Segurança do trabalho e a saúde dos açougueiros

Segurança do trabalho e a saúde dos açougueiros

É certo que qualquer tipo de atividade demanda alguns cuidados com a saúde e com a segurança do trabalho de quem realiza. Dessa forma podemos concluir que o trabalho realizado em açougues é uma dessas atividades. O açougueiro está exposto à riscos físicos, químicos, mecânicos e também biológicos. Por este motivo a segurança do trabalho deve ser muito bem trabalhada neste ambiente para que a saúde e a segurança do indivíduo sejam preservadas ao máximo.

O que é a segurança do trabalho? Para você a segurança do trabalho consiste em um conjunto de profissionais zelando pela saúde do trabalhador? Então você precisa saber que a segurança do trabalho não se trata apenas de um conjunto de profissões, mas sim de uma ciência. Aliás, essa ciência é dedicada ao estudo da ocorrência dos acidentes de trabalho e das doenças ocupacionais.

Ademais, identificadas as causas desses acidentes e doenças são desenvolvidas formas de preveni-los por meio da aplicação de medidas corretivas e preventivas. Enfim, para desempenhar esse papel, em prol da saúde, segurança e bem estar do trabalhador, a segurança do trabalho engloba o conhecimento de diversas áreas profissionais: medicina, engenharia, enfermagem, estatística, educação e outras.

Importância da segurança do trabalho em qualquer ambiente

Inegavelmente, manter um ambiente de trabalho seguro é garantir que a equipe irá desempenhar seus papéis com mais confiança e bem estar. Quando o colaborador trabalha em um ambiente como o descrito ele produz mais e melhor. Primordialmente, a empresa que se preocupa com a segurança do trabalho, atuando de forma preventiva, consegue diminuir consideravelmente os gastos com o tratamento e afastamento de funcionários doentes ou acidentados.

Entretanto, independente do segmento e do porte do empreendimento acreditamos na importância da realização do investimento em segurança do trabalho. A empresa pode contar apenas com um profissional da área ou com uma equipe de segurança do trabalho multidisciplinar. Em alguns casos essa ação é obrigatória, prevista em lei. O tamanho da equipe vai depender do número de funcionários e do grau de risco que ao qual a atividade expõe o trabalhador.

Riscos Trabalhador

Uma empresa que apresenta riscos considerados de grau 2 e que tenham mais de 1000 funcionários, por exemplo, precisam de um médico e um engenheiro do trabalho em tempo parcial, além de um técnico de segurança do trabalho e um auxiliar de enfermagem em tempo integral.Saiba como descobrir o grau de risco da sua empresa. A saber, as atividades da segurança do trabalho são regidas pela portaria número 3.214 do Ministério do Trabalho.

A partir daí foram estabelecidas as Normas Regulamentadoras (NR) que são compostas por 36 normas, decretos e leis. São essas normas que determinam o desenvolvimento das medidas de segurança em cada tipo de empresa bem como as sanções e penalidades a serem aplicadas em caso de atividade desenvolvida em desacordo com as leis.

Açougue e segurança do trabalho

Um açougue é um ambiente que oferece diversos riscos ao trabalhador e por isso deve dar atenção às recomendações da segurança do trabalho. Não por acaso esse tipo de atividade tem uma Norma Regulamentadora específica: NR36 – Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados.

“O objetivo desta Norma é estabelecer os requisitos mínimos para a avaliação, controle e monitoramento dos riscos existentes nas atividades desenvolvidas na indústria de abate e processamento de carnes e derivados destinados ao consumo humano, de forma a garantir permanentemente a segurança, a saúde e a qualidade de vida no trabalho, sem prejuízo da observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras – NR do Ministério do Trabalho e Emprego”.

Dessa forma a segurança do trabalho, em conformidade com a NR36, além de zelar pela segurança e pelo bem estar do colaborador, zela também pela qualidade dos produtos manipulados dentro do ambiente. E quais são os riscos presentes dentro de um açougue? Os riscos mais comuns e campeões em acidentes são as máquinas de corte e as facas. Sabemos que todo açougueiro tem que lidar com diversos tipos de lâminas diariamente e todas elas sempre muito afiadas.

Riscos no trabalho

Mas é bom saber e estar atento aos riscos menos populares e que muitas vezes não recebem devida atenção. Exemplos desses riscos são as câmaras frias e a exposição a agentes biológicos e químicos. Por fim, falando sobre as lâminas sabemos que elas podem causar acidentes graves e que em certos casos afastam o trabalhador das suas atividades de maneira permanente. As máquinas são de variados modelos e finalidades. Existem as máquinas para cortar ossos, as mais potentes e perigosas.

Segurança do trabalho

Outro tipo de máquina são os picadores de carne  e as facas também apresentam um nível elevado de periculosidade já que estão sempre muito afiadas. Todas essas máquinas possuem dispositivos de segurança, como protetores de lâminas, que devem ser usados obrigatoriamente. Outra máquina que, apesar de não possuir lâmina, apresenta risco ao trabalhador é a máquina de embalagem a vácuo.

As máquinas de embalagem a vácuo, apesar de não possuírem lâminas, são capazes de atingir temperaturas muito altas quando estão em funcionamento. Se o colaborador não toma o devido cuidado durante o manuseio pode acabar tendo ferimentos graves. A NR36 também traz uma série de recomendações para o manuseio das máquinas. Utilizar luva é uma dessas recomendações.

Segurança do trabalho: calçados, luvas e vestimentas em açougue

Ainda assim, além das luvas a segurança do trabalho determina que os açougueiros utilizem alguns outros equipamentos de proteção individual como vestimentas e calçados específicos. Aventais feitos de material impermeável vão manter o açougueiro seco e suas roupas limpas por mais tempo. é importante que as roupas utilizadas sejam de cores claras. Para entrar nas câmaras frias são necessários casaco, luvas e calçados térmicos.

Mesmo aqueles que não estão em câmara fria, mas estão em ambiente de manuseio com baixa temperatura, devem usar vestimentas específicas para manutenção da temperatura corporal. O calçado deve ser impermeável e antiderrapante em todos os ambientes. Calçados fabricados em PVC são ideais: protegem do contato com carnes, óleos, produtos químicos levemente alcalinos e líquidos em geral, além de serem resistente ao escorregamento em pisos de cerâmica e aço, impermeáveis e extremamente confortáveis.

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A importância dos equipamentos de proteção individual

A importância dos equipamentos de proteção individual

(…) “Considera-se Equipamentos de Proteção Individual – EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e saúde no trabalho. Entende-se como Equipamento Conjugado de Proteção Individual, todo aquele composto por vários dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho”.

Dessa forma que a NR6 define os equipamentos de proteção individual. A saber a NR6, Norma Regulamentadora número 6, é a lei que torna obrigatória a utilização dos EPI’s quando o ambiente em que o trabalhador se encontra ofereça algum risco à sua saúde e segurança. A NR6 determina ainda a obrigatoriedade de fornecimento dos equipamentos, de forma totalmente gratuita, por parte do empregador.

Decerto os EPI’s são destinados à proteção individual do trabalhador na realização das mais diversas atividades. Dentro da extensa lista de equipamentos de proteção individual existentes podemos citar os óculos, jalecos, luvas, calçados, capacetes entre outros. Vale ressaltar que os EPI’s só são utilizados quando as medidas coletivas de segurança não são capazes de eliminar por completo todos os riscos à saúde do trabalhador.

Além disso diminui a incidência dos acidentes de trabalho e evita consequências mais graves, a utilização dos equipamentos de proteção individual também serve para evitar a exposição às doenças ocupacionais. As doenças ocupacionais geralmente são consequências dos esforços/movimentos realizados de forma contínua e repetitiva e podem comprometer a capacidade de trabalho e até mesmo a vida pessoal do trabalhador.

Quais equipamentos de proteção individual fornecer ao colaborador?

Você sabe como escolher corretamente o EPI? Com toda a certeza cada atividade possui uma série diferente de riscos e para cada um deles há equipamentos de proteção individual específicos. Por isso é importante que o empregador, auxiliado por um profissional de segurança do trabalho, realize um estudo dos riscos ocupacionais presentes em sua empresa. Esse estudo vai ajudar a identificar quais são os perigos existentes e quais medidas, coletivas e individuais, devem ser tomadas.

O anexo I da NR6 traz uma lista dos equipamentos de proteção individualexistentes. Eles estão categorizados de acordo com a parte do corpo à qual se destina e também em subcategorias tipo/nível de proteção oferecida. As categorias são:

Equipamentos de proteção individual
  1. EPI para a proteção da cabeça
  2. EPI para a proteção dos olhos e face
  3. EPI para a proteção auditiva
  4. EPI para a proteção respiratória
  5. EPI para a proteção do tronco
  6. EPI para a proteção dos membros superiores
  7. EPI para a proteção dos membros inferiores
  8. EPI para a proteção do corpo inteiro
  9. EPI para a proteção contra quedas em diferença de nível

Os EPI’s fornecidos pelo empregador devem ser escolhidos de maneira correta além de estar em perfeito estado. Cabe ao colaborador zelar pela manutenção dos mesmos. Os equipamentos de proteção individual devem ser utilizados da forma correta e somente dentro do período de expediente. É importante que o empregador oriente quanto à utilização e manutenção dos equipamentos. São obrigações do empregador quanto ao EPI de acordo com a NR6:

Obrigações empregador NR6

a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade;

b) exigir seu uso;

c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho;

d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;

e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;

f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e,

g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada.

h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.

São obrigações do empregado quanto ao EPI de acordo com a NR6:

a) Não apenas usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;

b) Como também responsabilizar-se pela guarda e conservação;

c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e,

d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado. 

Incentive o uso dos equipamentos de proteção individual

No entanto algumas empresas encontram resistência do colaborador na utilização dos equipamentos de proteção individual. Isso porque alguns modelos de EPI’s realmente não são democráticos em relação aos diversos formatos de corpos existentes. Todavia o empregador deve se preocupar com esse fator no momento da aquisição e procurar por fabricantes que, além da proteção, se preocupem também com o conforto do trabalhador.

Ainda assim é importante implementar a cultura de uso dos EPI’s. Por exemplo, uma empresa de grande porte pode utilizar a CIPA para incentivar o uso dos equipamentos de proteção. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes é um grupo formado por representantes de cada setor da empresa. O objetivo do grupo é promover a segurança e a saúde dos funcionários de forma preventiva, realizando ações contra acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.

CIPA – Mapeando Riscos

A CIPA participa do mapeamento dos riscos, promove encontros periódicos para avaliar a segurança e os procedimentos da empresa, mantém os colaboradores informados sobre tudo que possa interferir na sua saúde e segurança, além de poder intervir sempre que julgar necessário. Dessa forma toda irregularidade e qualquer questão relacionada aos equipamentos de proteção individual são avaliadas pelos membros da CIPA a fim de que sejam tomadas as devidas providências.

De fato outra alternativa, perfeita para empresas de pequeno e médio porte, é a realização de treinamentos periódicos sobre os procedimentos de trabalho e utilização dos EPI’s. Estes treinamentos podem ser realizados em formatos menores e maiores:

  • Por exemplo diálogos sobre Segurança realizados, geralmente, antes do início das atividades. Pois essas pequenas palestras costumam durar em torno de quinze minutos e seu objetivo é alertar os trabalhadores sobre os riscos das tarefas que serão realizadas e também sobre as medidas de prevenção relacionadas.
  • Em segundo lugar as palestras maiores costumam virar um evento sobre saúde e segurança e podem ser realizadas dentro ou fora do ambiente de trabalho. Só que neste caso as informações são mais extensas e detalhadas e demandam uma organização mais elaborada. Podem ser realizadas mensalmente ou de acordo com a necessidade.
  • Por fim existe ainda a realização anual da SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes. Uma campanha obrigatória, de acordo com a portaria n.º 3.214 da Legislação Trabalhista, que visa conscientizar os funcionários sobre os riscos inerentes à sua atividade. A SIPAT engloba palestras, dinâmicas e dramatizações teatrais.

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Bombeiro civil: conheça os riscos da profissão e se proteja corretamente

Bombeiro civil: conheça os riscos da profissão e se proteja corretamente

A profissão de bombeiro civil é regulamentada pela Lei Federal nº 11.901/09 (sancionada em janeiro de 2009). Uma informação importante sobre a profissão é que a atuação dos bombeiros civis é diferente da dos bombeiros militares. (vamos falar sobre os riscos da profissão de bombeiro civil). Os primeiros atuam de forma particular, como empregados contratados por quaisquer tipo de empresas (públicas e privadas). Enquanto isso, os bombeiros militares prestam serviço público à sociedade.

Bombeiros militares estão associados às forças armadas e suas principais funções são o combate à incêndios, situações de pânico, busca e salvamento de pessoas e defesa civil. Bem como, o bombeiro civil atua principalmente na prevenção dos riscos de incêndio, entre outros, realizando a identificação dos mesmos e mapeando formas de evitá-los. Todavia quando ocorre algum tipo de fatalidade o bombeiro civil age de acordo com os protocolos previamente estabelecidos, a fim de minimizar os danos e buscando reverter a situação.

Protocolos

Dessa forma, dentro das ações do protocolo do profissional civil está o acionamento dos colegas militares na hora certa. Assim, algumas das atribuições do bombeiro civil: inspecionar periodicamente os equipamentos de combate a incêndio; inspecionar as rotas de fuga, incluindo a sua liberação e sinalização; promover e participar de exercícios simulados; registrar as irregularidades encontradas apresentando propostas e medidas corretivas.

O bombeiro civil passa por um processo de formação envolvendo treinamentos específicos. A duração das atividades é de mais ou menos um mês quando realizado de forma ininterrupta.

Por dentro da rotina do bombeiro civil

Além de agir de forma técnica, avaliando todos os pontos críticos, e orientando a fim de minimizar ou inibir os riscos relacionados à segurança contra incêndio, o bombeiro civil também realiza a gestão dos equipamentos de segurança contra incêndios. Portanto o profissional precisa ter um amplo conhecimento de gestão dos equipamentos e dos sistemas de combate a incêndios. Isso para que ele atue de forma correta e eficaz no momento da ocupação de qualquer edificação ou planta.

Ademais cabe ao bombeiro civil realizar a liberação do projeto de edificação antes da ocupação do mesmo. Essa atitude configura uma medida de proteção. Depois disso sua atuação será no cuidado da área ocupada. São diversos os equipamentos que compõem um sistema de segurança contra incêndios. O ideal é que o bombeiro civil aprofunde seus conhecimentos sobre esses equipamentos a fim de orientar o gerenciamento dos mesmos e manter todos eles funcionando de forma correta.

Equipamentos

A saber extintores de incêndio, hidrantes e mangotinhos, chuveiros automáticos (aqueles de teto), sinalização e iluminação especial, sistema de detecção e alarme e saídas de emergência (incluindo rotas de fuga). Enfim todos esses equipamentos fazem parte do sistema de segurança contra incêndios que deve ser administrado pelo bombeiro civil.

Certamente, empresas grandes, locais como shoppings, hospitais, igrejas, universidades e qualquer tipo de evento com grande movimentação de pessoas como casas de show e estádios de futebol, precisam da presença de um bombeiro civil. Mesmo nos eventos realizados em locais totalmente abertos é recomendada presença desse profissional. A quantidade de bombeiros que deve estar presente varia de acordo com cada caso.

Antes de tudo é preciso avaliar os riscos existentes e sua gravidade para determinar o tamanho da equipe. A norma regulamentadora – ABNT NBR 14608 orienta sobre como essa avaliação deve ser feita.

Quais atividades deverão ser executadas pelo bombeiro civil? ( Riscos da profissão de bombeiro civil)

a) atividades de inspeção de segurança;

b) primeiros socorros e/ou atendimentos pré-hospitalares de emergências médicas;

c) atendimentos de resgate técnico (altura, espaços confinados etc.);

d) atendimentos de prevenção e controle de incêndios;

e) atendimentos a emergências com produtos perigosos;

f) atividades para o abandono de áreas;

g) atividades de ensino de educação continuada para o público interno.

Análise Ambiente

Devem ser realizadas também uma série de análises sobre o ambiente de atuação

a) análise das situações que podem oferecer riscos para a vida da população da planta;

b) análise dos principais potenciais de danos ambientais por consequência de acidentes e/ou incêndios na planta;

c) análise dos principais potenciais de perdas de propriedades por consequência de acidentes e/ou incêndios na planta;

d) análise dos tipos de viaturas que podem ser empregados e a composição da tripulação de acordo com as ABNT NBR 14561 e ABNT NBR 14096;

e) procedimentos operacionais empregados como padrão para os atendimentos às emergências;

f) tipos de equipamentos e recursos materiais empregados nos atendimentos às emergências;

g) localizações e disposições das equipes e dos armários da brigada para garantir o tempo de resposta adequado conforme a sua área de abrangência na planta.

Saúde e segurança do profissional bombeiro civil (Riscos da profissão de bombeiro civil)

Apesar de realizar trabalhos mais técnicos, o bombeiro civil, precisa estar devidamente preparado e protegido para eventualidades. A ABNT NBR 14608 regulamenta também os equipamentos de proteção individual que devem ser utilizados por estes profissionais.

a) vestimenta completa com jaqueta e calça (específico para atividades bombeiros);

b) balaclava (específico para atividades bombeiros);

c) capacete com proteção para os olhos e/ou face (específico para atividades bombeiros);

d) luvas (específico para atividades bombeiros);

e) botas (específico para atividades bombeiros).

Sobretudo todos os equipamentos de proteção individual utilizados pelos bombeiros civis devem ser impermeáveis e também resistentes ao fogo. Por certo, quando dizemos “todos os equipamentos” estamos incluindo as luvas e os calçados. Os modelos ideais de calçados para contato com altas temperaturas devem ser confeccionados em couro com tratamento anti chamas.

Produtos Marluvas

Com toda a certeza é imprescindível ainda que os calçados sejam confortáveis, possuindo solado com absorção de impacto e palmilhas anatômicas. Além disso a forração interna tem que impermeável e permitir o controle de temperatura corporal por meio da transpiração. As luvas utilizadas em contato com o fogo também devem ser confeccionadas com tratamentos e tecnologias especiais a fim de proteger o profissional contra qualquer risco.

A luva Weld, da Marluvas, é confeccionada em couro com tratamento especial, costuras em aramida e forração térmica para extremo conforto. De fato o desgin cuidadosamente desenvolvido para o melhor desempenho em atividades que demandem proteção a chamas, calor por contato ou radiante, além de respingos de metal. Punho de segurança de saque rápido.

Por fim, o investimento em equipamentos de proteção com qualidade aumentam a segurança do trabalhador, seu conforto durante o período de uso e consequentemente os resultados do trabalho. Por exemplo, o bombeiro civil trabalha prestando serviços relacionados à segurança e integridade física da sociedade, portanto merece receber toda atenção e cuidado também com a sua saúde e conforto durante o exercício da sua função.

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Riscos ocupacionais: tudo sobre atividades em temperaturas baixas

Riscos ocupacionais: tudo sobre atividades em temperaturas baixas

Decerto é bastante comum que as pessoas relacionem os riscos ocupacionais apenas às atividades que possuem riscos explícitos de acidentes: trabalho em altura; contato com eletricidade; manuseio de máquinas; objetos cortantes; queimaduras e outros. Apesar de os riscos ocupacionais estarem mais visíveis nesses casos, a verdade é que eles também estão presentes em outros ambientes e atividades. Mas existem os riscos ocupacionais em temperaturas baixas.

Afinal neste texto vamos tratar especificamente dos locais frios. Afinal O trabalho em contato com temperaturas extremamente baixas também esconde uma série de perigos que devem receber uma atenção especial por parte do empregador, do empregado e da equipe de saúde e segurança do trabalho.

Setor Alimentício (Riscos ocupacionais em temperaturas baixas)

A grande maioria das atividades desenvolvidas em temperaturas baixas são demandas do setor alimentício. Isto é por conta da grande quantidade de alimentos perecíveis que necessitam de conservação em refrigeração ou até mesmo congelados. Por exemplo: frigoríficos, determinados setores de supermercados e açougues, setores de laticínios, caminhões e outros. Nesses ambientes, quando o alimento está refrigerado, o trabalhador é exposto a temperaturas que variam de 0 a 10ºC.

Todavia em ambientes de manuseio, como cortes de carnes e armazenamento de verduras, a temperatura pode passar um pouco acima dos 10ºC. Entretanto existem ainda os ambientes mais extremos como as câmaras frias para produtos congelados que possuem uma temperatura média de 20ºC negativos. Os túneis de congelamento podem chegar à temperatura de 70ºC negativos. O trabalhador inserido nesses ambientes está sujeito a alguns riscos ocupacionais.

Medidas para prevenir os riscos ocupacionais

Com a finalidade de preservar a saúde do trabalhador inserido neste ambiente, existem algumas práticas de prevenção contra doenças e lesões causadas pelo frio. Algumas dessas práticas são aplicadas de forma coletiva e outras são individuais, como a utilização dos EPIs, por exemplo. Antes de tudo, pensando coletivamente, é necessário que o local de trabalho seja planejado de forma a evitar que o colaborador permaneça parado por um longo período de tempo. É interessante também que o trabalhador possa desfrutar de um local externo para repouso, além de troca de roupas molhadas.

Os intervalos são assegurados pelo artigo 253 da consolidação das Leis do Trabalho – Decreto Lei 5452/43: “Para os empregados que trabalham no interior das câmaras frigoríficas e para os que movimentam mercadorias do ambiente quente ou normal para o frio e vice-versa, depois de 1 hora e 40 minutos de trabalho contínuo, será assegurado um período de 20 minutos de repouso, computado esse intervalo como de trabalho efetivo”.

Normas de Segurança

Com o intuito de manter a Segurança e saúde no trabalho em empresas de abate e processamento de carnes e derivados a NR 36 traz regulamentações sobre as atividades frigoríficas. Sobretudo a norma exige que, em caso de atividades manuais em ambientes frios ou em contato com superfícies e produtos frios, sejam disponibilizados sistemas “para aquecimento das mãos próximo dos sanitários ou dos locais de fruição de pausas”. Quanto aos EPIs a NR36 enfatiza que eles devem oferecer proteção e conforto ao colaborador.

Primordialmente devem ser fornecidas, diariamente, meias limpas e higienizadas. As luvas devem ser trocadas de acordo com o desgaste por uso. É importante também que as luvas sejam impermeáveis para manter as mãos do colaborador sempre secas. “Nas atividades onde as mãos dos trabalhadores ficam totalmente molhadas e não seja possível a utilização de luvas em razão da geração de riscos adicionais, deve ser efetuado rodízio com outras tarefas”.

Luvas de Proteção (Riscos ocupacionais em temperaturas baixas)

As luvas utilizadas para proteger o trabalhador dos riscos ocupacionais em contato com o frio, devem ser anatômicas e extremamente confortáveis. Contudo o fornecimento e a higienização de toda a roupa utilizada como EPI é de responsabilidade do empregador. Cabe ao colaborador utilizá-las e conservá-las sempre de forma correta. Quais são os EPIs utilizados em ambientes como câmara fria e outros com temperaturas extremamente baixas?

Blusa e calça capazes de proteger todo o corpo. É importante criar camadas de roupa para isolar o frio. Quando o trabalhador tem contato com vento, as roupas devem ser confeccionadas em couro ou lã. É importante que a roupa seja impermeável e tenha sistema de controle de temperatura. As luvas de segurança já citadas anteriormente. É importante também a utilização de um capuz de segurança. Ele será responsável por proteger cabeça e pescoço do trabalhador.

EPI – calçado de proteção

Outro EPI de extrema importância é o calçado de proteção. Esses calçados devem proteger os pés contra o frio e a umidade. É importante que eles sejam confortáveis para que o colaborador execute bem suas tarefas e esteja protegido contra os riscos ocupacionais. Modelos fabricados em PVC impermeável, de fácil higienização, cano alto, forração interna e solado antiderrapante, são ideais para este tipo de atividade.

Conheça os principais riscos ocupacionais em temperaturas baixas

Mas você sabe quais são as doenças e principais riscos ocupacionais que acometem os trabalhadores que desempenham suas atividades em temperaturas extremamente baixas? Quando ocorre uma perda excessiva de calor a circulação sanguínea diminui. Se o corpo não está preparado para se expor a essas temperaturas, uma série de problemas podem ocorrer. Extremidades como mãos e pés são sempre os primeiros atingidos, por isso a importância de luvas e calçados EPIs.

Outras partes do corpo como o sistema respiratório e pele também se comprometem por conta do frio. A ocorrência de crises e reações alérgicas, específicas do frio, como a Urticária são bem comuns. A Ulceração, responsável por pequenas lesões na pele, palidez, dores e formação de bolhas, também é causada pela exposição ao frio excessivo. O Fenômeno de Raynaud é consequência da diminuição de circulação sanguínea nos dedos.

Fenômeno de Raynaud (Riscos ocupacionais em temperaturas baixas)

Nesse caso os membros ficam pálidos ou azulados, perdem a sensibilidade e o indivíduo tem a sensação de latejamento e ardência. O Fenômeno de Raynaud pode ser associado a doenças como artrite reumatoide. Extremidades do corpo como mãos, pés e face podem sofrer congelamento. Isso ocorre quando a área tem sua temperatura igual ou inferior a 0ºC. A diminuição da circulação, neste caso, causa vermelhidão e inchaço, podendo evoluir para dor intensa, infecção e, em casos mais graves, gangrena e a perda do membro afetado.

Outro risco ocupacional é o Frosbite, que ocorre quando há a formação de pequenos cristais de gelo na pele (epiderme e derme). A Perniose, conhecida popularmente como frieira, acontece após o congelamento. Algumas partes do corpo continuam doloridas e com queimaduras. O tratamento é complexo e duradouro. A Hipotermia é o mais grave de todos os riscos ocupacionais citados anteriormente. Quando o colaborador se expõe a temperaturas extremamente baixas por um um longo período, sem a correta proteção, o corpo perde a sensibilidade.

Se isso acontece a pessoa para de sentir frio, tem um grau elevado de fraqueza muscular e adormecimento que pode levar à morte. Outras características são dilatação da pupila e alucinações. A hipotermia deve ser tratada imediatamente. A vítima deve ser aquecida com cobertores, aquecedores e bebidas e transferida para um hospital.

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Calçado de segurança para atividades militares e offshore

Calçado de segurança para atividades militares e offshore

Certamente o serviço militar é um tipo de atividade que demanda a realização de uma série de exercícios intensos. Portanto esses exercícios podem ser realizados nos mais diversos ambientes e em certos momentos necessitam da utilização de roupas e calçados específicos. Vale ressaltar que na maioria absoluta das vezes os militares utilizam calçados de segurança.

Primeiramente as características visuais mais marcantes e que nos vêm à mente quando se trata de serviço militar são farda e coturno. Assim a farda é o uniforme, a vestimenta padronizada que representa a tradição da profissão e reafirma seus valores. O coturno aquele calçado parecido com uma bota. Existem algumas diferenças pontuais entre os dois tipos de calçados, como o estilo de solado, por exemplo.

Você sabia que o coturno também é classificado como um calçado de segurança?

Eventualmente, o coturno é classificado como calçado de segurança devido ao seu alto grau de proteção. Apesar da semelhança com as botas, os coturnos são mais utilizados em determinadas atividades e principalmente em serviços militares. Apesar de cumprirem seu papel como calçado de segurança, eles também contribuem para as questões históricas e estéticas das profissões.

Todavia algumas atividades dos militares exigem muito dos pés e demandam uma proteção reforçada para maior segurança e conforto. O coturno tem a função de proteger os pés, evitar um atrito excessivo com o solo e dar mais estabilidade ao tornozelo.

Coturnos

O coturno 90C32 SELVA SRV é um modelo ocupacional com biqueira de plástico, confeccionado em couro e lona de algodão nas laterais. Possui fechamento em cadarço e proteção nas laterais, além de forração interna e solado bidensidade.

O solado reforçado é marca registrada nos coturnos. Este modelo é constituído de duas camadas de poliuretano (PU), injetado diretamente no cabedal. A primeira camada (entressola) é mais macia e leve, com densidade de 0,4g/cm3 proporcionando maior conforto. A segunda camada (sola) é mais compacta com densidade de 1,0 g/cm3, resistente a abrasão com sistema antiderrapante constituído de ranhuras especiais de 3mm de altura e 6mm de largura. Resistente ao escorregamento em piso cerâmico e piso de aço (Nível SRC).

Outro modelo de coturno Marluvas é o 70C32 MAT. Diferentemente do anterior, este não possui cadarço, seu fechamento é apenas com zíper nas laterais. Confeccionado em microfribra MMicro, o coturno possui colarinho acolchoado, biqueira de polipropileno e palmilha de montagem em poliéster resinado. O solado é isolante em PU bidensidade e sistema de absorção de impacto, injetado diretamente no cabedal.

A MMicro é uma microfibra de alta performance que proporciona, por meio de microporos, a transpiração, absorção e dessorção do suor. Sua textura é muito parecida com o couro, porém é lavável, mais leve e resistente a produtos químicos. Uma tecnologia que atende às normas NBR ISO 20344, NBR ISO 20345 e NBR ISO 20347 e à norma de conforto NBR 14834/2015.

Duas super opções para quem busca coturnos extremamente confortáveis, seguros e fabricados com as melhores tecnologias para calçado de segurança do mercado.

Calçado de segurança para atividades militares e offshore

Além do coturno existem também alguns outros modelos de calçados, como as botas, que são fabricados pensando especialmente em atividades militares e também para as offshore. Todos eles possuem características próximas às do coturno, mas a variação dos modelos são essenciais para adaptação aos diferentes tipos de ambientes e também para agregar valor estético ao calçado e à vestimenta do trabalhador. Vamos analisar algumas características desses calçados voltados para atividades intensas e que exigem proteção.

A primeira característica é o solado. A sola de um calçado de proteção precisa ser mais grossa e reforçada do que os solados de calçados comuns. Essa característica garante mais estabilidade e resistência. O solado grosso combinado com palmilhas especiais garantem resistência a cortes e perfurações. A Marluvas trabalha com diversas tecnologias aplicadas às suas palmilhas a fim de garantir conforto e segurança para os clientes.

Algumas Tecnologias Marluvas

Sem dúvida, a PAP é uma palmilha confeccionada em fibras de aramida não metálica e totalmente resistente à perfuração. Essa é uma palmilha leve e flexível, que cobre 100% da planta do pé. Por certo atendendo às especificações da NBR ISO 20344/2015 a PAP resiste a perfurações mínimas de 1100N. O calçado de segurança semelhante ao coturno possui biqueira de segurança. Por outro lado esse reforço na parte da frente do calçado oferece segurança aos pés evitando esmagamento no caso de queda de objetos pesados.

Sem dúvida a Marluvas possui em sua extensa lista de tecnologias para calçados uma biqueira ultrarresistente confeccionada em composite. Essa biqueira, não metálica, é mais leve, confortável e resiste a impactos de até 200J e compressão 1500N. Todas as características conforme determinações da norma NBR ISO 20345/2015. Além da composite existem também as biqueiras metálicas e as de polipropileno. Do mesmo modo o cano alto com fechamento em cadarço é outra marca do calçado de segurança voltado para militares e trabalho offshore.

Em conclusão o fechamento reforçado recebe auxílio do zíper na lateral do calçado para facilitar no momento de vestir e tirar. Em geral estes modelos de calçado de segurança são confeccionados em couro com tratamento impermeável, além de conter um sistema de absorção e dessorção de suor para controlar a temperatura corporal de quem está utilizando. Dependendo da necessidade o coturno ainda pode ser confeccionado com tecnologia anti chamas. Os calçados Marluvas possuem todas essas tecnologias.


Calçado de segurança para atividades militares


A saber, a Marluvas, líder absoluta no segmento de calçado de segurança, possui em seu catálogo uma série de modelos de calçado de segurança para atividades militares e offshore. Como resultado a bota de segurança 60C39 CPAP WP ZP, por exemplo, é um modelo de calçado que pode ser utilizado tanto em atividade militar quanto offshore. Esse é um calçado confeccionado em couro vaqueta hidrofugado antichamas e que possui em sua forração interna a tecnologia DryOut Water Proof: uma membrana de PU 100% impermeável e transpirável.

Desse modo o fechamento não possui componentes metálicos e sua biqueira é de composite, o que permite que este calçado de segurança seja utilizado também em atividades com risco de eletricidade. A palmilha, confeccionada em tecido poliéster, é resistente à perfuração e cobre 100% da planta dos pés. Por fim o solado é composto de um bicomponente de Poliuretano/Borracha e resiste ao contato com superfícies de até 300°C por 1 minuto.

Calçado de segurança tem que ter qualidade

Primordialmente a Marluvas produz calçados que atendem às normas nacionais e internacionais. A fim de manter a qualidade e a relação custo-benefício dos produtos, a empresa tem uma estrutura com softwares e equipamentos de última geração que agilizam  o desenvolvimento e os processos de fabricação. Acima de tudo os modelos são desenvolvidos a partir de pesquisas, buscando sempre alta performance, durabilidade e diferenciação no design para cada área de trabalho.

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Equipamentos de Proteção Individual – Saiba por que é importante investir na segurança dos pés

Primeiramente, a proteção dos pés é um ponto crucial quando o assunto é a segurança no trabalho e o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). Devido à importância, já foram, temas de diversas postagens aqui no blog Marluvas. Antes de falar mais sobre a segurança dos pés, vamos recapitular esses outros conceitos e explicar o porquê de serem essenciais para qualquer organização ou empresa.

Ademais, a segurança no trabalho se refere a todas as medidas necessárias para garantir a saúde física e mental de todos os funcionários. Seja ele uma empresa, um órgão público ou um estabelecimento de qualquer outro tipo. Nesse contexto, alguns serviços requerem a utilização de equipamentos de proteção individual, capazes de prevenir acidentes e evitar prejuízos à saúde do trabalhador.

Assim sendo, os EPIs obrigatórios são definidos por Normas Regulamentadoras (NRs) do Governo Federal. Essas NRs levam em consideração as particularidades de cada ambiente de trabalho e serviço. Quem atua na área da saúde, como médicos e enfermeiros, deve utilizar luvas e máscaras, de modo a evitar contaminações em determinados casos. Já aqueles que trabalham na construção civil precisam utilizar capacetes, botas e equipamentos contra quedas, por exemplo. Dentre os diversos EPIs, estão os calçados, que também têm uma função essencial na hora de proteger a saúde e garantir o bem-estar do trabalhador.

A proteção dos pés

Assim também, os calçados são considerados equipamentos de proteção individual e devem atender a todas as exigências de segurança que um EPI necessita. “Mas por que a proteção dos pés é tão importante?”, você pode estar se perguntando. Iremos explicar: assim como todo o corpo, os pés também estão sujeitos aos diferentes riscos que cada ambiente de trabalho oferece. Esses riscos dependem da situação e da profissão, mas nunca podem ser negligenciados. Vamos listar abaixo alguns deles.

Riscos elétricos

Todavia, o principal risco para quem trabalha com eletricidade são os choques elétricos. Existem diversas medidas de segurança que devem ser tomadas para evitar que tais choques aconteçam, mas deve-se estar preparado para eventuais acidentes. Por isso, é essencial que esses trabalhadores usem roupas e calçados isolantes. Dessa forma, é possível evitar choques quando se pisa em fios desencapados e eletrizados, por exemplo.

Riscos químicos (proteção individual)

A saber, diversas profissões envolvem o manuseio de produtos químicos, muitos dos quais corrosivos e inflamáveis. Sendo assim, o trabalhador deve tomar cuidados para se proteger em caso de incêndios ou derramamento de substâncias, por exemplo. Nessas situações, calçados resistentes ao calor e à corrosão são essenciais. Se não há a utilização dos calçados de segurança adequados, os pés estarão sujeitos a queimaduras e machucados, que podem ser graves.

Quedas

Da mesma forma, nos mais diversos estabelecimentos, como em restaurantes, supermercados e açougues, há o risco de quedas. Isso ocorre devido a pisos escorregadios e derramamento de líquidos. Essa situação pode levar a machucados, torsões, contusões, cortes e até a algum osso quebrado. Por isso, é importante utilizar, nesses casos, calçados antiderrapantes, capazes de prevenir esse tipo de acidente.

Temperatura

De fato, certos serviços são feitos em ambientes de temperaturas muito baixas ou muito elevadas. Quem trabalha em frigoríficos, por exemplo, está sujeito à ação do frio, enquanto aqueles que lidam com fundição de metais, ao calor. Para que o trabalhador não sofra com a temperatura e tenha o bem-estar e a segurança garantidos, é ideal que ele utilize calçados especiais, de acordo com as condições às quais está exposto.

Esmagamento (proteção individual)

Em conclusão, determinados ambientes, como na construção civil ou na área de transporte e logística, há riscos de quedas de objetos leves e pesados. Os pés são, normalmente, um dos pontos mais afetados por essas quedas. Há a possibilidade de fraturas, esmagamento, machucados e cortes. Sendo assim, é preciso que o trabalhador utilize calçados de segurança, resistentes ao impacto, o que pode prevenir tais tipos de lesão.

Riscos biológicos

Contudo, na área da saúde, os trabalhadores estão expostos a riscos relacionados a seringas, frascos e diversos outros recipientes que possam conter substâncias contaminadas. Caso haja a queda de um recipiente de vidro, ao pisar em um caco, o profissional pode perfurar o calçado e machucar os pés, estando susceptível à contaminação. Além disso, se o calçado não for impermeável, mesmo que não haja cortes ou rasgos, há a possibilidade de infiltração de fluidos e líquidos. Por isso, nesses casos, é essencial utilizar calçados resistentes à perfuração e à umidade.

Umidade

Bem como, quem trabalha na área da limpeza, está em constante contato com a água e produtos de higienização. Com calçados inadequados, os pés podem ficar úmidos ou mesmo totalmente molhados, o que pode levar a micoses. Nesses casos, para garantir o conforto e o bem-estar do profissional, são ideais calçados resistentes à umidade, capazes de manter os pés secos.

Picadas (proteção individual)

A saber, quem trabalha no campo, matas, bosques ou ambientes com muita vegetação, pode estar exposto a picadas de animais peçonhentos. Além de cortes e arranhões devido a galhos e espinhos. Nessas situações, os calçados ideais são aqueles resistentes à perfuração e à umidade. Além disso, canos altos são altamente recomendados, por também protegerem o tornozelo e parte da perna.

Em resumo, esses são apenas alguns dos riscos relativos à proteção dos pés que podem afetar a segurança, a saúde e o bem-estar dos profissionais. É possível perceber a importância da utilização de calçados de segurança. Além de todos os demais equipamentos de proteção individual estipulados pelas Normas Regulamentadoras.

A Marluvas possui várias linhas de calçados profissionais, desenvolvidos para fornecer o máximo de conforto e proteção. Confira nossos produtos e escolha o que melhor se adequa às suas necessidades.

Caso ainda não conheça a empresa, a Marluvas estará na ExpoProteção 2019, a 8ª Feira Internacional de Saúde e Segurança do Trabalho. O evento será sediado na cidade de São Paulo, no Pavilhão Branco do Expo Center Norte (Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme), entre os dias 7 e 9 de agosto. As feiras ocorrerão das 13 às 21 horas, e os eventos técnicos das 8h30 às 19 horas. Venha nos conhecer de perto, será um prazer recebê-lo!

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