Durante a madrugada do dia 25 de setembro houve um incêndio em Dores de Campos, na unidade sede da Marluvas. O fogo atingiu todo o setor de almoxarifado e destruiu por completo o estoque de matérias primas e produtos acabados.

Apesar da perda material, a equipe Marluvas está muito feliz e aliviada em poder continuar contando integralmente com seu quadro de colaboradores. Nenhuma vida foi perdida durante o incêndio que começou entre 3h e 4h da madrugada e foi controlado pela manhã.

Para ver como ficou a área atingida pelo fogo você pode assistir ao vídeo neste link.

Vidas salvas e a volta por cima da equipe Marluvas (incêndio em Dores de Campos)

De fato, o que mais tranquiliza toda a equipe Marluvas neste momento é o fato de que nenhuma vida foi perdida durante o incêndio. As perdas foram apenas materiais e, apesar de ser a fábrica com maior volume de produção, a unidade atingida pelo incêndio é apenas uma das doze que a empresa mantém.

A saber são dez unidades produtivas e duas de distribuição. Ao todo, nas dez unidades produtivas, a Marluvas emprega cerca de 2890 colaboradores. Colaboradores que trabalham para entregar os melhores produtos ao mercado e continuar sendo a marca Top Of Mind do segmento.

Tamanha dedicação e amor à camisa fizeram com que mesmo na manhã seguinte ao incêndio nenhuma das onze unidades da empresa estiveram de portas fechadas. A unidade Dores de Campos permaneceu com as atividades produtivas paralisadas por apenas dois dias úteis após a fatalidade. Enquanto o setor administrativo já retornou o atendimento na segunda-feira, dia 28 de setembro.

Nesse meio tempo a Marluvas realizou todas as apurações sobre o ocorrido, além de prestar os devidos esclarecimentos aos trabalhadores, comunidade, imprensa, clientes e autoridades. E já na terça-feira, dia 29 de setembro, a unidade produtiva de Dores de Campos retornou suas atividades.

Retorno das Atividades após incêndio em Dores de Campos

É importante ressaltar que a retomada rápida só foi possível graças a todos os parceiros e fornecedores. Já que no dia seguinte ao incêndio o almoxarifado começou a receber peças de reposição e matéria-prima para reerguer o estoque da unidade atingida.

Como o prédio que abrigava o almoxarifado foi completamente destruído pelo fogo a empresa teve que recorrer a uma alternativa para abrigar os novos materiais recém chegados. A solução foi utilizar o galpão onde funcionou a primeira fábrica Marluvas, nascida em 1972.

Os novos materiais começaram a chegar já no dia seguinte ao incêndio e a reposição foi sendo feita de forma gradativa. O galpão utilizado atualmente é menor que o anterior, conseguindo suportar um estoque de matéria prima-capaz de cobrir sete dias de produção.

O trabalho agora é just in time ou, em português, “na hora exata”. A utilização da matéria prima recebida é feita quase que de forma instantânea já que o estoque é enxuto.

Superando Obstáculos

Veja como a Marluvas está trabalhando para superar o os obstáculos surgidos com o incêndio

O setor de embalagens foi o único setor produtivo atingido pelo fogo. Uma vez que o galpão onde eram feitas as embalagens foi totalmente destruído a Marluvas teve que providenciar, do zero, a construção de um novo prédio.

O novo galpão provisório foi construído ao lado do que foi atingido pelo fogo e desde o dia 13 de outubro (dezoito dias após o incêndio) já embala 15.000 pares de calçados por dia. Outros dois galpões provisórios já estão em construção no pátio externo da fábrica para servir de apoio à produção.

Nestes dois galpões funcionarão almoxarifado, preparação e saída para expedição, reciclagem e tudo mais que é necessário para que a produção em Dores de Campos tenha força total.

Todas as produções de Dores de Campos e das demais unidades estão sendo levadas para o Centro de Distribuição de Três Corações. Vale ressaltar que essa é a mais nova unidade da empresa. A inauguração prevista para dezembro teve que ser adiantada para apoiar a falta causada pelo incêndio.

Ampliação da unidade em Oliveira

O incêndio inesperado fez com que a Marluvas adiantasse planos de ampliação de produção da unidade produtiva localizada em Oliveira-MG. Até então essa unidade era responsável apenas pela produção dos calçados de PVC.

A partir de novembro de 2020 a fábrica em Oliveira-MG passa a produzir também calçados de couro. A ideia era que essa produção fosse iniciada ao final do primeiro trimestre de 2021, mas a perda do estoque de Dores de Campos fez com que os planos fossem antecipados.

Em meio a um acontecimento tão difícil, esta conseguiu ampliar ainda mais sua capacidade de produção e está contratando 80 novos trabalhadores.

Compromisso Marluvas com clientes, parceiros e comunidade

A Marluvas continuou e continuará sempre trabalhando a todo vapor com o intuito de honrar sua missão e o compromisso firmado com clientes, parceiros e toda a comunidade em que está inserida.

Nossa Missão

“Produzir e comercializar calçados contribuindo com a segurança, saúde, conforto, lazer e produtividade de nossos clientes, respeitando o meio ambiente e colaborando com o crescimento da nossa comunidade”.

A Marluvas possui 48 anos de história e durante todo esse tempo suas maiores preocupações sempre foram saúde, segurança, conforto e inovação. Tanto quanto para seus clientes e para seus próprios colaboradores. Aqui no nosso blog tem um post completo sobre como o crescimento da Marluvas nos últimos gerou empregos e fortaleceu a economia das comunidades ao redor. Para ler basta clicar neste link. Conheça também todas as ações socioambientais desenvolvidas pela empresa.

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