Como está a retomada Marluvas após o incêndio em Dores de Campos

Como está a retomada Marluvas após o incêndio em Dores de Campos

Durante a madrugada do dia 25 de setembro houve um incêndio em Dores de Campos, na unidade sede da Marluvas. O fogo atingiu todo o setor de almoxarifado e destruiu por completo o estoque de matérias primas e produtos acabados.

Apesar da perda material, a equipe Marluvas está muito feliz e aliviada em poder continuar contando integralmente com seu quadro de colaboradores. Nenhuma vida foi perdida durante o incêndio que começou entre 3h e 4h da madrugada e foi controlado pela manhã.

Para ver como ficou a área atingida pelo fogo você pode assistir ao vídeo neste link.

Vidas salvas e a volta por cima da equipe Marluvas (incêndio em Dores de Campos)

De fato, o que mais tranquiliza toda a equipe Marluvas neste momento é o fato de que nenhuma vida foi perdida durante o incêndio. As perdas foram apenas materiais e, apesar de ser a fábrica com maior volume de produção, a unidade atingida pelo incêndio é apenas uma das doze que a empresa mantém.

A saber são dez unidades produtivas e duas de distribuição. Ao todo, nas dez unidades produtivas, a Marluvas emprega cerca de 2890 colaboradores. Colaboradores que trabalham para entregar os melhores produtos ao mercado e continuar sendo a marca Top Of Mind do segmento.

Tamanha dedicação e amor à camisa fizeram com que mesmo na manhã seguinte ao incêndio nenhuma das onze unidades da empresa estiveram de portas fechadas. A unidade Dores de Campos permaneceu com as atividades produtivas paralisadas por apenas dois dias úteis após a fatalidade. Enquanto o setor administrativo já retornou o atendimento na segunda-feira, dia 28 de setembro.

Nesse meio tempo a Marluvas realizou todas as apurações sobre o ocorrido, além de prestar os devidos esclarecimentos aos trabalhadores, comunidade, imprensa, clientes e autoridades. E já na terça-feira, dia 29 de setembro, a unidade produtiva de Dores de Campos retornou suas atividades.

Retorno das Atividades após incêndio em Dores de Campos

É importante ressaltar que a retomada rápida só foi possível graças a todos os parceiros e fornecedores. Já que no dia seguinte ao incêndio o almoxarifado começou a receber peças de reposição e matéria-prima para reerguer o estoque da unidade atingida.

Como o prédio que abrigava o almoxarifado foi completamente destruído pelo fogo a empresa teve que recorrer a uma alternativa para abrigar os novos materiais recém chegados. A solução foi utilizar o galpão onde funcionou a primeira fábrica Marluvas, nascida em 1972.

Os novos materiais começaram a chegar já no dia seguinte ao incêndio e a reposição foi sendo feita de forma gradativa. O galpão utilizado atualmente é menor que o anterior, conseguindo suportar um estoque de matéria prima-capaz de cobrir sete dias de produção.

O trabalho agora é just in time ou, em português, “na hora exata”. A utilização da matéria prima recebida é feita quase que de forma instantânea já que o estoque é enxuto.

Superando Obstáculos

Veja como a Marluvas está trabalhando para superar o os obstáculos surgidos com o incêndio

O setor de embalagens foi o único setor produtivo atingido pelo fogo. Uma vez que o galpão onde eram feitas as embalagens foi totalmente destruído a Marluvas teve que providenciar, do zero, a construção de um novo prédio.

O novo galpão provisório foi construído ao lado do que foi atingido pelo fogo e desde o dia 13 de outubro (dezoito dias após o incêndio) já embala 15.000 pares de calçados por dia. Outros dois galpões provisórios já estão em construção no pátio externo da fábrica para servir de apoio à produção.

Nestes dois galpões funcionarão almoxarifado, preparação e saída para expedição, reciclagem e tudo mais que é necessário para que a produção em Dores de Campos tenha força total.

Todas as produções de Dores de Campos e das demais unidades estão sendo levadas para o Centro de Distribuição de Três Corações. Vale ressaltar que essa é a mais nova unidade da empresa. A inauguração prevista para dezembro teve que ser adiantada para apoiar a falta causada pelo incêndio.

Ampliação da unidade em Oliveira

O incêndio inesperado fez com que a Marluvas adiantasse planos de ampliação de produção da unidade produtiva localizada em Oliveira-MG. Até então essa unidade era responsável apenas pela produção dos calçados de PVC.

A partir de novembro de 2020 a fábrica em Oliveira-MG passa a produzir também calçados de couro. A ideia era que essa produção fosse iniciada ao final do primeiro trimestre de 2021, mas a perda do estoque de Dores de Campos fez com que os planos fossem antecipados.

Em meio a um acontecimento tão difícil, esta conseguiu ampliar ainda mais sua capacidade de produção e está contratando 80 novos trabalhadores.

Compromisso Marluvas com clientes, parceiros e comunidade

A Marluvas continuou e continuará sempre trabalhando a todo vapor com o intuito de honrar sua missão e o compromisso firmado com clientes, parceiros e toda a comunidade em que está inserida.

Nossa Missão

“Produzir e comercializar calçados contribuindo com a segurança, saúde, conforto, lazer e produtividade de nossos clientes, respeitando o meio ambiente e colaborando com o crescimento da nossa comunidade”.

A Marluvas possui 48 anos de história e durante todo esse tempo suas maiores preocupações sempre foram saúde, segurança, conforto e inovação. Tanto quanto para seus clientes e para seus próprios colaboradores. Aqui no nosso blog tem um post completo sobre como o crescimento da Marluvas nos últimos gerou empregos e fortaleceu a economia das comunidades ao redor. Para ler basta clicar neste link. Conheça também todas as ações socioambientais desenvolvidas pela empresa.

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Equipamentos de segurança para solda: conheça os itens básicos e a Luva para solda Marluvas

Equipamentos de segurança para solda: conheça os itens básicos e a Luva para solda Marluvas

A profissão de soldador é bastante delicada e demanda a utilização de equipamentos de segurança para solda específicos. Além da máquina de solda, o soldador também realiza atividades com maçaricos e máquinas de corte. Por isso, os equipamentos de segurança devem ser capazes de impedir estilhaços, calor e ruídos.

Existe uma diversidade de EPIs destinados ao operador de solda: máscaras de solda, luvas de proteção, peneiras, vestimentas específicas e outros acessórios para proteção do corpo. Trabalhadores autônomos são responsáveis pela compra e manutenção dos próprios equipamentos de segurança.

Funcionários de empresas devem receber os EPI’s dos empregadores.

Equipamentos de segurança básicos para soldadores

Sem dúvida os equipamentos de segurança destinados à proteção dos trabalhadores que operam equipamentos de solda e corte devem ser resistentes a corte e calor.

Máscara de solda

Primeiramente a máscara de solda é um equipamento de segurança característico dos soldadores. É comum que as pessoas reconheçam esses trabalhadores apenas pelas grandes máscaras posicionadas diante do rosto.

Existem máscaras de solda manuais e automáticas. As máscaras automáticas conseguem se adaptar às diferentes condições de luz, durante o dia ou a noite, diferentemente da máscara manual.

Algumas máscaras conseguem cobrir toda a cabeça do soldador, enquanto outras contemplam apenas a parte da frente do rosto, testa e queixo. O importante é que todas ofereçam proteção ultravioleta para que o operador não corra riscos devido à radiação emitida pela solda.

Com toda a certeza ela nunca deve ser deixada de lado.

Luvas de segurança

As luvas de segurança para soldadores devem ter proteção contra riscos térmicos, além de serem resistentes a qualquer tipo de abrasão. Alguns modelos são tricotados com fios térmicos, enquanto outros são feitos com camadas extras de couro e forro especial. É importante que a luva seja confortável para o trabalhador.

A Luva de proteção Marluvas, é uma luva perfeita para solda. A luva de solda possui alto desempenho e é confeccionada em couro especial resistente a altas temperaturas. Além disso as costuras são todas feitas em aramida, material também resistente a chamas, e a luva ainda possui forração térmica que proporciona controle de temperatura e conforto ao trabalhador.

A Luva de solda Marluvas é cem por cento testada e aprovada em conformidade com a EN388 e também segue os testes impostos pela EN407 e pela EN12477, ambas relacionadas a altas temperaturas e chamas. A luva de solda é um equipamento de segurança com nível máximo de proteção para contato com metais fundidos, calor convectivo e de contato.

O design e o tamanho da luva de solda Marluvas são pensados para proporcionar o máximo de conforto e desempenho ao trabalhador. Conheça a Luva de Solda. É recomendável que a luva de proteção seja utilizada sempre em conjunto com mangotes e outros equipamentos de segurança.

Mangote de proteção

Os mangotes oferecem proteção aos braços dos trabalhadores contra chamas e respingos. Além disso, eles funcionam com uma espécie de extensão das luvas e podem ser usados combinados com aventais sem mangas.

Óculos de proteção

Os óculos são equipamentos de segurança que devem ser usados mesmo com as máscaras pois funcionam como uma barreira extra para proteção dos olhos. Assim como as máscaras, é possível encontrar modelos manuais e automáticos. O ideal é que o trabalhador experimente diferentes modelos e escolha o mais confortável para ele.

Protetor auricular

Trabalhadores que desempenham atividades por mais de oito horas diárias não podem se expor, sem proteção, a níveis de decibéis maiores que 80. Por isso os soldadores precisam de protetores auriculares como equipamento de segurança.

Avental

O avental de raspa está na lista de equipamentos de segurança para operadores de solda. Sua função é proteger o tronco contra respingos, faíscas, objetos cortantes e escoriantes. Contudo, o avental também protege contra radiações não ionizantes

Touca

A chamada “Touca Árabe” deve cobrir toda a cabeça do soldador. A touca é um equipamento de segurança feito para impedir que a cabeça seja atingida por estilhaços, além disso é confeccionada com material antichamas.

Perneiras

Confeccionadas em raspa, as perneiras têm velcro ou fivelas metálicas e devem ser coladas na perna e nos sapatos do usuário. Visto que a função desse equipamento de segurança é proteger a perna do soldador contra agentes abrasivos, escoriantes e térmicos.

Blusão de raspa

O blusão é um dos equipamentos de segurança destinados ao tronco do soldador. A espessura do blusão pode chegar a 1,50 milímetros de gramatura e pode ter uma película de alumínio que aumenta a eficácia da proteção.

Máscara respiratória

Com o intuito de impedir que o soltador respire partículas metálicas, a máscara respiratória deverá ser utilizada por baixo da máscara de solda.

Por fim botas de couro especial e casaco de soldador complementam a lista de equipamentos de segurança destinados a esses trabalhadores. O trabalhador, além de utilizar sempre e corretamente esses equipamentos, devem também seguir à risca todas as boas práticas de segurança do trabalho.

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Proteja-se no ambiente corporativo: sapato de segurança confortável e elegante é Marluvas

Proteja-se no ambiente corporativo: sapato de segurança confortável e elegante é Marluvas

Trabalhador seguro e confortável deve ser prioridade em qualquer ambiente. Como resultado a Marluvas possui uma linha de sapato de segurança confortável e elegante especiais para ambientes corporativos e atividades que exijam vestimenta social.

Não pense que a segurança do trabalho e a saúde ocupacional são assuntos exclusivos para ambientes como canteiros de obras e outras atividades mais pesadas e com riscos explícitos. Decerto a saúde ocupacional deve ser motivo de atenção em todo lugar, inclusive em escritórios, consultórios e ambientes similares.

Os pés sustentam os trabalhadores durante todo o dia e, mesmo que você trabalhe em uma área administrativa, pode precisar sair do escritório algumas vezes ao dia para resolver pendências na rua ou encontrar clientes fora do escritório. Representantes de venda, por exemplo, costumam utilizar sapatos sociais durante toda sua jornada de trabalho.

Pensando nisso e na falta de conforto oferecida pelos calçados sociais mais tradicionais, a Marluvas desenvolveu a linha social London Safe: uma linha com sapatos de segurança  elegantes, confortáveis e altamente seguros para o trabalhador.

Sapato de segurança confortável e elegante é London Safe

A linha de sapato de segurança London Safe foi desenvolvida pensando naqueles trabalhadores que precisam de um toque extra de elegância no dia a dia, sem deixar de lado o conforto e a segurança.

Portanto os modelos da linha possuem design refinado e utilizam a tecnologia Soft Comfort, com palmilhas higiênicas que possuem propriedades antibacterianas, proporcionando maior proteção contra micro-organismos.

As palmilhas Soft Comfort dos sapatos de segurança são compostas por EVA e micropontos que permitem a absorção e dessorção do suor, prevenindo a umidade e mantendo os pés secos durante todo o dia.

Os solados dos sapatos da linha London Safe possuem duas camadas de poliuretano (PU). Assim, a primeira camada é mais macia, com menor densidade, o que garante maior conforto e absorção de impacto. Enquanto a segunda camada é mais compacta, o que a torna mais resistente à abrasão garantindo a durabilidade do calçado.

Mesmo dentro do ambiente de escritório você pode estar exposto a riscos de escorregões e quedas, por exemplo. Falta de atenção, pisos escorregadios, carpetes soltos e calçados inadequados são apenas alguns dos responsáveis pelas quedas no ambiente de trabalho.

O solado também possui sistema antiderrapante por meio de ranhuras, proteção comprovada por meio de testes da norma SRC conta escorregamentos em piso cerâmico e de aço. Portanto, se você precisa realizar atividades de trabalho na rua, o solado confortável e resistente garante muito mais segurança para o seu dia. Entenda exatamente o que estamos falando clicando neste link.

Esteja seguro, confortável e elegante utilizando os melhores sapatos de segurança do mercado. Certamente a tecnologia Air Comfort vem para coroar o conforto dos sapatos London Safe. São tecidos feitos de fibra de poliéster dando muito mais leveza e suavidade ao produto.

Dicas para aumentar a segurança em ambientes corporativos

As quedas são um dos principais causadores de danos à saúde ocupacional. E além de atenção, é preciso organização para evitar esses acidentes. Tenha atenção com a manutenção periódica dos carpetes e sempre respeite a plaquinha de piso molhado durante a limpeza.

Evite circular por ambientes molhados, mas quando for extremamente necessário, passe devagar e com cuidado redobrado. Tenha cuidado também com as escadas. Nada de descer e subir correndo e lembre-se sempre de segurar nos corrimãos, eles estão ali exatamente para te ajudar e proteger.

Manter o ambiente de trabalho sempre organizado. Estar atento aos detalhes do dia a dia são pontos essenciais quando o assunto é saúde e segurança. Evite deixar portas de armários abertas e evite empilhar caixas ou deixar objetos grandes próximos das portas e/ou espalhados pelos corredores.

Essas medidas evitam tropeções e lesões por batidas. Assim como manter os corredores livres de obstáculos caso seja necessária evacuação às pressas. A Segurança ocupacional não se restringe aos EPI’s, mas é uma cultura aprendida diariamente pela naturalização de atitudes que diminuem riscos e aumentam a proteção do ambiente de trabalho.

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Cidade de Tiradentes (MG) retoma o turismo e recebe apoio Marluvas

Cidade de Tiradentes (MG) retoma o turismo e recebe apoio Marluvas

A cidade de Tiradentes, localizada no interior do estado de Minas Gerais, retomou suas atividades econômicas. Enfim reabriu as portas para o turismo após 114 dias onde todo o comércio considerado não essencial esteve completamente fechado.

Tiradentes está localizada mais precisamente no Campo das Vertentes de Minas Gerais e faz divisa com a cidade de Dores de Campos, berço da Marluvas. A proximidade, o carinho e o respeito que a Marluvas tem pelo seu estado de origem foram decisivos para que a empresa estivesse presente nesse momento tão importante para a região.

Com o objetivo de ajudar a promover uma reabertura segura e confortável para toda a população de Tiradentes, e visitantes, a Marluvas realizou uma doação de mais de 200 pares de calçados. Os calçados, de fabricação própria, foram entregues aos comerciantes locais e farão parte dos EPIs utilizados diariamente.

A doação dos calçados foi a forma que a Marluvas encontrou de se mostrar solidária e reafirmar seu compromisso social com as comunidades das quais faz parte.

Retomada do turismo em Tiradentes

A reabertura do comércio da cidade enquanto atração turística se deu por conta da adesão ao “Minas Consciente”. Um protocolo de retomada da economia desenvolvido pelo Governo de Minas Gerais. Assim o protocolo é composto por três grupos econômicos chamados de ondas. Onda vermelha para serviços essenciais, onda amarela para serviços não essenciais e onda verde para serviços não essenciais com alto risco de contágio.

Assista ao vídeo e veja como os comerciantes locais reagiram à reabertura do comércio, à retomada do turismo em Tiradentes e à doação de calçado Marluvas.

O avanço entre as ondas é baseado no número de casos e capacidade hospitalar de cada localidade. Saiba mais. O comércio de Tiradentes está na onda amarela. Dessa forma segue todos os protocolos de saúde conhecidos mundialmente como uso de máscaras, distanciamento social e disponibilização de álcool em gel pelos estabelecimentos. Bem como uma série de regras e protocolos próprios e determinados pelas autoridades estaduais e municipais.

Marluvas e a Covid 19

Afinal, desde março, quando foi registrado o primeiro caso de Coronavírus no Brasil, a Marluvas não mediu esforços para ajudar sua comunidade a enfrentar a crise. Em abril a empresa realizou uma doação de dois mil pares de calçados para hospitais de cidades mineiras e para outros estados.

Os equipamentos foram destinados, sobretudo, a médicos, enfermeiros e técnicos. Só em Minas Gerais foram beneficiadas cerca de 20 instituições. Entre elas Risoleta Neves (BH), Mario Penna (BH) e Hospitais Municipais de Contagem, São João Del Rei, Tiradentes, Barbacena, Dores de Campos entre outras.

A Marluvas é uma empresa fabricante de luvas e calçados EPI’s e entende a importância que esses acessórios possuem para a vida dos trabalhadores. Por este motivo a empresa está sempre em busca de desenvolver os melhores produtos para o mercado, colocando segurança e conforto em primeiro lugar.

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Saiba como estabelecer uma cultura de segurança do trabalho na sua empresa

Saiba como estabelecer uma cultura de segurança do trabalho na sua empresa

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Certamente a implementação da cultura de segurança do trabalho ainda é uma realidade distante em empresas dos mais diversos portes e segmentos. Isso ocorre devido à generalização do que seria essa “cultura de segurança”. Entretanto é importante saber que a segurança do trabalho vai além da distribuição dos equipamentos de proteção individual e da implantação dos equipamentos de proteção coletiva.

A cultura de segurança do trabalho deve partir do entendimento sobre a importância dos trabalhadores enquanto seres humanos. Decerto é importante que haja valorização e respeito tanto dos profissionais técnicos, engenheiros, enfermeiros e médicos responsáveis pela saúde e segurança no trabalho, quanto de toda equipe produtiva.

Um dos maiores desafios para estabelecer uma cultura de segurança do trabalho é convencer o colaborador a seguir todas as normas de segurança. Diante dessa situação, a melhor forma de persuadi-lo a utilizar os EPI’s é conscientizando-o a respeito da importância de sua vida, da necessidade de retornar para casa com sua integridade física totalmente preservada. Assim, a valorização da vida do colaborador é a chave para que a segurança do trabalho seja valorizada, naturalizada e estabelecida como uma cultura na empresa.

Os profissionais de saúde e segurança do trabalho devem deixar claro para a equipe produtiva que as medidas de segurança são, principalmente, para benefício da sua própria integridade física e mental. É preciso muito tato e informação para desenvolver uma cultura de segurança.

Cada colaborador deve ter sua importância e individualidade reconhecida no dia a dia da empresa. Essa valorização faz com que as medidas sejam mais naturalizadas e menos invasivas.

Cultura de segurança deve ser um processo natural

O grande erro durante o processo de implantação da cultura de segurança é o autoritarismo. Aliás muitos profissionais de saúde e segurança do trabalho tratam as medidas preventivas como um checklist fechado e desagradável. Esse ar de obrigação e desconhecimento dos benefícios dificulta a absorção por parte dos colaboradores.

Ao perceber que um funcionário não está utilizando um EPI, por exemplo, não basta que sejam aplicadas punições ou advertências. Em um ambiente com uma cultura de segurança internalizada existe conversa e entendimento da situação. Cada trabalhador deve ser enxergado como um ser humano que passa por altos e baixos.

É preciso avaliar que o funcionário pode estar passando por problemas pessoais e por isso esteja mais desatento. Essa desatenção acarretou o esquecimento de algum EPI, por exemplo. Uma simples conversa e um gesto de empatia pode ajudar a melhorar o dia daquele funcionário, mostrando que ele é importante e que o EPI é um benefício para ele próprio.

Conversas educativas costumam ser mais eficientes para que colaborador entenda como sua atitude individual pode prejudicar sua própria saúde. Como uma doença, ou lesão, ocupacional pode ser prejudicial e as vezes irreversível. Isso além de mostrar como sua atitude pode impactar negativamente sua própria família e a empresa como um todo.

A cultura de segurança é muito mais que a imposição de medidas. Inegavelmente é um trabalho de conscientização e valorização do ser humano.

Cultura de segurança vai além da adequação ambiental

Todavia o técnico e o engenheiro de segurança do trabalho devem entender que a saúde do trabalhador é tão importante quanto a adequação física do ambiente. Isso é a cultura de segurança: além disso seguir à risca todas as normas regulamentadoras e garantir um ambiente totalmente salubre, é preciso estar atento às individualidades de cada pessoa.

Conversar com o trabalhador sobre as condições do ambiente também é importante. A cultura de segurança precisa dar voz a quem está na linha de frente. Permita que o trabalhador aponte medidas não eficazes ou que podem atrapalhar a rotina dele. É de suma importância que os EPIs e EPCs sejam adequados e confortáveis às individualidades de trabalho e também pessoais.

Por isso a Marluvas se preocupa em desenvolver calçados e luvas específicos à cada tipo de atividade. Sempre muito confortáveis para o trabalhador e capaz de minimizar todos os riscos aos quais ele está exposto.

A responsabilidade socioambiental também faz parte de uma boa cultura de segurança. Toda atividade desempenhada no ambiente interno de uma empresa, impacta diariamente no ambiente e na sociedade que está ao redor. Essa consciência deve fazer parte das preocupações de saúde e segurança.

Segurança do trabalho de pessoas para pessoas

A cultura de segurança depende de um bom relacionamento entre colaboradores e técnicos/engenheiros de segurança. Quando os profissionais responsáveis pela segurança se colocam em posição de autoridade suprema e falam com ar de superioridade, a recepção pela equipe produtiva pode não ser a melhor.

É claro que as funções são completamente diferentes, mas é importante ambas as partes se enxerguem como colegas de trabalho. A comunicação realizada de forma horizontal tende a ser muito mais eficaz no processo de implantação da cultura de segurança em qualquer tipo de ambiente empresarial.

Conheça a cultura de segurança Marluvas.

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Segurança do trabalhador: aprenda a fazer da prevenção um hábito

Segurança do trabalhador: aprenda a fazer da prevenção um hábito

A segurança do trabalhador deve ser prioridade em qualquer ambiente de trabalho. Isso porque toda a produção, que gera lucro para a empresa, depende de tarefas realizadas com qualidade e em quantidade. Para garantir que colaborador esteja confortável e seguro para realizar suas tarefas é existem regras à saúde e segurança no trabalho.

Procedimentos de segurança padronizados, equipamentos de proteção individual e coletiva, bem como palestras e treinamentos são algumas das exigências do Ministério do Trabalho. Essas exigências são variadas e devem ser aplicadas de acordo com as necessidades de cada atividade.

Profissionais técnicos em segurança do trabalho são responsáveis por estudar o ambiente, apontar as medidas e fiscalizar a aplicação das mesmas. Cabe ao empregador acatar a todas elas, sem exceção, a fim de garantir o máximo de saúde e segurança para o trabalhador da sua empresa.

Algumas empresas precisam contar com o trabalho de uma CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. A CIPA, com assessoria do SESMT, Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, identifica os riscos internos dos processos de trabalho, elabora planos de ações corretivas e preventivas, além de participar da implementação dessas medidas.

Posteriormente a CIPA participa da fiscalização quanto ao cumprimento das medidas elaboradas.

Segurança do trabalhador e a prevenção como hábito

A equipe de segurança do trabalho, bem como o empregador tem a responsabilidade de identificar, corrigir e eliminar os riscos. Apesar disso a segurança do trabalhador também depende muito das atitudes conscientes e preventivas dele próprio.

Cabe aos profissionais, técnicos em segurança do trabalho, a adequação do ambiente, mas cabe ao trabalhador auxiliar na manutenção desse ambiente favorável. Os equipamentos de proteção individual, por exemplo, devem ser fornecidos em perfeito estado de conservação, mas é responsabilidade do trabalhador realizar a correta utilização e manutenção dos mesmos.

A SIPAT, Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho, também faz parte das atividades obrigatórias da CIPA, para a segurança do trabalhador, de acordo com a o item 5.16 da NR5 do Ministério do Trabalho. A SIPAT deve ser realizada todos os anos. É uma semana voltada para a prevenção dos acidentes de trabalho e para a promoção à saúde e segurança do trabalhador.

É importante aproveitar o período de realização da SIPAT para observar os ambientes e levantar todos os pontos de melhoria relacionados à saúde e segurança. Corrija esses riscos e promova campanhas de conscientização com cartazes, dinâmicas, treinamentos e palestras.

Para saber mais como elaboras uma Semana Interna de Prevenção de Acidentes completa e produtiva, leia nosso blog post sobre o assunto clicando aqui.

Dessa forma fica mais do que evidente que existem uma série de medidas e ações que são responsabilidade dos profissionais de saúde e segurança do trabalho e do empregador. Mas temos que concordar que tão importante quanto essas mediadas e ações, são as atitudes do trabalhador.

O trabalhador precisa internalizar que a prevenção dos acidentes de trabalho deve ser um hábito em prol da sua própria saúde e segurança. Ele precisa saber que suas atitudes diárias são valiosas para que todo o esforço feito pela equipe tenha sucesso ao final de um dia de trabalho.

Para que o trabalhador haja de forma preventiva e consciente, é importante que ele conheça com clareza os riscos aos quais está exposto. Por isso o empregador, juntamente com os profissionais de segurança do trabalho, tem a obrigação de informar ao colaborador quais são os perigos da tarefa que ele executa.

Faça isso sempre que um colaborador for assumir uma função e promova reciclagens periódicas para manter o conhecimento em dia. Aproveite a SIPAT para levantar os riscos ambientais comuns a todos e para promover a conscientização entre as equipes com funções e riscos semelhantes.

Quando a pessoa conhece os perigos que está enfrentando, a prevenção ocorre de forma mais natural e eficaz.

Zele pela segurança trabalhador, mas acima de tudo: valorize o ser humano

Mostre ao seu colaborador que ele é um ser humano único e especial para alguém. Ele não é essencial apenas para a produção e lucro da empresa. É claro que ele deve saber o seu papel, não só dentro da sua equipe, mas de uma forma geral, dentro do produto/serviço final entregue pela empresa ao consumidor.

Mas mais do que isso, o trabalho que o colaborador desempenha tem importância para sua própria vida e para sua família. A dedicação empenhada nas atividades exercidas, gera conquistas aos seus funcionários e familiares.

Deixe isso claro para todos os seus funcionários. Ele precisa ter em mente que deve entrar e sair do seu ambiente de trabalho com saúde e segurança. Dessa forma ele estará cumprindo não somente as expectativas do chefe, mas dele próprio e da sua família. Saiba mais clicando aqui.

A segurança do trabalhador depende das atitudes preventivas se tornarem um hábito a ser repetido diariamente. Um contexto claro e bem explicado facilita a absorção e inserção desses hábitos. A segurança do trabalhador depende de processos corretos e transparentes.

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