Bombeiro civil: conheça os riscos da profissão e se proteja corretamente

Bombeiro civil: conheça os riscos da profissão e se proteja corretamente

A profissão de bombeiro civil é regulamentada pela Lei Federal nº 11.901/09 (sancionada em janeiro de 2009). Uma informação importante sobre a profissão é que a atuação dos bombeiros civis é diferente da dos bombeiros militares. (vamos falar sobre os riscos da profissão de bombeiro civil). Os primeiros atuam de forma particular, como empregados contratados por quaisquer tipo de empresas (públicas e privadas). Enquanto isso, os bombeiros militares prestam serviço público à sociedade.

Bombeiros militares estão associados às forças armadas e suas principais funções são o combate à incêndios, situações de pânico, busca e salvamento de pessoas e defesa civil. Bem como, o bombeiro civil atua principalmente na prevenção dos riscos de incêndio, entre outros, realizando a identificação dos mesmos e mapeando formas de evitá-los. Todavia quando ocorre algum tipo de fatalidade o bombeiro civil age de acordo com os protocolos previamente estabelecidos, a fim de minimizar os danos e buscando reverter a situação.

Protocolos

Dessa forma, dentro das ações do protocolo do profissional civil está o acionamento dos colegas militares na hora certa. Assim, algumas das atribuições do bombeiro civil: inspecionar periodicamente os equipamentos de combate a incêndio; inspecionar as rotas de fuga, incluindo a sua liberação e sinalização; promover e participar de exercícios simulados; registrar as irregularidades encontradas apresentando propostas e medidas corretivas.

O bombeiro civil passa por um processo de formação envolvendo treinamentos específicos. A duração das atividades é de mais ou menos um mês quando realizado de forma ininterrupta.

Por dentro da rotina do bombeiro civil

Além de agir de forma técnica, avaliando todos os pontos críticos, e orientando a fim de minimizar ou inibir os riscos relacionados à segurança contra incêndio, o bombeiro civil também realiza a gestão dos equipamentos de segurança contra incêndios. Portanto o profissional precisa ter um amplo conhecimento de gestão dos equipamentos e dos sistemas de combate a incêndios. Isso para que ele atue de forma correta e eficaz no momento da ocupação de qualquer edificação ou planta.

Ademais cabe ao bombeiro civil realizar a liberação do projeto de edificação antes da ocupação do mesmo. Essa atitude configura uma medida de proteção. Depois disso sua atuação será no cuidado da área ocupada. São diversos os equipamentos que compõem um sistema de segurança contra incêndios. O ideal é que o bombeiro civil aprofunde seus conhecimentos sobre esses equipamentos a fim de orientar o gerenciamento dos mesmos e manter todos eles funcionando de forma correta.

Equipamentos

A saber extintores de incêndio, hidrantes e mangotinhos, chuveiros automáticos (aqueles de teto), sinalização e iluminação especial, sistema de detecção e alarme e saídas de emergência (incluindo rotas de fuga). Enfim todos esses equipamentos fazem parte do sistema de segurança contra incêndios que deve ser administrado pelo bombeiro civil.

Certamente, empresas grandes, locais como shoppings, hospitais, igrejas, universidades e qualquer tipo de evento com grande movimentação de pessoas como casas de show e estádios de futebol, precisam da presença de um bombeiro civil. Mesmo nos eventos realizados em locais totalmente abertos é recomendada presença desse profissional. A quantidade de bombeiros que deve estar presente varia de acordo com cada caso.

Antes de tudo é preciso avaliar os riscos existentes e sua gravidade para determinar o tamanho da equipe. A norma regulamentadora – ABNT NBR 14608 orienta sobre como essa avaliação deve ser feita.

Quais atividades deverão ser executadas pelo bombeiro civil? ( Riscos da profissão de bombeiro civil)

a) atividades de inspeção de segurança;

b) primeiros socorros e/ou atendimentos pré-hospitalares de emergências médicas;

c) atendimentos de resgate técnico (altura, espaços confinados etc.);

d) atendimentos de prevenção e controle de incêndios;

e) atendimentos a emergências com produtos perigosos;

f) atividades para o abandono de áreas;

g) atividades de ensino de educação continuada para o público interno.

Análise Ambiente

Devem ser realizadas também uma série de análises sobre o ambiente de atuação

a) análise das situações que podem oferecer riscos para a vida da população da planta;

b) análise dos principais potenciais de danos ambientais por consequência de acidentes e/ou incêndios na planta;

c) análise dos principais potenciais de perdas de propriedades por consequência de acidentes e/ou incêndios na planta;

d) análise dos tipos de viaturas que podem ser empregados e a composição da tripulação de acordo com as ABNT NBR 14561 e ABNT NBR 14096;

e) procedimentos operacionais empregados como padrão para os atendimentos às emergências;

f) tipos de equipamentos e recursos materiais empregados nos atendimentos às emergências;

g) localizações e disposições das equipes e dos armários da brigada para garantir o tempo de resposta adequado conforme a sua área de abrangência na planta.

Saúde e segurança do profissional bombeiro civil (Riscos da profissão de bombeiro civil)

Apesar de realizar trabalhos mais técnicos, o bombeiro civil, precisa estar devidamente preparado e protegido para eventualidades. A ABNT NBR 14608 regulamenta também os equipamentos de proteção individual que devem ser utilizados por estes profissionais.

a) vestimenta completa com jaqueta e calça (específico para atividades bombeiros);

b) balaclava (específico para atividades bombeiros);

c) capacete com proteção para os olhos e/ou face (específico para atividades bombeiros);

d) luvas (específico para atividades bombeiros);

e) botas (específico para atividades bombeiros).

Sobretudo todos os equipamentos de proteção individual utilizados pelos bombeiros civis devem ser impermeáveis e também resistentes ao fogo. Por certo, quando dizemos “todos os equipamentos” estamos incluindo as luvas e os calçados. Os modelos ideais de calçados para contato com altas temperaturas devem ser confeccionados em couro com tratamento anti chamas.

Produtos Marluvas

Com toda a certeza é imprescindível ainda que os calçados sejam confortáveis, possuindo solado com absorção de impacto e palmilhas anatômicas. Além disso a forração interna tem que impermeável e permitir o controle de temperatura corporal por meio da transpiração. As luvas utilizadas em contato com o fogo também devem ser confeccionadas com tratamentos e tecnologias especiais a fim de proteger o profissional contra qualquer risco.

A luva Weld, da Marluvas, é confeccionada em couro com tratamento especial, costuras em aramida e forração térmica para extremo conforto. De fato o desgin cuidadosamente desenvolvido para o melhor desempenho em atividades que demandem proteção a chamas, calor por contato ou radiante, além de respingos de metal. Punho de segurança de saque rápido.

Por fim, o investimento em equipamentos de proteção com qualidade aumentam a segurança do trabalhador, seu conforto durante o período de uso e consequentemente os resultados do trabalho. Por exemplo, o bombeiro civil trabalha prestando serviços relacionados à segurança e integridade física da sociedade, portanto merece receber toda atenção e cuidado também com a sua saúde e conforto durante o exercício da sua função.

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Equipamentos de Proteção Individual – Saiba por que é importante investir na segurança dos pés

Primeiramente, a proteção dos pés é um ponto crucial quando o assunto é a segurança no trabalho e o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). Devido à importância, já foram, temas de diversas postagens aqui no blog Marluvas. Antes de falar mais sobre a segurança dos pés, vamos recapitular esses outros conceitos e explicar o porquê de serem essenciais para qualquer organização ou empresa.

Ademais, a segurança no trabalho se refere a todas as medidas necessárias para garantir a saúde física e mental de todos os funcionários. Seja ele uma empresa, um órgão público ou um estabelecimento de qualquer outro tipo. Nesse contexto, alguns serviços requerem a utilização de equipamentos de proteção individual, capazes de prevenir acidentes e evitar prejuízos à saúde do trabalhador.

Assim sendo, os EPIs obrigatórios são definidos por Normas Regulamentadoras (NRs) do Governo Federal. Essas NRs levam em consideração as particularidades de cada ambiente de trabalho e serviço. Quem atua na área da saúde, como médicos e enfermeiros, deve utilizar luvas e máscaras, de modo a evitar contaminações em determinados casos. Já aqueles que trabalham na construção civil precisam utilizar capacetes, botas e equipamentos contra quedas, por exemplo. Dentre os diversos EPIs, estão os calçados, que também têm uma função essencial na hora de proteger a saúde e garantir o bem-estar do trabalhador.

A proteção dos pés

Assim também, os calçados são considerados equipamentos de proteção individual e devem atender a todas as exigências de segurança que um EPI necessita. “Mas por que a proteção dos pés é tão importante?”, você pode estar se perguntando. Iremos explicar: assim como todo o corpo, os pés também estão sujeitos aos diferentes riscos que cada ambiente de trabalho oferece. Esses riscos dependem da situação e da profissão, mas nunca podem ser negligenciados. Vamos listar abaixo alguns deles.

Riscos elétricos

Todavia, o principal risco para quem trabalha com eletricidade são os choques elétricos. Existem diversas medidas de segurança que devem ser tomadas para evitar que tais choques aconteçam, mas deve-se estar preparado para eventuais acidentes. Por isso, é essencial que esses trabalhadores usem roupas e calçados isolantes. Dessa forma, é possível evitar choques quando se pisa em fios desencapados e eletrizados, por exemplo.

Riscos químicos (proteção individual)

A saber, diversas profissões envolvem o manuseio de produtos químicos, muitos dos quais corrosivos e inflamáveis. Sendo assim, o trabalhador deve tomar cuidados para se proteger em caso de incêndios ou derramamento de substâncias, por exemplo. Nessas situações, calçados resistentes ao calor e à corrosão são essenciais. Se não há a utilização dos calçados de segurança adequados, os pés estarão sujeitos a queimaduras e machucados, que podem ser graves.

Quedas

Da mesma forma, nos mais diversos estabelecimentos, como em restaurantes, supermercados e açougues, há o risco de quedas. Isso ocorre devido a pisos escorregadios e derramamento de líquidos. Essa situação pode levar a machucados, torsões, contusões, cortes e até a algum osso quebrado. Por isso, é importante utilizar, nesses casos, calçados antiderrapantes, capazes de prevenir esse tipo de acidente.

Temperatura

De fato, certos serviços são feitos em ambientes de temperaturas muito baixas ou muito elevadas. Quem trabalha em frigoríficos, por exemplo, está sujeito à ação do frio, enquanto aqueles que lidam com fundição de metais, ao calor. Para que o trabalhador não sofra com a temperatura e tenha o bem-estar e a segurança garantidos, é ideal que ele utilize calçados especiais, de acordo com as condições às quais está exposto.

Esmagamento (proteção individual)

Em conclusão, determinados ambientes, como na construção civil ou na área de transporte e logística, há riscos de quedas de objetos leves e pesados. Os pés são, normalmente, um dos pontos mais afetados por essas quedas. Há a possibilidade de fraturas, esmagamento, machucados e cortes. Sendo assim, é preciso que o trabalhador utilize calçados de segurança, resistentes ao impacto, o que pode prevenir tais tipos de lesão.

Riscos biológicos

Contudo, na área da saúde, os trabalhadores estão expostos a riscos relacionados a seringas, frascos e diversos outros recipientes que possam conter substâncias contaminadas. Caso haja a queda de um recipiente de vidro, ao pisar em um caco, o profissional pode perfurar o calçado e machucar os pés, estando susceptível à contaminação. Além disso, se o calçado não for impermeável, mesmo que não haja cortes ou rasgos, há a possibilidade de infiltração de fluidos e líquidos. Por isso, nesses casos, é essencial utilizar calçados resistentes à perfuração e à umidade.

Umidade

Bem como, quem trabalha na área da limpeza, está em constante contato com a água e produtos de higienização. Com calçados inadequados, os pés podem ficar úmidos ou mesmo totalmente molhados, o que pode levar a micoses. Nesses casos, para garantir o conforto e o bem-estar do profissional, são ideais calçados resistentes à umidade, capazes de manter os pés secos.

Picadas (proteção individual)

A saber, quem trabalha no campo, matas, bosques ou ambientes com muita vegetação, pode estar exposto a picadas de animais peçonhentos. Além de cortes e arranhões devido a galhos e espinhos. Nessas situações, os calçados ideais são aqueles resistentes à perfuração e à umidade. Além disso, canos altos são altamente recomendados, por também protegerem o tornozelo e parte da perna.

Em resumo, esses são apenas alguns dos riscos relativos à proteção dos pés que podem afetar a segurança, a saúde e o bem-estar dos profissionais. É possível perceber a importância da utilização de calçados de segurança. Além de todos os demais equipamentos de proteção individual estipulados pelas Normas Regulamentadoras.

A Marluvas possui várias linhas de calçados profissionais, desenvolvidos para fornecer o máximo de conforto e proteção. Confira nossos produtos e escolha o que melhor se adequa às suas necessidades.

Caso ainda não conheça a empresa, a Marluvas estará na ExpoProteção 2019, a 8ª Feira Internacional de Saúde e Segurança do Trabalho. O evento será sediado na cidade de São Paulo, no Pavilhão Branco do Expo Center Norte (Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme), entre os dias 7 e 9 de agosto. As feiras ocorrerão das 13 às 21 horas, e os eventos técnicos das 8h30 às 19 horas. Venha nos conhecer de perto, será um prazer recebê-lo!

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Luvas de proteção: acerte na escolha do EPI

Luvas de proteção: acerte na escolha do EPI

As luvas de proteção fazem parte da vasta gama de equipamentos de proteção individual exigidos pelo ministério do trabalho. Aliás, o mercado disponibiliza uma grande variedade de luvas e isso acaba confundindo o empregador na hora da compra. Entretanto você sabe como fazer para escolher corretamente a luva de proteção que seu colaborador deve utilizar?

As luvas de proteção devem ser escolhidas com cuidado e atenção para proteger o trabalhador de forma correta e completa. Outrossim os equipamentos de proteção individual são regulamentados pela NR6. Em suma, essa norma regulamentadora é responsável por estabelecer as regras de utilização dos EPI’s, bem como assegurar a proteção dos trabalhadores durante a realização das suas atividades.

A NR6 ainda define todas as obrigações, os direitos e os deveres dos empregadores e também dos colaboradores. Dessa forma todas essas diretrizes têm por finalidade manter resguardadas a saúde, a segurança e a integridade do trabalhador. Todavia a norma orienta a escolha dos equipamentos, bem com sua utilização e manutenção. As luvas de proteção estão enquadradas nessas normas.

Saiba mais sobre as luvas de proteção

De acordo com NR6, as luvas de proteção fazem parte dos equipamentos de proteção individual para segurança dos membros superiores. Assim como as luvas, entram nessa categoria o creme protetor, mangas, braçadeiras e dedeiras. Com efeito o Anexo 1 da Norma Regulamentadora 6 divide as luvas de proteção em nove categorias:

a) luvas para proteção das mãos contra agentes abrasivos e escoriantes;

b) luvas para proteção das mãos contra agentes cortantes e perfurantes;

c) luvas para proteção das mãos contra choques elétricos;

d) luvas para proteção das mãos contra agentes térmicos;

e) luvas para proteção das mãos contra agentes biológicos;

f) luvas para proteção das mãos contra agentes químicos;

g) luvas para proteção das mãos contra vibrações;

h) luvas para proteção contra umidade proveniente de operações com uso de água;

i) luvas para proteção das mãos contra radiações ionizantes.

Dessa forma a escolha e a compra das luvas de proteção pelo empregador será feita com base nas atividades que serão desenvolvidas pelo trabalhador. Ademais ele deve levar em conta quais são os riscos que estão presentes nessa atividade. Eventualmente, aqui no blog abordamos com frequência a importância dos pés e da segurança no dia a dia do trabalhador. Semelhantemente devemos levar em consideração que as mãos também são indispensáveis em todas as atividades.

Certamente, trabalhadores da construção civil, eletricistas, açougueiros, profissionais da saúde, marceneiros e uma infinidade de atividades que dependem diretamente das mãos.  Mãos que operam equipamentos, carregam peso, manipulam materiais de diversas naturezas, lidam com alimentos, têm contato com fluídos químicos e biológicos… Portanto, atividades com diferentes níveis de riscos à saúde do trabalhador e que demandam a utilização das luvas de proteção.

Como saber qual a luva de proteção indicada para cada atividade?

De fato, por conta da variedade de atividades que necessitam do uso das luvas de proteção é normal que se tenha dúvida no momento da aquisição. O material que a luva é confeccionada, suas características de proteção e os riscos da atividade praticada são determinantes para a escolha. Em conclusão, vamos facilitar essa missão a partir dos materiais os quais são confeccionadas as luvas.

Em primeiro lugar, Luvas de látex natural conferem grande flexibilidade e boa resistência contra produtos químicos. O látex nitrílico é resistente a saliências e perfurações, abrasões e cortes. Todavia ideal também em atividades com óleos, muitos solventes, graxas e gordura animal. Em segundo lugar, Luvas de vaqueta e raspa de couro são excelentes contra abrasão e atividades de solda. Portanto ideais para trabalhadores que não necessitam de muita maleabilidade.

Em terceiro lugar, Luvas descartáveis possuem uso único e propósitos específicos. São muito comuns na indústria alimentícia e na área da saúde. Luvas anticorte são ideias para proteção em contato com produtos secos, sob temperatura ambiente, que possam causar corte nas mãos. Em suma as luvas de malha resistem à abrasão, farpas de madeiras e outros. Em conclusão as luvas com isolamento elétrico protegem contra choque e corrente elétrica.

Já conhece nossas luvas de proteção?

Essas luvas de proteção são anatômicas e extremamente confortáveis. Ideais para atividades que exigem sensibilidade tátil, alta aderência em superfícies secas, destreza e alta resistência a abrasão. Por receber banho de borracha nitrílica apenas na palma, possui dorso ventilado que proporciona maior respirabilidade e conforto. O punho tricotado evita a entrada de resíduos sólidos.

Indicada para serviços gerais, atividades secas ou levemente úmidas, manuseio de objetos abrasivos, embalagem e logística, indústrias madeireiras, oficinas mecânicas e vidreira (sem exposição à risco de corte).

Luvas de couro especial

Luvas de  proteção confeccionadas em couro com tratamento especial, costuras em aramida e forração térmica para extremo conforto, além de punho de segurança de saque rápido. Esse modelo proporciona um melhor desempenho e mais segurança para o trabalhador envolvido em atividades que demandem proteção a chamas, calor por contato ou radiante, além de respingos de metal.

Indicada para serviços de solda, corte e dobra e colheita de dendê. Construção civil, indústria metal mecânica, metalúrgica, siderúrgica e automotiva.

Luva tricotada em fio Flextherm com palma banhada em borracha látex corrugada

Esse modelo de luva é anatômico e extremamente confortável para atividades em baixas temperaturas que exijam agarre e alta resistência a abrasão. O fio Flextherm é composto de fibras acrílicas, fios poliéster e algodão de alta visibilidade. A luva tem toda a palma banhada em borracha látex corrugada e possui dorso ventilado proporcionando respirabilidade e conforto. O punho tricotado evita a entrada de resíduos sólidos.

Indicada para atividades em câmaras frias, atividades secas ou levemente úmidas e manuseio de objetos abrasivos. Indústria alimentícia, piscicultura, silvicultura e frigoríficos.

Luva de fibra Hero e Kevlar com palma de couro

Mais um dos muitos modelos de luvas de proteção, mas dessa vez com diferencial exclusivo Marluvas. Essa luva é tricotada com a inovadora e exclusiva fibra Hero® composta de Kevlar®, fio de aço, nylon, algodão e poliéster. Os fios Hero® oferecem alta resistência a cortes, conforto térmico e muita ergonomia. O reforço em couro na palma da mão gera muito mais aderência e proteção para o trabalhador. A resistência térmica tolera um contato de 3 segundos em até 130ºC. O formato anatômico reduz a fadiga muscular e a luva ainda conta com punho tricotado que evita a entrada de resíduos sólidos.

Igualmente ideal para atividades onde há manuseio de objetos cortantes, laminados, chaparias e manutenção pesada. Indústria siderúrgica, metalúrgica e de papel e celulose.

Outras considerações sobre as luvas de proteção

Tanto quanto saber as especificidades de cada atividade no momento de escolha das luvas de proteção, é levar em consideração o tamanho das mesmas. Visto que a luva tem que ser do tamanho exato da mão de quem irá utilizar. Luvas grandes ou pequenas demais geram desconforto e falta de precisão, duas características determinantes para a ocorrência de acidentes.

Sem dúvida dê atenção também à validade do Certificado de Aprovação (CA) no momento da aquisição da luva. Por isso só adquira luvas com o CA válido. Após compradas utilize-as apenas enquanto estiverem dentro do prazo de validade. Por fim Equipamento de proteção individual vencido não garante a segurança do trabalhador.

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Aprenda a escolher o melhor calçado de segurança

Aprenda a escolher o melhor calçado de segurança

O calçado de segurança é um equipamento de proteção individual exigido nas mais diferentes profissões (Como escolher calçado de segurança). Contudo, levando em consideração que os pés são um dos maiores responsáveis por sustentar nosso corpo durante todo o dia, arriscamos dizer que o calçado de segurança é um dos EPI’s mais importantes que existem. Decerto é exatamente isso que deve ser levado em consideração no momento da sua escolha.

Afinal, o calçado de segurança deve oferecer o máximo de conforto já que serão muitas horas diárias de uso. Isto é, além de cumprir com excelência seu papel de proteção à saúde do trabalhador. Pesquise bem antes de efetuar a compra. Outrossim, é preciso lembrar que um bom calçado tem impacto direto na produtividade do colaborador e que essa característica está totalmente relacionada aos lucros da empresa ao final do mês.

Como escolher corretamente o calçado de segurança

Com toda a certeza, no momento da escolha do calçado de segurança devemos levar em conta uma série de fatores. Antes de mais nada o fator principal é o tipo de atividade que será exercida pelo colaborador. Quais são os riscos que essa atividade oferece à sua saúde e segurança? Podemos  classificar esses riscos em quatro categorias:

  • Riscos Físicos: vibrações; temperaturas; perfurações; impactos de objetos pesados e radiação.
  • Riscos Químicos: Líquidos; vapores; poeiras e fumos.
  • Riscos Biológicos: Vírus e bactérias
  • Riscos Ergonômicos: Postura, movimentos repetitivos de pés e pernas; impactos nos pés e pernas.

A NR6 é a norma regulamentadora responsável por orientar a utilização dos equipamentos de proteção individual. De acordo com a norma (Anexo 1 – G) os calçados de segurança estão classificados em sete grupos:

a) calçado para proteção contra impactos de quedas de objetos sobre os artelhos;

b) calçado para proteção dos pés contra agentes provenientes de energia elétrica;

c) calçado para proteção dos pés contra agentes térmicos;

d) calçado para proteção dos pés contra agentes abrasivos e escoriantes; 

e) calçado para proteção dos pés contra agentes cortantes e perfurantes;

f) calçado para proteção dos pés e pernas contra umidade proveniente de operações com uso de água;

g) calçado para proteção dos pés e pernas contra agentes químicos. (Alterada pela Portaria MTE n.º 505, de 16 de abril de 2015).

Todos os riscos citados anteriormente são englobados pela NR6. Sabendo quais deles se encaixam na atividade desenvolvida pelo seu colaborador, é hora de escolher qual modelo de calçado oferece o melhor solado, o melhor material para o cabedal, se o cano será baixo ou alto, se o calçado será em couro simples ou com tratamento especial, entre outras características.

Algumas características dos calçados de segurança

Biqueira

Em primeiro lugar, as biqueiras do calçado de segurança são confeccionadas em dois materiais mais comuns: aço e composite. A biqueira de aço é resistente a impactos de alta intensidade, quedas de objetos, cortes e perfurações.

A biqueira de composite oferece o mesmo grau de proteção da biqueira de aço com o plus de ser mais leve e também resistente a choques elétricos. Portanto mais uma vez deve-se levar em conta a atividade a qual o calçado será destinado.

Solado

Em segundo lugar, o solado do calçado de segurança é um item que deve receber atenção especial. Além de proporcionar conforto ao trabalhador, o solado protege contra diversos riscos (choques, cortes, escorregões). A Marluvas trabalha com diferentes tecnologias aplicadas aos solados dos seus calçados para oferecer um maior conforto e uma maior proteção aos seus clientes.

A tecnologia TPU Plate, por exemplo, consiste em um inserto de TPU ANTI-TORSION aplicado no enfranque do solado, a fim de oferecer maior sustentação ao tornozelo, estabilidade em terrenos irregulares e ao subir escadas, evitando acidentes.

As palmilhas funcionam como uma camada extra de proteção junto ao solado. A PAP, Palmilha em fibras de aramida não metálica resistente à perfuração, é leve e flexível. Cobre 100% da planta do pé e resiste à perfuração mínima de 1100N conforme norma NBR ISO 20344/2015.

Cabedal

Em terceiro lugar, o cabedal é a parte superior do calçado de segurança. É ele quem protege o pé em caso de quedas de objetos pesados, cortantes, perfurantes, etc. O cabedal pode ser confeccionado em diferentes materiais e mais uma vez sua escolha deve ser cuidadosa, levando sempre em consideração os riscos aos quais o colaborador está exposto.

A nova norma ABNT NBR 16.603:2017 impõe algumas mudanças ao estilo do cabedal dos calçados de segurança para trabalhos em instalações elétricas. Ou seja, a norma cancela e substitui a ABNT NBR 12.576:1992 e foi elaborada pelo Comitê Brasileiro de Equipamentos de Proteção Individual e pela Comissão de Estudo de Calçado de Uso Profissional com base na ASTM F 2413:2015.

A ABNT NBR 16.603:2017 prevê que as áreas do cabedal não devem possuir costuras ornamentais, sendo que toda a região do dorso até o ressalto deverá estar livre de costuras. Isto é, inclui a questão solados blaqueados (costurados) na região frontal do cabedal. Uma vez que um mesmo calçado de segurança pode ser confeccionado com tecnologia suficiente para proteger contra diversos riscos ao mesmo tempo.

Outras observações sobre a escolha do calçado de segurança

Além disso observar os riscos aos quais o colaborador está exposto a fim de escolher o modelo ideal do calçado de segurança, é importante levar em conta outros fatores mais técnicos. A saber, o Certificado de Aprovação (CA) e sua validade bem como a validade do calçado são pontos importantíssimos e devem receber total atenção no ato da compra.

Afinal o CA é regulamentado pela NR6, que prevê que todo tipo de EPI (nacional ou importado) só pode ser comercializado e utilizado se houver um Certificado de Aprovação válido. Enfim, o CA garante que o equipamento de proteção individual está em conformidade com as normas de segurança. Seu prazo de validade que deve ser respeitado pelo fabricante e renovado dentro do limite máximo de 90 dias antes do vencimento.

Por fim, é importante lembrar que a validade do Certificado de Aprovação não tem relação com a validade do calçado de segurança. São duas coisas diferentes! Visto que a validade do CA determina por quanto tempo o produto fabricado pode ser comercializado. Enquanto a validade do EPI determina por quanto tempo ele pode ser utilizado sem perder as garantias dos testes de qualidade e  sem oferecer risco à saúde e à segurança do trabalhador.

A Marluvas é capaz de oferecer tudo o que você precisa em calçado de segurança e muito mais. Prove e comprove.

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Porque é importante investir em segurança do trabalho?

Porque é importante investir em segurança do trabalho?

Sua empresa investe em segurança do trabalho ou ainda vive com base no pensamento de que esse é um gasto desnecessário? Apesar de muito negligenciada em diversos segmentos. A segurança do trabalho é obrigatória para todos os tipos de empresas e essencial para o bom desenvolvimento dos negócios. Isso porque quando este “setor” recebe a atenção devida. Dessa maneira ele aumenta a satisfação do trabalhador que passa a ter mais motivação para entregar resultados.

A segurança do trabalho é tratada como um setor dentro das empresas; mas não é composta obrigatoriamente por funcionários internos e muitas vezes não está presente “fisicamente”. Isso porque o empregador pode terceirizar este serviço. Você vai entender melhor se souber a “definição” de segurança do trabalho. Então vamos lá!

O que é a segurança do trabalho?

A segurança do trabalho consiste basicamente em um conjunto de normas e leis predispostas pelo governo. Todas elas são criadas visando a prevenção de acidentes. E também a preservação da saúde, física e mental, de todos os colaboradores dentro de uma empresa. As normas e leis relacionadas à segurança do trabalho impõem uma série de obrigações aos empregadores; mas também cobram atitudes dos trabalhadores.

Existem normas que regulamentam os mais diferentes tipos de atividades e situações. Cabe aos profissionais formados na área de segurança do trabalho o papel de determinar quais são as normas e procedimentos que contemplam os riscos presentes na sua empresa. Para isso ele fará um estudo minucioso de todas as atividades desenvolvidas pelos colaboradores; além de inspecionar todo o ambiente de trabalho a fim de detectar riscos nele contidos.

A partir de todas as análises o profissional de segurança do trabalho vai desenvolver procedimentos de segurança que devem ser seguidos à risca por todos os funcionários. Cabe ao empregador desenvolver junto ao profissional responsável e aos seus empregados a implementação de uma cultura de segurança do trabalho a partir, por exemplo, da criação de rotinas que incluam os bons hábitos de saúde e segurança.

O empregador deve oferecer todos os insumos necessários para o cumprimento dos procedimentos de segurança. Bem como os equipamentos de proteção individual e a promoção das melhorias necessárias dentro do ambiente de trabalho.

A prevenção é a melhor forma de garantir a segurança do trabalho

Tão importante quanto a utilização dos equipamentos de proteção individual corretos são as medidas e procedimentos preventivos. A maioria dos acidentes que afastam os trabalhadores de suas atividades diariamente são completamente evitáveis. Por isso é importante a adoção de uma postura mais responsável e a obediência às orientações impostas pelo setor de segurança do trabalho durante a realização de qualquer atividade dentro do local de trabalho.

Existe uma série de atitudes que a princípio parecem inocentes mas que na verdade são muito irresponsáveis e acabam colocando a saúde do trabalhador em risco. São coisas feitas de maneira inconsciente na correria das tarefas diárias e que necessitam de uma boa dose de disciplina para serem evitadas. Assim um exemplo são as caixas e ferramentas que são deixados fora do seu lugar de origem.

As caixas quando estão no meio do caminho podem fazer com que alguém tropece e caia. Um tombo pode causar lesões de diferentes gravidades e afastar os trabalhadores das atividades por longos períodos. Já temos um causador de acidentes que pode ser facilmente corrigido não é mesmo? Pois basta que as caixas tenham local de armazenamento pré determinado ou que no mínimo sejam deixadas em um canto seguro onde ninguém vá tropeçar.

As ferramentas que não estão em uso e são deixadas soltas pelo ambiente de trabalho também podem acabar machucando uma pessoa distraída. É importante orientar os funcionários sobre a operação e utilização correta de todas ferramentas e máquinas de trabalho. Além de reforçar e fiscalizar se todos os equipamentos são corretamente desligados, desmontados e/ou guardados quando não estão em uso.

Dicas de prevenção e segurança do trabalho

Além da utilização correta dos equipamentos de proteção individual e da organização do espaço. Existem outras dicas que ajudam a promover a segurança do trabalho e minimizar os riscos de acidentes. É importante que o colaborador esteja sempre bem atento e realizando suas tarefas com plena consciência já que a falta de atenção também é grande causadora de acidentes. Além disso o trabalhador deve realizar apenas as atividades para as quais está apto.

O trabalhador que desempenha funções para as quais não foi devidamente treinado e orientado tem muito mais chances de cometer deslizes e também de não entregar resultados satisfatórios. A empresa deve promover treinamentos e reciclagens periódicas. E também garantir que os colaboradores estão desempenhando apenas as atividades para as quais foram devidamente capacitados.

É importante que o trabalhador esteja atento ao ambiente em que trabalha diariamente a fim de perceber o surgimento de novos riscos à sua saúde e segurança. A partir dessa percepção ele deve reportar suas observações e os possíveis riscos aos responsáveis para que as medidas corretivas e/ou preventivas sejam tomadas os quanto antes.

Comunicação e segurança do trabalho

Uma comunicação eficaz pode auxiliar muito na implementação da cultura de segurança do trabalho em qualquer ambiente. As normas e procedimentos estabelecidos pelo setor de segurança do trabalho devem sempre ser repassados aos colaboradores de forma clara e concisa. Pois se houver ruídos na comunicação pode ser que a segurança não seja eficaz.

É importante promover reuniões periódicas para que os profissionais de segurança  do trabalho falem sobre as normas e procedimentos a serem seguidos. Todas as orientações devem ser passadas de forma didática; e o profissional responsável pelo repasse deve se certificar que nenhum colaborador está com dúvidas. Então as informações mais importantes devem ser repetidas e sempre que possível as situações devem ser ilustradas por meio de vídeos ou imagens.

Uma opção para reforçar procedimentos diários é a instalação de painéis ou telas de TV nos espaços de convivência dos colaboradores. Nos painéis podem ser fixados cartazes com lembretes sobre a utilização correta dos EPI’s; os cuidados com os mesmos após o uso; os processos para operação de máquinas; utilização de ferramentas e outras práticas que minimizam os riscos de acidentes. Pois o mesmo serve para as TV’s que podem exibir essas mensagens de forma mais animada e atrativa.

Para que o colaborador entenda a real importância da segurança do trabalho e da prevenção de acidentes. É importante que o assunto seja inserido de forma constante e natural em sua rotina. Portanto, reforce a importância das boas práticas e da utilização correta  e responsável dos equipamentos de proteção individual.

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