Riscos ocupacionais: tudo sobre atividades em temperaturas baixas

Riscos ocupacionais: tudo sobre atividades em temperaturas baixas

Decerto é bastante comum que as pessoas relacionem os riscos ocupacionais apenas às atividades que possuem riscos explícitos de acidentes: trabalho em altura; contato com eletricidade; manuseio de máquinas; objetos cortantes; queimaduras e outros. Apesar de os riscos ocupacionais estarem mais visíveis nesses casos, a verdade é que eles também estão presentes em outros ambientes e atividades. Mas existem os riscos ocupacionais em temperaturas baixas.

Afinal neste texto vamos tratar especificamente dos locais frios. Afinal O trabalho em contato com temperaturas extremamente baixas também esconde uma série de perigos que devem receber uma atenção especial por parte do empregador, do empregado e da equipe de saúde e segurança do trabalho.

Setor Alimentício (Riscos ocupacionais em temperaturas baixas)

A grande maioria das atividades desenvolvidas em temperaturas baixas são demandas do setor alimentício. Isto é por conta da grande quantidade de alimentos perecíveis que necessitam de conservação em refrigeração ou até mesmo congelados. Por exemplo: frigoríficos, determinados setores de supermercados e açougues, setores de laticínios, caminhões e outros. Nesses ambientes, quando o alimento está refrigerado, o trabalhador é exposto a temperaturas que variam de 0 a 10ºC.

Todavia em ambientes de manuseio, como cortes de carnes e armazenamento de verduras, a temperatura pode passar um pouco acima dos 10ºC. Entretanto existem ainda os ambientes mais extremos como as câmaras frias para produtos congelados que possuem uma temperatura média de 20ºC negativos. Os túneis de congelamento podem chegar à temperatura de 70ºC negativos. O trabalhador inserido nesses ambientes está sujeito a alguns riscos ocupacionais.

Medidas para prevenir os riscos ocupacionais

Com a finalidade de preservar a saúde do trabalhador inserido neste ambiente, existem algumas práticas de prevenção contra doenças e lesões causadas pelo frio. Algumas dessas práticas são aplicadas de forma coletiva e outras são individuais, como a utilização dos EPIs, por exemplo. Antes de tudo, pensando coletivamente, é necessário que o local de trabalho seja planejado de forma a evitar que o colaborador permaneça parado por um longo período de tempo. É interessante também que o trabalhador possa desfrutar de um local externo para repouso, além de troca de roupas molhadas.

Os intervalos são assegurados pelo artigo 253 da consolidação das Leis do Trabalho – Decreto Lei 5452/43: “Para os empregados que trabalham no interior das câmaras frigoríficas e para os que movimentam mercadorias do ambiente quente ou normal para o frio e vice-versa, depois de 1 hora e 40 minutos de trabalho contínuo, será assegurado um período de 20 minutos de repouso, computado esse intervalo como de trabalho efetivo”.

Normas de Segurança

Com o intuito de manter a Segurança e saúde no trabalho em empresas de abate e processamento de carnes e derivados a NR 36 traz regulamentações sobre as atividades frigoríficas. Sobretudo a norma exige que, em caso de atividades manuais em ambientes frios ou em contato com superfícies e produtos frios, sejam disponibilizados sistemas “para aquecimento das mãos próximo dos sanitários ou dos locais de fruição de pausas”. Quanto aos EPIs a NR36 enfatiza que eles devem oferecer proteção e conforto ao colaborador.

Primordialmente devem ser fornecidas, diariamente, meias limpas e higienizadas. As luvas devem ser trocadas de acordo com o desgaste por uso. É importante também que as luvas sejam impermeáveis para manter as mãos do colaborador sempre secas. “Nas atividades onde as mãos dos trabalhadores ficam totalmente molhadas e não seja possível a utilização de luvas em razão da geração de riscos adicionais, deve ser efetuado rodízio com outras tarefas”.

Luvas de Proteção (Riscos ocupacionais em temperaturas baixas)

As luvas utilizadas para proteger o trabalhador dos riscos ocupacionais em contato com o frio, devem ser anatômicas e extremamente confortáveis. Contudo o fornecimento e a higienização de toda a roupa utilizada como EPI é de responsabilidade do empregador. Cabe ao colaborador utilizá-las e conservá-las sempre de forma correta. Quais são os EPIs utilizados em ambientes como câmara fria e outros com temperaturas extremamente baixas?

Blusa e calça capazes de proteger todo o corpo. É importante criar camadas de roupa para isolar o frio. Quando o trabalhador tem contato com vento, as roupas devem ser confeccionadas em couro ou lã. É importante que a roupa seja impermeável e tenha sistema de controle de temperatura. As luvas de segurança já citadas anteriormente. É importante também a utilização de um capuz de segurança. Ele será responsável por proteger cabeça e pescoço do trabalhador.

EPI – calçado de proteção

Outro EPI de extrema importância é o calçado de proteção. Esses calçados devem proteger os pés contra o frio e a umidade. É importante que eles sejam confortáveis para que o colaborador execute bem suas tarefas e esteja protegido contra os riscos ocupacionais. Modelos fabricados em PVC impermeável, de fácil higienização, cano alto, forração interna e solado antiderrapante, são ideais para este tipo de atividade.

Conheça os principais riscos ocupacionais em temperaturas baixas

Mas você sabe quais são as doenças e principais riscos ocupacionais que acometem os trabalhadores que desempenham suas atividades em temperaturas extremamente baixas? Quando ocorre uma perda excessiva de calor a circulação sanguínea diminui. Se o corpo não está preparado para se expor a essas temperaturas, uma série de problemas podem ocorrer. Extremidades como mãos e pés são sempre os primeiros atingidos, por isso a importância de luvas e calçados EPIs.

Outras partes do corpo como o sistema respiratório e pele também se comprometem por conta do frio. A ocorrência de crises e reações alérgicas, específicas do frio, como a Urticária são bem comuns. A Ulceração, responsável por pequenas lesões na pele, palidez, dores e formação de bolhas, também é causada pela exposição ao frio excessivo. O Fenômeno de Raynaud é consequência da diminuição de circulação sanguínea nos dedos.

Fenômeno de Raynaud (Riscos ocupacionais em temperaturas baixas)

Nesse caso os membros ficam pálidos ou azulados, perdem a sensibilidade e o indivíduo tem a sensação de latejamento e ardência. O Fenômeno de Raynaud pode ser associado a doenças como artrite reumatoide. Extremidades do corpo como mãos, pés e face podem sofrer congelamento. Isso ocorre quando a área tem sua temperatura igual ou inferior a 0ºC. A diminuição da circulação, neste caso, causa vermelhidão e inchaço, podendo evoluir para dor intensa, infecção e, em casos mais graves, gangrena e a perda do membro afetado.

Outro risco ocupacional é o Frosbite, que ocorre quando há a formação de pequenos cristais de gelo na pele (epiderme e derme). A Perniose, conhecida popularmente como frieira, acontece após o congelamento. Algumas partes do corpo continuam doloridas e com queimaduras. O tratamento é complexo e duradouro. A Hipotermia é o mais grave de todos os riscos ocupacionais citados anteriormente. Quando o colaborador se expõe a temperaturas extremamente baixas por um um longo período, sem a correta proteção, o corpo perde a sensibilidade.

Se isso acontece a pessoa para de sentir frio, tem um grau elevado de fraqueza muscular e adormecimento que pode levar à morte. Outras características são dilatação da pupila e alucinações. A hipotermia deve ser tratada imediatamente. A vítima deve ser aquecida com cobertores, aquecedores e bebidas e transferida para um hospital.

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Aprenda a escolher o melhor calçado de segurança

Aprenda a escolher o melhor calçado de segurança

O calçado de segurança é um equipamento de proteção individual exigido nas mais diferentes profissões (Como escolher calçado de segurança). Contudo, levando em consideração que os pés são um dos maiores responsáveis por sustentar nosso corpo durante todo o dia, arriscamos dizer que o calçado de segurança é um dos EPI’s mais importantes que existem. Decerto é exatamente isso que deve ser levado em consideração no momento da sua escolha.

Afinal, o calçado de segurança deve oferecer o máximo de conforto já que serão muitas horas diárias de uso. Isto é, além de cumprir com excelência seu papel de proteção à saúde do trabalhador. Pesquise bem antes de efetuar a compra. Outrossim, é preciso lembrar que um bom calçado tem impacto direto na produtividade do colaborador e que essa característica está totalmente relacionada aos lucros da empresa ao final do mês.

Como escolher corretamente o calçado de segurança

Com toda a certeza, no momento da escolha do calçado de segurança devemos levar em conta uma série de fatores. Antes de mais nada o fator principal é o tipo de atividade que será exercida pelo colaborador. Quais são os riscos que essa atividade oferece à sua saúde e segurança? Podemos  classificar esses riscos em quatro categorias:

  • Riscos Físicos: vibrações; temperaturas; perfurações; impactos de objetos pesados e radiação.
  • Riscos Químicos: Líquidos; vapores; poeiras e fumos.
  • Riscos Biológicos: Vírus e bactérias
  • Riscos Ergonômicos: Postura, movimentos repetitivos de pés e pernas; impactos nos pés e pernas.

A NR6 é a norma regulamentadora responsável por orientar a utilização dos equipamentos de proteção individual. De acordo com a norma (Anexo 1 – G) os calçados de segurança estão classificados em sete grupos:

a) calçado para proteção contra impactos de quedas de objetos sobre os artelhos;

b) calçado para proteção dos pés contra agentes provenientes de energia elétrica;

c) calçado para proteção dos pés contra agentes térmicos;

d) calçado para proteção dos pés contra agentes abrasivos e escoriantes; 

e) calçado para proteção dos pés contra agentes cortantes e perfurantes;

f) calçado para proteção dos pés e pernas contra umidade proveniente de operações com uso de água;

g) calçado para proteção dos pés e pernas contra agentes químicos. (Alterada pela Portaria MTE n.º 505, de 16 de abril de 2015).

Todos os riscos citados anteriormente são englobados pela NR6. Sabendo quais deles se encaixam na atividade desenvolvida pelo seu colaborador, é hora de escolher qual modelo de calçado oferece o melhor solado, o melhor material para o cabedal, se o cano será baixo ou alto, se o calçado será em couro simples ou com tratamento especial, entre outras características.

Algumas características dos calçados de segurança

Biqueira

Em primeiro lugar, as biqueiras do calçado de segurança são confeccionadas em dois materiais mais comuns: aço e composite. A biqueira de aço é resistente a impactos de alta intensidade, quedas de objetos, cortes e perfurações.

A biqueira de composite oferece o mesmo grau de proteção da biqueira de aço com o plus de ser mais leve e também resistente a choques elétricos. Portanto mais uma vez deve-se levar em conta a atividade a qual o calçado será destinado.

Solado

Em segundo lugar, o solado do calçado de segurança é um item que deve receber atenção especial. Além de proporcionar conforto ao trabalhador, o solado protege contra diversos riscos (choques, cortes, escorregões). A Marluvas trabalha com diferentes tecnologias aplicadas aos solados dos seus calçados para oferecer um maior conforto e uma maior proteção aos seus clientes.

A tecnologia TPU Plate, por exemplo, consiste em um inserto de TPU ANTI-TORSION aplicado no enfranque do solado, a fim de oferecer maior sustentação ao tornozelo, estabilidade em terrenos irregulares e ao subir escadas, evitando acidentes.

As palmilhas funcionam como uma camada extra de proteção junto ao solado. A PAP, Palmilha em fibras de aramida não metálica resistente à perfuração, é leve e flexível. Cobre 100% da planta do pé e resiste à perfuração mínima de 1100N conforme norma NBR ISO 20344/2015.

Cabedal

Em terceiro lugar, o cabedal é a parte superior do calçado de segurança. É ele quem protege o pé em caso de quedas de objetos pesados, cortantes, perfurantes, etc. O cabedal pode ser confeccionado em diferentes materiais e mais uma vez sua escolha deve ser cuidadosa, levando sempre em consideração os riscos aos quais o colaborador está exposto.

A nova norma ABNT NBR 16.603:2017 impõe algumas mudanças ao estilo do cabedal dos calçados de segurança para trabalhos em instalações elétricas. Ou seja, a norma cancela e substitui a ABNT NBR 12.576:1992 e foi elaborada pelo Comitê Brasileiro de Equipamentos de Proteção Individual e pela Comissão de Estudo de Calçado de Uso Profissional com base na ASTM F 2413:2015.

A ABNT NBR 16.603:2017 prevê que as áreas do cabedal não devem possuir costuras ornamentais, sendo que toda a região do dorso até o ressalto deverá estar livre de costuras. Isto é, inclui a questão solados blaqueados (costurados) na região frontal do cabedal. Uma vez que um mesmo calçado de segurança pode ser confeccionado com tecnologia suficiente para proteger contra diversos riscos ao mesmo tempo.

Outras observações sobre a escolha do calçado de segurança

Além disso observar os riscos aos quais o colaborador está exposto a fim de escolher o modelo ideal do calçado de segurança, é importante levar em conta outros fatores mais técnicos. A saber, o Certificado de Aprovação (CA) e sua validade bem como a validade do calçado são pontos importantíssimos e devem receber total atenção no ato da compra.

Afinal o CA é regulamentado pela NR6, que prevê que todo tipo de EPI (nacional ou importado) só pode ser comercializado e utilizado se houver um Certificado de Aprovação válido. Enfim, o CA garante que o equipamento de proteção individual está em conformidade com as normas de segurança. Seu prazo de validade que deve ser respeitado pelo fabricante e renovado dentro do limite máximo de 90 dias antes do vencimento.

Por fim, é importante lembrar que a validade do Certificado de Aprovação não tem relação com a validade do calçado de segurança. São duas coisas diferentes! Visto que a validade do CA determina por quanto tempo o produto fabricado pode ser comercializado. Enquanto a validade do EPI determina por quanto tempo ele pode ser utilizado sem perder as garantias dos testes de qualidade e  sem oferecer risco à saúde e à segurança do trabalhador.

A Marluvas é capaz de oferecer tudo o que você precisa em calçado de segurança e muito mais. Prove e comprove.

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Calçados de segurança Marluvas: garantia de qualidade e conforto

Calçados de segurança Marluvas: garantia de qualidade e conforto

Os calçados de segurança com maior qualidade dentro do Brasil são os produzidos pela Marluvas. Afinal são 47 anos no mercado levando proteção, inovação e conforto para os trabalhadores e clientes. Decerto os calçados Marluvas são desenvolvidos a partir de rigorosas pesquisas para atender cada área profissional.

Posteriormente, os produtos são testados em um centro técnico que possui a mais avançada tecnologia. O resultado? Certamente o consumidor recebe um produto com alta performance, durabilidade e design diferenciado. Outrossim, a Marluvas recebe as mais importantes aprovações e certificações nacionais e internacionais.

Igualmente as certificações e aprovações a empresa foi coroada por duas vezes consecutivas (2018 e 2019) em duas categorias do Top Of Mind de Proteção. Em primeiro lugar em calçados de segurança. Em segundo lugar geral no prêmio Top Of Mind de Proteção. Excelência no atendimento e também no serviço de assistência técnica.

Em resumo, A Marluvas trabalha para orientar o consumidor sobre a escolha, o uso correto e a conservação do produto desenvolvido. É exatamente essa forma de se relacionar com o cliente que faz da Marluvas uma empresa líder no mercado de calçados profissionais. Em suma a empresa é norteada por valores bem definidos e colocados em prática no dia a dia de trabalho. Você sabe qual é a política de qualidade Marluvas?

“Ser eficaz na gestão estratégica e nos processos de fabricação e comercialização de calçados, assegurando a sustentabilidade do negócio, comprometendo-nos a atender os requisitos aplicáveis e às necessidades das Partes Interessadas, promovendo assim, o nosso crescimento através de melhorias contínuas do Sistema de Gestão da Qualidade”.

Marluvas é garantia de qualidade e satisfação

Por certo, A Marluvas é referência em tecnologias de fabricação de calçados de segurança. Dessa forma, para atender ao alto padrão de qualidade exigido pelo mercado, a empresa mantém um laboratório completo, com sistemas de avaliação para ensaios físico-mecânicos e equipamentos de análise de substâncias restritivas. Tanto os calçados quanto seus componentes são testados.

Primordialmente o desempenho quanto à qualidade, resistência, impacto, abrasão, entre outros, são minuciosamente avaliados. Contudo a equipe de profissionais Marluvas é formada por técnicos treinados em laboratórios credenciados ao Ministério do Trabalho. Característica que garante a confiança dos relatórios emitidos. Esses relatórios são documentos utilizados como referência em certificações nacionais e internacionais.

E com um processo de fabricação tão cuidadoso, é claro que a marca garante a qualidade e durabilidade dos seus produtos. No site da empresa vocês podem encontrar os prazos de garantia de cada uma das linhas desenvolvidas e fabricadas pela marca. Todos os calçados de segurança Marluvas possuem 36 meses de validade, a contar da data de fabricação (gravada no calçado).

Junto com a garantia a empresa também fornece ao cliente algumas recomendações de conservação e manutenção do calçado. É importante que elas sejam seguidas para que o calçado chegue ao fim do seu prazo de validade oferecendo o mesmo nível de conforto e segurança do momento em que foi adquirido.

Recomendações para manutenção dos calçados de segurança Marluvas
  • Lavar ou limpar com um pano umedecido o calçado, ao menos uma vez por semana, e secar a sombra.
  • Efetuar manutenção periódica com graxas, pomadas, ceras para calçados ou sebo.
  • Procurar manter o calçado seco e limpo para aumentar sua vida útil.
  • O excesso de umidade que penetra no calçado compromete seu rendimento. Será necessário secá-lo com fonte de calor natural, à sombra.

OBS: Os produtos químicos usados no processo de construção do calçado e no curtimento do couro, não são contaminantes.

Orientações de limpeza nos calçados de segurança Marluvas – M.Micro (linha 65 e 70)

Entretanto, os calçados em MMicro, para determinados segmentos, deverão ser higienizados de uma forma diferenciada devido a composição do material. Ademais, as orientações a seguir contribuem principalmente para a limpeza dos calçados de uso em Frigoríficos. Inesperadamente, nesse ambiente o procedimento de fiscalização implica, principalmente, no método como os calçados são higienizados.

  • Mantenha sempre seca a palmilha antimicrobiana.
  •  Mantenha seu calçado sempre em local arejado, longe do calor e umidade.
  • Não estoque o calçado por um prazo superior a 365 dias para evitar a hidrolisação do solado, caso este seja de poliuretano ou de borracha.
  • Aliás, evite o uso contínuo de um mesmo par de calçados para prevenir o surgimento de bactérias, fungos e mau cheiro. Deixe que o calçado elimine naturalmente o suor absorvido, e caso haja a necessidade, efetuar a sua troca a cada 6 meses.
  • Seja como for, nunca deixe seu calçado secar junto a fontes de calor intenso como: secadoras de roupas, caldeiras, aquecedores, estufas, fogões nem tampouco ao sol. Altas temperaturas e tentativas de acelerar a secagem afetam negativamente o solado, endurecendo-o e favorecendo a sua quebra devido a perda de flexibilidade. O correto é que o calçado seja seco à temperatura ambiente e à sombra.
  • Em conclusão o material MMicro deverá ser limpo de forma correta, utilizando hipoclorito com a concentração do produto adequado, o ideal seria em concentrações baixas de 1% e homogeneizado.
  • Em resumo, na utilização de detergentes, utilizar produtos cujo pH da solução seja neutro.

Orientações para higienização da linha 75 Marluvas

  • Esponja ou escova de cerdas macias.
  • Bem como, pano de limpeza.
  • Em contrapartida, se o material estar muito sujo, é necessária a aplicação de detergente e água, mas em pequenas concentrações para evitar o desgaste e danificação da cor.
  • Ademais, use uma esponja, ou escova para limpeza de cerdas macias, para livrar a superfície da microfibra suede de arranhões e sujeiras leves. Faça movimentos circulares com a escova para limpar suavemente marcas de arranhões e tirar a sujeira.
  • Seja como for, evite a limpeza com água e também a utilização dos calçados confeccionados em MMicro Suede em ambientes com presença de umidade.
  • Entretanto caso o calçado possua sujeiras difíceis de serem removidas, aplique um limpador líquido especial para nobuck/camurça ou detergente neutro, para eliminar sujeiras difíceis de remover e encrostadas. Assim que o produto secar, esfregue o cabedal suavemente em pequenos círculos, com uma escova ou esponja de cerdas macias, para remover a sujeira.
Algumas informações referentes à estocagem dos calçados de segurança Marluvas também são importantes
  • Com a finalidade de estocagem dos calçados com solado de poliuretano, informamos que não é aconselhável mantê-los parados no estoque por um período de tempo prolongado, pois para isso seria necessário temperatura e umidade ambiente controladas.
  • Todavia este processo ocorre, porque a incidência de calor e a umidade do ar, descontroladas no local, formam moléculas de água que começam a reagir com os produtos químicos que compõem o solado de poliuretano e provocam a HIDRÓLISE, que tecnicamente é a quebra do solado de poliuretano (PU), através da penetração de água (H2O), proporcionando assim a decomposição do solado.
  • Semelhantemente, para o couro não é recomendável a estocagem por um longo tempo, uma vez que começa a ocorrer o ressecamento de suas fibras, com consequentes danos do produto ainda em estoque.
  • Por consequência, por desconhecer o ambiente de estocagem de cada cliente, recomendamos que os calçados não sejam estocados por mais de 01 (um) ano.
  • Sem dúvida, quanto ao sistema de armazenagem adotada, sugerimos o PEPS onde o primeiro produto a entrar no estoque, seja realmente o primeiro a sair, evitando assim, o envelhecimento dos calçados nas prateleiras.
Acima de tudo a Marluvas oferece ao consumidor um serviço de assistência técnica personalizada. Dessa forma preventiva a equipe realiza uma avaliação nas empresas clientes para saber se os calçados estão sendo usados na área adequada e se estão desempenhando de forma satisfatória sua função de proteção.

Salvo, de forma corretiva a equipe atende aos clientes que necessitam resolver problemas relacionados ao desempenho do calçado, fornecendo informações, treinamentos e esclarecendo dúvidas. Para entrar em contato com a assistência técnica Marluvas basta clicar no link.

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Conheça a nova norma de segurança para calçados eletricistas

Conheça a nova norma de segurança para calçados eletricistas

Você sabia que a norma de segurança que regulamenta os calçados eletricistas mudou? Agora, para obter o certificado de aprovação (CA), os calçados devem obedecer a novas disposições. Mas, antes de explicarmos quais são essas mudanças da Norma de Segurança Calçado Eletricista, vamos relembrar quais eram as determinações anteriores e por que deve-se investir na segurança no trabalho.

Apesar de já discutimos em outros posts do blog Marluvas, a segurança no trabalho se refere a todas as medidas que visam garantir a segurança, o bem-estar e a integridade física e psicológica dos profissionais. Mesmo quem exerce atividades que pareçam estar livres de riscos, como aquelas desempenhadas em escritórios, deve se preocupar com a segurança no ambiente de trabalho. Assim sendo, a Lesão por Esforço Repetitivo (LER), é frequentemente associada a profissões consideradas de baixo risco. Essa síndrome abrange um conjunto de doenças, como tendinite e mialgias, que afetam músculos, nervos e tendões. Pois, é causada, como o nome diz, por tarefas repetitivas, posições inadequadas ou compressões mecânicas. A segurança no trabalho é, dessa forma, essencial em qualquer área profissional.

Contudo, há profissões que exigem uma atenção maior quando o assunto é segurança no trabalho. Outrossim, atividades que requerem o manuseio de produtos químicos ou a manutenção de redes elétricas são exemplos de ocupações de risco. O cuidado com esses profissionais, portanto, deve ser redobrado. Decerto, aqueles que lidam com eletricidade, por exemplo, estão sujeitos a choques, queimaduras e, no caso de redes elétricas altas, quedas. As consequências podem variar desde pequenos machucados a paradas cardiorrespiratórias.

Prevenção de Acidentes

Assim sendo, visando não somente prevenir acidentes, como também garantir a máxima proteção caso eles ocorram, o Governo Federal instituiu uma série de normas de segurança para orientar a execução de atividades de risco. A saber, as Normas Regulamentadoras (NRs) apresentam todas as orientações relativas à segurança no trabalho. As NRs dispõem sobre a utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs) e todas as medidas de segurança necessárias em cada contexto profissional específico. Dessa forma, há uma NR voltada aos trabalhos relativos à saúde e uma que se refere somente aos trabalhos que envolvem eletricidade, por exemplo.

Todavia, todos os EPIs dispostos nas NRs devem possuir certificado de aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho. O CA só é conferido aos dispositivos que obedecem a todas as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). É aí que entra a nova norma eletricista. Em 2017, as normas de segurança para os calçados eletricistas foram atualizadas pela ABNT e, a partir de então, apenas os calçados que cumprem todas essas normas puderam receber o CA. Contudo, o certificado de aprovação possui validade de cinco anos. Isso significa que até 2022, ou seja, cinco anos após a aplicação da nova norma, ainda poderão ser encontrados calçados com a norma antiga. É preferível, no entanto, a utilização de calçados que já estão de acordo com as atualizações da ABNT, as quais têm o intuito de aumentar a confiabilidade dos equipamentos e, consequentemente, promover mais segurança ao trabalhador.

Mas, afinal, quais são essas mudanças?

Velha norma versus nova norma de segurança calçado eletricista

As normas para os calçados eletricistas regem os testes que devem ser feitos no produto para que haja a certificação. A norma anterior analisava, principalmente, o solado do calçado, que passava por testes de isolamento. Já a nova norma prevê que o cabedal (a parte de cima do calçado) também passe por testes de isolamento. Dessa forma, antes era possível encontrar componentes metálicos nos calçados eletricistas, como biqueiras de aço. No entanto, como a nova norma exige que o calçado inteiro passe pelos testes, os componentes metálicos, que são condutores de eletricidade, não poderão mais ser encontrados em nenhuma parte dos calçados eletricistas.

Além disso, calçados em nubuck e em raspa, comumente chamados de couro econômico ou couro lixado, também não poderão receber o certificado de aprovação de acordo com a nova norma eletricista, a menos que sejam hidrofugados. Isso ocorre porque são materiais porosos. Um dos testes consiste na exposição do calçado em câmara de umidificação a 85% durante sete dias para, em seguida, haver o teste de isolamento elétrico. Por isso, os calçados porosos não passam pela nova norma eletricista.

O teste de isolamento elétrico é feito durante um minuto, a uma tensão de 14.000 Volts e frequência de 60 Hertz. O valor da corrente de fuga não deve ultrapassar os 0,5mA. A utilização dessa voltagem, no entanto, não significa que os calçados eletricistas podem ser usados nessa tensão. A norma prevê 500 Volts como tensão de uso.

Regras – Norma de Segurança Calçado Eletricista

Os calçados eletricistas precisam, ainda, atender uma série de outras regras da nova norma de segurança calçado eletricista. De acordo com as atualizações da ABNT, o calçado não pode possuir costuras do dorso até o ressalto do cabedal, sendo que a região superior do produto deve ser constituída por uma única peça. Os símbolos SI (Segurança Isolante Elétrico), PI (Proteção Isolante Elétrico) e OI (Ocupacional Isolante Elétrico) também devem estar inscritos no calçado.

Como a nova norma de segurança calçado eletricista busca realizar testes ainda mais completos nos produtos e oferecer, dessa forma, ainda mais segurança aos profissionais que lidam com eletricidade, o ideal é utilizar equipamentos que já sigam as mudanças, mesmo que o certificado de aprovação da norma anterior ainda possa ser encontrado até 2022.

Para contar com o máximo de conforto e segurança, conheça as linhas de calçados Marluvas. A Linha Composite possui calçados isolantes para até 500 Volts em condições secas (classe I), sem componentes metálicos e com resistência mecânica e ao calor. Já a linha All Work possui botas em PVC com isolamento elétrico, capazes de oferecer proteção contra riscos elétricos também em áreas molhadas (classe II). A linha All Work conta, ainda, com botas de solado antiderrapante, que é mais resistente a objetos cortantes, perfurantes e à abrasão. A linha possui calçados com e sem biqueira de aço. No caso da nova norma de segurança para calçados eletricistas, são indicadas as biqueiras não-metálicas. Conheça nossos produtos e encontre o que mais se adequa às suas necessidades.

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Pratique trekking no Vale do Pati

Pratique trekking no Vale do Pati

Sempre que entramos em um novo ano temos o desejo de realizar coisas novas não é mesmo?! São mudanças que vão desde as mais ambiciosas. Como trocar de emprego e/ou começar um novo empreendimento, comprar ou trocar de carro; até aquelas mais clichês como focar na dieta e começar/voltar a praticar atividades físicas.

Se identificou com algumas delas? Prometeu que vai focar de vez na rotina saudável né?! Quer engrenar na dieta e praticar atividades com uma frequência maior. Janeiro (finalmente) acabou mas 2019 tá só começando. Ainda dá tempo de dar o pontapé inicial. Então tudo que você precisa é de força de vontade e uma boa dose de orientação.

A Marluvas além de incentivar a prática de atividades físicas e a manutenção dos hábitos saudáveis. Também oferece equipamentos de proteção individual que são excelentes para algumas práticas, entre elas o trekking. Você já ouviu falar ou já praticou o trekking? Então aqui no blog nós já falamos sobre a prática algumas vezes e mostramos que ela é uma excelente opção para quem está começando a se aventurar no mundo dos esportes.

O trekking, uma modalidade de caminhada/trilha realizada em contato com a natureza, é um esporte super democrático pois pode ser praticado por pessoas de diversas idades e com diferentes níveis de preparo. O importante para quem está começando, é escolher bem o local em que a trilha será realizada para que o nível de dificuldade seja compatível com suas limitações.

Como começar a praticar o trekking?

Neste artigo vamos indicar um lugar para a prática do trekking com uma paisagem incrível, mas antes disso, vamos falar um pouco sobre a importância da escolha de um bom calçado para a prática. Aliás, você deve estar imaginando que por se tratar de uma caminhada, um tênis esportivo é capaz de suprir todas as suas necessidades. A verdade é que um bom tênis tem sim seu valor mas para caminhadas de outros estilos, em asfaltos regulares ou esteiras.

O trekking, por se tratar de um esporte em contato com a natureza, acaba sendo praticado em terrenos com diferentes níveis de deformidades. Essa característica faz com que o praticante tenha que se preocupar um pouco mais com o calçado utilizado para que nenhum tipo de imprevisto aconteça durante a trilha. O tênis, apesar de ser um calçado muito confortável, pode não oferecer a sustentação e a proteção necessária para os pés, o que pode resultar em torções e quedas por escorregões.

O ideal durante a prática do trekking é a utilização de calçados totalmente reforçados. Um exemplo que se adequa perfeitamente à situação é a linha Premier Plus da Marluvas. Então a linha possui modelos com designs sofisticados e tecnologias exclusivas. São calçados projetados para aquelas pessoas que necessitam do mais alto padrão de conforto, segurança e desempenho para os pés.

Os calçados Premier Plus possuem impermeabilização, climatização interna, absorção e dessorção de suor e muito mais estabilidade.

Explore o trekking no Vale do Pati

O Vale do Pati é considerado um dos locais mais bonitos do Brasil para a prática de trekking. Localizado na Chapada Diamantina, interior do estado da Bahia, o Vale do Pati costuma ser a primeira opção daqueles que estão buscando um contato mais profundo com a natureza e com a própria Chapada Diamantina.

Quem opta pela prática do trekking no Vale, pode adaptar as diferentes rotas do parque com base nos dias disponíveis para a caminhada e também no nível de preparo físico de cada pessoa. Se você vai pela primeira vez ao Vale do Pati, você pode optar por seguir as dicas do guia responsável por você ou pelo seu grupo. Além de poder escolher entre os pontos mais visitados pelos praticantes de trekking da região.

Entre os pontos mais visitados no Vale do Pati estão o Mirante do Pati; as Gerais do Vieira e as Gerais do Rio Preto; além do Cachoeirão e do Morro do Castelo. Como dissemos anteriormente, o número de atrações visitadas vai depender sempre do roteiro montado.

Neste caso, o que vale mesmo é a experiência do trekking e do contato intenso com as maravilhas da Chapada Diamantina.

Os acessos mais comuns ao Vale do Pati são pelo Beco do Guiné (Mucugê), Bomba (Vale do Capão) e Ladeira do Império (localizada em Andaraí e especial para roteiros de cinco dias). O mais comum é chegar e sair pelo Guiné e pelo Capão. Pois até as entradas do parque o trajeto pode ser realizado de carro, a partir daí apenas caminhando. O Vale do Pati é um tanto quanto remoto, com um pouco mais de uma dezena de famílias vivendo ali.

A recepção e hospedagem dos turistas fica por conta dessas famílias. Alimentação, higiene e descanso são feitas nessas casas. O banho sempre será frio, esteja pronto para isso. A energia é bastante limitada na região da Chapada Diamantina. Então para se acomodar em qualquer uma das casas disponíveis no Vale do Pati você deve entrar em contato com um guia. Pois por telefone é praticamente impossível.

Se você estiver indo sem guia terá de contar com a sorte de encontrar uma vaga quando chegar. As diárias giram em torno de R$100,00 por pessoa com cama, jantar e café da manhã inclusos. Existe a opção de quartos de casal e quartos coletivos. Quem quer economizar pode optar pelo camping. Então o ideal para quem está indo ao Vale do Pati pela primeira vez é contratar um guia.

O guia te auxilia no pré e pós viagem. Ele te indica os melhores roteiros, reserva a sua hospedagem. Ele te ajuda em qualquer problema e o principal, trabalha sempre para que eles não aconteçam. Aqui você encontra informações sobre como fazer e também quanto custa para contratar um guia para visitar o Vale do Pati.

Organize-se e conheça o Vale do Pati. Comece o ano realizando novas aventuras em uma das mais belas paisagens de trekking do Brasil. Lembre-se de usar sempre o calçado mais seguro para que sua experiência seja ainda mais completa e gratificante.

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