CIPA: conheça suas atribuições e a importância da comissão

CIPA: conheça suas atribuições e a importância da comissão

CIPA é a sigla para Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Essa comissão é regulamentada pela NR5, Portaria n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho. De acordo com a Norma Regulamentadora a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador”.

Toda instituição, empresa e afim que conte com um quadro de empregados fixo deve manter formada uma CIPA. “Devem constituir CIPA, por estabelecimento, e mantê-la em regular funcionamento as empresas privadas, públicas, sociedades de economia mista, órgãos da administração direta e indireta, instituições beneficentes, associações recreativas, cooperativas, bem como outras instituições que admitam trabalhadores como empregados”.

A formação da CIPA, bem como seu desenvolvimento, deve estar em conformidade com as orientações contidas na NR5. Todavia, quando for o caso a Comissão deve se adequar às Normas Regulamentadoras específicas de cada setor. A CIPA deve ser composta por representantes da empresa, escolhidos internamente, e dos trabalhadores, escolhidos também por meio de votação interna e exclusiva aos interessados.

Conheça cada uma das atribuições da CIPA

A Norma Regulamentadora Número 5 atribui uma série de deveres à CIPA. São elas:

Em primeiro lugar identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o mapa de riscos, com a participação do maior número de trabalhadores, com assessoria do SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho), onde houver;

Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho;

Participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias, bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho;

Realizar, periodicamente, verificações nos ambientes e condições de trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores;

Bem como, realizar, a cada reunião, avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de risco que foram identificadas;

Ainda assim, divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho;

Participar, com o SESMT, onde houver, das discussões promovidas pelo empregador, para avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo de trabalho relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores;

CIPA – mais atribuições

Requerer ao SESMT, quando houver, ou ao empregador, a paralisação de máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores;

Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) e PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientes) e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho;

Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras, bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho, relativas à segurança e saúde no trabalho;

Sem dúvida, participar, em conjunto com o SESMT, onde houver, ou com o empregador, da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados;

Requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham interferido na segurança e saúde dos trabalhadores;

Ainda assim requisitar à empresa as cópias das CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) emitidas;

Promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT;

Por fim, participar, anualmente, em conjunto com a empresa, de Campanhas de Prevenção da AIDS.

CIPA e a realização da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho

A SIPAT, listada entre as muitas atribuições da CIPA, é a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho. Esse é um evento anual e obrigatório à todas as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes. A SIPAT, como o próprio nome diz, tem duração de uma semana e tem como resultado a conscientização e orientação dos trabalhadores quanto aos riscos de trabalho e todos os procedimentos de segurança.

A SIPAT pode ser usada pela CIPA como uma ferramenta para reforçar a importância do trabalho que ela mesma realiza. Por isso é importante que a semana seja elaborada com muito cuidado e atenção, a fim de atender todas as necessidades da empresa. No momento da realização da SIPAT devem ser levantados todos os pontos de melhoria relacionados à saúde e à segurança do trabalho e apresentadas medidas corretivas para os mesmos.

SIPAT – Saúde e Segurança

A SIPAT, além de ser usada em benefício da saúde e segurança do trabalho, deve ser também um momento de união e confraternização entre todos os setores de uma empresa. A saber durante a semana a CIPA promove palestras, treinamentos, dinâmicas e outras atividades que serão capazes de despertar o senso de segurança individual e coletiva em todos os trabalhadores. A Comissão deve colocar em pauta todos os seus procedimentos que dependem da colaboração do trabalhador para funcionar.

Analisar o cumprimento das diretrizes preventivas do PCMSO bem como o cumprimento do PPRA e dos outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho. Deve-se observar também o cumprimento das normas regulamentadoras direcionadas àquele ambiente quando for o caso. Além disso todos esses procedimentos é importante analisar também o funcionamento das medidas coletivas de segurança e o uso dos equipamentos de proteção individual.

Em relação aos EPI’s é importante verificar se os equipamentos estão sendo utilizados de forma correta e se estão sendo cuidados de acordo com os procedimentos padrão. Para auxiliar a CIPA na organização e no desenvolvimento da SIPAT é interessante adotar uma temática de abordagem para a realização dos eventos. Ademais alguns exemplos são a realização da mesma em paralelo às campanhas do setembro amarelo (prevenção ao suicídio) outubro rosa (prevenção ao câncer de mama), novembro azul (prevenção ao câncer de próstata).

CIPA – Saúde Colaborador

Dessa forma a CIPA pode elaborar campanhas com colagem de cartazes dentro dos ambientes da empresa e distribuição de panfletos informativos relacionadas à temática escolhida.  A saúde do colaborador também faz parte da segurança do trabalho e por isso a CIPA deve reforçar junto a eles a importância do autocuidado e também da realização de exames periódicos. As palestras e treinamentos fazem parte da SIPAT mas não precisam ser realizadas todos os dias.

Pode-se tirar um único dia (inteiro) para uma imersão completa, por exemplo, onde serão abordadas as pautas consideradas mais importantes pela CIPA. Pode ser uma pauta única ou até três, a fim de que o colaborador consiga absorver as informações por completo. Nos demais dias podem ser realizadas palestras e/ou dinâmicas rápidas (20 minutos) antes do início do expediente a fim de reforçar procedimentos de segurança, por exemplo.

Afinal o importante é que a CIPA consiga cumprir o papel de conscientização do colaborador promovendo um ambiente de trabalho seguro e produtivo.

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Segurança no trabalho – Conheça a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

Segurança no trabalho – Conheça a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

https://www.marluvas.com.br/procedimentos-obrigatorios-para-a-seguranca-no-trabalho/

Você já ouviu falar na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)? Essa comissão está ligada à segurança no trabalho e é uma ferramenta importante nesse contexto. Mas, antes de falar da CIPA, vamos recordar algumas coisas sobre a segurança no trabalho?

Sem dúvida, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), segurança no trabalho se refere a todas as medidas tomadas para garantir, como o próprio nome diz, a segurança, o conforto e o bem-estar dos profissionais das mais variadas áreas. Com a utilização dos equipamentos de proteção individual (EPIs), pode-se, também, minimizar os danos ao trabalhador no caso de acidentes. Dentre os EPIs estão capacetes, luvas, calçados, máscaras, entre outros. No caso de profissionais da área da saúde, por exemplo, onde há riscos biológicos, luvas e calçados protetores são essenciais. Já na construção civil, os trabalhadores podem sofrer quedas ou serem atingidos por objetos pesados. Nesses casos, cordas de segurança e capacetes podem protegê-los.

Medidas de Segurança

Outrossim, para estipular quais medidas de segurança devem ser tomadas nas mais diferentes situações e quais equipamentos de proteção individual devem ser utilizados pelos profissionais, o Governo Federal, instituiu uma série de Normas Regulamentadoras (NRs). Além disso, cada uma dessas normas dispõe sobre elementos específicos ligados à segurança no trabalho. Como resultado, a Norma Regulamentadora 6 (NR-6) se refere à utilização dos EPIs. Enquanto a NR-10 estabelece as diretrizes para instalações e serviços em eletricidade. Além disso, há também a NR-21, para trabalhos a céu aberto, assim como, a NR-30, para segurança e saúde no trabalho aquaviário. Em conclusão, ao todo, há 37 Normas Regulamentadoras e alguns anexos que as complementam.

Todavia, a Norma Regulamentadora 5 (NR-5) dispõe, por sua vez, sobre a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, a CIPA. A seguir, vamos explicar o que é essa comissão e quais são suas atribuições.

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

Afinal a CIPA deve ser formada em empresas, sejam elas privadas ou públicas, órgãos da administração direta e indireta e quaisquer outras instituições que admitam trabalhadores como empregados. De acordo com a NR-5, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes “tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador”. Todas as instituições com mais de vinte funcionários devem formar a comissão, composta de representantes dos empregadores e empregados. Todavia, as empresas instaladas em centros comerciais ou industriais – que contam com mais de uma instituição, ou seja, são ambientes coletivos – devem também promover o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes decorrentes do ambiente e instalações de uso coletivo.

Porque conta com membros relacionados ao ambiente de trabalho, sejam eles empregadores ou empregados, a CIPA é de fundamental importância para o acompanhamento das condições de trabalho e a fiscalização do cumprimento de todas as medidas de segurança estipuladas pelas NRs. Além disso, através dessa comissão, a conscientização sobre a importância da segurança no trabalho se torna mais fácil e eficiente.

Atribuições da CIPA

Para entender melhor qual a função da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, vamos conhecer algumas de suas atribuições:

  • Identificação dos riscos do processo de trabalho
  • Elaboração de plano de trabalho para ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde
  • Verificação dos ambientes e condições de trabalho, visando a identificação de situações que tragam riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores
  • Colaboração no desenvolvimento e implementação de programas relacionados à saúde e segurança no trabalho
  • Promoção da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT)
  • Participação anual de Campanhas de Prevenção da AIDS
  • Divulgação de informações relativas à segurança e saúde no trabalho
  • Divulgação e promoção do cumprimento das NRs, bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas relativas à segurança no trabalho

Com o intuito de garantir o exercício correto das funções atribuídas à comissão, as empresas devem capacitar os membros da CIPA. Visto que tal capacitação deve ter carga horária de vinte horas, distribuídas durante o expediente. Só que, o treinamento só pode ser ministrado por instituições, entidades ou profissionais especialistas no tema. Contudo, a empresa pode selecionar qual profissional ou instituição irá liderar a capacitação – isso, é claro, desde que tenham experiência e certificação em segurança no trabalho.

Gestão CIPA

Aliás, os empregados da empresa ou instituição deverão participar da eleição dos representantes e colaborar com a gestão da CIPA. Inegavelmente, é também dever dos empregados indicar aos empregadores e ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), quando disponível no local, situações de risco, além de apresentar sugestões para melhoria das condições de trabalho. Antes de tudo, através da atuação da CIPA, todos os colaboradores de uma empresa podem observar e aplicar no ambiente de trabalho as recomendações quanto à prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.

Por outro lado, os empregadores, devem “proporcionar aos membros da CIPA os meios necessários ao desempenho de suas atribuições, garantindo tempo suficiente para a realização das tarefas constantes do plano de trabalho”. Ou seja, a atuação de um colaborador na CIPA não deve sobrecarregá-lo. Certamente, cabe ao empregador fornecer tudo o que é necessário – inclusive garantir tempo para as tarefas da comissão – para que o colaborador possa exercer suas atribuições como membro da CIPA sem que isso o prejudique no trabalho ou fora dele.

CIPA – Marluvas

Primordialmente, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes deve, ainda, eleger presidente, vice-presidente e secretário, cada qual com suas respectivas funções. Similarmente, Devem ser realizadas reuniões mensais durante o expediente normal da empresa. As reuniões extraordinárias também poderão ser convocadas em caso de situações de riscos graves e iminentes, que requeiram medidas de emergência ou quando houver acidente grave, ou mesmo fatal, no ambiente de trabalho.

Agora que você já pode entender melhor por que a CIPA pode ser uma importante ferramenta para o fomento da segurança no trabalho. Através dessa comissão, pode-se acompanhar mais de perto as condições de trabalho e estimular a conscientização sobre a importância da segurança no trabalho, além da fiscalização do cumprimento das medidas de prevenção de acidentes.

Para garantir conforto e segurança também para os pés, conheça as linhas de calçados Marluvas e escolha os produtos que mais se adequam às suas necessidades. Os calçados são importantes equipamentos de proteção individual e podem fazer a diferença na rotina de trabalho.

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Calçados corretos garantem saúde e segurança no trabalho

Calçados corretos garantem saúde e segurança no trabalho

Já sabemos o quão importante é a utilização correta dos equipamentos de proteção individual para a saúde e segurança no trabalho. Obrigatórios por lei, esses itens auxiliam na prevenção de acidentes no ambiente de trabalho e evitam uma série de doenças ocupacionais. As empresas são obrigadas a fornecer o equipamento de proteção individual aos empregados e auxiliá-los quanto à correta utilização. É dever dos empregados utilizar os EPI’s.

Em outros artigos, conversamos sobre a existência de EPI’s para diversas partes do corpo. Falamos sobre a importância deles para a saúde e segurança no trabalho, e destacamos os calçados. Apesar de passarem despercebidos, os sapatos corretos evitam uma série de lesões, não só nos pés mas também em outras partes do corpo. Então itens primordiais quando se trata de saúde e segurança no trabalho e também para o conforto do trabalhador.

Temperaturas extremas X saúde e segurança no trabalho

Neste artigo vamos falar sobre os ambientes de trabalho onde o colaborador é exposto a temperaturas extremas. Tanto o frio como o calor, podem causar danos à saúde e segurança no trabalho.

Para evitar doenças ocupacionais relacionadas a esses tipos de exposição, é importante que o trabalhador utilize os equipamentos de proteção individual corretos. Desde os aventais, macacões e luvas, até os calçados.

Existem sapatos específicos, que devem ter características particulares para proteger tanto do frio quanto do calor. Assim o colaborador terá garantida a saúde e segurança no trabalho.

Trabalhadores que lidam em frigoríficos por exemplo, precisam que seus sapatos sejam impermeáveis, antiderrapantes e térmicos, para protegê-los das temperaturas baixas ao extremo. Já as pessoas que lidam com altas temperaturas, como é o caso dos bombeiros por exemplo, precisam de botas resistentes ao calor e às chamas.

Tecnologias especiais que garantem a saúde e segurança no trabalho

A atenção com a saúde e segurança no trabalho dos colaboradores expostos à situações extremas devem ser redobradas. Quem se expõe a altas temperaturas deve utilizar roupas especiais, luvas, capacetes e calçados específicos. A ausência destes equipamentos podem acarretar em danos irreversíveis.

Para atender a essa necessidade específica, a Marluvas, empresa especializada em calçados profissionais trabalha com tecnologias especiais para cada caso. Saúde e segurança no trabalho são as maiores preocupações da marca.

Para trabalhadores expostos a altas temperaturas, a Marluvas oferece calçados com a tecnologia Outlast Climatech. O calçado fabricado a partir dessa tecnologia possui um forro 3D com recobrimento em microcápsulas PCM Outlast. Esse sistema inteligente, permite uma rápida dispersão de umidade além de ser termorregulador de temperatura.

Assim, o calçado se adapta à performance do trabalhador e absorve o calor dos pés, irradiado pela pele. Esse processo retardando o suor e garante mais conforto, saúde e segurança no trabalho.

A tecnologia do Couro FR, também presente em calçados Marluvas, é mais uma aliada da saúde e segurança no trabalho. Especialmente para os colaboradores que lidam com a exposição a altas temperaturas. Este couro recebe um tratamento ignífugo que impede a propagação de chamas e diminui a irradiação de calor interno. Além de tudo os calçados com essa tecnologia atendem às normas de combate a incendio: EN ISO 15090:2012.

Além de garantirem saúde e segurança no trabalho, os calçados Marluvas possuem design moderno e sua aparência acaba tornando o uniforme de trabalho mais elegante. Garantia de colaborador protegido e satisfeito.

Ambientes frios

Os empregados que se expõem a ambientes com temperaturas extremamente baixas, também precisam de atenção redobrada com a saúde e segurança no trabalho. Equipamentos de proteção individual específicos são indispensáveis.

Pessoas que trabalham em câmaras frigoríficas (câmaras frias) por exemplo, estão expostas a desconfortos, doenças ocupacionais, acidentes graves e que podem levar a morte. Quem trabalha em temperaturas extremamente altas (citados anteriormente) também está exposto a estes riscos.

A Marluvas é TOP OF MIND de Proteção na categoria calçados e a segunda empresa mais lembrada no segmento de saúde e segurança no trabalho. A Marluvas possui tecnologias específicas e direcionadas a cada tipo específico de necessidade. Em seu catálogo, alguns calçados específicos para trabalhadores que lidam com temperaturas extremamente baixas.

saúde e segurança no trabalho
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A tecnologia Outlast Climatech, citada anteriormente, também garante proteção para ambientes frios e com vento. O calçado mantém o calor irradiado pela pele preso dentro do calçado por mais tempo. Isso garante que os pés fiquem devidamente aquecidos durante o trabalho.

Os calçados Marluvas com tecnologia Nubuck Repel são feitos com couro repelente à água. Aliás tal material também se faz presente em ambientes como as câmaras frias. A Marluvas possui ainda palmilhas especiais para o bem estar e segurança.

As palmilhas com tecnologia Thermal Insole são isolantes. Revestidas de alumínio e fibras térmicas entrelaçadas, elas protegem os pés tanto do frio como do calor.

EPI’s bem cuidados garantem bem estar

Cuidar corretamente dos calçados de proteção individual é algo tão importante como utilizá-lo diariamente. No artigo anterior demos dicas quanto à isso, mas não custa relembrar algumas delas. Saúde e segurança do trabalho é coisa séria.

Secar os sapatos e deixá-los arejando após um dia de trabalho é importante para prolongar o seu tempo de vida útil. Pois o truque para evitar o mau odor no interior dos calçados é esfregá-los com algodão umedecido em vinagre. Então feito isso, deixe-os secar naturalmente e eles estarão sempre livres de cheiros desagradáveis.

Limpe a superfície dos sapatos com flanela úmida. Para a sola, opte por uma escova com cerdas macias. Não coloque-os em máquinas de lavar. Seu equipamento de saúde e segurança do trabalho deve ser lavado sempre delicadamente e à mão.

Mantenha os calçados de couro sempre engraxados. Isso ajuda a conservá-los com aparência de novos. Mas lembre-se de só engraxar os sapatos quando eles estiverem completamente limpos. A graxa, além de manter a aparência hidrata o couro, evitando seu ressecamento.

Calçados corretos garantem proteção

Fornecer ao colaborador os equipamentos de proteção individual específicos para cada tipo de serviço é obrigação de todo contratante. Utilizá-los da maneira correta é dever do contratado. Zelar pela saúde e segurança no trabalho deve ser uma ação conjunta.

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Acidente de trabalho. Não faça parte dessa estatística.

Hoje o assunto é sério, vamos falar em acidente de trabalho. Uma triste estatística do nosso segmento. Acidente de trabalho. Não faça parte dessa estatística.

Mas afinal, o que é considerado acidente de trabalho?

Conforme dispõe o art. 19 da Lei nº 8.213/91, “acidente de trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. 11 desta lei, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho”.

Acidente de trabalho. Não faça parte dessa estatística.

Esses acidentes não causam repercussões apenas de ordem jurídica, pois atinge tanto o estado, a empresa, quanto ao colaborador e sua família.

No Brasil, mais de 700 mil pessoas sofrem acidente de trabalho a cada ano. Segundo dados levantados pela Previdência Social e pelo Ministério do Trabalho no ano de 2016, nossa nação ficou em quarto lugar no mundo entre as que mais registram acidentes durante atividades laborais. Ficando atrás apenas da China, da Índia e da Indonésia.

Estima-se que a Previdência Social gastou, só em 2010, cerca de 17 bilhões de reais. Gastou com auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, pensão por morte e auxílio acidente para pessoas que ficaram com sequelas. De acordo com o Ministério da Fazenda, entre 2012 e 2016, foram registrados 3,5 milhões de casos de acidente de trabalho em 26 estados e no Distrito Federal. Esses casos resultaram na morte de 13.363 pessoas. Geraram um custo de R$ 22,171 bilhões para os cofres públicos com gastos da Previdência Social. Nos últimos cinco anos, aproximadamente 450 mil pessoas sofreram fraturas enquanto trabalhavam.

CAT

Apesar de alarmantes esses índices ainda não apresentam de fato a dimensão do problema. Ainda há um elevado grau de sub-notificação das informações.  Já que grande parte dos acidentes não é registrada através da CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho). Desta forma permanece invisível às estatísticas, ate mesmo devido ao fato de que muitos trabalhadores atuam em atividades informais

O que podemos concluir e que, os acidentes poderiam diminuir drasticamente se o trabalhador utilizasse corretamente o EPI de forma a reduzir os riscos por ma conduta na realização de sua atividade. O uso do EPI é fundamental para garantir a saúde e a proteção do trabalhador, evitando consequências negativas em casos de acidentes de trabalho.

Use corretamente seus EPI’s e trabalhe sempre com atenção máxima.

Tailerson Olímpio

Jornalista e Colaborador Marluvas

[email protected]

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