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Certamente a implementação da cultura de segurança do trabalho ainda é uma realidade distante em empresas dos mais diversos portes e segmentos. Isso ocorre devido à generalização do que seria essa “cultura de segurança”. Entretanto é importante saber que a segurança do trabalho vai além da distribuição dos equipamentos de proteção individual e da implantação dos equipamentos de proteção coletiva.

A cultura de segurança do trabalho deve partir do entendimento sobre a importância dos trabalhadores enquanto seres humanos. Decerto é importante que haja valorização e respeito tanto dos profissionais técnicos, engenheiros, enfermeiros e médicos responsáveis pela saúde e segurança no trabalho, quanto de toda equipe produtiva.

Um dos maiores desafios para estabelecer uma cultura de segurança do trabalho é convencer o colaborador a seguir todas as normas de segurança. Diante dessa situação, a melhor forma de persuadi-lo a utilizar os EPI’s é conscientizando-o a respeito da importância de sua vida, da necessidade de retornar para casa com sua integridade física totalmente preservada. Assim, a valorização da vida do colaborador é a chave para que a segurança do trabalho seja valorizada, naturalizada e estabelecida como uma cultura na empresa.

Os profissionais de saúde e segurança do trabalho devem deixar claro para a equipe produtiva que as medidas de segurança são, principalmente, para benefício da sua própria integridade física e mental. É preciso muito tato e informação para desenvolver uma cultura de segurança.

Cada colaborador deve ter sua importância e individualidade reconhecida no dia a dia da empresa. Essa valorização faz com que as medidas sejam mais naturalizadas e menos invasivas.

Cultura de segurança deve ser um processo natural

O grande erro durante o processo de implantação da cultura de segurança é o autoritarismo. Aliás muitos profissionais de saúde e segurança do trabalho tratam as medidas preventivas como um checklist fechado e desagradável. Esse ar de obrigação e desconhecimento dos benefícios dificulta a absorção por parte dos colaboradores.

Ao perceber que um funcionário não está utilizando um EPI, por exemplo, não basta que sejam aplicadas punições ou advertências. Em um ambiente com uma cultura de segurança internalizada existe conversa e entendimento da situação. Cada trabalhador deve ser enxergado como um ser humano que passa por altos e baixos.

É preciso avaliar que o funcionário pode estar passando por problemas pessoais e por isso esteja mais desatento. Essa desatenção acarretou o esquecimento de algum EPI, por exemplo. Uma simples conversa e um gesto de empatia pode ajudar a melhorar o dia daquele funcionário, mostrando que ele é importante e que o EPI é um benefício para ele próprio.

Conversas educativas costumam ser mais eficientes para que colaborador entenda como sua atitude individual pode prejudicar sua própria saúde. Como uma doença, ou lesão, ocupacional pode ser prejudicial e as vezes irreversível. Isso além de mostrar como sua atitude pode impactar negativamente sua própria família e a empresa como um todo.

A cultura de segurança é muito mais que a imposição de medidas. Inegavelmente é um trabalho de conscientização e valorização do ser humano.

Cultura de segurança vai além da adequação ambiental

Todavia o técnico e o engenheiro de segurança do trabalho devem entender que a saúde do trabalhador é tão importante quanto a adequação física do ambiente. Isso é a cultura de segurança: além disso seguir à risca todas as normas regulamentadoras e garantir um ambiente totalmente salubre, é preciso estar atento às individualidades de cada pessoa.

Conversar com o trabalhador sobre as condições do ambiente também é importante. A cultura de segurança precisa dar voz a quem está na linha de frente. Permita que o trabalhador aponte medidas não eficazes ou que podem atrapalhar a rotina dele. É de suma importância que os EPIs e EPCs sejam adequados e confortáveis às individualidades de trabalho e também pessoais.

Por isso a Marluvas se preocupa em desenvolver calçados e luvas específicos à cada tipo de atividade. Sempre muito confortáveis para o trabalhador e capaz de minimizar todos os riscos aos quais ele está exposto.

A responsabilidade socioambiental também faz parte de uma boa cultura de segurança. Toda atividade desempenhada no ambiente interno de uma empresa, impacta diariamente no ambiente e na sociedade que está ao redor. Essa consciência deve fazer parte das preocupações de saúde e segurança.

Segurança do trabalho de pessoas para pessoas

A cultura de segurança depende de um bom relacionamento entre colaboradores e técnicos/engenheiros de segurança. Quando os profissionais responsáveis pela segurança se colocam em posição de autoridade suprema e falam com ar de superioridade, a recepção pela equipe produtiva pode não ser a melhor.

É claro que as funções são completamente diferentes, mas é importante ambas as partes se enxerguem como colegas de trabalho. A comunicação realizada de forma horizontal tende a ser muito mais eficaz no processo de implantação da cultura de segurança em qualquer tipo de ambiente empresarial.

Conheça a cultura de segurança Marluvas.

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