Os procedimentos obrigatórios para a segurança no trabalho é assunto recorrente aqui no blog Marluvas. Certamente, não é para menos: a segurança no trabalho se refere a todas as medidas que devem ser tomadas durante o exercício profissional para garantir a saúde física e mental do trabalhador e evitar, dessa forma, qualquer tipo de acidente. Ademais é de extrema importância e não deve, ser negligenciado, seja qual for o serviço prestado ou a área de atuação profissional.

Contudo, para estabelecer quais cuidados devem ser tomados em cada situação específica de trabalho, existem as Normas Regulamentadoras (NRs). Pois, elas foram instituídas pelo Ministério do Trabalho do Governo Federal ainda na década de 70 e determinam medidas de proteção individual e coletiva, de modo a prevenir incidentes e, caso eles aconteçam, minimizar os potenciais danos à saúde do profissional. Conquanto são instituídas por lei, as NRs são obrigatórias. Sendo assim, não seguir corretamente as medidas de segurança estabelecidas pelas NRs pode levar a penalidades previstas na Constituição, como multas. Além disso, independentemente de punições ou multas, as Normas Regulamentadoras, por serem essenciais à saúde e bem-estar do trabalhador, devem ser seguidas à risca, de modo a garantir a segurança de todos os profissionais da empresa ou instituição.

Procedimentos obrigatórios para a segurança no trabalho

Enfim, atualmente, 37 Normas Regulamentadoras, como a NR-32, que determina as medidas específicas para serviços de saúde, a NR-21, voltada aos trabalhos a céu aberto, e a NR-35, que trata dos trabalhos em altura. Isto é, dentre essas diversas normas, além de documentos que especificam medidas voltadas exclusivamente a determinados serviços e ambientes, há seções que discorrem sobre medidas gerais, que valem para as mais variadas áreas. Nesse ínterim, temos a NR-5 e a NR-6, as quais estipulam, respectivamente, as regras para a formação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e para o uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs).

Norma Regulamentadora 5 (procedimentos obrigatórios para a segurança no trabalho)

Como resultado, a NR-5 trata da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, a CIPA. De fato, essa comissão deve ser formada em empresas, sejam elas privadas ou públicas, órgãos da administração direta e indireta, instituições beneficentes, associações e quaisquer outras instituições que admitam trabalhadores como empregados. Bem como está estabelecido na própria norma, a CIPA “tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho”, promovendo a segurança e a saúde dos profissionais. Enfim, todas as instituições com mais de vinte funcionários devem formar a comissão, composta de representantes dos empregadores e empregados. Dentre as atribuições da CIPA estão:

  • Identificação dos riscos do processo de trabalho
  • Elaboração de plano de trabalho para ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde
  • Verificação dos ambientes e condições de trabalho
  • Divulgação de informações relativas à segurança e saúde no trabalho

Desse modo, para cumprir as funções de maneira correta e eficiente, é necessário que os membros da CIPA tenham treinamento. Por isso, é de responsabilidade da empresa promover essa capacitação, a qual deve ter carga horária de vinte horas, distribuídas durante o expediente. Afinal, o treinamento pode ser ministrado por instituições, entidades ou profissionais especialistas no tema e cabe à empresa escolhê-los.

Conforme a constituição da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes é de fundamental importância para a conscientização de todos no ambiente profissional sobre a relevância da segurança no trabalho. Além disso, como os representantes são membros da própria empresa ou instituição, sejam eles empregados ou empregadores, a fiscalização e o acompanhamento das condições de trabalho e do cumprimento das Normas Regulamentadoras se torna mais fácil, já que a comissão possui relação estreita com o local de trabalho.

Norma Regulamentadora 6 (procedimentos obrigatórios para a segurança no trabalho)

Ademais NR-6 trata dos equipamentos de proteção individual, ou seja, todos os dispositivos utilizados individualmente por cada trabalhador para a segurança durante a atividade profissional. Assim, As particularidades de cada ambiente e serviço devem ser levadas em consideração quando se fala em EPIs. Certamente, os equipamentos de proteção utilizados por aqueles que lidam com eletricidade não serão, por exemplo, os mesmos que os usados pelos profissionais da saúde, uma vez que os EPIs devem estar de acordo com os riscos de cada atividade.

Inegavelmente, as empresas e instituições são as responsáveis por fornecer os dispositivos de segurança aos funcionários, sendo que esses dispositivos devem, obrigatoriamente, estar certificados pelo órgão nacional competente. Sobretudo, os equipamentos de proteção individual regulamentados possuem Certificado de Aprovação (CA), portanto esteja atento a esse certificado quando for comprá-los. Todavia, os funcionários, por sua vez, devem estar atentos às orientações sobre o uso adequado dos EPIs e cumprir todas as determinações relacionadas à segurança no trabalho.

Portanto, cada EPI protege uma área ou região específica do corpo. Eventualmente, existem os dispositivos para a proteção da cabeça, proteção auditiva, proteção dos olhos e face, proteção respiratória, dentre outros. Como explicamos, a utilização desses equipamentos irá variar de acordo com o serviço prestado, o ambiente de trabalho e os riscos envolvidos. Alguns dos principais EPIs são:

Principais EPIs (procedimentos obrigatórios para a segurança no trabalho)

  • Capacetes para proteção contra impactos ou choques elétricos
  • Capuzes para proteção contra agentes térmicos ou químicos
  • Óculos para proteção contra radiação ultravioleta, luminosidade ou partículas
  • Protetores auditivos
  • Peças filtrantes para proteção das vias respiratórias contra poeiras, névoas e fumos
  • Vestimentas para proteção do tronco contra riscos de origem térmica e mecânica
  • Luvas
  • Calçados para proteção contra agentes térmicos, químicos, abrasivos ou perfurantes
  • Calçados para proteção contra agentes provenientes de energia elétrica

Existem diversos outros EPIs especificados pela NR-6 e outras Normas Regulamentadoras. Eles são de fundamental importância para a garantia da segurança e do bem-estar do trabalhador, seja qual for o ambiente de trabalho. Caso ocorra qualquer tipo de acidente, mesmo com as medidas de proteção coletiva, os EPIs podem minimizar os danos à saúde do profissional e, inclusive, salvar vidas.

Agora que você sabe como os equipamentos de proteção individual são essenciais para a segurança no trabalho, é hora de investir nos melhores produtos para seu ambiente profissional. Para isso, conte sempre com a Marluvas. Assim como capacetes, luvas e óculos, os calçados, como vimos, também são EPIs importantíssimos, e a Marluvas oferece os melhores calçados de segurança, com qualidade certificada. Conheça as linhas da empresa e escolha aquela que mais se adequa às suas necessidades.

#Indicca – Geração de Conteúdo

#equipamentos de segurança #botas de segurança #solucoes epi #luvas de proteção #calçados de proteção