suporte dado por alguns governos.

                Se não bastasse tal crise, podemos dizer, generalizada, , vivemos em 2015 e 2016, desta vez aqui no Brasil, uma das piores recessões dos últimos cinquenta anos, culminando com um PIB negativo de -3,5% naqueles dois anos, provocando, mais uma vez,  o encerramento das atividades de mais de 200 mil empresas no período. Nos anos seguintes, de 2017 e 2018, com um crescimento pífio, muitas empresas entraram com pedidos de recuperação judicial e falência, culminando na geração de mais de 13 milhões de desempregados.

                Mais uma vez vivemos um cenário difícil. Dados divulgadas pela CNN, sobre levantamento do SEBRAE, informaram que mais de 600 mil micro e pequenas empresas encerraram suas atividades pelo efeito da pandemia Covid-19. Isso aconteceu principalmente por  falta de recursos financeiros ocasionado pelo fechamento do comércio, gerando mais de nove  milhões de desempregados, ampliando, assim, o problema social e resultando em severas incertezas para muitos cidadãos.

                Análise feita por especialistas em gestão  corporativa comprovaram que boa parte das empresas faliram devido a falhas em sua gestão administrativa e processual, reflexo de falta de preparação adequada para enfrentamento de crises, associada a ausência de equilíbrio emocional por parte de seus gestores que, diante de fatos relevantes, adotaram ações equivocadas, impensadas, elevando a estatística de empresas encerrando suas atividades.

                Tal contextualização é necessária para se compreender a importância de se investir na inteligência emocional na gestão de crises e como ela é a mola propulsora na geração de habilidades, a energia para o fortalecimento da serenidade. A serenidade é fundamentalmente útil para controlar impulsos na tomada de decisões. Sem uma análise crítica dos fatos é bem provável que as situações geradas sejam de  angústia e estresse, por isso tal serenidade é tão crucial para que a sabedoria em lidar com o obstáculo seja retomada, bem como o controle e o poder de conviver com fortes emoções, sem abandonar a autoconfiança e a assertividade em suas ações.

                Agora, enfrentamos uma crise sem precedentes, onde tudo é novo e o pragmatismo encontra barreiras com dificuldades em conseguir manter a estabilidade emocional, diante de um medo eminente da morte. Neste caso, com o excesso de conteúdo oriundo de fontes de informações diversas, seja pelos veículos de comunicação tradicionais (TV, jornais, revistas, rádios, etc), seja pelas novas plataformas digitais onde nem tudo é devidamente verificado (redes sociais como whatsapp e Facebook, por exemplo), é preciso encontrar um caminho para a automotivação. Sendo assim, cada indivíduo poderá buscar seu próprio caminho para controlar pensamentos negativos: um novo hobby, como cozinhar e dançar, uma leitura fora do contexto organizacional, ou um filme com roteiro divertido podem ser algumas opções.

                Saiba que, o controle da ansiedade e das irritações é benéfico tanto particularmente quanto no relacionamento social, uma vez que possibilita a ampliação  das relações humanas, visando garantir a prática da empatia, como forma de desenvolvermos os relacionamentos e o espírito colaborativo em um momento que exige de todos nós atenção, respeito e muita habilidade para encontrar a harmonia necessária. Por isso, acredito que é chegada hora dos gestores afastarem o espírito negativo, sentimento que não provoca o cuidar-se. Pelo contrário, ele acaba por gerar  instabilidade emocional, que pode prejudicar o autoconhecimento capaz de nos possibilitar lidar de modo adequado o momento que vivemos, demonstrando controle de suas ações, a fim de garantir satisfação a seus stakeholders, além de segurança mercadológica.

                Contudo, reafirmo que a palavra de ordem para o enfrentamento a qualquer crise é SERENIDADE. Serenidade para avaliar e decidir pela melhor opção existente no momento, serenidade para saber ouvir e liderar com eficiência e equilíbrio, para adotar ações assertivas e também para dar o melhor direcionamento com altivez em prol de soluções que venham frutificar harmonia e segurança para sua organização como um todo.

                Seja sereno em avaliar e tomar suas decisões, para conduzir sua organização para atravessar esta tempestade, porque a calmaria encontra-se a poucos metros à sua frente. E, sempre que possível, leve com ela  a paciência e o controle emocional de um monge. Tente fazer de sua sala a expressão de um local onde não há  estresse ou ansiedade, predicados nocivos na condução da tomada de decisões.

“Se existe uma certeza sobre a história da vida, é que sempre teremos de atravessar períodos de crise. Encare estes momentos com serenidade e efetividade.”  (Fonte: www.lindafrase.com.br)

Denilton J. Silva – Diretor da Focus Organização & Gestão Empresarial – Eirele

Como investir em saúde e segurança do trabalho reduz custos de forma geral?

Como investir em saúde e segurança do trabalho reduz custos de forma geral?

Você sabe como o investimento em saúde e segurança do trabalho ajuda sua empresa a evitar uma série de gastos inesperados e desnecessários? É sobre isso que vamos falar neste texto. Tudo o que você precisa saber sobre: cortar gastos e valorizar ainda mais os profissionais e as medidas de SST. (saúde e segurança do trabalho)

As medidas de SST (saúde e segurança do trabalho) estão ligadas ao conforto, a segurança, eliminação de riscos, diminuição de acidentes e doenças ocupacionais. De acordo com essas ações, a empresa elimina os gastos relacionados aos acidentes e aos afastamentos dos funcionários por lesões ou doenças ocupacionais.

Um ambiente seguro e confortável propicia ainda um aumento na receita por produtividade. A empresa que está em dia com as medidas de saúde e segurança do trabalho – SST está em dia com a lei. Sendo assim, não tendo que se preocupar com multas e suspensão das atividades.

Saúde e segurança do trabalho e as medidas preventivas

Em primeiro lugar, para diminuir e/ou eliminar a ocorrência de acidentes e doenças de trabalho, tem que identificar os riscos dentro dos ambientes. O profissional em saúde e segurança do trabalho identifica esses riscos a partir da realização de uma análise no ambiente.

Todavia, após essa análise, as primeiras medidas de segurança serão tomadas. Decerto, uma das medidas é a implementação dos EPCs (Equipamentos de Proteção Coletiva). Pouca gente sabe, mas antes da distribuição dos conhecidos EPIs é realizada a implementação dos EPCs.

Um EPC, é um equipamento capaz de proteger os trabalhadores de forma coletiva, contra os riscos das atividades desempenhadas. A proteção abrange todas as pessoas que estão no ambiente e não apenas de forma individual, como no caso do EPI.

De maneira geral, o EPC faz parte da infraestrutura do ambiente de trabalho e sua aplicação é obrigatória por parte do empregador. Estes equipamentos podem ser fixos ou móveis, tudo depende da sua função e local de instalação.

Especificações dadas pela NR9

O estudo, desenvolvimento e implantação de medidas de proteção coletiva deverá obedecer à seguinte hierarquia:

a) medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde;

b) medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho;

c) medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho”.

“A implantação de medidas de caráter coletivo deverá ser acompanhada de treinamento dos trabalhadores quanto os procedimentos que assegurem a sua eficiência e de informação sobre as eventuais limitações de proteção que ofereçam”.

Para saber mais sobre os EPCs e conhecer mais detalhadamente alguns deles, você pode ler nosso artigo sobre Equipamentos de Proteção Coletiva.

Saúde e Segurança com equipamentos de proteção individual

Passada a fase de identificação de riscos e implementação dos EPCs, o pessoal de saúde e segurança do trabalho parte para a adequação dos EPIs.

Os Equipamentos de Proteção Individual são escolhidos de acordo com a atividade desempenhada por cada um dos colaboradores.

EPIs são individuais, intransferíveis e de uso obrigatório. O empregador tem obrigação de fornecer os equipamentos novos e dentro da validade para todos empregados. As medidas individuais e coletivas de proteção visam a redução da ausência, afastamento no ambiente de trabalho.

O absenteísmo é o afastamento de trabalho que se torna padrão, independente da causa. A soma dos períodos de ausência de um funcionário do seu ambiente de trabalho também recebe o mesmo nome. Um ambiente favorável à saúde e segurança do trabalhador reduz afastamentos, doenças, acidentes além dos gastos com todos esses eventos.

Investir em medidas preventivas relacionadas à saúde e segurança do trabalho auxilia também na redução do FAP, Fator Acidentário de Prevenção. Você sabe do que se trata?

Estamos falando de um índice aplicado sobre a Contribuição do Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho – GIIL-RAT (devida pelos empregadores), que tanto pode resultar em aumento como diminuição da respectiva contribuição.

Saiba mais sobre o FAP clicando aqui.

LTCAT: Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho

Entretanto o LTCAT, é um documento que discrimina quais são os agentes de risco aos quais o trabalhador está exposto. Uma forma de registro indispensável para a saúde e segurança do trabalho.

Em suma o LTCAT deve conter todos os riscos (mesmo com a adoção de todas medidas de segurança), que ainda são capazes de comprometer a saúde do colaborador a médio e/ou longo prazo . Apoiados neste documento os trabalhadores podem solicitar aposentadoria especial junto à previdência.

Riscos ao trabalhador

Os riscos devem estar categorizados em químicos, físicos ou biológicos.

Riscos químicos consistem em substâncias, compostos ou produtos que entram no organismo pela via respiratória. Assim como: poeiras, gases, neblinas ou vapores. Também podem ser absorvidas pela pele ou por ingestão. Benzeno, carvão mineral, sílica, petróleo e gás natural são alguns exemplos.

Ademais os riscos físicos estão representados em formas de energia. Por exemplo: os ruídos, vibrações, radiação, calor, frio ou pressão.

Por fim, os riscos biológicos são aqueles que envolvem outros seres vivos e/ou substâncias provenientes desses seres. Riscos biológicos podem trazer malefícios para o corpo bem como bactérias, vírus, fungos e parasitas.

O LTCAT contém o limite de exposição que o trabalhador pode se submeter em cada risco. Em suma, nem todo agente nocivo citado concede o benefício da aposentadoria especial de forma automática. Por isso, o trabalhador e o empregador devem estar atentos aos prazos e aos demais direitos de ambas as partes.

Invista em Saúde e Segurança do Trabalho

Investir em saúde e segurança do trabalho deixa sua empresa em dia com as leis trabalhistas. Certamente protege a integridade física e intelectual do trabalhador. Em suma, adotar medidas corretivas e preventivas no tempo certo.

Em outras palavras, garante a redução de danos ao empregado e ao empregador, reduzindo os custos com afastamentos por acidentes e doenças ocupacionais.

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Utilize a gestão do tempo a favor do seu crescimento

Utilize a gestão do tempo a favor do seu crescimento

O tempo é um bem precioso e finito. Por isso o foco na gestão do tempo é importantíssimo para que você consiga dar conta de todos os seus compromissos e para que não se sinta improdutivo ao final de um dia de trabalho. A gestão do tempo também te ajuda a ter momentos de descanso sem culpa.

Não importa se você é um empreendedor ou se você trabalha para alguém. Saber gerir o tempo é indispensável para que você possa comandar sua vida de uma forma mais produtiva, conseguindo priorizar e dar ênfase ao que você mais deseja alcançar no momento.

O tempo no seu dia a dia pode ser medido de diferentes formas e cada uma delas vai determinar como e onde você deve agir. Você pode contar seu tempo em momentos, períodos, horas, dias, semanas, meses, anos, décadas e assim por diante.

Considere que cada coisa, cada objetivo, cada meta, leva um determinado para ser concluída. Para realizar uma boa gestão do tempo você deve ter em mente que o tempo é oportuno e que tudo acontece na ocasião exata em que deve acontecer.

A gestão do tempo e o momento certo para cada coisa

Não adianta querer traçar estratégias mirabolantes e metas inalcançáveis. Isso só vai te frustrar e te deixar com sentimento de impotência e improdutividade. Estipule sempre prazos reais e com base na realidade para alcançar suas metas. Considere o curto, o médio e o longo prazo.

A organização de metas a curto, médio e longo prazo servem tanto para a vida pessoal como para a gestão de uma empresa. As metas de produção, arrecadação, retorno de marketing, vendas em lojas física e online, tudo deve ser estipulado em prazos compatíveis com a realidade.

Avalie quatro pontos principais ao implementar a gestão do tempo na sua rotina: coisas importantes e urgentes, coisas importantes e não urgentes, coisas urgentes e não importantes e, por fim, coisas não importantes e não urgentes.

Suponhamos que você gerencia uma equipe e ao mesmo tempo tem que dar conta de realizar tarefas produtivas. Organize sua agenda considerando esses quatro pontos principais aqui citados.

Coisas importantes e urgentes

Ao se deparar com esse tipo de tarefa você deve realizá-la imediatamente. Coisas importantes e urgentes são prioridade e por isso devem resolvidas independente da sua agenda.

Coisas importantes e não urgentes

Essas podem aguardar, mas devem ser inseridas na primeira brecha da sua agenda. A importância coloca essa tarefa num lugar de destaque mesmo que ela não seja para agora. Faça assim que possível.

Coisas urgentes, mas não importantes

Esse tipo de tarefa deve ser delegada. Para que você consiga focar e realizar as tarefas que são urgentes e importantes, você deve delegar as que não têm tanta importância assim. Peça para que algum colaborador da sua equipe veja isso para você. A gestão do tempo é isso: saber o que é importante e deve ser resolvido por você e o que pode ser delegado a outra pessoa.

Coisas não urgentes e não importantes

Se não é urgente e muito menos importante: descarte imediatamente. Esse tipo de tarefa costuma vir em forma de afazeres no dia a dia que podem ser facilmente evitados. Uma reunião que na verdade poderia ser substituída por um e-mail, por exemplo.

Analise bem se as reuniões têm sido produtivas e se estão surtindo o efeito esperado no dia a dia. Se julgar necessário, mude o formato, a duração, as dinâmicas e a frequência. As reuniões são importantes, mas devem ser realizadas com foco e da forma mais estratégica possível.

Use a gestão do tempo a seu favor

Quando você aprende que seu tempo é precioso e que você não vai conseguir fazer tudo de uma única vez, você aprende a priorizar. Sabendo priorizar você aprende também a delegar. Dessa forma você consegue controlar melhor sua rotina, realizar tarefas com mais precisão e melhorar suas entregas.

Comece a mentalizar e diferenciar o “urgente e importante”, “importante, mas não urgente”, “urgente, mas não importante” e o “não urgente e não importante”. Entenda também que cada coisa tem seu tempo e que todas elas devem se realizar no tempo certo, sem atalhos e sem pressa.

Saiba mais acessando o Marluvas Play, nosso canal no YouTube.

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