A importância do uso de luvas para a segurança do trabalho

A importância do uso de luvas para a segurança do trabalho

As luvas de segurança fazem parte de um extenso grupo de equipamentos de proteção individual. Afinal todo e qualquer tipo de atividade profissional que oferece riscos físicos à saúde do trabalhador, exige o uso de EPI’s. Desse modo Óculos, protetores auriculares, máscaras, mangotes, capacetes, luvas, calçados, cintos de segurança, protetor solar entre outros são indispensáveis em fábricas e processos industriais em geral. Todo uso é regulamentado pela segurança do trabalho.

Inegavelmente os equipamentos de proteção individual, além de evitar uma série de acidentes de trabalho, também são usados para garantir que o profissional não será exposto a doenças ocupacionais. Um exemplo é a LER (lesão por esforço repetitivo), uma síndrome que abrange uma série de doenças ocupacionais. Bastante frequente e capaz de acometer trabalhadores em diferentes atividades, a LER abrange doenças como tendinite e mialgias, que afetam músculos, nervos e tendões.

Luvas de proteção e segurança do trabalho

Todavia entre os diversos tipos de equipamentos de proteção individual estão as luvas. Outrossim as luvas têm a função de proteger as mãos, pulsos e, dependendo do modelo, os braços do colaborador. São variados os riscos de segurança do trabalho que implicam no uso das luvas de segurança.

  • Físicos: cortes, queimaduras e perfurações.
  • Químicos: produtos de limpeza, ácidos e demais substâncias corrosivas.
  • Biológicos: bactérias, fungos e outros.

Antes de mais nada a atuação de um profissional de segurança do trabalho é de extrema importância durante o processo de realização do mapeamento de riscos. A saber o profissional, depois de analisar cuidadosamente, indicará o tipo de luva específica que deverá ser utilizada pelo trabalhador, de acordo com os riscos aos quais ele está submetido. De fato existem luvas confeccionadas em diferentes tipos de material e com diferentes texturas para melhor proteção do trabalhador.

A Marluvas trouxe de volta ao seu catálogo, recentemente, diferentes opções de luvas de segurança. A empresa se preocupa, há 47 anos, com a segurança do trabalho aliada ao conforto do trabalhador. Líder do mercado de proteção com seus diversos modelos de calçados de segurança, a empresa passa a oferecer agora o melhor em luvas de segurança. Com as melhores tecnologias do mercado, a Marluvas tem um catálogo de luvas completo e capaz de atender trabalhadores que desempenham diferentes atividades.

TIPOS DE LUVAS

A LUVA HERO COM REFORÇO EM KEVLAR SX 93.860, por exemplo, é uma luva tricotada com a inovadora e exclusiva fibra Hero® composta de Kevlar®, fio de aço, nylon, algodão e poliéster. Um produto tecido com fios Hero® de alta resistência a corte, conforto ergonômico e térmico.  Com o intuito de melhor proteção, esse modelo conta com reforço entre o polegar e o dedo indicador em Kevlar® para proteção ainda maior a cortes. Possui resistência térmica de contato até 130°C por 3 segundos.

Da mesma forma o formato anatômico reduz a fadiga muscular e ainda conta com punho tricotado que evita a entrada de resíduos sólidos. Pode ser usada em serviços gerais de perfis leves a pesados, atividades secas, manuseio de objetos cortantes, entre outros. A LUVA EXCALIBUR BLACK 3/4 CUT5 EX4 é um modelo de luva tricotada em fio com alta resistência a corte e abrasão, com banho especial em borracha nitrílica três quartos (palma, dedos e falanges).

Inegavelmente confortável, em formato anatômico que reduz a fadiga muscular, tecida em fios sintéticos que proporcionam equilíbrio térmico às mãos. Punho tricotado que evita a entrada de resíduos sólidos. Este modelo é ideal para o manuseio de peças ou objetos com presença de oleosidade, atividades secas ou levemente oleosas, operações de metalurgia e montagem, entre outras atividades.

A LUVA PREDADOR PUNHO DE SEGURANÇA 97.961 é uma luva confeccionada em malha de algodão totalmente banhada em borracha nitrílica para alta resistência a abrasão em ambientes secos ou úmidos. Sua modelagem proporciona conforto e proteção. Dispõe de punho de segurança (punho em lona para saque rápido), ideal para trabalhos com maquinários em operação.

A LUVA WELD 4.501 é uma luva indicada para trabalhos de solda MIG, TIG, eletrodo, ponto; corte e dobra e colheita de dendê. Confeccionada em couro com tratamento especial, costuras em aramida e forração térmica para extremo conforto. Design cuidadosamente desenvolvido para o melhor desempenho em atividades que demandem proteção a chamas, calor por contato ou radiante, além de respingos de metal. Punho de segurança de saque rápido.

Informações adicionais

De acordo com as orientações da segurança do trabalho é importante que as luvas sejam do tamanho correto da mão do trabalhador. De fato a luva do tamanho certo não corre o risco de sair durante a realização das atividades e dessa forma realiza corretamente sua função de proteção. Do mesmo modo é importante também que ela não seja apertada demais para não comprometer o conforto do trabalhador.


Seja como for, é importante que as luvas de segurança do trabalho sejam utilizadas e conservadas corretamente e seguindo as orientações do fabricante. Cada uma das luvas Marluvas possui uma cartilha com recomendações de cuidados. Por exemplo, alguns materiais devem receber atenção especial e existem também os cuidados gerais que são destinados a todos os modelos. As luvas de couro com tratamento especial, por exemplo, devem ser higienizadas com a utilização de sabão em pó ou detergente neutro.

Contudo é importante que não sejam utilizados produtos de lavagem a seco ou alvejantes. Tanto a limpeza quanto o enxague devem ser feitos em água morna, não excedendo 50°C, por até 10 minutos. A secagem é natural ou em secadora, não excedendo 50°C, por 10 a 15 minutos.

Utilizar EPIs é garantir a segurança do trabalho

Certamente a obrigatoriedade do uso dos equipamentos de proteção individual é regulamentada pela norma regulamentadora número 6. A NR6 estabelece que os EPIs são essenciais para que o trabalhador desempenhe suas funções de trabalho com segurança e  devem ser fornecidos de forma gratuita. A saber o mercado de epi conta com uma grande variedade e tipos de luva de proteção. Cada uma delas com especificidades distintas para atender aos mais diferentes tipos de atividade.

Enfim, para que o empregador saiba quais são os EPIs que devem ser utilizados pelos seus colaboradores, é necessário realizar um mapeamento de riscos na empresa. Aliás esse mapeamento será feito por um profissional capacitado em segurança do trabalho. Além de mapear riscos e fornecer o equipamento, a empresa deve orientar quanto ao uso correto e realizar a fiscalização. A fiscalização visa garantir que o colaborador está utilizando o EPI corretamente e dando a ele o devido cuidado.

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Turismo ecológico – Saiba por que usar botas impermeáveis no seu passeio

Embora a correria do dia-a-dia, do estresse no trânsito, da rotina incessante de trabalho e das incontáveis obrigações cotidianas, muitas pessoas buscam, no contato com a natureza, um momento de alívio. Fazer um turismo ecológico passando algum tempo ao ar-livre é uma ótima maneira de fugir da agitação dos centros urbanos e relaxar. Há também quem utilize os espaços naturais como alternativa às artificiais academias e aos centros de treinamento. Nesse contexto, entram os esportes praticados em ambientes naturais, como o trekking, escalada, caminhada ou montanhismo. Essas são opções agradáveis para quem não é muito fã de aeróbica e musculação.

Assim, quem gosta de estar em contato com a natureza, seja para fazer exercícios e praticar esportes, ou simplesmente para relaxar e aproveitar, deve investir no turismo ecológico. O turismo ecológico – também conhecido como ecoturismo ou turismo de natureza – é voltado à visitação de ambientes naturais e de conservação, como parques, reservas e serras. São inúmeras as atividades que podem ser feitas nesses locais. Além do próprio passeio pelo ecossistema, em muitos lugares também há estrutura para o lazer e a prática de esportes. Frequentemente são oferecidas atividades orientadas, como trilhas, caminhadas em grupo, escaladas e mergulhos.

Atividades de Ecoturismo

Entretanto, as atividades disponíveis dependem da infraestrutura do local. Muitos parques nacionais, estaduais ou municipais, são mais voltados à preservação e manutenção do bioma. Por isso, as permissões de uso são mais restritivas nessas unidades. Sendo assim, é importante pesquisar bem o destino do passeio na hora de planejar a viagem, para que ele esteja de acordo com as atividades pretendidas. Conquanto, se o seu objetivo é a prática do trekking, por exemplo, existem locais que dispõem de diversas trilhas e circuitos famosos. Um deles é o Parque Estadual da Serra da Tiririca, no estado do Rio de Janeiro, que conta com mais de 10 percursos diferentes.

Se preparando para o passeio – Turismo ecológico

Antes de mais nada, escolher o destino com cuidado e pesquisar bastante sobre o local. Quando se fala em turismo ecológico é muito importante pensar nos alimentos, roupas e calçados ideais. Como, geralmente, passa-se um grande período caminhando pelos ambientes naturais, é essencial alimentar-se bem, independentemente da prática de esportes ou não. São preferíveis alimentos leves, como frutas e cereais, menos propensos a causar algum tipo de mal-estar. Principalmente, para não passar fome durante o passeio, deve-se levar também algum lanchinho saudável. Primordialmente levar, ainda, uma garrafinha de água, de preferência grande, para evitar desidratação, principalmente em dias quentes.

Sobretudo, as roupas devem estar adequadas ao clima e ao ambiente, mas, em qualquer situação, é preciso que sejam confortáveis. Calças são mais indicadas devido à picada de insetos e à folhagem, que pode causar arranhões. Em caso de tropeções ou quedas – comuns por causa da irregularidade do terreno – as calças também protegem os joelhos. Já as blusas ideais variam com o clima. No calor, camisetas e regatas são boas pedidas, principalmente as que possuem tecnologias de dispersão de suor. Já no frio, é recomendada a utilização de casacos térmicos e impermeáveis. Além de manter a temperatura do corpo, impedem a entrada de água nas camadas mais internas de roupa, o que é importante em caso de chuva e umidade excessiva.

Turismo ecológico

Ao preparar tudo para a viagem, não se deve esquecer, é claro, de escolher o calçado ideal para o passeio. E, nesse caso, a melhor opção é a bota impermeável. As botas impermeáveis se diferem das botas comuns por impedirem a entrada de água no calçado. Sendo assim, enquanto as botas comuns deixam os pés sujeitos à umidade externa, as botas impermeáveis impedem que essa umidade atinja a parte interna do calçado e molhe os pés. Sobretudo, em ambientes naturais, o terreno é muito variável, podendo contar com a presença de poças de água, riachos, lama e chuva. Para estar preparado para qualquer uma dessas situações, deve-se apostar na utilização desses calçados. Eles irão prevenir que os pés se molhem, dando ainda mais conforto e segurança ao usuário.

A umidade nos pés pode ocasionar o aparecimento de bolhas e micoses, sendo importante evitá-la. Todavia, a impermeabilidade do calçado pode ser mais importante do que a do agasalho, pois os pés estão mais expostos à umidade do que o corpo. Uma vez que o terreno, em diversas situações, como as citadas, encontra-se molhado, enquanto o corpo fica exposto à umidade principalmente em casos de chuva.

Calçados Impermeáveis – Turismo ecológico

Dessa forma, pode-se perceber as vantagens da bota impermeável em relação à bota comum e entender o porquê de ela ser a melhor escolha quando o assunto é turismo ecológico. Contudo, é preciso ficar atento a um ponto importante: o suor. Algumas botas impermeáveis, como impedem a entrada de água, também evitam que o suor dos pés saia do calçado. Sendo assim, elas protegem os pés da umidade externa, mas, em contrapartida, não deixam a umidade interna se dissipar. Portanto, nesses casos, os pés continuam expostos à umidade, só que, desta vez, advinda do suor, e permanecem sujeitos ao surgimento de bolhas e micoses.

Por isso, a linha Premiere Plus da Marluvas conta com a tecnologia DryOut – que garante a impermeabilidade do calçado. Aliada à tecnologia SoftBedPU, que permite a absorção e dessorção do suor através de microporos. Os microporos são menores que as gotas de água, o que impede a sua penetração no calçado, mas são maiores que o vapor de água, o que permite a dessorção do suor. Além disso, a linha também é confeccionada com Couro WR, que possui tratamento especial e é resistente à água, oferecendo mais uma camada de proteção contra a umidade.

Já a tecnologia Climatech permite a termorregulação. Em ambientes quentes, o calor é absorvido, prevenindo o suor. Já em ambientes frios, o calor é retido, permitindo que os pés se mantenham aquecidos. Por fim, o inserto de TPU confere mais sustentação ao tornozelo e, consequentemente, mais estabilidade em terrenos irregulares, o que é perfeito para o turismo ecológico.

Conclusão
Portanto, ao optar pelo turismo ecológico e preparar sua viagem, escolha a linha Premiere Plus da Marluvas. Os calçados Premiere Plus, com as melhores tecnologias, oferecem o máximo de conforto e segurança para quem gosta de estar em contato com a natureza e praticar atividades ao ar-livre. Conheça essa e outras linhas e escolha o calçado que mais se adequa às suas necessidades.

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Calçados de segurança Marluvas: garantia de qualidade e conforto

Calçados de segurança Marluvas: garantia de qualidade e conforto

Os calçados de segurança com maior qualidade dentro do Brasil são os produzidos pela Marluvas. Afinal são 47 anos no mercado levando proteção, inovação e conforto para os trabalhadores e clientes. Decerto os calçados Marluvas são desenvolvidos a partir de rigorosas pesquisas para atender cada área profissional.

Posteriormente, os produtos são testados em um centro técnico que possui a mais avançada tecnologia. O resultado? Certamente o consumidor recebe um produto com alta performance, durabilidade e design diferenciado. Outrossim, a Marluvas recebe as mais importantes aprovações e certificações nacionais e internacionais.

Igualmente as certificações e aprovações a empresa foi coroada por duas vezes consecutivas (2018 e 2019) em duas categorias do Top Of Mind de Proteção. Em primeiro lugar em calçados de segurança. Em segundo lugar geral no prêmio Top Of Mind de Proteção. Excelência no atendimento e também no serviço de assistência técnica.

Em resumo, A Marluvas trabalha para orientar o consumidor sobre a escolha, o uso correto e a conservação do produto desenvolvido. É exatamente essa forma de se relacionar com o cliente que faz da Marluvas uma empresa líder no mercado de calçados profissionais. Em suma a empresa é norteada por valores bem definidos e colocados em prática no dia a dia de trabalho. Você sabe qual é a política de qualidade Marluvas?

“Ser eficaz na gestão estratégica e nos processos de fabricação e comercialização de calçados, assegurando a sustentabilidade do negócio, comprometendo-nos a atender os requisitos aplicáveis e às necessidades das Partes Interessadas, promovendo assim, o nosso crescimento através de melhorias contínuas do Sistema de Gestão da Qualidade”.

Marluvas é garantia de qualidade e satisfação

Por certo, A Marluvas é referência em tecnologias de fabricação de calçados de segurança. Dessa forma, para atender ao alto padrão de qualidade exigido pelo mercado, a empresa mantém um laboratório completo, com sistemas de avaliação para ensaios físico-mecânicos e equipamentos de análise de substâncias restritivas. Tanto os calçados quanto seus componentes são testados.

Primordialmente o desempenho quanto à qualidade, resistência, impacto, abrasão, entre outros, são minuciosamente avaliados. Contudo a equipe de profissionais Marluvas é formada por técnicos treinados em laboratórios credenciados ao Ministério do Trabalho. Característica que garante a confiança dos relatórios emitidos. Esses relatórios são documentos utilizados como referência em certificações nacionais e internacionais.

E com um processo de fabricação tão cuidadoso, é claro que a marca garante a qualidade e durabilidade dos seus produtos. No site da empresa vocês podem encontrar os prazos de garantia de cada uma das linhas desenvolvidas e fabricadas pela marca. Todos os calçados de segurança Marluvas possuem 36 meses de validade, a contar da data de fabricação (gravada no calçado).

Junto com a garantia a empresa também fornece ao cliente algumas recomendações de conservação e manutenção do calçado. É importante que elas sejam seguidas para que o calçado chegue ao fim do seu prazo de validade oferecendo o mesmo nível de conforto e segurança do momento em que foi adquirido.

Recomendações para manutenção dos calçados de segurança Marluvas
  • Lavar ou limpar com um pano umedecido o calçado, ao menos uma vez por semana, e secar a sombra.
  • Efetuar manutenção periódica com graxas, pomadas, ceras para calçados ou sebo.
  • Procurar manter o calçado seco e limpo para aumentar sua vida útil.
  • O excesso de umidade que penetra no calçado compromete seu rendimento. Será necessário secá-lo com fonte de calor natural, à sombra.

OBS: Os produtos químicos usados no processo de construção do calçado e no curtimento do couro, não são contaminantes.

Orientações de limpeza nos calçados de segurança Marluvas – M.Micro (linha 65 e 70)

Entretanto, os calçados em MMicro, para determinados segmentos, deverão ser higienizados de uma forma diferenciada devido a composição do material. Ademais, as orientações a seguir contribuem principalmente para a limpeza dos calçados de uso em Frigoríficos. Inesperadamente, nesse ambiente o procedimento de fiscalização implica, principalmente, no método como os calçados são higienizados.

  • Mantenha sempre seca a palmilha antimicrobiana.
  •  Mantenha seu calçado sempre em local arejado, longe do calor e umidade.
  • Não estoque o calçado por um prazo superior a 365 dias para evitar a hidrolisação do solado, caso este seja de poliuretano ou de borracha.
  • Aliás, evite o uso contínuo de um mesmo par de calçados para prevenir o surgimento de bactérias, fungos e mau cheiro. Deixe que o calçado elimine naturalmente o suor absorvido, e caso haja a necessidade, efetuar a sua troca a cada 6 meses.
  • Seja como for, nunca deixe seu calçado secar junto a fontes de calor intenso como: secadoras de roupas, caldeiras, aquecedores, estufas, fogões nem tampouco ao sol. Altas temperaturas e tentativas de acelerar a secagem afetam negativamente o solado, endurecendo-o e favorecendo a sua quebra devido a perda de flexibilidade. O correto é que o calçado seja seco à temperatura ambiente e à sombra.
  • Em conclusão o material MMicro deverá ser limpo de forma correta, utilizando hipoclorito com a concentração do produto adequado, o ideal seria em concentrações baixas de 1% e homogeneizado.
  • Em resumo, na utilização de detergentes, utilizar produtos cujo pH da solução seja neutro.

Orientações para higienização da linha 75 Marluvas

  • Esponja ou escova de cerdas macias.
  • Bem como, pano de limpeza.
  • Em contrapartida, se o material estar muito sujo, é necessária a aplicação de detergente e água, mas em pequenas concentrações para evitar o desgaste e danificação da cor.
  • Ademais, use uma esponja, ou escova para limpeza de cerdas macias, para livrar a superfície da microfibra suede de arranhões e sujeiras leves. Faça movimentos circulares com a escova para limpar suavemente marcas de arranhões e tirar a sujeira.
  • Seja como for, evite a limpeza com água e também a utilização dos calçados confeccionados em MMicro Suede em ambientes com presença de umidade.
  • Entretanto caso o calçado possua sujeiras difíceis de serem removidas, aplique um limpador líquido especial para nobuck/camurça ou detergente neutro, para eliminar sujeiras difíceis de remover e encrostadas. Assim que o produto secar, esfregue o cabedal suavemente em pequenos círculos, com uma escova ou esponja de cerdas macias, para remover a sujeira.
Algumas informações referentes à estocagem dos calçados de segurança Marluvas também são importantes
  • Com a finalidade de estocagem dos calçados com solado de poliuretano, informamos que não é aconselhável mantê-los parados no estoque por um período de tempo prolongado, pois para isso seria necessário temperatura e umidade ambiente controladas.
  • Todavia este processo ocorre, porque a incidência de calor e a umidade do ar, descontroladas no local, formam moléculas de água que começam a reagir com os produtos químicos que compõem o solado de poliuretano e provocam a HIDRÓLISE, que tecnicamente é a quebra do solado de poliuretano (PU), através da penetração de água (H2O), proporcionando assim a decomposição do solado.
  • Semelhantemente, para o couro não é recomendável a estocagem por um longo tempo, uma vez que começa a ocorrer o ressecamento de suas fibras, com consequentes danos do produto ainda em estoque.
  • Por consequência, por desconhecer o ambiente de estocagem de cada cliente, recomendamos que os calçados não sejam estocados por mais de 01 (um) ano.
  • Sem dúvida, quanto ao sistema de armazenagem adotada, sugerimos o PEPS onde o primeiro produto a entrar no estoque, seja realmente o primeiro a sair, evitando assim, o envelhecimento dos calçados nas prateleiras.
Acima de tudo a Marluvas oferece ao consumidor um serviço de assistência técnica personalizada. Dessa forma preventiva a equipe realiza uma avaliação nas empresas clientes para saber se os calçados estão sendo usados na área adequada e se estão desempenhando de forma satisfatória sua função de proteção.

Salvo, de forma corretiva a equipe atende aos clientes que necessitam resolver problemas relacionados ao desempenho do calçado, fornecendo informações, treinamentos e esclarecendo dúvidas. Para entrar em contato com a assistência técnica Marluvas basta clicar no link.

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A IMPORTÂNCIA DO NOVO CALÇADO ISOLANTE ELÉTRICO

“O QUE MUDA NO CALÇADO CLASSE I – NOVA NORMA ABNT NBR 16.603:2017”

Todos nós sabemos da importância da Energia elétrica nas nossas vidas, é a principal fonte de luz, força e calor utilizada no mundo contemporâneo, no entanto, também sabemos dos riscos que tanto a alta quanto a baixa tensão trazem aos trabalhadores que estão expostos á as atividades ligadas ao segmento elétrico.

Além do risco de choque elétrico, existem os riscos de arco elétrico e de chama repentina, o que nos faz ter atenção especial nos equipamentos utilizados para a proteção de membros inferiores no segmento elétrico. Assim, diferente de outras atividades menos abrasivas no contexto industrial, a geração, transmissão, distribuição e manutenção elétrica estão ligadas diretamente ao risco de morte, além de outros danos que podem ser causados aos trabalhadores, como:

  • Danos aos tecidos nervosos: Ao receber uma descarga elétrica, o corpo humano absorve uma grande quantidade de eletricidade que provoca queimaduras graves e causa danos aos tecidos nervosos, responsáveis por outros sistemas como o respiratório. O ferimento dos tecidos nervosos também gera contrações musculares que resultarão em lesões ou fraturas, desmaios e paradas respiratórias;
  • Alterações na frequência cardíaca: Os efeitos da eletricidade são variáveis para o coração. Dependendo da intensidade da corrente elétrica, poderá haver a aceleração dos batimentos cardíacos ou, em hipóteses de uma corrente de baixa frequência – mais perigosa para o corpo humano, é possível a ocorrência de arritmia e parada cardíaca com risco de vida;
  • Queimaduras graves: A energia elétrica libera parte de sua energia ao percorrer a pele. Se a resistência do tecido for alta, ela provoca queimaduras superficiais nas mãos, cabeça e pés – considerados pontos de entrada e saída da eletricidade – com a carbonização da derme. O resultado é a perda de líquido e sais com a lesão das fibras musculares que pode levar a problemas mais graves como insuficiência renal;
  • Efeitos psicológicos: Além dos danos físicos, os acidentes de trabalho com a eletricidade também causam prejuízos psicológicos ao trabalhador. Quando a corrente elétrica atravessa o cérebro, resulta na perda de memória a curto prazo, alterações da personalidade, irritabilidade e alterações no sono.

                                                                                                                                                                       (Fonte: INBEP – www.blog.inbep.com.br)

Dados ANEEL

Dados divulgados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) mostram que nos últimos nove anos, chegou-se a ter picos anuais de mais de mais de 80 mortes por ano, considerando trabalhadores diretos e terceirizados do segmento elétrico, decorrentes de acidentes de trabalho com eletricidade. Com a evolução dos equipamentos de segurança e proteção e com a politização e aumento das práticas de segurança do trabalho nas empresas os números vem diminuindo, no entanto, qualquer acidente com energia elétrica costuma ser altamente invasivo. O gráfico abaixo demonstra o número global de acidentes no segmento:

                                                                                                                                                                              (Fonte:      ANEL – www2.aneel.gov.br)

Diante deste contexto de risco abrasivo do segmento, a adoção da nova norma ABNT NBR 16.603:2017 traz uma serie de mudanças importantes no calçado CLASSE I (Calçados fabricados em couros, têxteis, laminados sintéticos e outros materiais) – com o objetivo de melhorar e diferenciar o grau de proteção de calçados de segurança; de proteção; e ocupacionais para o segmento elétrico.

A norma ABNT NBR 16.603:2017 foi elaborada pelo Comitê Brasileiro de Equipamentos de Proteção Individual e pela Comissão de Estudo de Calçado de Uso Profissional, sendo que esta norma tem base na ASTM F 2413:2015 e cancela e substitui a ABNT NBR 12.576:1992.

Dentre as mudanças que esta norma trouxe, vamos pontuar algumas abaixo:

Resistência Elétrica:

A resistência elétrica do calçado isolante elétrico deve ser maior que 1000 M Ω.

Isolamento Elétrico (Resistência à passagem de corrente de fuga):

O calçado deve ser capaz de suportar a aplicação de 14.000 V (rms) em 60 Hz por 1 min, sendo que o valor da corrente de fuga não deve ser maior que 0,5 mA.

Importante: O valor de tensão de ensaio de 14.000 V não implica que o calçado possa ser utilizado nesta tensão. Sendo que a tensão de uso para o calçado especificado desta norma é de 500 V.

Resistência elétrica a úmido:

A nova norma traz o requisito de testes de ensaio a úmido, considerando a umidade relativa (23+- 2) °C e (85 +- 5) %, durante sete dias (168h), condição de acordo com a ABNT NBR ISO 20.344:2015, 5.10.

Costuras na região do cabedal:

A nova norma prevê que áreas do cabedal não possuam costuras ornamentais, sendo que toda a região do dorso até o ressalto deverá estar livre de costuras.

Isto inclui a questão solados blaqueados (costurados) na região frontal do cabedal, ou seja, qualquer tipo de costura na região marcada no desenho abaixo passa a ser proibida em calçados para atividade com risco de choque elétrico:

Componentes de metal – Calçado Isolante Elétrico

Diferente da norma anterior, na ABNT NBR 16.603:2017 não permite haver componentes metálicos no calçado, de nenhum tipo, como exemplo: alma de aço, ilhoses metálicos; fivelas metálicas; zíperes, pregos, rebites, etc.

Requisito obrigatório de resistências à penetração de água no cabedal (WRU):

Nesta norma o cabedal resistente à penetração de água é um requisito básico, ou seja, obrigatório. Importante notar que este requisito não aparecerá no Certificado de Aprovação para não confundir o usuário, pois o calçado é para utilização em ambiente seco.

O material hidrofugado ou hidrofóbico tende a absorver menos umidade ambiente, sendo assim, mais seguro em relação a matérias que tem muita permeabilidade.

Novas marcações – Requisitos obrigatórios:

Principais alterações em marcações: A norma prevê a introdução das simbologias SI; PI e OI, referindo-se respectivamente ás características abaixo:

Segurança isolante elétrico (SI);

Proteção isolante elétrico (PI);

Ocupacional isolante elétrico (OI).

Novas marcações – Indicação de resistência e símbolo elétrico:

Incluir desenho da simbologia de resistência ao choque elétrico na parte externa do calçado, sendo que assim os técnicos e engenheiros de segurança passam a enxergar visualmente e á distância se o eletricista está com o calçado correto. Também inclui a marcação de resistência do produto “500 v” e a palavra “seco”, indicando uso em ambiente livre de água e umidade, conforme figura abaixo:

Estas seriam as principais modificações de aplicações da nova norma ABNT NBR 16.603:2017, assim, com níveis de exigência mais elevados, ampliando o número de testes e melhorando a parte de engenharia do calçado, existirá um ganho de segurança para o usuário final, sendo que este calçado também terá uma resistência ao choque elétrico maior.

Desenhando uma linha do tempo no calçado ocupacional, de proteção e de segurança para risco de choque elétrico no país, teremos um cenário aonde o físico do produto vai mudar muito nos termos de construção e o calçado ocupacional, de proteção e de segurança para eletricista terá características específicas, sendo diferente do restante das outras atividades da indústria, ou seja, de acordo com o nível de risco da atividade.

A norma teve sua primeira edição em 26/05/2018 e já se encontra vigente no país como nova norma para calçado isolante elétrico.

Autor: Cleudir Ribeiro Supervisor de Laboratório Marluvas

Bibliografia / fontes:

Norma Brasileira – ABNT NBR ISO 16603 – Calçado Isolante Elétrico;

ANEEL – Pesquisa Geral dos Indicadores de Segurança do Trabalho

INBEP –Novas estatísticas de acidentes com eletricidade

Segurança no trabalho – Se proteja com conforto e estilo na área administrativa

Segurança no trabalho – Se proteja com conforto e estilo na área administrativa

Conforto e segurança no trabalho são essenciais em qualquer rotina, seja qual for a ocupação profissional. De fato, em alguma ocasião, você já foi trabalhar com roupas ou calçados desconfortáveis e se sentiu incomodado pelo resto do dia. Certamento esse incômodo pode atrapalhar o rendimento no serviço, além de causar mal-estar e afetar a saúde, física ou mental, do trabalhador. Às vezes, não há escapatória: o código de vestimenta da empresa exige o uso de determinado traje, que pode se mostrar desconfortável para alguns. Nem sempre encontramos a roupa ou o sapato ideal, que alie conforto e beleza.

Principalmente os sapatos sociais. Muito utilizados na área administrativa e de prestação de serviços, esses calçados podem causar dor de cabeça na hora da compra. Outrossim, é comum encontrarmos um modelo bonito e elegante, mas que não se adequa ao formato do pé. E o contrário também acontece frequentemente: às vezes experimentamos um modelo muito confortável, mas que não nos agrada quanto à estética.

Calçados London Safe

Contudo, a Marluvas criou a linha London Safe, que apresenta calçados ocupacionais com design refinado, mas sem deixar o conforto e a segurança de lado. Os modelos da linha possuem a tecnologia Soft Comfort, com palmilhas higiênicas que possuem propriedades antibacterianas, proporcionando maior proteção contra micro-organismos. As palmilhas ainda são compostas por EVA e micropontos, que permitem a absorção e dessorção do suor, prevenindo a umidade.

Segurança no trabalho

Mas as vantagens não param por aí. Os calçados London Safe possuem solado com duas camadas de poliuretano (PU). A primeira camada é mais macia e leve, o que garante maior conforto. Já a segunda camada é mais compacta, resistente a objetos cortantes, perfurantes e à abrasão. Outrossim, o solado também possui sistema antiderrapante, com ranhuras especiais. Por fim, a linha ainda conta com a tecnologia Air Comfort, composta por calçados feitos com tecidos de fibra de poliéster, que dão mais leveza e suavidade ao produto. Antes de tudo sem perder a elegância e o estilo. São diferentes modelos e cores para escolher o que mais combina com você.

Por que investir em segurança no trabalho na área administrativa?

Sobretudo, toda a tecnologia da linha London Safe é voltada ao conforto e à segurança no trabalho de quem atua nas áreas administrativa e de prestação de serviços, e precisa de um calçado social elegante para a rotina profissional. Mas, afinal, a quais riscos esses trabalhadores estão expostos? Por que é importante investir em segurança no trabalho nessas áreas?

Conforme pontuamos em alguns textos do blog Marluvas, a segurança no trabalho se refere à garantia da saúde física e mental de todos os trabalhadores no ambiente profissional, de modo a diminuir os riscos aos quais eles estão expostos e prevenir qualquer tipo de acidente. Por isso, o Governo Federal instituiu uma série de Normas Regulamentadoras (NRs), que determinam quais as precauções que devem ser tomadas nos mais diferentes ambientes de trabalho. Dentre essas medidas, está a utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs), os quais variam de acordo com a ocupação profissional e os serviços prestados.

Profissionais e segurança no trabalho

Sobretudo, quando falamos em profissões ligadas à eletricidade ou à construção civil, fica fácil perceber por que se deve estar atento à segurança no trabalho e à utilização correta dos EPIs. Primeiramente, é imprescindível usar roupas e calçados isolantes, que protejam o trabalhador em caso de choques elétricos. Portanto, na construção civil, a utilização de capacetes e cordas de segurança é essencial. Mas, quando falamos em profissões ligadas à área administrativa e à prestação de serviços, inicialmente, não parece haver riscos. Entretanto, se engana quem pensa dessa forma. Todavia, mesmo que esses trabalhadores não estejam expostos a perigos tão graves quanto choques elétricos ou quedas de grandes alturas, ainda assim há riscos aos quais deve-se prestar atenção, por menores que possam parecer. Ademais, vamos conhecer alguns deles:

Lesão por Esforço Repetitivo (LER)

Primeiramente, LER é uma síndrome que abrange um conjunto de doenças, como tendinite e mialgias, que afetam músculos, nervos e tendões. Todavia, é causada,por tarefas repetitivas, posições inadequadas ou compressões mecânicas. Os sintomas incluem dores crônicas, inflamações e fadiga muscular, que se manifestam, principalmente, no pescoço e membros superiores. A saber, sentar-se incorretamente na cadeira de trabalho, ou até mesmo a digitação excessiva no computador, podem ser causas da síndrome.

Frequentemente, a Lesão por Esforço Repetitivo também é chamada de DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho). Ainda assim, nos casos de LER, é importante identificar os comportamentos que estão levando ao distúrbio. Principalmente, é recomendado, em todos os casos, durante o expediente, o trabalhador se sente com as costas eretas e se levante a cada hora para pequenos alongamentos. A posição correta das mãos ao digitar também é um ponto a se prestar atenção. O ideal é não manter os punhos dobrados. Caso sinta dores ou incômodos que possam estar relacionados à síndrome, procure um médico ortopedista.

Quedas

Mesmo que não seja de grandes alturas, qualquer tipo de queda expõe o trabalhador a lesões. Na área administrativa não é diferente. Escadas, pisos molhados e escorregadios, e irregularidades podem ser os causadores de um tropeção e uma potencial queda. Como resultado, pode-se ter torções, machucados e até membros quebrados. Para evitar esse tipo de problema, além de estar atento a onde pisa, é importante utilizar calçados confortáveis e seguros, como os da linha London Safe, que possuem solado antiderrapante. Com um sapato que o machuca e incomoda, a chance de cair é bem maior.

Bolhas e Micoses (segurança no trabalho)

Falando em calçados, as bolhas e micoses são problemas que podem afetar trabalhadores de qualquer área, incluindo a administrativa e de prestação de serviços. As bolhas se formam, principalmente, pelo atrito. Quem nunca comprou um sapato novo e, ao usá-lo, adquiriu uma bolha? Por isso, é válida, mais uma vez, a recomendação de usar sapatos confortáveis, que não machuquem o pé. Já as micoses são causadas pela ação de fungos e podem aparecer devido ao calor e à umidade. As palmilhas higiênicas da linha London Safe também podem ser ótimas pedidas nesses casos, prevenindo a ação de micro-organismos e promovendo a absorção e dessorção de suor.

Manuseio de objetos pesados

É comum, durante o expediente, ter que carregar um ou outro objeto, arrastar caixas e mudar algumas coisas de lugar. Mas nada de levantar mais peso do que o corpo aguenta. Isso pode levar a lesões na coluna e nos membros superiores e inferiores. Nesses casos, peça ajuda. Quanto mais pessoas ajudando a carregar algo, mais distribuído será o peso, e menos seu corpo sofrerá com a sobrecarga.

Embora possam parecer pequenos, ainda assim há alguns riscos aos quais o trabalhador está exposto na área administrativa. Por isso, siga as recomendações e utilize calçados confortáveis e seguros, sem deixar o estilo e a elegância de lado. Conheça a linha London Safe e os produtos Marluvas.

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Conforto, segurança e responsabilidade socioambiental

Conforto, segurança e responsabilidade socioambiental

Responsabilidade socioambiental, conforto e segurança são três palavras que resumem a missão Marluvas. Nesse ínterim a missão da empresa consiste em “produzir e comercializar calçados contribuindo com a segurança, saúde, conforto, lazer e produtividade de nossos clientes, respeitando o meio ambiente e colaborando com o crescimento da nossa comunidade”.

Dessa maneira, líder de mercado, a Marluvas realiza em seu dia a dia muito mais do que a produção de calçados e luvas de segurança. Em contrapartida, a empresa possui uma preocupação real com o bem estar da comunidade em que está inserida e realiza ações a fim de que os impactos industriais sejam de fato minimizados.

Afinal de contas, o que é a responsabilidade socioambiental?

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente a responsabilidade socioambiental “está ligada a ações que respeitam o meio ambiente e a políticas que tenham como um dos principais objetivos a sustentabilidade”. Bem como, governo, empresas e todos os cidadãos têm responsabilidade sobre a preservação do meio ambiente.

Uma vez que sabendo dos impactos em ser uma empresa de grande porte a ponto de liderar seu segmento de atuação, a Marluvas desenvolve uma série de ações e projetos ambientais internos e também externos, envolvendo as comunidades em que está inserida. Posto que as ações externas geralmente são realizadas em parceria com ongs, associações e escolas, a fim de promover conhecimento e despertar a consciência socioambiental.

Conheça as ações Marluvas de responsabilidade socioambiental

A saber, entre as ações de responsabilidade socioambiental Marluvas está o EDUCAM. Todavia, realizado nas escolas públicas e privadas de Dores de Campos e Capitão Enéas, duas cidades mineiras que possuem instalações Marluvas, o EDUCAM visa conscientizar os alunos sobre a importância das ações de preservação do meio ambiente. For fim, outro projeto realizado pela Marluvas recentemente é a parceria com a Associação Amigos dos Animais de Dores de Campos (AMADC).

Com a finalidade de realizar a castração de cães de rua, a AMADC foi criada em 2013. A castração é um ato importante de amor aos animais e também uma questão de saúde pública, pois é a forma mais eficaz de diminuir a população de animais de rua. O grupo de amigos que fundou a AMADC entrou em contato com a Marluvas ao saber do histórico da empresa com projetos socioambientais e foram recebidos de braços abertos. A associação hoje é sediada em um espaço que foi viabilizado pela Marluvas.

AMADC

O grupo recolhe os cachorros abandonados pelas ruas de Dores de Campos, leva para o abrigo, realiza a castração e disponibiliza os animais para adoção. Este mês a AMADC está iniciando um projeto viabilizado pela Marluvas: o mutirão de castração. Com o apoio da empresa, a associação será capaz de realizar um mutirão a cada três meses. O objetivo é que em cinco anos a população de cachorros de rua em Dores de Campos diminua  de forma considerável.

Se preocupar não apenas em produzir e gerar lucro, mas também com a responsabilidade social oferecendo suporte e desenvolvimento local, de forma a gerar impacto global. Não por acaso um dos valores Marluvas é a responsabilidade: “priorizar e apoiar o meio ambiente e a comunidade com ações de sustentabilidade, disponibilizando ao mercado produtos que assegurem a integridade física dos usuários”.


Responsabilidade socioambiental de dentro pra fora

A preocupação Marluvas com o meio ambiente não se resume aos projetos externos. A responsabilidade ambiental da empresa envolve também os processos de produção dos calçados e luvas. Todos os resíduos gerados no dia a dia da são separados, reaproveitados e recebem a destinação correta. A reciclagem também é uma preocupação Marluvas.

O trabalho é realizado em conjunto com empresas licenciadas, o que garante padronização e eficiência. Antes de colocar em prática esse projeto ambiental, a Marluvas destinava todo seu resíduo a aterros industriais. Hoje, este percentual caiu para 85% e os outros 15% são enviados para reciclagem. Os resíduos de PU (poliuretano) são reutilizados na confecção de calçados tradicionais e a espuma na confecção de pelúcias e almofadas.

ETEs

A Marluvas ainda conta com Estações de Tratamento de Esgoto – ETEs – em todas as unidades. Nessas estações são tratados os resíduos dos sanitários e lavatórios, com supervisão diária e análise físico-química de efetividade para assegurar o acompanhamento adequado.

Responsabilidade socioambiental refletida em produto de qualidade

Tamanha preocupação com o meio externo reflete completamente a qualidade de produção dos calçados e luvas Marluvas. Além dos efetivos projetos de responsabilidade socioambiental a marca conta com uma rigorosa política de qualidade em sua linha de produção. Tudo isso para entregar ao cliente um produto final líder de mercado, com garantia de extremo conforto e segurança na realização de qualquer atividade.

“Certamente nossos calçados são desenvolvidos a partir de rigorosas pesquisas para atender cada área profissional. Posteriormente, os produtos são testados em nosso centro técnico, que possui a mais avançada tecnologia. O resultado? De certo o consumidor recebe um produto com alta performance, durabilidade e design diferenciado. Enfim a Marluvas recebe as mais importantes aprovações e certificações nacionais e internacionais. Além disso a excelência no atendimento, a Marluvas tem um serviço de assistência técnica para orientar sobre escolha, uso correto e conservação do produto. É esta relação com o cliente que faz a Marluvas ser líder no mercado de calçados profissionais”.

Top Of Mind

Com toda a certeza, os certificados conquistados pela marca ao longo dos seus 47 anos de história e os dois Top Of Mind conquistados recentemente coroam um trabalho de produção realizado com muita excelência e responsabilidade socioambiental. Da mesma forma a Marluvas possui o Selo Verde, conquistado por meio de uma pesquisa realizada pelo Jornal do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, na área de Preservação e Educação Ambiental. Ademais, a Marluvas foi destaque, confirmando que o seu negócio é proteção. Até da natureza.

Antes de mais nada, desde 2000 a empresa é certificada pela ISO 9001, um reconhecimento nacional e internacional à qualidade dos produtos e serviços, e também à eficácia contínua dos processos internos. Bem como a marca também é certificada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), órgão capacitador que assegura a conformidade de produtos e serviços,  e comprova junto ao mercado e aos clientes o rigor no sistema de fabricação Marluvas.

Por fim, os calçados Marluvas são certificados também pelo Selo Conforto do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos, laboratório que executa testes mecânicos de conforto e garante a qualidade, a segurança e a alta performance dos calçados. Além disso, participa do Programa Conforto e Saúde, e é credenciada como empresa que investe em Tecnologia do Conforto e Inovações Tecnológicas. Tudo para garantir o melhor para os clientes.

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