Calçados de segurança Marluvas: garantia de qualidade e conforto

Calçados de segurança Marluvas: garantia de qualidade e conforto

Os calçados de segurança com maior qualidade dentro do Brasil são os produzidos pela Marluvas. Afinal são 47 anos no mercado levando proteção, inovação e conforto para os trabalhadores e clientes. Decerto os calçados Marluvas são desenvolvidos a partir de rigorosas pesquisas para atender cada área profissional.

Posteriormente, os produtos são testados em um centro técnico que possui a mais avançada tecnologia. O resultado? Certamente o consumidor recebe um produto com alta performance, durabilidade e design diferenciado. Outrossim, a Marluvas recebe as mais importantes aprovações e certificações nacionais e internacionais.

Igualmente as certificações e aprovações a empresa foi coroada por duas vezes consecutivas (2018 e 2019) em duas categorias do Top Of Mind de Proteção. Em primeiro lugar em calçados de segurança. Em segundo lugar geral no prêmio Top Of Mind de Proteção. Excelência no atendimento e também no serviço de assistência técnica.

Em resumo, A Marluvas trabalha para orientar o consumidor sobre a escolha, o uso correto e a conservação do produto desenvolvido. É exatamente essa forma de se relacionar com o cliente que faz da Marluvas uma empresa líder no mercado de calçados profissionais. Em suma a empresa é norteada por valores bem definidos e colocados em prática no dia a dia de trabalho. Você sabe qual é a política de qualidade Marluvas?

“Ser eficaz na gestão estratégica e nos processos de fabricação e comercialização de calçados, assegurando a sustentabilidade do negócio, comprometendo-nos a atender os requisitos aplicáveis e às necessidades das Partes Interessadas, promovendo assim, o nosso crescimento através de melhorias contínuas do Sistema de Gestão da Qualidade”.

Marluvas é garantia de qualidade e satisfação

Por certo, A Marluvas é referência em tecnologias de fabricação de calçados de segurança. Dessa forma, para atender ao alto padrão de qualidade exigido pelo mercado, a empresa mantém um laboratório completo, com sistemas de avaliação para ensaios físico-mecânicos e equipamentos de análise de substâncias restritivas. Tanto os calçados quanto seus componentes são testados.

Primordialmente o desempenho quanto à qualidade, resistência, impacto, abrasão, entre outros, são minuciosamente avaliados. Contudo a equipe de profissionais Marluvas é formada por técnicos treinados em laboratórios credenciados ao Ministério do Trabalho. Característica que garante a confiança dos relatórios emitidos. Esses relatórios são documentos utilizados como referência em certificações nacionais e internacionais.

E com um processo de fabricação tão cuidadoso, é claro que a marca garante a qualidade e durabilidade dos seus produtos. No site da empresa vocês podem encontrar os prazos de garantia de cada uma das linhas desenvolvidas e fabricadas pela marca. Todos os calçados de segurança Marluvas possuem 36 meses de validade, a contar da data de fabricação (gravada no calçado).

Junto com a garantia a empresa também fornece ao cliente algumas recomendações de conservação e manutenção do calçado. É importante que elas sejam seguidas para que o calçado chegue ao fim do seu prazo de validade oferecendo o mesmo nível de conforto e segurança do momento em que foi adquirido.

Recomendações para manutenção dos calçados de segurança Marluvas
  • Lavar ou limpar com um pano umedecido o calçado, ao menos uma vez por semana, e secar a sombra.
  • Efetuar manutenção periódica com graxas, pomadas, ceras para calçados ou sebo.
  • Procurar manter o calçado seco e limpo para aumentar sua vida útil.
  • O excesso de umidade que penetra no calçado compromete seu rendimento. Será necessário secá-lo com fonte de calor natural, à sombra.

OBS: Os produtos químicos usados no processo de construção do calçado e no curtimento do couro, não são contaminantes.

Orientações de limpeza nos calçados de segurança Marluvas – M.Micro (linha 65 e 70)

Entretanto, os calçados em MMicro, para determinados segmentos, deverão ser higienizados de uma forma diferenciada devido a composição do material. Ademais, as orientações a seguir contribuem principalmente para a limpeza dos calçados de uso em Frigoríficos. Inesperadamente, nesse ambiente o procedimento de fiscalização implica, principalmente, no método como os calçados são higienizados.

  • Mantenha sempre seca a palmilha antimicrobiana.
  •  Mantenha seu calçado sempre em local arejado, longe do calor e umidade.
  • Não estoque o calçado por um prazo superior a 365 dias para evitar a hidrolisação do solado, caso este seja de poliuretano ou de borracha.
  • Aliás, evite o uso contínuo de um mesmo par de calçados para prevenir o surgimento de bactérias, fungos e mau cheiro. Deixe que o calçado elimine naturalmente o suor absorvido, e caso haja a necessidade, efetuar a sua troca a cada 6 meses.
  • Seja como for, nunca deixe seu calçado secar junto a fontes de calor intenso como: secadoras de roupas, caldeiras, aquecedores, estufas, fogões nem tampouco ao sol. Altas temperaturas e tentativas de acelerar a secagem afetam negativamente o solado, endurecendo-o e favorecendo a sua quebra devido a perda de flexibilidade. O correto é que o calçado seja seco à temperatura ambiente e à sombra.
  • Em conclusão o material MMicro deverá ser limpo de forma correta, utilizando hipoclorito com a concentração do produto adequado, o ideal seria em concentrações baixas de 1% e homogeneizado.
  • Em resumo, na utilização de detergentes, utilizar produtos cujo pH da solução seja neutro.

Orientações para higienização da linha 75 Marluvas

  • Esponja ou escova de cerdas macias.
  • Bem como, pano de limpeza.
  • Em contrapartida, se o material estar muito sujo, é necessária a aplicação de detergente e água, mas em pequenas concentrações para evitar o desgaste e danificação da cor.
  • Ademais, use uma esponja, ou escova para limpeza de cerdas macias, para livrar a superfície da microfibra suede de arranhões e sujeiras leves. Faça movimentos circulares com a escova para limpar suavemente marcas de arranhões e tirar a sujeira.
  • Seja como for, evite a limpeza com água e também a utilização dos calçados confeccionados em MMicro Suede em ambientes com presença de umidade.
  • Entretanto caso o calçado possua sujeiras difíceis de serem removidas, aplique um limpador líquido especial para nobuck/camurça ou detergente neutro, para eliminar sujeiras difíceis de remover e encrostadas. Assim que o produto secar, esfregue o cabedal suavemente em pequenos círculos, com uma escova ou esponja de cerdas macias, para remover a sujeira.
Algumas informações referentes à estocagem dos calçados de segurança Marluvas também são importantes
  • Com a finalidade de estocagem dos calçados com solado de poliuretano, informamos que não é aconselhável mantê-los parados no estoque por um período de tempo prolongado, pois para isso seria necessário temperatura e umidade ambiente controladas.
  • Todavia este processo ocorre, porque a incidência de calor e a umidade do ar, descontroladas no local, formam moléculas de água que começam a reagir com os produtos químicos que compõem o solado de poliuretano e provocam a HIDRÓLISE, que tecnicamente é a quebra do solado de poliuretano (PU), através da penetração de água (H2O), proporcionando assim a decomposição do solado.
  • Semelhantemente, para o couro não é recomendável a estocagem por um longo tempo, uma vez que começa a ocorrer o ressecamento de suas fibras, com consequentes danos do produto ainda em estoque.
  • Por consequência, por desconhecer o ambiente de estocagem de cada cliente, recomendamos que os calçados não sejam estocados por mais de 01 (um) ano.
  • Sem dúvida, quanto ao sistema de armazenagem adotada, sugerimos o PEPS onde o primeiro produto a entrar no estoque, seja realmente o primeiro a sair, evitando assim, o envelhecimento dos calçados nas prateleiras.
Acima de tudo a Marluvas oferece ao consumidor um serviço de assistência técnica personalizada. Dessa forma preventiva a equipe realiza uma avaliação nas empresas clientes para saber se os calçados estão sendo usados na área adequada e se estão desempenhando de forma satisfatória sua função de proteção.

Salvo, de forma corretiva a equipe atende aos clientes que necessitam resolver problemas relacionados ao desempenho do calçado, fornecendo informações, treinamentos e esclarecendo dúvidas. Para entrar em contato com a assistência técnica Marluvas basta clicar no link.

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Segurança do trabalho – Saiba como se proteger dos riscos elétricos

Sobretudo, se você costuma acompanhar o blog Marluvas, com certeza já se deparou com o tema “segurança do trabalho”. A segurança do trabalho se refere a todas as medidas tomadas para garantir a saúde física e mental de qualquer profissional, de modo a prevenir acidentes e promover o conforto e a segurança de todos os colaboradores de uma empresa, instituição ou órgão público. Assim sendo, a preocupação com o assunto é primordial, seja qual for o serviço ou o ambiente de trabalho. Entretanto, devido aos riscos, certas profissões requerem cuidados maiores quando o assunto é segurança do trabalho. Nesse contexto, estão os profissionais que lidam com eletricidade. Vamos falar sobre se proteger dos riscos elétricos.

Ao falar em eletricidade, a primeira coisa que vem à mente são os choques. De fato, eles representam um dos maiores riscos para quem trabalha em ambientes elétricos, sendo que boa parte dos cuidados tomados por tais profissionais são voltados à prevenção desse tipo de acidente. Mas, antes de explicarmos quais são as principais medidas de segurança necessárias nesses ambientes, vamos elucidar a que tipo de riscos os profissionais que lidam com eletricidade estão expostos.

Riscos Elétricos

Todavia, o choque elétrico é o principal risco para quem lida com eletricidade. Conforme a Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade), em 2018 ocorreram mais de 1.400 acidentes de origem elétrica, sendo 59% devido a choques, 38% oriundos de incêndios por sobrecarga e 3% causados por raios. Além disso, a pesquisa mostrou que, de cerca de 840 acidentes por choques no ano de 2018, aproximadamente 620 foram fatais. A região Nordeste possui o maior índice de acidentes, seguida pela região Sudeste.

Consequências

Inegavelmente, as consequências de um choque variam conforme a intensidade da corrente elétrica e o caminho que essa corrente percorre no corpo. Se a corrente atinge órgãos vitais, como o coração e o pulmão, a probabilidade de as consequências serem graves é bem maior. Os músculos da região peitoral, por exemplo, podem se contrair e interromper a respiração, enquanto o coração pode sofrer fibrilação (batimentos cardíacos rápidos e irregulares). Desse modo, podem ocorrer paradas cardíacas e respiratórias, que, possivelmente, são fatais. Além disso, as queimaduras também são consequências comuns de choques elétricos. A sobrecarga leva ao aquecimento, o que pode ocasionar incêndios em redes elétricas. Quando a sobrecarga elétrica acontece no corpo humano, também há aquecimento, causando queimaduras em tecidos e órgãos. E os riscos não param por aí: os profissionais que trabalham em redes de alta tensão estão, ainda, sujeitos a quedas, devido à altura dessas redes.

Dessa forma, é possível perceber a importância da segurança do trabalho para profissionais que executam serviços em ambientes elétricos. Se já precisamos tomar cuidado diariamente com alguns detalhes, como gambiarras elétricas, fios desencapados e tomadas sobrecarregadas por muitas conexões, imagine quem lida com altas tensões. Sendo assim, para orientar a proteção desses e de outros trabalhadores, o governo federal instituiu as Normas Regulamentadoras (NRs), que contêm todas as medidas de segurança determinadas por lei para cada segmento profissional.

Normas Regulamentadoras

De acordo com as Normas Regulamentadoras, é a NR-10 que define as diretrizes específicas para a segurança em ambientes elétricos. Existem medidas de proteção individual e coletiva, como o desligamento da rede elétrica antes de manutenções, o estabelecimento da tensão de segurança (tensão mínima que não apresenta riscos, utilizada quando não é possível desligar totalmente a rede) e o aterramento (diminuição da diferença de potencial para evitar choques).

A NR-10 institui que os EPIs para profissionais que lidam com eletricidade devem estar de acordo com o que é estipulado pela NR-6, além de as vestimentas e os equipamentos contemplarem a condutibilidade, a inflamabilidade e as influências eletromagnéticas. De conformidade com a NR-6, a mesma estabelece as diretrizes para utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs), os quais são responsáveis pela proteção de cada trabalhador em caso de acidentes. Dentre os EPIs estão capacetes, luvas, cordas de sustentação e, é claro, calçados de segurança.

Equipamentos de proteção individual

A segurança do trabalho busca a adoção de medidas que possam prevenir acidentes, mas também que sejam capazes de minimizar os danos à saúde do trabalhador caso esses acidentes ocorram. Por isso, quem lida com eletricidade deve utilizar roupas e calçados isolantes, para que, em caso de descargas elétricas, o profissional não seja afetado pela corrente, evitando o choque. Luvas e mangas isolantes também são indicadas. Além disso, para a manutenção de redes de alta tensão, geralmente feita em grandes alturas, deve-se contar com cordas isolantes de sustentação, que oferecem proteção em caso de choques, ao mesmo tempo em que fornecem segurança contra quedas.

Outrossim, pensando no conforto e na segurança daqueles que estão diretamente em contato com a eletricidade, a Marluvas desenvolveu linhas que atendem às diretrizes de segurança das Normas Regulamentadoras. A Linha Composite possui calçados isolantes para até 500 Volts em condições secas (classe I), com resistência mecânica e ao calor. As biqueiras, atendendo à NR-10, são de composite, ou seja, não são metálicas e, portanto, não conduzem eletricidade.

Linhas em PVC

Já a linha All Work possui botas em PVC, com isolamento elétrico para até 500 Volts, capazes de oferecer proteção contra riscos elétricos também em áreas molhadas (classe II). Além de calçados isolantes e impermeáveis, a linha All Work conta com botas de solado antiderrapante, o qual é, ainda, mais resistente a objetos cortantes, perfurantes e à abrasão. A linha possui calçados com e sem biqueira de aço. Mas, seguindo a Norma Regulamentadora 10, o ideal para trabalhos que envolvam eletricidade são os calçados sem biqueiras ou quaisquer outros componentes metálicos. Dessa forma, escolha os modelos da linha sem as biqueiras metálicas que ajudam a proteger dos riscos elétricos.

Conheça essas e outras linhas Marluvas e escolha o calçado que melhor se adequa às suas necessidades. E lembre-se: a segurança deve sempre vir em primeiro lugar. Primordialmente, se proteger dos riscos elétricos. Por isso, não deixe a segurança do trabalho de lado e invista no que há de melhor para seu conforto e bem-estar.

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Esteja atento aos riscos do trabalho na Construção Civil

Esteja atento aos riscos do trabalho na Construção Civil

A construção civil sempre foi um setor forte no Brasil e apesar dos altos e baixos da economia nos últimos anos. Ela continua sendo um dos setores que mais geram empregos em todo o país. Sabendo da sua grandeza e importância é bom lembrar também que o trabalho no canteiro de obras oferece diversos riscos à saúde de quem lida com o trabalho braçal. Portanto, como já vimos no título, esse não é um artigo sobre economia, e sim sobre saúde e segurança do trabalho na construção civil.

Saiba que apesar de serem muitos, os riscos existentes na construção civil são, na maioria das vezes, totalmente evitáveis. O principal a se fazer é seguir à risca todas as orientações passadas pelo setor de saúde e segurança do trabalho. Além de realizar algumas ações extras que visam a promoção da consciência do trabalhador. Então é importante que todos os colaboradores que atuam na construção civil estejam cientes dos riscos presentes no ambiente em que estão inseridos.

Quais são os riscos mais comuns na construção civil?

Existem muitos riscos e alguns fatores que influenciam e facilitam as suas ocorrências. Vamos conhecer alguns dos obstáculos presentes na construção civil a fim de encontrar maneiras de corrigi-los e evitar que os acidentes aconteçam.

Um dos fatores agravantes e que determinam a ocorrência de diversos acidentes; não só na construção civil mas em todos os ambientes de trabalho é a falta de organização. Porque um ambiente desorganizado é um prato cheio para quedas e outros tipos de acidentes. Então imagine um canteiro de obras com caixas e materiais todos jogados pelo caminho… Ferramentas deixadas fora do seu devido lugar podem acabar machucando aqueles colaboradores menos atentos.

A falta de atenção é inclusive mais um dos causadores de acidentes na construção civil. Trabalhador desatento comete erros que podem ser fatais tanto para si quanto para os colegas de trabalho. Pois os materiais manuseados dentro do canteiro de obras são dos mais variados tipos e pesos, indo desde simples parafusos até enormes placas de concreto. Dessa maneira imagine a gravidade dos acidentes que podem ser causados pela queda de objetos mais pesados.

NR-18

Para evitar esse tipo de acidente é importante que o trabalhador siga à risca todas as orientações das Normas Regulamentadoras. Pois uma das principais para a construção civil é a NR 18. Ela é a responsável pelo estabelecimento de diretrizes de ordem administrativa, planejamento e organização. Então seu objetivo maior é a implantação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos dentro dos canteiros de obras.

Pois uma das principais para a construção civil é a NR 18. Ela é a responsável pelo estabelecimento de diretrizes de ordem administrativa, planejamento e organização. Então seu objetivo maior é a implantação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos dentro dos canteiros de obras.

Outra medida importante para amenizar os danos à saúde causados pela eventual queda de objetos é a utilização correta e contínua dos equipamentos de proteção individual. São muitos os EPI’s utilizados no ambiente da construção civil. Mas com relação à proteção contra quedas de objetos os mais importantes talvez sejam o capacete e os calçados. Pois o calçado é um equipamento de proteção individual obrigatório e importantíssimo no dia a dia do trabalhador da construção civil.

Utilize o calçado correto na construção civil

Um calçado de proteção utilizado no canteiro de obras deve oferecer o máximo de conforto ao trabalhador e deve ser confeccionado com materiais de qualidade, garantindo resistência e durabilidade. A Linha Composite Marluvas possui calçados com especificidades perfeitas para o ambiente em questão. A Bota de Segurança 50B29 CPAP SRV é um calçado de segurança com biqueira de composite; colarinho acolchoado; confeccionada em couro; fechamento em cadarço; forração interna e solado bidensidade.

O solado bidensidade é constituído de duas camadas de poliuretano (PU), injetado diretamente no cabedal, sendo a 1ª camada (entressola) mais macia e leve, com densidade de 0,4g/cm3 proporcionando maior conforto; e 2ª camada (sola) mais compacta com densidade de 0,9g/cm3, resistente a objetos cortantes, perfurantes e a abrasão com sistema antiderrapante constituído de ranhuras especiais de 3mm de altura e 6mm de largura.

Importância solados

Além do solado altamente reforçado o calçado possui ainda uma biqueira em plástico polímero ultra-resistente, suportando impactos de 200J e compressão de até 1500Kg (N) e mais leve, cerca de até 51%, que as biqueiras de aço. Mas possui também propriedades anti magnéticas e anticorrosivas, além de ser não detectável por detectores de metal.

Esse calçado possui ainda uma palmilha dupla camada: higiênica e de montagem. A palmilha higiênica é anatômica, conformada em EVA antifungo/antibactéria e composta de micropontos que proporcionam absorção e dessorção do suor. Pois a palmilha de montagem é resistente a perfuração não metálica de até 1100N; feita em múltiplas camadas de fibras 100% poliéster. Enfim, protege 100% da superfície plantar do pé.

Esse é o tipo de calçado ideal para a realização de atividades na construção civil. Resistente, confortável e seguro para o trabalhador!

Agora que você já conheceu o EPI ideal vamos voltar aos riscos presentes no canteiro de obras. Uma coisa em que poucas pessoas pensam é no risco de choque elétrico. Mas a verdade é que muitas das ferramentas dependem de eletricidade para funcionar e o trabalhador negligente pode acabar levando choque. Principalmente durante a parte “finalística” da obra, onde começam a ser feitas as instalações elétricas, todas as atividades devem ser desempenhadas por pessoas treinadas e qualificadas.

As quedas de alturas também são perigo presente na construção civil. Toda a atividade em altura acima de dois metros deve ser realizada com a utilização de equipamentos de proteção individual específicos como o cintos paraquedistas e dispositivos de sistemas de ancoragem, por exemplo. Pois visando a diminuição e eliminação do risco de queda foi criada a NR 35. Portanto, é importante manter o canteiro de obras sempre bem sinalizado, informando aos colaboradores quais são os riscos presentes em cada uma das áreas de atuação.

Reduza os riscos de acidente na construção civil

Para amenizar os riscos de acidentes na construção civil e acabar com a sua incidência é importante realizar a implementação de uma Gestão de Riscos. Assim uma boa Gestão de Riscos permite a identificação de todos os problemas do canteiro ainda em sua fase de planejamento. Dessa maneira é possível que as medidas corretivas e preventivas sejam tomadas antes que as atividades sejam iniciadas.

Como isso é possível?

Por meio de uma análise física completa do ambiente os riscos são identificados levando em consideração coisas como: atividades a serem desenvolvidas; materiais a serem utilizados; máquinas; equipamentos e ferramentas necessárias. Assim a partir daí os riscos são classificados entre físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e acidentes. Identificados e classificados, os riscos passam a ser monitorados constantemente a fim de garantir que tudo está em ordem.

Então realize o monitoramento de forma proativa e reativa. Pois o primeiro método aplica ações preventivas para evitar acidentes por meio de fiscalizações e vistorias. Enquanto o segundo avalia e acompanha incidentes que já aconteceram, propondo soluções para evitar que ocorram novamente.

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Calçado de proteção e tecnologia NanoTech Marluvas

Calçado de proteção e tecnologia NanoTech Marluvas

Você já conhece a tecnologia NanoTech presente nos calçados de proteção da Marluvas? Então neste artigo nós vamos falar um pouco mais sobre ela e mostrar como essa tecnologia, aliada aos equipamentos de proteção, pode implementar melhorias no dia a dia da sua empresa. A Marluvas é a empresa Brasileira líder absoluta quando o assunto são calçados de proteção e segurança.

E essa liderança de mercado não aconteceu por acaso. A Marluvas oferece aos seus clientes as melhores tecnologias para calçados de proteção. E trabalha visando oferecer sempre o máximo de conforto aliado à segurança do trabalhador.  Portanto, utilizar estes produtos na rotina de trabalho, garante uma maior satisfação e consequente impacto na produção e no lucro da empresa.

Proteção aliada à tecnologia da informação

Você tem ideia de como surgiu o interesse em aplicar a tecnologia NanoTech aos calçados de proteção Marluvas e como ela funciona? Tudo começou com a percepção que muitos dos clientes que utilizam os calçados da marca, lidam com rotinas de trabalho em câmaras frias ou em ambientes com temperaturas extremamente altas. Estes ambientes são bastante nocivos à saúde. E muitas empresas encontram dificuldades em controlar o acesso às áreas de risco.

Pensando em algo que pudesse auxiliar esses clientes na difícil tarefa de manter a saúde, segurança e o bem estar do colaborador, a Marluvas resolveu introduzir um avanço da indústria 4.0 por meio da presença da tecnologia NanoTech em alguns de seus calçados de proteção. Então a tecnologia NanoTech traz o que a tecnologia da informação chama de “internet das coisas” para dentro do calçado.

A tecnologia NanoTech consiste na implantação de um chip no calçado de proteção. O chip, que funciona através de rádio frequência, consegue emitir sinais referentes à localização do calçado, além de permitir a sua identificação. Dessa maneira, é possível controlar os acessos a lugares restritos, por exemplo. Além de monitorar se o colaborador está realmente fazendo uso do seu calçado e desempenhando as atividades que lhe foram confiadas.

Como funciona a tecnologia NanoTech aliada à proteção

O chip presente no calçado funciona como um sensor. Quando o colaborador passa por um local que contém um leitor, o calçado que ele está usando é identificado em tempo real. Se o local é de acesso restrito, a porta, catraca ou qualquer outro meio de passagem, só se abre caso o calçado seja identificado como autorizado para isso. Se o calçado de proteção não for reconhecido pelo leitor, a entrada do colaborador não é autorizada.

Essa acaba sendo uma forma bem eficiente e prática de garantir a segurança do colaborador e de auxiliar o técnico de segurança ou gestor da área, a ter um maior controle do acesso das pessoas, evitando o acesso indevido a áreas restritas. Os calçados de proteção Marluvas com tecnologia NanoTech já podem ser adquiridos com chip integrado. Então o produto é entregue pronto para uso.

Além dessa função o sistema também pode, além de fazer a leitura do equipamento de proteção individual, verificar se a pessoa que está usando o calçado de proteção realmente é a dona do mesmo. Com essa funcionalidade, a tecnologia NanoTech garante que o sistema não será burlado. Sendo assim uma pessoa com acesso a determinada área, não vá emprestar seu calçado para alguém com acesso negado.

Esse “reconhecimento de posse”, se é que podemos chamá-lo assim, é feito por meio do reconhecimento facial. Dessa maneira se torna possível não só controlar o acesso de pessoas às áreas restritas. Mas também limitar o acesso em áreas sigilosas (P&D, locais de arquivos sigilosos, etc.). É possível também de controlar a entrada e saída dos funcionários em qualquer ambiente monitorado pelo receptor de sinal, seja na portaria da empresa ou seja em qualquer outra área.

Uma tecnologia de proteção e infinitas possibilidades

Então já percebemos que a tecnologia NanoTech, aliada aos calçados de proteção Marluvas, agregam muito no quesito segurança dentro das empresas que possuem áreas restritas e atividades extremamente nocivas à saúde do colaborador. A mesma tecnologia é capaz de auxiliar a área administrativa da empresa a realizar o controle dos funcionários de maneira muito mais rápida e eficaz.

Um exemplo é o monitoramento dos colaboradores que estão em período de férias. Com o auxílio do chip é possível impedir que os mesmos acessem as dependências da empresa indevidamente durante seu período de férias. Outro acompanhamento possível de ser realizado com o auxílio do chip é sobre a saúde e o desempenho dos colaboradores. É possível verificar quais são os colaboradores que estão com os exames médicos atrasados. E também quais deles precisam fazer reciclagem de treinamentos, por exemplo.

O setor administrativo pode acompanhar também quais os colaboradores estão utilizando corretamente o seu tempo de descanso. Além de verificar se o tempo de permanência dentro dos ambientes de risco está sendo respeitado. Um exemplo são os funcionários que trabalham em câmaras frias e alto fornos. Estes possuem um tempo limite para trabalhar. E precisam obrigatoriamente de um período de descanso para assegurar seu bem estar e sua proteção.

Os técnicos de segurança ou gestores da área podem receber no seu celular, ou via email, uma foto ou alarme no momento em que alguém tentar entrar numa área em que não possui acesso. O mesmo pode acontecer no momento em que algum funcionário extrapola o tempo limite de permanência nas áreas de risco. Dessa maneira é possível que as medidas corretivas sejam tomadas em tempo real.

A tecnologia NanoTech aliada à proteção do trabalhador permite ainda que os responsáveis gerem relatórios de acesso diário. Dessa maneira é possível manter uma relação sempre atualizada das pessoas que acessam determinadas áreas e o tempo de permanência. Medidas que geram uma maior controle sobre as atividades realizadas e sobre a segurança e saúde do trabalhador.

Acrescente as vantagens de proteção NanoTech à sua empresa

Se a sua empresa já utiliza sistemas semelhantes ao citado no texto para realizar o controle de estoque, ferramentas e maquinários. Saiba que a leitura do calçado de proteção com tecnologia NanoTech pode ser incluída no mesmo sistema. Enfim, se você deseja ter a tecnologia NanoTech em sua empresa, procure a Marluvas.

Converse com os representantes da marca que dominam o assunto. Para entender melhor todas as suas funcionalidades e descobrir como utilizar essa tecnologia a favor da rotina da sua empresa. Sempre há uma maneira de melhorar seus processos e garantir ainda mais a saúde e a segurança do seu colaborador.

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Feliz 2019 com Marluvas

Feliz 2019 com Marluvas

O ano 2018 está finalizando, concluímos mais um ciclo. Agora vem Feliz 2019. Assim vamos planejar o Ano Novo. Com toda certeza Feliz 2019 com Marluvas.

Celebrar as festas de final e inicio de ano. Compartilhar com amigos e assim comemorar todas as energias positivas que o momento sugere.

Contudo é tempo de planejar como será o próximo ano. Com toda certeza teremos trabalho e lazer neste Feliz 2019. No trabalho a segurança pessoal é uma prioridade legal. De mesmo modo no lazer a segurança deve ser uma prioridade. Por certo em ambos o conforto também precisa estar alinhado com o o que calçamos. Desta forma proteger os pés e fundamental.

Desta forma o Calçado de Segurança, ou Bota de Segurança precisam se ajustar ao ambiente. Assim o contexto e até as conformidades legais.  Com certeza ajustando as conformidades legais. Em outras palavras por estarmos trabalhando a condição de EPI (Equipamento de Proteção Individual). Com certeza nesta parte do ano, validando o planejamento, conhecer os Calçados Marluvas pode reduzir muito o tempo de tomada de decisão para compra.

O que temos para planejar para Ano 2019

  • EPI – Segurança com Equipamentos de Proteção Individual

Este EPI é produzido com diferentes materiais, com destaque para o couro, borracha ou PVC.

Seguindo as NBRs, que buscam garantir a qualidade, dividem-se em: Calçado de segurança – NBR ISO 20345:2008 – protege contra impactos no bico até 200 Joules e possui 15 kN de resistência à compressão do bico. Calçado de proteção – NBR ISO 20346:2008 – são contra impactos de 100 Joules e têm 10 kN de resistência. Calçados ocupacionais – NBR ISO 20347:2008 – são os que não têm proteção no bico, mas possuem pelo menos outro requisito para proteger o trabalhador.

Nos calçados Marluvas tem mais PROTEÇÃO EXCLUSIVA para quem trabalha com eletricidade atendendo a NR10 (Veja o conteúdo aqui)

  • Trekking – Segurança para pratica de esportes

Neste contexto de passeio e esportes temos alguns POST com informações de trilhas, como chegar, onde acontece e muito mais.

Trekkings Vale do Pati, vai com Marluvas!

Vale conferir o POST que tem o registro das meninas (@nandahudson e @gaiavani) da @blogmaladeaventuras Lugar para carregar a mente, se desligar do mundo e curtir a natureza. Bem no coração da Chapada Diamantina se localiza o Vale do Pati, trekking incrível pelas paisagens mais belas do parque. Confira nossa experiência e fique com um gostinho do que é o passeio por lá.

Planejar o ano novo de 2019 é bom, talvez entendendo um pouco de 2018 possa facilitar o processo. Assim o que registramos como conteúdo que vale conferir.

Neste ano incluímos no BLOG Marluvas vários post com experiências, curiosidades e especificações técnicas. Assim desta forma levando um conteúdo que pode esclarecer e educar o usuário. Em outras palavras  de como EPI Marluvas pode fazer diferença no dia a dia. Desta forma dando enfase em detalhes que eventualmente passam desapercebidos. Com o propósito de levar também um pouco da experiência fora do trabalho com passeios que justificam preocupação de segurança e conforto com os pés.

O que é a tecnologia NanoTech da Marluvas?

Uma amostra do post “A tecnologia está baseada em adicionar a Bota Marluvas o CHIP de RÁDIO FREQUÊNCIA. As aplicações são de pró atividade para a prevenção de acidentes. Assim também gestão de acesso através de ativos automáticos influenciados pela identidade do CHIP nos sensores de controle.”

O que é a tecnologia NanoTech da Marluvas?

Saúde e segurança em plataformas de petróleo e gás

Uma amostra do postOs funcionários das plataformas se dividem em turnos de trabalho de 12h. Estão sempre em regime de sobreaviso. Ou seja, têm que estar disponíveis 24h por dia. É importante também pensar bem onde será sua residência, já que, apesar das longas folgas, a logística se mostra bem importante. As condições são criticas em função do risco. Relacionar ao dia a dia EPI que protegem e dão conforto são também muito relevante neste processo.”

Os calçados utilizados nas plataformas têm que ser confortáveis e extremamente reforçados, já que estarão expostos a diversos eventos. A Marluvas, líder absoluta no segmento

Viva a natureza, pratique esporte com segurança!

Uma amostra do post “O Parnaso possui em toda a sua extensão uma diversidade enorme de trilhas. A princípio vias para escalada, piscinas naturais e áreas de lazer. Assim esporte e diversão para toda a família. Alguns trajetos de caminhada levam mais de um dia para ser percorridos por completo.  Então por isso é necessário dormir no parque. Passar uma noite no Parnaso e em meio a tantas belezas naturais é uma experiência única. “

Calçado ideal para trilhas na Serra dos Orgãos

Parque Nacional da Serra dos Órgãos para caminhar!

Uma amostra deste Post: “Parque Nacional da Serra dos Órgãos, conheça este paraíso no Brasil. Um destino de trekking e turismo de aventura. Pois praticar esportes é ótimo para a saúde. Nós já falamos sobre isso algumas vezes aqui no blog. Assim também apresentamos para vocês a nossa prática favorita: o trekking. “

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O que é a tecnologia NanoTech da Marluvas?

O que é a tecnologia NanoTech da Marluvas?

O que é a tecnologia NanoTech da Marluvas? A tecnologia está baseada em adicionar a Bota Marluvas o CHIP de RÁDIO FREQUÊNCIA. As aplicações são de pró atividade para a prevenção de acidentes. Assim também gestão de acesso através de ativos automáticos influenciados pela identidade do CHIP nos sensores de controle.

O que é a tecnologia NanoTech da Marluvas?

A gestão de acesso passa a ser IDENTIFICADA e assim AUDITADA para liberar ou não o acesso de acordo com o EPI. EPI – Calçado de Segurança MARLUVAS se torna um identificador digital. O sensor de presença está dessa forma aplicado no calçado.

Como funciona o sistema de RFID?

Um sistema de RFID é composto, basicamente, de uma antena, um transceptor, que faz a leitura do sinal. Nesse sentido transfere a informação para um dispositivo leitor. Por certo também leva os dados para um transponder ou etiqueta de RF (rádio frequência), que deverá conter o circuito e a informação a ser transmitida.

• Passiva – Estas etiquetas utilizam a rádio frequência do leitor para transmitir o seu sinal e normalmente têm com suas informações gravadas permanentemente quando são fabricadas. Contudo, algumas destas etiquetas são “regraváveis”.

• Ativa – As etiquetas ativas são muito mais sofisticadas e caras e contam com uma bateria própria para transmitir seu sinal sobre uma distância razoável, além de permitir armazenamento em memória RAM capaz de guardar até 32 KB.

No processo NanoTeck da Marluvas estamos utilizando a forma passiva. Desta forma o código vem o produto e pode ser cadastrado no sistema ligando ao usuário e assim a gestão de acesso e presença.

O leitor de presença é um equipamento similar a sensor de produto que existe em lojas de varejo. Os produtos tem na etiqueta e a saída da loja condicionada a retirada do mesmo no caixa. A auditoria significa que um produto com etiqueta RFID não foi comprado pelo usuário.

Visando facilitar a Marluvas buscou apoio de uma empresa de tecnologia que pode auxiliar na implementação. Assim contactou a parceria com a empresa Aplicar Tecnologia. Dessa forma também o cliente Marluvas que ainda não tem o conhecimento fazer contato. Contudo se já favor legado basta adicionar mais este VALOR DE SEGURANÇA em EPI MARLUVAS ao seu negócio. Em resumo basta criar as regras de acesso e colocar para funcionar.

VALOR DE SEGURANÇA em EPI MARLUVAS

Simplificando, a NanoTech é um EPI que contém um sensor dentro dele. Ao passar por um local que contenha um leitor (seja uma porta, portal, cancela, catraca, etc.), esse leitor irá identificar o calçado que está passando no momento. Caso esse calçado tenha a permissão de entrada no local, ele irá autorizar o acesso liberando a porta, catraca, ou qualquer que seja o meio de bloqueio para acesso à área.

Caso a pessoa que está usando o calçado não tenha acesso, o leitor não irá autorizar o acesso da pessoa na área, travando ou fechando a porta/catraca.

Neste sentido a Bota de Segurança Marluvas podem ser adquiridas com a tecnologia embarcada. Existem modelos Marluvas com RFID integrado. O produto já sai pronto para uso e aplicação. Assim a gestão de acesso passa a ser uma resposta como política já identificando o usuário.

Aplicações que alguns clientes já estão fazendo uso:

  1. Garantir que o colaborador esteja com o Calçado de Segurança apropriado, sem ele não tem acesso a área de produção;
  2. Monitorar a presença do colaborador no ambiente de produção
  3. Evitar contaminação, fazendo que o acionamento seja automático e não mais manual, ainda com controle de acesso ativo;

O mercado já em operação:

Já temos clientes utilizando a tecnologia NANOTECH. O chip de rádio integrado aos modelos EPI Marluvas NanoTech já estão sendo utilizados. A principal utilização tem sido no controle de acesso. Em suma acesso de câmaras frias e alto fornos foram automatizados para identificar o usuário e liberar o acesso de forma automática. A gestão facilita não apenas o controle de acesso, mas a garantia de acesso apenas de pessoas autorizadas e treinadas.

O conceito Industria 4.0 é desta forma mais um item nos produtos Marluvas EPI. A NanoTech vem melhorar a condição de segurança individual. A Nanotech Marluvas vem adicionar uma nova camada nos ativos de segurança ambiental nas empresas.

A tecnologia NanoTech traz a chamada “internet das coisas” para dentro do calçado, ajudando o técnico de segurança ou gestor da área a ter um maior controle do acesso das pessoas.

Questões para gestão de acesso com Marluvas RFID

Além disso, o sistema também pode, além de fazer a leitura do EPI, verificar se a pessoa que está usando o calçado realmente é a dona do EPI pelo reconhecimento facial, impossibilitando que uma pessoa com acesso empreste o seu calçado para que outra pessoa entre na área (ao fazer o reconhecimento facial, também é possível fazer o reconhecimento do uso ou não de capacetes, óculos e protetores oculares). Além disso, podemos não só controlar o acesso de pessoas às áreas restritas, mas também limitar o acesso em áreas sigilosas (P&D, locais de arquivos sigilosos, etc.), além também de controlar a entrada e saída dos funcionários em qualquer ambiente possível, seja na portaria da empresa ou seja em qualquer outra área.

Também podemos ter o controle de colaboradores que estão de férias e que se encontram na empresa, impedindo que os mesmos entrem em seu período de férias. Podemos também controlar os colaboradores que possuem seus exames médicos atrasados, que precisam fazer reciclagem de treinamentos, tempo gasto dentro de salas de descanso e também dentro do ambiente de trabalho (por exemplo, funcionários que trabalham em câmaras frias e alto fornos possuem um tempo limite para trabalhar, tendo que descansar após esse período).

Um ponto bastante interessante é que o Técnico de Segurança ou Gestor da Área pode receber no seu celular ou via email uma foto ou alarme no momento em que alguém tentar entrar numa área que o mesmo não possui acesso, podendo agir na hora e até tirar uma foto do momento, ou até mesmo um relatório do acesso daquele dia, tendo uma relação das pessoas que entraram em determinadas áreas e os respectivos tempos.

Registro da Feira – Apresentando a NanoTech Marluvas

A experiência de uso – Acionamento automático da Porta com EPI – Marluvas RFID

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