O agronegócio movimenta grande parte da economia brasileira, englobando todas as atividades que, direta ou indiretamente, envolvem a agricultura e a pecuária. Desde a produção no campo até a chegada ao consumidor final. De acordo com dados publicados em fevereiro deste ano pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o agronegócio é responsável por um em cada três empregos no Brasil. Dessa forma, é importante proteger o trabalhador rural.

PIB (Produto Interno Bruto)

Além disso, os mesmos dados mostraram que o agronegócio representou, em 2017, cerca de 21,6% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Contuto, quem não está familiarizado com a sigla, o PIB se constitui pela soma, em valores monetários, de todos os bens e serviços produzidos por uma cidade, estado, região ou país. Entretanto, para 2019, a estimativa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de uma safra de mais de 230 milhões de toneladas, 3,1% maior do que em 2018.

Afinal, com grande papel na movimentação da economia nacional, o agronegócio é responsável por boa parte das vagas de emprego no mercado brasileiro. Ademais, como em qualquer área profissional, a segurança no trabalho não deve ser negligenciada em nenhum setor da agricultura e da pecuária, seja qual for a etapa da cadeia produtiva. De acordo que diversos outros profissionais, o trabalhador rural deve estar munido de todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) necessários para garantir seu conforto e segurança. Primordialmente, devem ser tomadas, ainda, todas as medidas de segurança indicadas para prevenir acidentes, levando em consideração as particularidades de cada ambiente de trabalho e serviços prestados. Mas, afinal, quais são os riscos atrelados ao trabalho rural?

Os riscos no agronegócio (importante proteger o trabalhador rural)

Assim como, por exemplo, aqueles que lidam com atividades relacionadas à eletricidade ou os que estão constantemente expostos a produtos químicos, o trabalhador rural também está sujeito a riscos advindos da atividade profissional. Portanto, existe a Norma Regulamentadora 31 (NR-31), dedicada a estabelecer regras que garantam a saúde, a segurança e o bem-estar de trabalhadores que exercem atividades ligadas à agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e à aquicultura. Outrossim, existem mais de 30 Normas Regulamentadoras estipuladas pelo Governo Federal, com o objetivo de regular as atividades profissionais, estabelecendo normas, de acordo com as particularidades dessas atividades, que devem ser seguidas para garantir a segurança dos trabalhadores.

Sobretudo, dentre os riscos aos quais os trabalhadores rurais estão expostos, podemos encontrar:

Riscos Químicos

Primeiramente, os riscos químicos estão ligados, como o nome sugere, à manipulação de produtos químicos. O manejo inadequado desses produtos pode causar queimaduras, irritações e até doenças crônicas. No caso do trabalhador rural, esses riscos envolvem, principalmente, a manipulação de agrotóxicos e produtos similares. Por isso, a NR-31 estabelece algumas regras para a exposição a agrotóxicos, os quais não devem ser manipulados por menores de 18 anos, gestantes e maiores de 60 anos. Outrossim, esses produtos devem ter certificação e registro nos órgãos governamentais competentes, e os trabalhadores que lidam com eles precisam dispor de equipamentos de proteção adequados. Decerto, é de responsabilidade do empregador rural fornecer os EPIs adequados aos riscos e que não causem desconforto ao trabalhador. Da maneira idêntica, cabe ao trabalhador rural utilizar sempre os EPIs, de acordo com as orientações recebidas. Posto que, a conscientização sobre a importância de proteger o trabalhador rural, da segurança no trabalho é essencial, tanto para empregados quanto para empregadores.

Riscos mecânicos

Enquanto, os riscos mecânicos se referem à potencialidade de acidentes envolvendo máquinas e quaisquer outros objetos de trabalho. O trabalhador do campo está exposto, por exemplo, a acidentes envolvendo tratores e diversas outras máquinas rurais. De tal forma que, deve-se proporcionar treinamento adequado a todos que comandam essas máquinas, minimizando a possibilidade de acidentes.

Riscos biológicos

Enfim, os riscos biológicos estão associados à atuação de organismos ou substâncias orgânicas, como o sangue. Então, em um hospital, os riscos biológicos estão ligados, por exemplo, à manipulação de fluidos orgânicos, que podem estar contaminados. Contudo, já no ambiente rural, um dos principais riscos biológicos está atrelado a picadas de animais peçonhentos e à transmissão de doenças por mosquitos e insetos. Na apicultura (criação de abelhas), o risco biológico mais evidente estaria ligado às picadas de abelhas, por exemplo. Sendo assim, pode-se perceber que o uso correto dos equipamentos de proteção individual é essencial para garantir a saúde e a segurança do trabalhador rural.

Equipamentos de Proteção Individual (importante proteger o trabalhador rural)

Tais riscos são apenas alguns aos quais o trabalhador rural pode estar exposto. Tendo em vista esses perigos, é fundamental seguir todas as indicações expressas nas Normas Regulamentadoras, além da utilização dos EPIs adequados a cada atividade profissional. Dentre os EPIs comumente usados pelos trabalhadores rurais e enumerados pela NR-31 estão:

  • Capacetes contra impactos
  • Chapéus ou outras proteções contra sol, chuva e demais situações climáticas
  • Protetores faciais contra respingos e inalação de produtos químicos
  • Óculos contra a ação de produtos químicos, poeira ou pólen
  • Protetores auriculares para atividades com ruídos fortes
  • Respiradores com filtros químicos, mecânicos ou combinados
  • Luvas
  • As Botas impermeáveis e antiderrapantes, para trabalhos em terrenos úmidos, lamacentos, encharcados ou com dejetos
  • As Botas com biqueira reforçada, para trabalhos em que haja perigo de queda de materiais, objetos pesados e pisões de animais
  • Botas com solado reforçado, onde haja risco de perfuração
  • Botas com cano longo ou botina com perneira, onde exista a presença de animais peçonhentos
  • Calçados impermeáveis e resistentes em trabalhos com produtos químicos
  • Calçados fechados para as demais atividades
EPIs

Diante dos EPIs enumerados pela NR-31, pode-se perceber a grande importância dos calçados para a segurança no trabalho. Pensando nisso, a Marluvas desenvolveu a linha Agriwork, que busca atender as necessidades do trabalhador rural. Os calçados de segurança da linha possuem biqueira True-line, solado resistente a objetos cortantes, perfurantes e à abrasão, sistema antiderrapante com ranhuras especiais, e palmilhas higiênicas, as quais, além de serem antifúngicas e antibacterianas, proporcionam a absorção e a dessorção de suor. Ao escolher os melhores equipamentos de proteção individual, lembre-se sempre de levar em consideração as particularidades de cada ambiente de trabalho e os riscos atrelados à profissão. Mas, seja qual for a situação, conte sempre com a Marluvas. Conheça essa e outras linhas da empresa e escolha os calçados que mais se adequam às suas necessidades.

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