A importância do uso de luvas para a segurança do trabalho

A importância do uso de luvas para a segurança do trabalho

As luvas de segurança fazem parte de um extenso grupo de equipamentos de proteção individual. Afinal todo e qualquer tipo de atividade profissional que oferece riscos físicos à saúde do trabalhador, exige o uso de EPI’s. Desse modo Óculos, protetores auriculares, máscaras, mangotes, capacetes, luvas, calçados, cintos de segurança, protetor solar entre outros são indispensáveis em fábricas e processos industriais em geral. Todo uso é regulamentado pela segurança do trabalho.

Inegavelmente os equipamentos de proteção individual, além de evitar uma série de acidentes de trabalho, também são usados para garantir que o profissional não será exposto a doenças ocupacionais. Um exemplo é a LER (lesão por esforço repetitivo), uma síndrome que abrange uma série de doenças ocupacionais. Bastante frequente e capaz de acometer trabalhadores em diferentes atividades, a LER abrange doenças como tendinite e mialgias, que afetam músculos, nervos e tendões.

Luvas de proteção e segurança do trabalho

Todavia entre os diversos tipos de equipamentos de proteção individual estão as luvas. Outrossim as luvas têm a função de proteger as mãos, pulsos e, dependendo do modelo, os braços do colaborador. São variados os riscos de segurança do trabalho que implicam no uso das luvas de segurança.

  • Físicos: cortes, queimaduras e perfurações.
  • Químicos: produtos de limpeza, ácidos e demais substâncias corrosivas.
  • Biológicos: bactérias, fungos e outros.

Antes de mais nada a atuação de um profissional de segurança do trabalho é de extrema importância durante o processo de realização do mapeamento de riscos. A saber o profissional, depois de analisar cuidadosamente, indicará o tipo de luva específica que deverá ser utilizada pelo trabalhador, de acordo com os riscos aos quais ele está submetido. De fato existem luvas confeccionadas em diferentes tipos de material e com diferentes texturas para melhor proteção do trabalhador.

A Marluvas trouxe de volta ao seu catálogo, recentemente, diferentes opções de luvas de segurança. A empresa se preocupa, há 47 anos, com a segurança do trabalho aliada ao conforto do trabalhador. Líder do mercado de proteção com seus diversos modelos de calçados de segurança, a empresa passa a oferecer agora o melhor em luvas de segurança. Com as melhores tecnologias do mercado, a Marluvas tem um catálogo de luvas completo e capaz de atender trabalhadores que desempenham diferentes atividades.

TIPOS DE LUVAS

A LUVA HERO COM REFORÇO EM KEVLAR SX 93.860, por exemplo, é uma luva tricotada com a inovadora e exclusiva fibra Hero® composta de Kevlar®, fio de aço, nylon, algodão e poliéster. Um produto tecido com fios Hero® de alta resistência a corte, conforto ergonômico e térmico.  Com o intuito de melhor proteção, esse modelo conta com reforço entre o polegar e o dedo indicador em Kevlar® para proteção ainda maior a cortes. Possui resistência térmica de contato até 130°C por 3 segundos.

Da mesma forma o formato anatômico reduz a fadiga muscular e ainda conta com punho tricotado que evita a entrada de resíduos sólidos. Pode ser usada em serviços gerais de perfis leves a pesados, atividades secas, manuseio de objetos cortantes, entre outros. A LUVA EXCALIBUR BLACK 3/4 CUT5 EX4 é um modelo de luva tricotada em fio com alta resistência a corte e abrasão, com banho especial em borracha nitrílica três quartos (palma, dedos e falanges).

Inegavelmente confortável, em formato anatômico que reduz a fadiga muscular, tecida em fios sintéticos que proporcionam equilíbrio térmico às mãos. Punho tricotado que evita a entrada de resíduos sólidos. Este modelo é ideal para o manuseio de peças ou objetos com presença de oleosidade, atividades secas ou levemente oleosas, operações de metalurgia e montagem, entre outras atividades.

A LUVA PREDADOR PUNHO DE SEGURANÇA 97.961 é uma luva confeccionada em malha de algodão totalmente banhada em borracha nitrílica para alta resistência a abrasão em ambientes secos ou úmidos. Sua modelagem proporciona conforto e proteção. Dispõe de punho de segurança (punho em lona para saque rápido), ideal para trabalhos com maquinários em operação.

A LUVA WELD 4.501 é uma luva indicada para trabalhos de solda MIG, TIG, eletrodo, ponto; corte e dobra e colheita de dendê. Confeccionada em couro com tratamento especial, costuras em aramida e forração térmica para extremo conforto. Design cuidadosamente desenvolvido para o melhor desempenho em atividades que demandem proteção a chamas, calor por contato ou radiante, além de respingos de metal. Punho de segurança de saque rápido.

Informações adicionais

De acordo com as orientações da segurança do trabalho é importante que as luvas sejam do tamanho correto da mão do trabalhador. De fato a luva do tamanho certo não corre o risco de sair durante a realização das atividades e dessa forma realiza corretamente sua função de proteção. Do mesmo modo é importante também que ela não seja apertada demais para não comprometer o conforto do trabalhador.


Seja como for, é importante que as luvas de segurança do trabalho sejam utilizadas e conservadas corretamente e seguindo as orientações do fabricante. Cada uma das luvas Marluvas possui uma cartilha com recomendações de cuidados. Por exemplo, alguns materiais devem receber atenção especial e existem também os cuidados gerais que são destinados a todos os modelos. As luvas de couro com tratamento especial, por exemplo, devem ser higienizadas com a utilização de sabão em pó ou detergente neutro.

Contudo é importante que não sejam utilizados produtos de lavagem a seco ou alvejantes. Tanto a limpeza quanto o enxague devem ser feitos em água morna, não excedendo 50°C, por até 10 minutos. A secagem é natural ou em secadora, não excedendo 50°C, por 10 a 15 minutos.

Utilizar EPIs é garantir a segurança do trabalho

Certamente a obrigatoriedade do uso dos equipamentos de proteção individual é regulamentada pela norma regulamentadora número 6. A NR6 estabelece que os EPIs são essenciais para que o trabalhador desempenhe suas funções de trabalho com segurança e  devem ser fornecidos de forma gratuita. A saber o mercado de epi conta com uma grande variedade e tipos de luva de proteção. Cada uma delas com especificidades distintas para atender aos mais diferentes tipos de atividade.

Enfim, para que o empregador saiba quais são os EPIs que devem ser utilizados pelos seus colaboradores, é necessário realizar um mapeamento de riscos na empresa. Aliás esse mapeamento será feito por um profissional capacitado em segurança do trabalho. Além de mapear riscos e fornecer o equipamento, a empresa deve orientar quanto ao uso correto e realizar a fiscalização. A fiscalização visa garantir que o colaborador está utilizando o EPI corretamente e dando a ele o devido cuidado.

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SIPAT: Tudo que você precisa saber sobre a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho

Você já ouviu falar na SIPAT? A Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho é um evento obrigatório para todas as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA). Voltado para a prevenção dos acidentes de trabalho e para a promoção à saúde do trabalhador, a SIPAT deve ser realizada todos os anos como previsto na Portaria nº3.214, NR5, item 5.16.

SIPAT

Sendo assim, toda empresa que conta com uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Deve inserir em seu calendário anual uma Semana Interna de Prevenção de Acidentes. É importante que essa semana seja planejada com muito tato e visando todas as necessidades internas da empresa. A SIPAT deve ser um momento para realizar a detecção de pontos de melhorias no que diz respeito à saúde e segurança do trabalho dentro daquele ambiente.

A SIPAT além de ser um momento de união e confraternização entre todos os setores de uma empresa, deve ser usada principalmente em benefício da saúde e segurança do trabalho. É importante promover palestras, treinamentos, dinâmicas e outras atividades capazes de despertar o senso de segurança individual e coletiva em todos os trabalhadores. Afinal aproveite o momento para falar sobre a prevenção de acidentes de trabalho. É também o uso dos epi’s e tudo mais o que diz respeito à CIPA.

Semana CIPA

Como o próprio nome já diz, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho, deve ter duração de uma semana inteira. A empresa não precisa obrigatoriamente promover palestras e treinamentos em todos esses dias. Mas durante todos deve haver uma campanha de orientação e conscientização em andamento. Pois a NR 5, responsável por regulamentar a CIPA, não determina um número mínimo de funcionários que a empresa deve ter para realizar a SIPAT.

A obrigatoriedade de realização da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho se dá no momento em que a empresa possui uma Comissão interna de Prevenção de Acidentes.

Como organizar uma Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho?

Se você é membro da CIPA na sua empresa, compete a você a importante missão de organizar a SIPAT. Assim comece observando o dia a dia de trabalho dos colaboradores ao seu redor. Pontue os principais riscos das atividades desenvolvidas, os epi’s utilizados, as necessidades individuais e coletivas no que diz respeito a segurança, além das ferramentas e máquinas utilizadas.

Atente-se também para as estatísticas: quais são os principais motivos de afastamento dos colaboradores? Quais os acidentes de trabalho mais comuns? Quais as principais queixas dos colaboradores no que diz respeito à rotina de trabalho? Então qual é o estado de conservação dos equipamentos e ferramentas?

Pois todos esses questionamentos vão nortear as ações que devem ser desenvolvidas no decorrer da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho.

Sempre que possível, conte com o auxílio de profissionais externos ao dia a dia da empresa. Tente contratar especialistas acostumados a palestrar e promover dinâmicas relacionadas à prevenção dos acidentes de trabalho para um grande número de pessoas. O tato desses profissionais para chamar a atenção e disseminar informações importantes de forma didática, pode ser um ponto de sucesso durante a realização da SIPAT.

Psicólogos, educadores físicos, bombeiros civis, profissionais de segurança do trabalho e médicos de diferentes especialidades. Aliás procure também o auxílio de profissionais especialistas em epi’s. Os equipamentos de proteção individual são parte importantíssima da rotina de trabalho e atuam diretamente na promoção da saúde do colaborador e na prevenção dos acidentes de trabalho.

Organização

Organize sua semana separando dias para palestras e dinâmicas. E dias para campanhas educativas promovidas a partir da distribuição de folhetos e cartazes por toda a estrutura física da empresa. Então um exemplo de dinâmica rápida e que pode ser realizada minutos antes do início do expediente ou durante os intervalos são as atividades relacionadas à ergonomia. Para realizá-la, conte com o auxílio dos profissionais de educação física.

Promova um momento de relaxamento com a realização de alongamentos e orientações sobre a postura correta a ser adotada durante a realização dos trabalhos. Porque tanto as pessoas que trabalham em pé, quanto os colaboradores que passam horas sentados, devem se preocupar com a postura. Pensando em agradar os colaboradores e tornar a semana tão gratificante quanto útil. Pode ser uma boa ideia disponibilizar um cantinho de massagem a fim de promover um momento de relaxamento entre uma tarefa e outra.

Como nem só de relaxamento é feita a SIPAT

É importantíssimo tirar um dia ou dois para realizar ações mais enfáticas com relação à prevenção de acidentes de trabalho e aos procedimentos diários. Assim para este momento conte com os profissionais de segurança do trabalho, bombeiros civis e médicos. Dessa maneira coloque em pauta todos os pontos de risco detectados durante o planejamento das ações. Então chame a atenção do trabalhador para os pontos mais críticos e mostre a eles o quão caro pode custar um pequeno descuido.

Aproveite para enfatizar a importância da prevenção e do trabalho consciente. Pois as orientações quanto à correta utilização, tanto dos grandes maquinários quanto das pequenas ferramentas, são indispensáveis. Se necessário divida o público em palestras diferentes já que nem todos utilizam os mesmos equipamentos. Enfim aproveite ainda para dar ênfase a este ponto: somente profissionais devidamente treinados e autorizados podem realizar determinadas atividades.

O desvio de funções pode custar caro à empresa e ao funcionário. Assim destaque os acidentes de trabalho mais comuns e repasse todas as orientações de prevenção. Os profissionais responsáveis pelos treinamentos, palestras e dinâmicas devem induzir a participação dos funcionários a fim de que eles exponham suas dúvidas e queixas. É importante que eles participem ativamente do momento.

“Já que o foco da SIPAT é a saúde e segurança do próprio trabalhador.”

Nesse sentido alterne os dias de treinamentos e palestras com os dias de panfletagens e orientações mais “silenciosas”. Dessa forma aborde temas como tabagismo, sedentarismo, obesidade, câncer, transtornos psicológicos, AIDS e outros. Isto é aproveite para orientar e incentivar os funcionários a seguir uma rotina de vida mais leve e saudável. A partir da prática de atividades físicas, bons hábitos alimentares e realização de exames periódicos.

Os transtornos psicológicos também devem ser desmistificados. A fim de que todas as pessoas procurem apoio profissional sem medo e livre de qualquer tipo de preconceito. Mente e corpo devem estar em equilíbrio para garantir que todo trabalho saia conforme o planejado.

#Indicca – Geração de Conteúdo

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Trabalho em açougue também requer equipamento de proteção individual

Trabalho em açougue também requer equipamento de proteção individual

Podemos dizer que todo trabalhador, independente da atividade que exerce, está exposto a algum tipo de risco ergonômico. E é para minimizar estes riscos que existe a segurança do trabalho: um conjunto de ciências e tecnologias que têm o intuito de proteger o trabalhador e minimizar a ocorrência de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.

É a segurança do trabalho que regulamenta e exige o uso do equipamento de proteção individual. O equipamento deve estar sempre adequado ao risco que o trabalhador é exposto dentro do seu ambiente de trabalho. Entre os muitos ambientes de trabalho que oferecem grandes riscos à saúde e a segurança do colaborador está o açougue. Portanto, neste artigo vamos explorar os riscos ocupacionais presentes dentro do açougue. E apontar algumas medidas de segurança capazes de minimizá-lo.

O açougueiro lida com diferentes ferramentas de corte. E está sempre se movimentando em um ambiente úmido, escorregadio e com outras pessoas desempenhando atividades parecidas. Não podemos nos esquecer também das câmaras frias e a exposição às temperaturas extremas.  Afinal esses fatores somados a uma dose de falta de atenção e negligência. Podem acabar resultando em graves acidentes, com lesões que são muitas vezes irreversíveis e até mesmo fatais.

Portanto é importante contar com a supervisão e com as orientações de um profissional de segurança do trabalho. É ele quem vai identificar, avaliar e determinar as medidas de controle das situações de risco, entre elas a correta utilização do equipamento de proteção individual. São essas medidas que vão proporcionar um ambiente ocupacional seguro e saudável para todas as pessoas envolvidas com o trabalho e também para os clientes.

Equipamento de proteção individual e as máquinas utilizadas no açougue

Como dito anteriormente, um dos riscos aos quais o açougueiro está exposto são as máquinas de corte. A máquina destinada ao corte de ossos por exemplo. É um equipamento um tanto quanto afiado e perigoso para o trabalhador e não por acaso é uma das maiores responsáveis pelos acidentes causados na área. É importante frisar que a maioria absoluta desses acidentes acontecem por negligência: a falta da utilização da proteção na serra da máquina.

A serra corta em posição vertical todo e qualquer tipo de carne, até mesmo as com ossos mais resistentes. A máquina é rápida, afiada, eficiente e consequentemente perigosa. Porque qualquer descuido pode custar um dedo ou até mesmo a mão inteira. Dessa forma, para evitar acidentes do tipo, é importante que seja utilizada a proteção na lâmina da própria máquina. Muitas pessoas devem estar pensando em utilizar também a luva de malha de aço como equipamento de proteção individual para as mãos. Mas nesse caso específico é importante frisar que a luva não é recomendada.


A luva de malha de aço, caso haja algum descuido, pode acabar se enroscando na lâmina da máquina e isso vai ocasionar um acidente ainda maior. Um ponto importante é que apenas colaboradores treinados e autorizados devem operar as máquinas de corte. Então sempre que se a máquina não estiver em uso ela deve ser desligada. Aliás, a manutenção e limpeza também  devem ser realizadas apenas por pessoas devidamente treinadas.

Equipamento de proteção individual e facas (galocha)

Praticamente todas as pessoas que trabalham em açougue um têm a faca como ferramenta principal de trabalho. A todo momento as facas são manuseadas e passadas de uma bancada para outra para manipulação das carnes. Tudo isso acontece de forma muito dinâmica em um ambiente com muitas pessoas trabalhando ao mesmo tempo. Pois uma virada brusca com a faca na mão pode resultar em um acidente grave, por isso é preciso cuidado.

É importante que a movimentação dentro da área de manipulação de carnes seja feita sempre de maneira organizada. E também com o máximo de atenção possível, para que não aconteça nenhum acidente por descuido. E sobre a utilização da luva de malha de aço como equipamento de proteção individual, aqui sim ela é muito bem vinda.

A luva de malha de aço vai proteger a mão do açougueiro caso ele faça algum movimento equivocado enquanto realiza o corte das carnes. A luva deve ser disponibilizada pelo empregador e utilizada durante todo o tempo em que o trabalhador estiver manuseando a faca.

Equipamento de proteção individual para o açougueiro

Outro equipamento manuseado pelo açougueiro e que pode oferecer risco à sua integridade física são as máquinas de selagem de embalagens. Pois essas máquinas geralmente operam sob altas temperaturas. E podem causar queimaduras graves se não forem manipuladas por pessoas devidamente treinadas e corretamente equipadas.

Dentro de um açougue existem ainda os riscos biológicos devido à exposição aos produtos de origem animal em larga escala e a sua manipulação: risco de contaminação dos produtos durante a manipulação dos mesmos e da gordura, assim como os fluidos resultantes do processamento. A contaminação pode ocorrer tanto no próprio produto (carne), colocando a saúde do consumidor em risco. E quanto no açougueiro por conta da exposição à qual ele se submete enquanto manipula as carnes.

Para que os riscos biológicos não gerem transtornos é importante seguir à risca todas as normas impostas pela vigilância sanitária. É importante também manter toda a área de circulação sempre limpa e livre de obstáculos. Além disso é importantíssimo utilizar corretamente o equipamento de proteção individual destinado a cada tipo de atividade e que proteja cada parte do corpo mais exposta aos riscos.

Os açougueiros que realizam a manipulação direta das carnes devem trabalhar obrigatoriamente de roupa branca: gorro, calça e camisa ou macacão, e avental. Então os colaboradores que têm acesso às câmaras frigoríficas devem utilizar japonas frigoríficas (jaquetas térmicas resistentes a temperaturas extremamente baixas). Assim botas de borracha ou material equivalente, preferencialmente brancas ou claras também são um equipamento de proteção individual e têm uso obrigatório.

É importante que as botas de segurança utilizadas nos açougues sejam de borracha e 100% impermeável. Opte por materiais leves, confortáveis e resistentes. O calçado utilizado pelo açougueiro deve ser resistente a produtos de químicos e ao sangue proveniente da manipulação das carnes. Portanto, o solado antiderrapante é indispensável e para os colaboradores que acessam as câmaras frias é importante que haja uma tecnologia que realize o controle de temperatura dos pés.

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MARLUVAS INAUGURA NOVA UNIDADE EM OLIVEIRA

MARLUVAS INAUGURA NOVA UNIDADE EM OLIVEIRA

Marluvas inaugura nova unidade em Oliveira. O projeto de expansão da Marluvas chegou até Oliveira em Minas Gerais, com a criação de mais uma unidade produtiva. Assim o parque fabril de Oliveira é especializado na produção de calçados de PVC, que correspondem às novas linhas Vulcaflex PVC e All Work. Pois todo esse investimento em novas unidades e produtos tem o objetivo de oferecer os melhores calçados. Então hoje a Marluvas possui em seu portfólio calçados fabricados em couro, MMicro (Microfibra Marluvas), poliméricos (EVA) e agora o PVC, para atender aos mais diversos ramos de atuação.

Além do compromisso com o cliente, a Marluvas também se preocupa com sua responsabilidade social. Então pensando nisso, a nova unidade deverá gerar cerca de 300 empregos diretos, impactando em novas oportunidades para as pessoas do município.

Onde é Oliveira-MG

Oliveira é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, localizado a 150 quilômetros a sudoeste de Belo Horizonte, que possui 41.907 habitantes, segundo as últimas estimativas do IBGE. Wikipédia.

Igreja Matriz de Oliveira

Igreja Matriz onde está a nova unidade fabril Marluvas

Casa em que nasceu Carlos Chagas. Fazenda Bom Retiro- Município de Oliveira, Estado de Minas Gerais. Oliveira, MG.

As imagens da obra (Site Colmeia).

Calçados em PVC

Os calçados em PVC possuem certificação aprovada pelo Ministério do trabalho e atendem às normas ISO 20345 e 20347. São ideais para quem precisa de segurança, conforto, e praticidade!

MARLUVAS INAUGURA NOVA UNIDADE EM OLIVEIRA

Por toda sua história a empresa se dedica a atender às diversas demandas por calçados de segurança. Dessa maneira sempre prezando pelo conforto, qualidade e tecnologia. Esse compromisso em oferecer o melhor para o consumidor fez com que a Marluvas conquistasse o “Top of Mind” de 2018, sendo considerada a empresa mais lembrada no segmento de EPI. Sendo assim, uma das mais importantes fábricas de calçados de segurança da América Latina, a Marluvas continua progredindo. Então hoje os nove parques fabris trabalham focados na evolução dos produtos e com o objetivo oferecer sempre o melhor para os clientes.

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Marluvas é premiada em feira sobre segurança do trabalho

Marluvas é premiada em feira sobre segurança do trabalho

Marluvas é premiada em feira sobre segurança do trabalho. Para fechar 2018 com chave de ouro, a Marluvas foi amplamente premiada pelo Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado de São Paulo (SINTESP). Durante a realização vigésima segunda edição da Feira Internacional de Segurança e Proteção (FISP).

Marluvas é premiada em feira sobre segurança do trabalho. Premiada pelo Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado de São Paulo

O sindicato, em comemoração aos seus 30 anos, lançou o “Prêmio SINTESP de Saúde e Segurança do Trabalho”: “Uma iniciativa pioneira em reconhecimento ao trabalho das empresas que se destacam no mundo da proteção da integridade Marluvas é premiada em feira sobre segurança do trabalhofísica, mental e social do trabalhador”. Os prêmios foram entregues no dia 04 de outubro, durante a realização da Feira FISP.

A Marluvas foi premiada em todas as categorias que envolviam calçados de proteção: Calçados de Segurança Contra Impacto e Perfuração; Calçados de Segurança para Ambientes Úmidos; Segundo lugar Calçados Isolantes de Eletricidade; Calçados para Câmaras Frias. Pois estes prêmios reforçam o reconhecimento adquirido pela marca ao longo dos quarenta e seis anos de trajetória. Então toda preocupação da marca com a segurança do trabalho e o conforto do trabalhador, vem transformando a Marluvas em referência.

Vale lembrar que no início deste ano a Marluvas já havia conquistado o primeiro lugar no prêmio Top Of Mind de Proteção na categoria Calçados. E a segunda colocação no segmento Saúde e Segurança do Trabalho, se tornando a empresa brasileira mais bem posicionada no segmento.

Prêmio SINTESP de Saúde e Segurança do Trabalho

A escolha dos vencedores do Prêmio SINTESP de Saúde e Segurança do Trabalho  foi feita por meio de uma votação entre os técnicos de segurança do trabalho presentes na FISP. Então os técnicos votaram nas empresas que são suas as opções de consulta e escolha durante as compras e também tiveram a oportunidade recomendar suas escolhas aos seus pares, ampliando o alcance da votação.

De acordo com o SINTESP, entre os critérios foram avaliados os que geram economia e melhoria das condições de fornecimento, devido ao aumento da demanda. Não foram levados em consideração preços e valores. Mas, sim, a excelência dos produtos e o reconhecimento dessas empresas pelo seu processo de melhoria contínua. Esse trabalho resultou em 51 categorias contempladas, com 1.453 votos e um total de 77 empresas votadas.

Além das empresas que trabalham com equipamentos de proteção e outras formas de promoção à segurança do trabalho, o SINTESP premiou também os técnicos de segurança do trabalho que foram destaque em suas atividades econômicas conforme indicações das 77 empresas agraciadas. Os nomes de todos os técnicos e empresas premiadas estão no jornal do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado de São Paulo (SINTESP).

Marluvas é premiada em feira sobre segurança do trabalho

Feira Internacional de segurança do Trabalho 2018

A FISP é uma feira organizada e promovida pela Cipa Fiera Milano em parceria com a Associação Brasileira dos Distribuidores e Importadores de Equipamentos e Produtos de Segurança e Proteção ao Trabalho (ABRASEG), a Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho (ANIMASEG)  e o Sindicato da Indústria de Material de Segurança (SINDISEG). Este ano o evento foi realizado entre os dias 03 e 05 de outubro.

Participam da feira diversos profissionais que atuam no ramo de saúde e segurança do trabalho: profissionais de enfermagem, médicos do trabalho, psicólogos, fonoaudiólogos, engenheiros e técnicos de segurança do trabalho, inspetores de risco, segurança patrimonial, cipeiros, bombeiros, gerentes, diretores, compradores, entre outros. Então neste ano de 2018 a FISP contou com cerca de 700 expositores que apresentam o que existe de mais moderno em saúde e segurança do trabalho.

A FISP é um dos maiores e mais completos eventos do setor. Aliás e seu objetivo maior é o fortalecimento de vínculos entre saúde, segurança ocupacional e conscientização das políticas de prevenção a acidentes. Pois todos os produtos expostos contém soluções e tecnologias embasadas em estudos, pesquisa e inovações. Assim com tanta variedade e qualidade, o público visitante tem a chance de atualizar e aprimorar o lado profissional da segurança do trabalho. E os representantes do mercado de equipamentos de proteção individual (EPI), têm oportunidades de novos negócios.

Marluvas é referência em saúde e segurança do trabalho

O ano de 2018 consolidou o sucesso da marca Marluvas. A empresa não é só uma fabricante de calçados. Mas sim uma junção de pessoas preocupadas com a saúde e a segurança do trabalho. E é exatamente por este trabalho que este ano a empresa foi premiada duas vezes no Top Of Mind e em todas as categorias do segmento calçado de segurança pelo SINTESP, na feira FISP.

Todos os calçados Marluvas são desenvolvidos a partir de rigorosas pesquisas para atender cada área profissional. Os produtos são testados em um centro técnico com a mais avançada tecnologia. Tudo para que o consumidor receba um produto com alta performance, durabilidade e design diferenciado.

Além da excelência no atendimento, a Marluvas tem um serviço de assistência técnica para orientar sobre escolha, uso correto e conservação do produto. Então é esta relação com o cliente que faz a marca ser líder no mercado de calçados profissionais. E dessa forma receber as mais importantes aprovações e certificações nacionais e internacionais.

Marluvas – Ecologia

Além de tecnologias de ponta, compromisso com o consumidor e com a saúde e segurança do trabalho. A Marluvas também é uma marca com consciência ecológica. Pois a empresa desenvolve uma série de ações e projetos ambientais nas comunidades onde atua, além de realizar procedimentos para reciclagem em suas sedes. Assim os resíduos gerados no dia a dia são separados, reaproveitados e recebem a destinação correta.

O trabalho é feito em conjunto com empresas licenciadas, garantindo padronização e eficiência. Mas antes do Projeto Ambiental, a Marluvas destinava todo seu resíduo a aterros industriais. Hoje, este percentual caiu para 85% e os outros 15% são enviados para reciclagem. Assim os resíduos de PU (poliuretano) são reutilizados na confecção de calçados tradicionais e a espuma na confecção de pelúcias e almofadas.

A Marluvas conta com Estações de Tratamento de Esgoto – ETEs – em todas as unidades. Então são tratados os resíduos dos sanitários e lavatórios: com supervisão diária e análise físico-química de efetividade para assegurar o acompanhamento adequada. Saúde e segurança do trabalho e consciência ambiental. A Marluvas é uma empresa líder em todos os segmentos!

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