Calçado de segurança para atividades militares e offshore

Calçado de segurança para atividades militares e offshore

Certamente o serviço militar é um tipo de atividade que demanda a realização de uma série de exercícios intensos. Portanto esses exercícios podem ser realizados nos mais diversos ambientes e em certos momentos necessitam da utilização de roupas e calçados específicos. Vale ressaltar que na maioria absoluta das vezes os militares utilizam calçados de segurança.

Primeiramente as características visuais mais marcantes e que nos vêm à mente quando se trata de serviço militar são farda e coturno. Assim a farda é o uniforme, a vestimenta padronizada que representa a tradição da profissão e reafirma seus valores. O coturno aquele calçado parecido com uma bota. Existem algumas diferenças pontuais entre os dois tipos de calçados, como o estilo de solado, por exemplo.

Você sabia que o coturno também é classificado como um calçado de segurança?

Eventualmente, o coturno é classificado como calçado de segurança devido ao seu alto grau de proteção. Apesar da semelhança com as botas, os coturnos são mais utilizados em determinadas atividades e principalmente em serviços militares. Apesar de cumprirem seu papel como calçado de segurança, eles também contribuem para as questões históricas e estéticas das profissões.

Todavia algumas atividades dos militares exigem muito dos pés e demandam uma proteção reforçada para maior segurança e conforto. O coturno tem a função de proteger os pés, evitar um atrito excessivo com o solo e dar mais estabilidade ao tornozelo.

Coturnos

O coturno 90C32 SELVA SRV é um modelo ocupacional com biqueira de plástico, confeccionado em couro e lona de algodão nas laterais. Possui fechamento em cadarço e proteção nas laterais, além de forração interna e solado bidensidade.

O solado reforçado é marca registrada nos coturnos. Este modelo é constituído de duas camadas de poliuretano (PU), injetado diretamente no cabedal. A primeira camada (entressola) é mais macia e leve, com densidade de 0,4g/cm3 proporcionando maior conforto. A segunda camada (sola) é mais compacta com densidade de 1,0 g/cm3, resistente a abrasão com sistema antiderrapante constituído de ranhuras especiais de 3mm de altura e 6mm de largura. Resistente ao escorregamento em piso cerâmico e piso de aço (Nível SRC).

Outro modelo de coturno Marluvas é o 70C32 MAT. Diferentemente do anterior, este não possui cadarço, seu fechamento é apenas com zíper nas laterais. Confeccionado em microfribra MMicro, o coturno possui colarinho acolchoado, biqueira de polipropileno e palmilha de montagem em poliéster resinado. O solado é isolante em PU bidensidade e sistema de absorção de impacto, injetado diretamente no cabedal.

A MMicro é uma microfibra de alta performance que proporciona, por meio de microporos, a transpiração, absorção e dessorção do suor. Sua textura é muito parecida com o couro, porém é lavável, mais leve e resistente a produtos químicos. Uma tecnologia que atende às normas NBR ISO 20344, NBR ISO 20345 e NBR ISO 20347 e à norma de conforto NBR 14834/2015.

Duas super opções para quem busca coturnos extremamente confortáveis, seguros e fabricados com as melhores tecnologias para calçado de segurança do mercado.

Calçado de segurança para atividades militares e offshore

Além do coturno existem também alguns outros modelos de calçados, como as botas, que são fabricados pensando especialmente em atividades militares e também para as offshore. Todos eles possuem características próximas às do coturno, mas a variação dos modelos são essenciais para adaptação aos diferentes tipos de ambientes e também para agregar valor estético ao calçado e à vestimenta do trabalhador. Vamos analisar algumas características desses calçados voltados para atividades intensas e que exigem proteção.

A primeira característica é o solado. A sola de um calçado de proteção precisa ser mais grossa e reforçada do que os solados de calçados comuns. Essa característica garante mais estabilidade e resistência. O solado grosso combinado com palmilhas especiais garantem resistência a cortes e perfurações. A Marluvas trabalha com diversas tecnologias aplicadas às suas palmilhas a fim de garantir conforto e segurança para os clientes.

Algumas Tecnologias Marluvas

Sem dúvida, a PAP é uma palmilha confeccionada em fibras de aramida não metálica e totalmente resistente à perfuração. Essa é uma palmilha leve e flexível, que cobre 100% da planta do pé. Por certo atendendo às especificações da NBR ISO 20344/2015 a PAP resiste a perfurações mínimas de 1100N. O calçado de segurança semelhante ao coturno possui biqueira de segurança. Por outro lado esse reforço na parte da frente do calçado oferece segurança aos pés evitando esmagamento no caso de queda de objetos pesados.

Sem dúvida a Marluvas possui em sua extensa lista de tecnologias para calçados uma biqueira ultrarresistente confeccionada em composite. Essa biqueira, não metálica, é mais leve, confortável e resiste a impactos de até 200J e compressão 1500N. Todas as características conforme determinações da norma NBR ISO 20345/2015. Além da composite existem também as biqueiras metálicas e as de polipropileno. Do mesmo modo o cano alto com fechamento em cadarço é outra marca do calçado de segurança voltado para militares e trabalho offshore.

Em conclusão o fechamento reforçado recebe auxílio do zíper na lateral do calçado para facilitar no momento de vestir e tirar. Em geral estes modelos de calçado de segurança são confeccionados em couro com tratamento impermeável, além de conter um sistema de absorção e dessorção de suor para controlar a temperatura corporal de quem está utilizando. Dependendo da necessidade o coturno ainda pode ser confeccionado com tecnologia anti chamas. Os calçados Marluvas possuem todas essas tecnologias.


Calçado de segurança para atividades militares


A saber, a Marluvas, líder absoluta no segmento de calçado de segurança, possui em seu catálogo uma série de modelos de calçado de segurança para atividades militares e offshore. Como resultado a bota de segurança 60C39 CPAP WP ZP, por exemplo, é um modelo de calçado que pode ser utilizado tanto em atividade militar quanto offshore. Esse é um calçado confeccionado em couro vaqueta hidrofugado antichamas e que possui em sua forração interna a tecnologia DryOut Water Proof: uma membrana de PU 100% impermeável e transpirável.

Desse modo o fechamento não possui componentes metálicos e sua biqueira é de composite, o que permite que este calçado de segurança seja utilizado também em atividades com risco de eletricidade. A palmilha, confeccionada em tecido poliéster, é resistente à perfuração e cobre 100% da planta dos pés. Por fim o solado é composto de um bicomponente de Poliuretano/Borracha e resiste ao contato com superfícies de até 300°C por 1 minuto.

Calçado de segurança tem que ter qualidade

Primordialmente a Marluvas produz calçados que atendem às normas nacionais e internacionais. A fim de manter a qualidade e a relação custo-benefício dos produtos, a empresa tem uma estrutura com softwares e equipamentos de última geração que agilizam  o desenvolvimento e os processos de fabricação. Acima de tudo os modelos são desenvolvidos a partir de pesquisas, buscando sempre alta performance, durabilidade e diferenciação no design para cada área de trabalho.

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Saiba como garantir a saúde ocupacional em ambiente hospitalar

Saiba como garantir a saúde ocupacional em ambiente hospitalar

Quem já passou por um hospital ou qualquer setor relacionado ao tratamento da saúde sabe que os riscos que eles oferecem são bastante sérios (saúde ocupacional em ambiente hospitalar). Por isso todo cuidado é pouco quando estamos inseridos em um meio com diversos riscos de contaminação. E se esses já são considerados ambientes “perigosos” para quem está somente de passagem, imagine para quem trabalha e tem que conviver com a exposição diária!?

É por este motivo, e para garantir a saúde ocupacional do colaborador, que existem diversas medidas de proteção impostas pela segurança do trabalho. Por certo essas medidas vão desde a padronização de uma série de procedimentos até a utilização obrigatória de equipamentos específicos para proteção individual. Acima de tudo a norma regulamentadora que rege os procedimentos de segurança na área da saúde é a NR32 (Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde).

A NR32 abrange uma série de atividades relacionadas aos ambientes de saúde e hospitalar em geral. Ela mapeia os riscos dividindo-os entre químicos, biológicos e de radiação ionizante. Dessa forma torna-se possível direcionar recomendações preventivas/corretivas para todos os diferentes riscos mapeados. A norma considera como risco biológico “toda probabilidade da exposição ocupacional a agentes biológicos” que podem comprometer a saúde ocupacional.

Como agentes biológicos são considerados “os microrganismos, geneticamente modificados ou não; as culturas de células; os parasitas; as toxinas e os príons”. De acordo com a NR 32 “todo local onde exista possibilidade de exposição ao agente biológico deve ter lavatório exclusivo para higiene das mãos provido de água corrente, sabonete líquido, toalha descartável e lixeira provida de sistema de abertura sem contato manual”.

Riscos Biológicos


Ainda sobre os riscos biológicos a NR32 destaca também a obrigatoriedade da vacinação do trabalhador (tétano, difteria, hepatite B e os estabelecidos no PCMSO). As vacinas devem ser ofertadas pelo empregador de forma totalmente gratuita já que fazem parte das medidas obrigatórias de segurança e proteção com a saúde ocupacional. Partindo para os riscos químicos à saúde ocupacional, entre outras tantas recomendações, a NR32 enfatiza a necessidade da oferta de treinamentos aos colaboradores.

É imprescindível que os colaboradores sejam capacitados, antes de iniciarem suas atividades, para manusear com segurança os químicos com os quais terão contato. Além disso é importante a realização de treinamentos periódicos para atualização e reciclagem dos procedimentos e dos produtos.

A parte da NR32 que trata dos assuntos referentes aos riscos oferecidos por radiação ionizante enfatiza a importância de que: “sejam obedecidas as disposições estabelecidas pelas normas específicas da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, do Ministério da Saúde”.

Saúde ocupacional em ambientes hospitalar

Antes de mais nada é indispensável que o empregador forneça ao seu colaborador os EPIs destinados às atividades em ambiente hospitalar. Além disso seguir atentamente cada detalhe da extensa lista de procedimentos da NR32. Sobretudo os equipamentos de proteção individual também são obrigatórios e auxiliam na manutenção da saúde ocupacional do trabalhador. A NR32 traz algumas orientações a respeito do assunto:

  • Os Equipamentos de Proteção Individual – EPI, descartáveis ou não, deverão estar à disposição, em número suficiente, nos postos de trabalho, de forma que seja garantido o imediato fornecimento ou reposição;
  • Além do cumprimento do disposto na legislação vigente, os Equipamentos de Proteção Individual – EPI devem atender às seguintes exigências: ser avaliados diariamente quanto ao estado de conservação e segurança; estar armazenados em locais de fácil acesso e em quantidade suficiente para imediata substituição; segundo as exigências do procedimento ou em caso de contaminação ou dano;
  • Com relação aos quimioterápicos antineoplásicos é vedado: iniciar qualquer atividade na falta de EPI;
  • O trabalhador que realize atividades em áreas onde existam fontes de radiações ionizantes deve usar os EPI adequados para a minimização dos riscos;
  • Na radiologia intra-oral: caso seja necessária a presença de trabalhador para assistir ao paciente, esse deve utilizar os EPIs;
  • É proibido movimentação de cilindros de gases sem EPIs adequados.

Equipamentos de proteção individual para a saúde ocupacional em ambiente hospitalar

Decerto existem alguns EPIs básicos destinados às atividades em ambiente hospitalar de saúde, todos a fim de proteger o trabalhador dos riscos aos quais ele está exposto e garantir sua saúde ocupacional. Inegavelmente as luvas são equipamentos de proteção individual básicos para proteção contra riscos biológicos e químicos. Em suma as luvas utilizadas para proteger contra riscos biológicos são descartáveis, mas nem por isso devem ter má qualidade.

Com toda a certeza, as luvas utilizadas para manejo de químicos devem ter resistência ao produto que será manuseado. Além disso outro EPI é a touca. Utilizada principalmente para impedir a queda de cabelos em manipulações químicas e nos próprios pacientes. Alguns ambientes demandam a utilização de aventais. Estes devem ser impermeáveis a fim de funcionar como uma barreira contra agentes químicos e biológicos. As máscaras são mais um EPI básico para quem atua em ambiente hospitalar.

Elas protegem contra contaminações transmitidas pelo ar e formam, juntamente com as luvas, uma dupla poderosa contra riscos biológicos. Os óculos são destinados a colaboradores que lidam com exposição a componentes químicos e radioativos. Por último mas não menos importante estão os calçados de proteção. Todos os calçados utilizados em ambiente hospitalar, visando a saúde ocupacional, devem ser fechados.

Linhas de calçados Flex Clean e All Work

Certamente, os calçados Flex Clean são ideais para este tipo de ambiente pois são totalmente fabricados em EVA. A saber, o Etileno Acetato de Vanila (EVA) é um tipo de plástico (polímero) emborrachado, flexível com propriedades adesivas e componentes à prova d’água. Perfeito para garantir a saúde ocupacional em ambientes de saúde, onde os profissionais se locomovem pelo espaço durante todo o dia e na maioria das vezes de forma rápida.

Inegavelmente, a principal característica do calçado Flex Clean é a leveza e durabilidade. Apesar de não ter resistência mecânica de estiramento este calçado tem resistência de pressão absorvendo choques. Mais uma característica perfeita para atividades que demandam muitas horas de pé e em movimento. Ao mesmo tempo, o EVA é um material atóxico, inodoro e lavável.

Outra linha também recomendada para o ambiente hospitalar é a linha All Work. Aliás, essa linha possui calçados tipo bota com altura de cano de 25 ou 30cm, também confeccionados em PVC com ou sem biqueira de aço. Ademais é um tipo de calçado de proteção perfeito para proteger os pés do contato com sangue, derivados de petróleo, óleos, produtos químicos, ácidos e solventes.

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Como funcionam as tecnologias em calçados de segurança

Não importa qual seja o setor ou o serviço prestado por determinada empresa, em todos os âmbitos deve-se ter como uma das prioridades a segurança no trabalho (a Marluvas trabalha com os calçados de segurança). Esse termo refere-se a todas as medidas necessárias para se evitar qualquer tipo de acidente que possa prejudicar a saúde física, ou mesmo psicológica, de um trabalhador. Para tanto, existem medidas de segurança individual e coletiva determinadas por lei, de acordo com as Normas Reguladoras (NRs) estipuladas pelo Governo Federal.

Normas Reguladoras (NRs)

Todavia, essas Normas Reguladoras instituem uma série de cuidados, no contexto da segurança no trabalho, que devem ser tomados por funcionários e empresas, dependendo do setor e do serviço. Dentre as diversas medidas de segurança, está o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), que também são determinados de acordo com a função exercida. Os EPIs são utilizados para proteger cada trabalhador de diferentes riscos aos quais está exposto. Dessa forma, quem lida com a área da saúde deve usar certos EPIs, enquanto aqueles que mexem com produtos químicos devem usar outros tipos de dispositivos de segurança. Todos esses equipamentos de proteção individual são especificados nas mais de 30 NRs, que levam em conta as peculiaridades e os perigos de cada serviço.

Calçados de segurança

Além disso, por exemplo, capacetes, luvas e máscaras, os calçados de segurança também são considerados equipamentos de proteção individual. Assim como os EPIs, esses calçados precisam estar de acordo com as especificidades de cada profissão. Portanto, os calçados utilizados por eletricistas não terão as mesmas especificações de segurança que aqueles usados por enfermeiros, por exemplo. Cada calçado utilizado como EPI deverá possuir as características necessárias para a proteção, conforto e segurança do trabalhador que exerce o serviço em questão.

Equipamentos de proteção individual

Assim sendo, para atender a todas as necessidades de um EPI e garantir a comodidade e a segurança do trabalhador, os calçados precisam contar com tecnologias que os transformam em equipamentos de alta qualidade. Os calçados Marluvas possuem uma série de tecnologias que buscam fornecer o máximo de proteção e conforto, tanto para calçados de segurança, que podem funcionar como EPIs, quanto para outros tipos de calçados, como os utilizados para o trekking. Você já conhece as tecnologias Marluvas?

M Micro

Os calçados com tecnologia M Micro são feitos com microfibra de textura semelhante ao couro. A vantagem em relação ao couro é que a microfibra é mais leve e lavável. Além disso, esses calçados permitem, por meio de microporos, a transpiração, absorção e dessorção do suor, oferecendo mais conforto e comodidade. Um importante diferencial da tecnologia M Micro é a resistência a produtos químicos, sendo uma opção segura para quem trabalha em ambientes com riscos químicos.

Thermal Insole

Esses calçados possuem palmilhas isolantes, revestidas com alumínio e fibras, sendo capazes de proteger contra o calor e o frio. Podem ser utilizados, por exemplo, no segmento alimentício ou em frigoríficos, onde os trabalhadores estão sujeitos a baixas temperaturas devido ao armazenamento dos produtos.

PAP

Os calçados com tecnologia PAP possuem palmilhas em fibras de aramida, uma espécie de fibra sintética. Essas palmilhas são resistentes à perfuração, além de serem leves e flexíveis. Podem ser usadas em diferentes setores, como o agrícola.

Composite TOE (calçados de segurança)

São calçados com biqueira de composite, resistente ao impacto e à compressão. O composite é um composto de fibra de carbono, vidro e poliéster especial, ou seja, não é metálico. Além da leveza, a vantagem de uma biqueira não metálica é a não condução de eletricidade – um diferencial para quem trabalha em ambientes com riscos elétricos, pois o metal é condutor.

Air Comfort

Com a finalidade de dar mais leveza e suavidade ao produto, s calçados com tecnologia Air Comfort são feitos com tecidos de fibra de poliéster. Dessa forma, os calçados garantem mais conforto e comodidade aos usuários.

Couro FR

Com o propósito de proteção, os calçados com Couro FR impedem a propagação de chamas e diminuem a irradiação de calor interno. São ideais para quem trabalha em ambientes com riscos relativos ao fogo, já que podem evitar queimaduras e protegem contra o calor excessivo.

DryOut

Todavia, os calçados com tecnologia DryOut possuem membranas de poliuretano (PU), utilizado para a impermeabilização. Mas, mesmo sendo calçados impermeáveis, eles ainda são transpiráveis. Basicamente, os microporos da membrana são menores que as gotas de água, impedindo-as de penetrar no calçado. Entretanto, esses microporos são maiores que o vapor de água, o que permite a dessorção do suor.

Outlast Climatech (calçados de segurança)

Em resumo, são calçados com sistema de dispersão de umidade e termorregulação. Essa tecnologia mantém a temperatura dos pés, além de permitir que permaneçam secos. Dessa forma, em ambientes quentes o calor é absorvido, prevenindo o suor. Já em ambientes frios, o calor é retido, permitindo que os pés se mantenham aquecidos. São calçados ideais para quem pratica caminhadas, trekking ou trilhas, por exemplo.

TPU Plate

Com a finalidade de maior sustentação ao tornozelo, é aplicado um inserto no solado dos calçados com tecnologia TPU Plate. Essa aplicação permite que o usuário tenha maior estabilidade, principalmente em terrenos irregulares. Esses calçados também podem ser utilizados por quem faz caminhadas em ambientes naturais, sem estabilidade de terreno, ou mesmo em determinados setores de indústrias.

Nubuck Repel

Os calçados com tecnologia Nubuck Repel são feitos de couro repelente à água. Devido ao tratamento especial do couro, esses calçados impedem a penetração de umidade quando há contato repentino com a água. Em trilhas, por exemplo, se o usuário pisar em uma poça de água, com essa tecnologia o calçado impedirá que os pés se molhem.

Soft Comfort (calçados de segurança)

A fim de proporcionar maior proteção contra micro-organismos, os calçados com palmilhas higiênicas, que possuem propriedades antibacterianas. Além disso, as palmilhas Soft Comfort são compostas por EVA e micropontos, os quais permitem a absorção e dessorção do suor, prevenindo a umidade.

Enfim, os calçados Marluvas combinam várias dessas tecnologias em um só produto, oferecendo as melhores características de acordo com as necessidades de cada profissão, serviço ou atividade. Confira nossas linhas e escolha o calçado que mais se adequa ao que você precisa, seja para cumprir a função de EPI, garantindo a segurança no trabalho, ou para oferecer conforto e comodidade na hora de atividades como o trekking e a caminhada.

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Aprenda a escolher o melhor calçado de segurança

Aprenda a escolher o melhor calçado de segurança

O calçado de segurança é um equipamento de proteção individual exigido nas mais diferentes profissões (Como escolher calçado de segurança). Contudo, levando em consideração que os pés são um dos maiores responsáveis por sustentar nosso corpo durante todo o dia, arriscamos dizer que o calçado de segurança é um dos EPI’s mais importantes que existem. Decerto é exatamente isso que deve ser levado em consideração no momento da sua escolha.

Afinal, o calçado de segurança deve oferecer o máximo de conforto já que serão muitas horas diárias de uso. Isto é, além de cumprir com excelência seu papel de proteção à saúde do trabalhador. Pesquise bem antes de efetuar a compra. Outrossim, é preciso lembrar que um bom calçado tem impacto direto na produtividade do colaborador e que essa característica está totalmente relacionada aos lucros da empresa ao final do mês.

Como escolher corretamente o calçado de segurança

Com toda a certeza, no momento da escolha do calçado de segurança devemos levar em conta uma série de fatores. Antes de mais nada o fator principal é o tipo de atividade que será exercida pelo colaborador. Quais são os riscos que essa atividade oferece à sua saúde e segurança? Podemos  classificar esses riscos em quatro categorias:

  • Riscos Físicos: vibrações; temperaturas; perfurações; impactos de objetos pesados e radiação.
  • Riscos Químicos: Líquidos; vapores; poeiras e fumos.
  • Riscos Biológicos: Vírus e bactérias
  • Riscos Ergonômicos: Postura, movimentos repetitivos de pés e pernas; impactos nos pés e pernas.

A NR6 é a norma regulamentadora responsável por orientar a utilização dos equipamentos de proteção individual. De acordo com a norma (Anexo 1 – G) os calçados de segurança estão classificados em sete grupos:

a) calçado para proteção contra impactos de quedas de objetos sobre os artelhos;

b) calçado para proteção dos pés contra agentes provenientes de energia elétrica;

c) calçado para proteção dos pés contra agentes térmicos;

d) calçado para proteção dos pés contra agentes abrasivos e escoriantes; 

e) calçado para proteção dos pés contra agentes cortantes e perfurantes;

f) calçado para proteção dos pés e pernas contra umidade proveniente de operações com uso de água;

g) calçado para proteção dos pés e pernas contra agentes químicos. (Alterada pela Portaria MTE n.º 505, de 16 de abril de 2015).

Todos os riscos citados anteriormente são englobados pela NR6. Sabendo quais deles se encaixam na atividade desenvolvida pelo seu colaborador, é hora de escolher qual modelo de calçado oferece o melhor solado, o melhor material para o cabedal, se o cano será baixo ou alto, se o calçado será em couro simples ou com tratamento especial, entre outras características.

Algumas características dos calçados de segurança

Biqueira

Em primeiro lugar, as biqueiras do calçado de segurança são confeccionadas em dois materiais mais comuns: aço e composite. A biqueira de aço é resistente a impactos de alta intensidade, quedas de objetos, cortes e perfurações.

A biqueira de composite oferece o mesmo grau de proteção da biqueira de aço com o plus de ser mais leve e também resistente a choques elétricos. Portanto mais uma vez deve-se levar em conta a atividade a qual o calçado será destinado.

Solado

Em segundo lugar, o solado do calçado de segurança é um item que deve receber atenção especial. Além de proporcionar conforto ao trabalhador, o solado protege contra diversos riscos (choques, cortes, escorregões). A Marluvas trabalha com diferentes tecnologias aplicadas aos solados dos seus calçados para oferecer um maior conforto e uma maior proteção aos seus clientes.

A tecnologia TPU Plate, por exemplo, consiste em um inserto de TPU ANTI-TORSION aplicado no enfranque do solado, a fim de oferecer maior sustentação ao tornozelo, estabilidade em terrenos irregulares e ao subir escadas, evitando acidentes.

As palmilhas funcionam como uma camada extra de proteção junto ao solado. A PAP, Palmilha em fibras de aramida não metálica resistente à perfuração, é leve e flexível. Cobre 100% da planta do pé e resiste à perfuração mínima de 1100N conforme norma NBR ISO 20344/2015.

Cabedal

Em terceiro lugar, o cabedal é a parte superior do calçado de segurança. É ele quem protege o pé em caso de quedas de objetos pesados, cortantes, perfurantes, etc. O cabedal pode ser confeccionado em diferentes materiais e mais uma vez sua escolha deve ser cuidadosa, levando sempre em consideração os riscos aos quais o colaborador está exposto.

A nova norma ABNT NBR 16.603:2017 impõe algumas mudanças ao estilo do cabedal dos calçados de segurança para trabalhos em instalações elétricas. Ou seja, a norma cancela e substitui a ABNT NBR 12.576:1992 e foi elaborada pelo Comitê Brasileiro de Equipamentos de Proteção Individual e pela Comissão de Estudo de Calçado de Uso Profissional com base na ASTM F 2413:2015.

A ABNT NBR 16.603:2017 prevê que as áreas do cabedal não devem possuir costuras ornamentais, sendo que toda a região do dorso até o ressalto deverá estar livre de costuras. Isto é, inclui a questão solados blaqueados (costurados) na região frontal do cabedal. Uma vez que um mesmo calçado de segurança pode ser confeccionado com tecnologia suficiente para proteger contra diversos riscos ao mesmo tempo.

Outras observações sobre a escolha do calçado de segurança

Além disso observar os riscos aos quais o colaborador está exposto a fim de escolher o modelo ideal do calçado de segurança, é importante levar em conta outros fatores mais técnicos. A saber, o Certificado de Aprovação (CA) e sua validade bem como a validade do calçado são pontos importantíssimos e devem receber total atenção no ato da compra.

Afinal o CA é regulamentado pela NR6, que prevê que todo tipo de EPI (nacional ou importado) só pode ser comercializado e utilizado se houver um Certificado de Aprovação válido. Enfim, o CA garante que o equipamento de proteção individual está em conformidade com as normas de segurança. Seu prazo de validade que deve ser respeitado pelo fabricante e renovado dentro do limite máximo de 90 dias antes do vencimento.

Por fim, é importante lembrar que a validade do Certificado de Aprovação não tem relação com a validade do calçado de segurança. São duas coisas diferentes! Visto que a validade do CA determina por quanto tempo o produto fabricado pode ser comercializado. Enquanto a validade do EPI determina por quanto tempo ele pode ser utilizado sem perder as garantias dos testes de qualidade e  sem oferecer risco à saúde e à segurança do trabalhador.

A Marluvas é capaz de oferecer tudo o que você precisa em calçado de segurança e muito mais. Prove e comprove.

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Calçados de segurança Marluvas: garantia de qualidade e conforto

Calçados de segurança Marluvas: garantia de qualidade e conforto

Os calçados de segurança com maior qualidade dentro do Brasil são os produzidos pela Marluvas. Afinal são 47 anos no mercado levando proteção, inovação e conforto para os trabalhadores e clientes. Decerto os calçados Marluvas são desenvolvidos a partir de rigorosas pesquisas para atender cada área profissional.

Posteriormente, os produtos são testados em um centro técnico que possui a mais avançada tecnologia. O resultado? Certamente o consumidor recebe um produto com alta performance, durabilidade e design diferenciado. Outrossim, a Marluvas recebe as mais importantes aprovações e certificações nacionais e internacionais.

Igualmente as certificações e aprovações a empresa foi coroada por duas vezes consecutivas (2018 e 2019) em duas categorias do Top Of Mind de Proteção. Em primeiro lugar em calçados de segurança. Em segundo lugar geral no prêmio Top Of Mind de Proteção. Excelência no atendimento e também no serviço de assistência técnica.

Em resumo, A Marluvas trabalha para orientar o consumidor sobre a escolha, o uso correto e a conservação do produto desenvolvido. É exatamente essa forma de se relacionar com o cliente que faz da Marluvas uma empresa líder no mercado de calçados profissionais. Em suma a empresa é norteada por valores bem definidos e colocados em prática no dia a dia de trabalho. Você sabe qual é a política de qualidade Marluvas?

“Ser eficaz na gestão estratégica e nos processos de fabricação e comercialização de calçados, assegurando a sustentabilidade do negócio, comprometendo-nos a atender os requisitos aplicáveis e às necessidades das Partes Interessadas, promovendo assim, o nosso crescimento através de melhorias contínuas do Sistema de Gestão da Qualidade”.

Marluvas é garantia de qualidade e satisfação

Por certo, A Marluvas é referência em tecnologias de fabricação de calçados de segurança. Dessa forma, para atender ao alto padrão de qualidade exigido pelo mercado, a empresa mantém um laboratório completo, com sistemas de avaliação para ensaios físico-mecânicos e equipamentos de análise de substâncias restritivas. Tanto os calçados quanto seus componentes são testados.

Primordialmente o desempenho quanto à qualidade, resistência, impacto, abrasão, entre outros, são minuciosamente avaliados. Contudo a equipe de profissionais Marluvas é formada por técnicos treinados em laboratórios credenciados ao Ministério do Trabalho. Característica que garante a confiança dos relatórios emitidos. Esses relatórios são documentos utilizados como referência em certificações nacionais e internacionais.

E com um processo de fabricação tão cuidadoso, é claro que a marca garante a qualidade e durabilidade dos seus produtos. No site da empresa vocês podem encontrar os prazos de garantia de cada uma das linhas desenvolvidas e fabricadas pela marca. Todos os calçados de segurança Marluvas possuem 36 meses de validade, a contar da data de fabricação (gravada no calçado).

Junto com a garantia a empresa também fornece ao cliente algumas recomendações de conservação e manutenção do calçado. É importante que elas sejam seguidas para que o calçado chegue ao fim do seu prazo de validade oferecendo o mesmo nível de conforto e segurança do momento em que foi adquirido.

Recomendações para manutenção dos calçados de segurança Marluvas
  • Lavar ou limpar com um pano umedecido o calçado, ao menos uma vez por semana, e secar a sombra.
  • Efetuar manutenção periódica com graxas, pomadas, ceras para calçados ou sebo.
  • Procurar manter o calçado seco e limpo para aumentar sua vida útil.
  • O excesso de umidade que penetra no calçado compromete seu rendimento. Será necessário secá-lo com fonte de calor natural, à sombra.

OBS: Os produtos químicos usados no processo de construção do calçado e no curtimento do couro, não são contaminantes.

Orientações de limpeza nos calçados de segurança Marluvas – M.Micro (linha 65 e 70)

Entretanto, os calçados em MMicro, para determinados segmentos, deverão ser higienizados de uma forma diferenciada devido a composição do material. Ademais, as orientações a seguir contribuem principalmente para a limpeza dos calçados de uso em Frigoríficos. Inesperadamente, nesse ambiente o procedimento de fiscalização implica, principalmente, no método como os calçados são higienizados.

  • Mantenha sempre seca a palmilha antimicrobiana.
  •  Mantenha seu calçado sempre em local arejado, longe do calor e umidade.
  • Não estoque o calçado por um prazo superior a 365 dias para evitar a hidrolisação do solado, caso este seja de poliuretano ou de borracha.
  • Aliás, evite o uso contínuo de um mesmo par de calçados para prevenir o surgimento de bactérias, fungos e mau cheiro. Deixe que o calçado elimine naturalmente o suor absorvido, e caso haja a necessidade, efetuar a sua troca a cada 6 meses.
  • Seja como for, nunca deixe seu calçado secar junto a fontes de calor intenso como: secadoras de roupas, caldeiras, aquecedores, estufas, fogões nem tampouco ao sol. Altas temperaturas e tentativas de acelerar a secagem afetam negativamente o solado, endurecendo-o e favorecendo a sua quebra devido a perda de flexibilidade. O correto é que o calçado seja seco à temperatura ambiente e à sombra.
  • Em conclusão o material MMicro deverá ser limpo de forma correta, utilizando hipoclorito com a concentração do produto adequado, o ideal seria em concentrações baixas de 1% e homogeneizado.
  • Em resumo, na utilização de detergentes, utilizar produtos cujo pH da solução seja neutro.

Orientações para higienização da linha 75 Marluvas

  • Esponja ou escova de cerdas macias.
  • Bem como, pano de limpeza.
  • Em contrapartida, se o material estar muito sujo, é necessária a aplicação de detergente e água, mas em pequenas concentrações para evitar o desgaste e danificação da cor.
  • Ademais, use uma esponja, ou escova para limpeza de cerdas macias, para livrar a superfície da microfibra suede de arranhões e sujeiras leves. Faça movimentos circulares com a escova para limpar suavemente marcas de arranhões e tirar a sujeira.
  • Seja como for, evite a limpeza com água e também a utilização dos calçados confeccionados em MMicro Suede em ambientes com presença de umidade.
  • Entretanto caso o calçado possua sujeiras difíceis de serem removidas, aplique um limpador líquido especial para nobuck/camurça ou detergente neutro, para eliminar sujeiras difíceis de remover e encrostadas. Assim que o produto secar, esfregue o cabedal suavemente em pequenos círculos, com uma escova ou esponja de cerdas macias, para remover a sujeira.
Algumas informações referentes à estocagem dos calçados de segurança Marluvas também são importantes
  • Com a finalidade de estocagem dos calçados com solado de poliuretano, informamos que não é aconselhável mantê-los parados no estoque por um período de tempo prolongado, pois para isso seria necessário temperatura e umidade ambiente controladas.
  • Todavia este processo ocorre, porque a incidência de calor e a umidade do ar, descontroladas no local, formam moléculas de água que começam a reagir com os produtos químicos que compõem o solado de poliuretano e provocam a HIDRÓLISE, que tecnicamente é a quebra do solado de poliuretano (PU), através da penetração de água (H2O), proporcionando assim a decomposição do solado.
  • Semelhantemente, para o couro não é recomendável a estocagem por um longo tempo, uma vez que começa a ocorrer o ressecamento de suas fibras, com consequentes danos do produto ainda em estoque.
  • Por consequência, por desconhecer o ambiente de estocagem de cada cliente, recomendamos que os calçados não sejam estocados por mais de 01 (um) ano.
  • Sem dúvida, quanto ao sistema de armazenagem adotada, sugerimos o PEPS onde o primeiro produto a entrar no estoque, seja realmente o primeiro a sair, evitando assim, o envelhecimento dos calçados nas prateleiras.
Acima de tudo a Marluvas oferece ao consumidor um serviço de assistência técnica personalizada. Dessa forma preventiva a equipe realiza uma avaliação nas empresas clientes para saber se os calçados estão sendo usados na área adequada e se estão desempenhando de forma satisfatória sua função de proteção.

Salvo, de forma corretiva a equipe atende aos clientes que necessitam resolver problemas relacionados ao desempenho do calçado, fornecendo informações, treinamentos e esclarecendo dúvidas. Para entrar em contato com a assistência técnica Marluvas basta clicar no link.

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