Segurança no trabalho – Conheça a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

Segurança no trabalho – Conheça a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

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Você já ouviu falar na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)? Essa comissão está ligada à segurança no trabalho e é uma ferramenta importante nesse contexto. Mas, antes de falar da CIPA, vamos recordar algumas coisas sobre a segurança no trabalho?

Sem dúvida, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), segurança no trabalho se refere a todas as medidas tomadas para garantir, como o próprio nome diz, a segurança, o conforto e o bem-estar dos profissionais das mais variadas áreas. Com a utilização dos equipamentos de proteção individual (EPIs), pode-se, também, minimizar os danos ao trabalhador no caso de acidentes. Dentre os EPIs estão capacetes, luvas, calçados, máscaras, entre outros. No caso de profissionais da área da saúde, por exemplo, onde há riscos biológicos, luvas e calçados protetores são essenciais. Já na construção civil, os trabalhadores podem sofrer quedas ou serem atingidos por objetos pesados. Nesses casos, cordas de segurança e capacetes podem protegê-los.

Medidas de Segurança

Outrossim, para estipular quais medidas de segurança devem ser tomadas nas mais diferentes situações e quais equipamentos de proteção individual devem ser utilizados pelos profissionais, o Governo Federal, instituiu uma série de Normas Regulamentadoras (NRs). Além disso, cada uma dessas normas dispõe sobre elementos específicos ligados à segurança no trabalho. Como resultado, a Norma Regulamentadora 6 (NR-6) se refere à utilização dos EPIs. Enquanto a NR-10 estabelece as diretrizes para instalações e serviços em eletricidade. Além disso, há também a NR-21, para trabalhos a céu aberto, assim como, a NR-30, para segurança e saúde no trabalho aquaviário. Em conclusão, ao todo, há 37 Normas Regulamentadoras e alguns anexos que as complementam.

Todavia, a Norma Regulamentadora 5 (NR-5) dispõe, por sua vez, sobre a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, a CIPA. A seguir, vamos explicar o que é essa comissão e quais são suas atribuições.

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

Afinal a CIPA deve ser formada em empresas, sejam elas privadas ou públicas, órgãos da administração direta e indireta e quaisquer outras instituições que admitam trabalhadores como empregados. De acordo com a NR-5, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes “tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador”. Todas as instituições com mais de vinte funcionários devem formar a comissão, composta de representantes dos empregadores e empregados. Todavia, as empresas instaladas em centros comerciais ou industriais – que contam com mais de uma instituição, ou seja, são ambientes coletivos – devem também promover o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes decorrentes do ambiente e instalações de uso coletivo.

Porque conta com membros relacionados ao ambiente de trabalho, sejam eles empregadores ou empregados, a CIPA é de fundamental importância para o acompanhamento das condições de trabalho e a fiscalização do cumprimento de todas as medidas de segurança estipuladas pelas NRs. Além disso, através dessa comissão, a conscientização sobre a importância da segurança no trabalho se torna mais fácil e eficiente.

Atribuições da CIPA

Para entender melhor qual a função da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, vamos conhecer algumas de suas atribuições:

  • Identificação dos riscos do processo de trabalho
  • Elaboração de plano de trabalho para ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde
  • Verificação dos ambientes e condições de trabalho, visando a identificação de situações que tragam riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores
  • Colaboração no desenvolvimento e implementação de programas relacionados à saúde e segurança no trabalho
  • Promoção da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT)
  • Participação anual de Campanhas de Prevenção da AIDS
  • Divulgação de informações relativas à segurança e saúde no trabalho
  • Divulgação e promoção do cumprimento das NRs, bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas relativas à segurança no trabalho

Com o intuito de garantir o exercício correto das funções atribuídas à comissão, as empresas devem capacitar os membros da CIPA. Visto que tal capacitação deve ter carga horária de vinte horas, distribuídas durante o expediente. Só que, o treinamento só pode ser ministrado por instituições, entidades ou profissionais especialistas no tema. Contudo, a empresa pode selecionar qual profissional ou instituição irá liderar a capacitação – isso, é claro, desde que tenham experiência e certificação em segurança no trabalho.

Gestão CIPA

Aliás, os empregados da empresa ou instituição deverão participar da eleição dos representantes e colaborar com a gestão da CIPA. Inegavelmente, é também dever dos empregados indicar aos empregadores e ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), quando disponível no local, situações de risco, além de apresentar sugestões para melhoria das condições de trabalho. Antes de tudo, através da atuação da CIPA, todos os colaboradores de uma empresa podem observar e aplicar no ambiente de trabalho as recomendações quanto à prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.

Por outro lado, os empregadores, devem “proporcionar aos membros da CIPA os meios necessários ao desempenho de suas atribuições, garantindo tempo suficiente para a realização das tarefas constantes do plano de trabalho”. Ou seja, a atuação de um colaborador na CIPA não deve sobrecarregá-lo. Certamente, cabe ao empregador fornecer tudo o que é necessário – inclusive garantir tempo para as tarefas da comissão – para que o colaborador possa exercer suas atribuições como membro da CIPA sem que isso o prejudique no trabalho ou fora dele.

CIPA – Marluvas

Primordialmente, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes deve, ainda, eleger presidente, vice-presidente e secretário, cada qual com suas respectivas funções. Similarmente, Devem ser realizadas reuniões mensais durante o expediente normal da empresa. As reuniões extraordinárias também poderão ser convocadas em caso de situações de riscos graves e iminentes, que requeiram medidas de emergência ou quando houver acidente grave, ou mesmo fatal, no ambiente de trabalho.

Agora que você já pode entender melhor por que a CIPA pode ser uma importante ferramenta para o fomento da segurança no trabalho. Através dessa comissão, pode-se acompanhar mais de perto as condições de trabalho e estimular a conscientização sobre a importância da segurança no trabalho, além da fiscalização do cumprimento das medidas de prevenção de acidentes.

Para garantir conforto e segurança também para os pés, conheça as linhas de calçados Marluvas e escolha os produtos que mais se adequam às suas necessidades. Os calçados são importantes equipamentos de proteção individual e podem fazer a diferença na rotina de trabalho.

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Consiga qualidade de vida com a segurança no trabalho

Afinal, quem nunca ouviu aquele ditado: “segurança em primeiro lugar”? Em qualquer situação, é melhor “prevenir do que remediar” e apostar na segurança para evitar acidentes de todos os tipos. Em suma, isso vale, para o ambiente de trabalho. Portanto, seja qual for a profissão exercida, é necessário tomar cuidados para que os profissionais tenham o bem-estar físico e mental garantido. O que leva à qualidade de vida com a segurança no trabalho.

Sobretudo, a segurança no trabalho se refere a todas as medidas necessárias, justamente, para promover a segurança e o bem-estar dos profissionais e evitar acidentes. Da mesma forma, são tomadas medidas para minimizar os danos e prejuízos ao trabalhador no caso de tais acidentes ocorrerem. Tanto quanto, são utilizados, em muitos casos, equipamentos de proteção individual (EPIs), que protegem, especificamente, cada profissional. Dentre esses dispositivos estão capacetes, luvas, máscaras e calçados.

Outrossim, quando pensamos em trabalhos de alto risco, fica fácil perceber por que investir na segurança no trabalho. Na construção civil, por exemplo, há riscos que variam de quedas (tanto dos próprios profissionais quanto de objetos pesados) a acidentes com máquinas. Já na área da saúde, a contaminação por fluidos orgânicos é uma das principais preocupações.

Contudo, nem sempre os riscos são tão evidentes ou preocupantes. Mas isso não significa que medidas de segurança não devem ser tomadas para evitá-los. Quando falamos em qualidade de vida dos profissionais no ambiente de trabalho, não consideramos apenas o que é feito para evitar graves acidentes, mas também todas as outras medidas, sejam elas grandes ou pequenas, que promovam o conforto e bem-estar desses profissionais. Quer entender melhor do que estamos falando? A seguir, vamos enumerar quais os riscos – grandes ou “pequenos” – de algumas áreas profissionais.

Eletricidade

A primeira coisa que vem à mente quando se fala em eletricidade são os choques. Quem exerce atividades ligadas à eletricidade, provavelmente, teme as descargas elétricas. E não é para menos: os choques elétricos podem causar contrações musculares e, dependendo de certos fatores, como corrente e tempo de exposição, podem levar a paradas cardíacas e respiratórias, além de queimaduras. Os incêndios devido à pane elétrica também podem ocorrer. Aqueles que fazem instalações e manutenções em redes elétricas altas, como em postes de luz e em fiações urbanas, também estão vulneráveis a quedas.

Por isso, dentre os equipamentos de proteção individual necessários aos trabalhos que envolvem eletricidade, estão capacetes, luvas e macacões condutivos, capazes de proteger contra os choques. Os calçados também são de extrema importância e devem seguir uma série de normas para serem considerados eletricistas, ou seja, seguros para o uso em ambientes com riscos elétricos. Recentemente ocorreram mudanças nessas normas, como a eliminação de componentes metálicos nesses calçados.

Área da Saúde

Enfermeiros, médicos e técnicos da área da saúde lidam diariamente com fluidos orgânicos, como o sangue, e podem entrar em contato com toxinas e microorganismos infecciosos. Desse modo, estão expostos a riscos biológicos, pois, caso esses fluidos estejam contaminados e haja contato direto, dependendo da forma de exposição e do tipo de agente infeccioso, os profissionais podem também se contaminar. Pense em uma amostra de sangue coletada em laboratório, por exemplo. Essa amostra contém o vírus da malária, uma vez que a pessoa cujo sangue foi coletado está doente. Se o profissional que manusear essa amostra não estiver usando luvas e outros equipamentos de proteção individual e acabar derrubando o frasco de sangue, se cortando com o vidro, ele pode acabar contraindo, também, malária, a qual é uma doença transmissível pelo sangue.

Mas os riscos biológicos não são os únicos aos quais esses profissionais estão expostos. Na correria de um hospital ou pronto-socorro, os escorregões podem acontecer. Quem atende os pacientes deve estar 100% para poder ajuda-los, não é mesmo? Dores pelo corpo, machucados e até ossos quebrados podem ser consequências dos escorregões. Parece um risco pequeno, mas, para garantir o conforto e a qualidade de vida dos profissionais da saúde, a utilização de calçados antiderrapantes pode ser uma boa opção.

Área Administrativa

Engana-se quem pensa que a área administrativa está livre de riscos. Quando comparados aos riscos ligados aos serviços que envolvem eletricidade, por exemplo, eles podem parecer pequenos, mas, ainda assim, para garantir o conforto e o bem-estar dos profissionais – e consequentemente aumentar a qualidade de vida com a segurança no trabalho – deve-se prestar atenção nos detalhes.

Assim como, aqueles que trabalham sentados, muitas vezes mexendo no computador, e exercem atividades repetitivas podem acabar com LER (Lesão por Esforço Repetitivo). Essa síndrome abrange um conjunto de doenças, como tendinite e mialgias, que afetam músculos, nervos e tendões. É causada, como o nome diz, por tarefas repetitivas, posições inadequadas ou compressões mecânicas. Além disso, os sintomas incluem dores crônicas, inflamações e fadiga muscular, que se manifestam, principalmente, no pescoço e membros superiores. Sentar-se incorretamente, ou até mesmo a digitação excessiva no computador, pode levar à síndrome. Nesse ínterim, é essencial identificar quais comportamentos estão causando as dores e inflamações. Então, nada de se sentar de forma incorreta na cadeira de trabalho. Fazer pausas e se esticar ao longo do expediente também pode ajudar a prevenir a LER.

E, assim como destacamos nos serviços ligados à área da saúde, as quedas também podem causar dores de cabeça – ou melhor, dores no corpo – para quem trabalha na área administrativa. Inegavelmente, é sempre importante utilizar calçados confortáveis e, de preferência, antiderrapantes, que promovam estabilidade e segurança. As bolhas e micoses também podem aparecer, principalmente com a utilização de calçados desconfortáveis, que geram atrito e retêm umidade. A fim de garantir a segurança e o bem-estar dos profissionais sem perder de vista o estilo, a Marluvas desenvolveu a linha London Safe, com solado antiderrapante e palmilhas higiênicas.

Qualidade de Vida com a Segurança no Trabalho

Portanto, com todas as medidas de proteção ao profissional, a segurança no trabalho, não apenas promove o conforto e o bem-estar, mas garante qualidade de vida no ambiente de trabalho. Então, com uma boa qualidade de vida no setor profissional, os benefícios se estendem também para o âmbito pessoal. Enfim, para ajudá-lo a promover a segurança no trabalho, a Marluvas conta com diversas linhas de calçados de segurança, desenvolvidos com tecnologias de ponta. Conheça nossos produtos e invista em segurança no trabalho.

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Conheça os procedimentos obrigatórios para a segurança no trabalho

Conheça os procedimentos obrigatórios para a segurança no trabalho

Os procedimentos obrigatórios para a segurança no trabalho é assunto recorrente aqui no blog Marluvas. Certamente, não é para menos: a segurança no trabalho se refere a todas as medidas que devem ser tomadas durante o exercício profissional para garantir a saúde física e mental do trabalhador e evitar, dessa forma, qualquer tipo de acidente. Ademais é de extrema importância e não deve, ser negligenciado, seja qual for o serviço prestado ou a área de atuação profissional.

Contudo, para estabelecer quais cuidados devem ser tomados em cada situação específica de trabalho, existem as Normas Regulamentadoras (NRs). Pois, elas foram instituídas pelo Ministério do Trabalho do Governo Federal ainda na década de 70 e determinam medidas de proteção individual e coletiva, de modo a prevenir incidentes e, caso eles aconteçam, minimizar os potenciais danos à saúde do profissional. Conquanto são instituídas por lei, as NRs são obrigatórias. Sendo assim, não seguir corretamente as medidas de segurança estabelecidas pelas NRs pode levar a penalidades previstas na Constituição, como multas. Além disso, independentemente de punições ou multas, as Normas Regulamentadoras, por serem essenciais à saúde e bem-estar do trabalhador, devem ser seguidas à risca, de modo a garantir a segurança de todos os profissionais da empresa ou instituição.

Procedimentos obrigatórios para a segurança no trabalho

Enfim, atualmente, 37 Normas Regulamentadoras, como a NR-32, que determina as medidas específicas para serviços de saúde, a NR-21, voltada aos trabalhos a céu aberto, e a NR-35, que trata dos trabalhos em altura. Isto é, dentre essas diversas normas, além de documentos que especificam medidas voltadas exclusivamente a determinados serviços e ambientes, há seções que discorrem sobre medidas gerais, que valem para as mais variadas áreas. Nesse ínterim, temos a NR-5 e a NR-6, as quais estipulam, respectivamente, as regras para a formação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e para o uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs).

Norma Regulamentadora 5 (procedimentos obrigatórios para a segurança no trabalho)

Como resultado, a NR-5 trata da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, a CIPA. De fato, essa comissão deve ser formada em empresas, sejam elas privadas ou públicas, órgãos da administração direta e indireta, instituições beneficentes, associações e quaisquer outras instituições que admitam trabalhadores como empregados. Bem como está estabelecido na própria norma, a CIPA “tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho”, promovendo a segurança e a saúde dos profissionais. Enfim, todas as instituições com mais de vinte funcionários devem formar a comissão, composta de representantes dos empregadores e empregados. Dentre as atribuições da CIPA estão:

  • Identificação dos riscos do processo de trabalho
  • Elaboração de plano de trabalho para ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde
  • Verificação dos ambientes e condições de trabalho
  • Divulgação de informações relativas à segurança e saúde no trabalho

Desse modo, para cumprir as funções de maneira correta e eficiente, é necessário que os membros da CIPA tenham treinamento. Por isso, é de responsabilidade da empresa promover essa capacitação, a qual deve ter carga horária de vinte horas, distribuídas durante o expediente. Afinal, o treinamento pode ser ministrado por instituições, entidades ou profissionais especialistas no tema e cabe à empresa escolhê-los.

Conforme a constituição da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes é de fundamental importância para a conscientização de todos no ambiente profissional sobre a relevância da segurança no trabalho. Além disso, como os representantes são membros da própria empresa ou instituição, sejam eles empregados ou empregadores, a fiscalização e o acompanhamento das condições de trabalho e do cumprimento das Normas Regulamentadoras se torna mais fácil, já que a comissão possui relação estreita com o local de trabalho.

Norma Regulamentadora 6 (procedimentos obrigatórios para a segurança no trabalho)

Ademais NR-6 trata dos equipamentos de proteção individual, ou seja, todos os dispositivos utilizados individualmente por cada trabalhador para a segurança durante a atividade profissional. Assim, As particularidades de cada ambiente e serviço devem ser levadas em consideração quando se fala em EPIs. Certamente, os equipamentos de proteção utilizados por aqueles que lidam com eletricidade não serão, por exemplo, os mesmos que os usados pelos profissionais da saúde, uma vez que os EPIs devem estar de acordo com os riscos de cada atividade.

Inegavelmente, as empresas e instituições são as responsáveis por fornecer os dispositivos de segurança aos funcionários, sendo que esses dispositivos devem, obrigatoriamente, estar certificados pelo órgão nacional competente. Sobretudo, os equipamentos de proteção individual regulamentados possuem Certificado de Aprovação (CA), portanto esteja atento a esse certificado quando for comprá-los. Todavia, os funcionários, por sua vez, devem estar atentos às orientações sobre o uso adequado dos EPIs e cumprir todas as determinações relacionadas à segurança no trabalho.

Portanto, cada EPI protege uma área ou região específica do corpo. Eventualmente, existem os dispositivos para a proteção da cabeça, proteção auditiva, proteção dos olhos e face, proteção respiratória, dentre outros. Como explicamos, a utilização desses equipamentos irá variar de acordo com o serviço prestado, o ambiente de trabalho e os riscos envolvidos. Alguns dos principais EPIs são:

Principais EPIs (procedimentos obrigatórios para a segurança no trabalho)

  • Capacetes para proteção contra impactos ou choques elétricos
  • Capuzes para proteção contra agentes térmicos ou químicos
  • Óculos para proteção contra radiação ultravioleta, luminosidade ou partículas
  • Protetores auditivos
  • Peças filtrantes para proteção das vias respiratórias contra poeiras, névoas e fumos
  • Vestimentas para proteção do tronco contra riscos de origem térmica e mecânica
  • Luvas
  • Calçados para proteção contra agentes térmicos, químicos, abrasivos ou perfurantes
  • Calçados para proteção contra agentes provenientes de energia elétrica

Existem diversos outros EPIs especificados pela NR-6 e outras Normas Regulamentadoras. Eles são de fundamental importância para a garantia da segurança e do bem-estar do trabalhador, seja qual for o ambiente de trabalho. Caso ocorra qualquer tipo de acidente, mesmo com as medidas de proteção coletiva, os EPIs podem minimizar os danos à saúde do profissional e, inclusive, salvar vidas.

Agora que você sabe como os equipamentos de proteção individual são essenciais para a segurança no trabalho, é hora de investir nos melhores produtos para seu ambiente profissional. Para isso, conte sempre com a Marluvas. Assim como capacetes, luvas e óculos, os calçados, como vimos, também são EPIs importantíssimos, e a Marluvas oferece os melhores calçados de segurança, com qualidade certificada. Conheça as linhas da empresa e escolha aquela que mais se adequa às suas necessidades.

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Como proteger o trabalhador rural e garantir a segurança no trabalho

Como proteger o trabalhador rural e garantir a segurança no trabalho

O agronegócio movimenta grande parte da economia brasileira, englobando todas as atividades que, direta ou indiretamente, envolvem a agricultura e a pecuária. Desde a produção no campo até a chegada ao consumidor final. De acordo com dados publicados em fevereiro deste ano pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o agronegócio é responsável por um em cada três empregos no Brasil. Dessa forma, é importante proteger o trabalhador rural.

PIB (Produto Interno Bruto)

Além disso, os mesmos dados mostraram que o agronegócio representou, em 2017, cerca de 21,6% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Contuto, quem não está familiarizado com a sigla, o PIB se constitui pela soma, em valores monetários, de todos os bens e serviços produzidos por uma cidade, estado, região ou país. Entretanto, para 2019, a estimativa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de uma safra de mais de 230 milhões de toneladas, 3,1% maior do que em 2018.

Afinal, com grande papel na movimentação da economia nacional, o agronegócio é responsável por boa parte das vagas de emprego no mercado brasileiro. Ademais, como em qualquer área profissional, a segurança no trabalho não deve ser negligenciada em nenhum setor da agricultura e da pecuária, seja qual for a etapa da cadeia produtiva. De acordo que diversos outros profissionais, o trabalhador rural deve estar munido de todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) necessários para garantir seu conforto e segurança. Primordialmente, devem ser tomadas, ainda, todas as medidas de segurança indicadas para prevenir acidentes, levando em consideração as particularidades de cada ambiente de trabalho e serviços prestados. Mas, afinal, quais são os riscos atrelados ao trabalho rural?

Os riscos no agronegócio (importante proteger o trabalhador rural)

Assim como, por exemplo, aqueles que lidam com atividades relacionadas à eletricidade ou os que estão constantemente expostos a produtos químicos, o trabalhador rural também está sujeito a riscos advindos da atividade profissional. Portanto, existe a Norma Regulamentadora 31 (NR-31), dedicada a estabelecer regras que garantam a saúde, a segurança e o bem-estar de trabalhadores que exercem atividades ligadas à agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e à aquicultura. Outrossim, existem mais de 30 Normas Regulamentadoras estipuladas pelo Governo Federal, com o objetivo de regular as atividades profissionais, estabelecendo normas, de acordo com as particularidades dessas atividades, que devem ser seguidas para garantir a segurança dos trabalhadores.

Sobretudo, dentre os riscos aos quais os trabalhadores rurais estão expostos, podemos encontrar:

Riscos Químicos

Primeiramente, os riscos químicos estão ligados, como o nome sugere, à manipulação de produtos químicos. O manejo inadequado desses produtos pode causar queimaduras, irritações e até doenças crônicas. No caso do trabalhador rural, esses riscos envolvem, principalmente, a manipulação de agrotóxicos e produtos similares. Por isso, a NR-31 estabelece algumas regras para a exposição a agrotóxicos, os quais não devem ser manipulados por menores de 18 anos, gestantes e maiores de 60 anos. Outrossim, esses produtos devem ter certificação e registro nos órgãos governamentais competentes, e os trabalhadores que lidam com eles precisam dispor de equipamentos de proteção adequados. Decerto, é de responsabilidade do empregador rural fornecer os EPIs adequados aos riscos e que não causem desconforto ao trabalhador. Da maneira idêntica, cabe ao trabalhador rural utilizar sempre os EPIs, de acordo com as orientações recebidas. Posto que, a conscientização sobre a importância de proteger o trabalhador rural, da segurança no trabalho é essencial, tanto para empregados quanto para empregadores.

Riscos mecânicos

Enquanto, os riscos mecânicos se referem à potencialidade de acidentes envolvendo máquinas e quaisquer outros objetos de trabalho. O trabalhador do campo está exposto, por exemplo, a acidentes envolvendo tratores e diversas outras máquinas rurais. De tal forma que, deve-se proporcionar treinamento adequado a todos que comandam essas máquinas, minimizando a possibilidade de acidentes.

Riscos biológicos

Enfim, os riscos biológicos estão associados à atuação de organismos ou substâncias orgânicas, como o sangue. Então, em um hospital, os riscos biológicos estão ligados, por exemplo, à manipulação de fluidos orgânicos, que podem estar contaminados. Contudo, já no ambiente rural, um dos principais riscos biológicos está atrelado a picadas de animais peçonhentos e à transmissão de doenças por mosquitos e insetos. Na apicultura (criação de abelhas), o risco biológico mais evidente estaria ligado às picadas de abelhas, por exemplo. Sendo assim, pode-se perceber que o uso correto dos equipamentos de proteção individual é essencial para garantir a saúde e a segurança do trabalhador rural.

Equipamentos de Proteção Individual (importante proteger o trabalhador rural)

Tais riscos são apenas alguns aos quais o trabalhador rural pode estar exposto. Tendo em vista esses perigos, é fundamental seguir todas as indicações expressas nas Normas Regulamentadoras, além da utilização dos EPIs adequados a cada atividade profissional. Dentre os EPIs comumente usados pelos trabalhadores rurais e enumerados pela NR-31 estão:

  • Capacetes contra impactos
  • Chapéus ou outras proteções contra sol, chuva e demais situações climáticas
  • Protetores faciais contra respingos e inalação de produtos químicos
  • Óculos contra a ação de produtos químicos, poeira ou pólen
  • Protetores auriculares para atividades com ruídos fortes
  • Respiradores com filtros químicos, mecânicos ou combinados
  • Luvas
  • As Botas impermeáveis e antiderrapantes, para trabalhos em terrenos úmidos, lamacentos, encharcados ou com dejetos
  • As Botas com biqueira reforçada, para trabalhos em que haja perigo de queda de materiais, objetos pesados e pisões de animais
  • Botas com solado reforçado, onde haja risco de perfuração
  • Botas com cano longo ou botina com perneira, onde exista a presença de animais peçonhentos
  • Calçados impermeáveis e resistentes em trabalhos com produtos químicos
  • Calçados fechados para as demais atividades
EPIs

Diante dos EPIs enumerados pela NR-31, pode-se perceber a grande importância dos calçados para a segurança no trabalho. Pensando nisso, a Marluvas desenvolveu a linha Agriwork, que busca atender as necessidades do trabalhador rural. Os calçados de segurança da linha possuem biqueira True-line, solado resistente a objetos cortantes, perfurantes e à abrasão, sistema antiderrapante com ranhuras especiais, e palmilhas higiênicas, as quais, além de serem antifúngicas e antibacterianas, proporcionam a absorção e a dessorção de suor. Ao escolher os melhores equipamentos de proteção individual, lembre-se sempre de levar em consideração as particularidades de cada ambiente de trabalho e os riscos atrelados à profissão. Mas, seja qual for a situação, conte sempre com a Marluvas. Conheça essa e outras linhas da empresa e escolha os calçados que mais se adequam às suas necessidades.

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Certificações e Tecnologias nos Calçados Marluvas

Certificações e Tecnologias nos Calçados Marluvas

Primeiramente, para atender ao alto padrão de qualidade exigido pelo mercado, os calçados Marluvas passam pelos mais rigorosos testes de resistência e conforto (Certificações e Tecnologias). Assim, a empresa mantém um laboratório completo com sistema de avaliação para ensaios físico-mecânicos e equipamentos de análise de substâncias restritivas. Além de outros testes aplicados por instituições de alto padrão no mercado brasileiro, como o IBTeC  (Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos) e IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), onde são realizados ensaios voltados à melhoria dos calçados e componentes que agreguem atributos de conforto, performance/desempenho, saúde e segurança para os usuários.

Certificações e Tecnologias nos Calçados Marluvas

Marluvas Lider no segmento de EPI - Calçados de Segurança

Todavia, tanto os calçados finalizados quanto os componentes, como biqueiras, couro, palmilhas, forrações, são testados nos laboratórios da empresa. A saber, são avaliados o desempenho do produto quanto à qualidade, resistência, impacto, abrasão, durabilidade, entre outros. Antes de mais nada, a equipe de profissionais é formada por técnicos treinados em laboratórios credenciados ao Ministério do Trabalho, garantindo a confiança dos relatórios emitidos. Assim sendo, estes documentos são utilizados como referência para certificações nacionais e internacionais.

Além disso, os demais testes de desempenho biomecânico e conforto são realizados por instituições, como IPT, que a mais de 120 anos é referência nacional na área metrológica, com diversos laboratórios acreditados pelo Cgcre/Inmetro. Bem como o IBTeC, empresa que há 45 anos atua ofertando soluções através do mais amplo portfólio de serviços técnico-científicos para a indústria coureiro-calçadista, de componentes, EPIs e têxtil.

Com toda a certeza, estes laboratórios atendem aos quesitos de normas técnicas, de qualidade e performance em produtos e materiais, por meio dos serviços de avaliação com ensaios na área de biomecânica, físico-mecânicos, de microbiologia e análise de substâncias restritivas.

Selo Conforto

Em virtude de buscar por qualificar os produtos, a Marluvas realiza testes para garantir o desempenho e funcionalidade dos calçados, como a certificação “Selo Conforto”, emitida pelo IBTeC, onde são avaliadas todas as características abaixo:

  • Massa: Leveza do calçado;
  • Distribuição de Pressão Plantar: Materiais que contribuem para o equilíbrio das pressões nos pés;
  • Temperatura interna: Aquecimento do calçado;
  • Índice de amortecimento: Absorção dos impactos durante os movimentos;
  • Índice de Pronação: Estabilidade do calçado;
  • Percepção do Calce: Percepção do usuário;
  • Avaliação de marcas e lesões: Machucados ou ferimentos nos pés.

No Laboratório de substâncias restritivas são testados calçados para proteção contra impactos de quedas de objetos sobre os artelhos, calçados para proteção dos pés contra agentes provenientes de energia elétrica, proteção dos pés contra agentes abrasivos e escoriantes e também proteção dos pés contra agentes perfurantes.

São inúmeros ensaios que aprovam os calçados dentro das mais diversas Normas brasileiras e internacionais, onde são conferidos marcação do nome do fabricante, CA e lote, altura do cabedal, verificação da palmilha de montagem quanto ao uso e construção do calçado, determinação da resistência da união entre cabedal e solado e entre camadas da sola. Tudo isso para garantir o melhor produto ao consumidor.

Tecnologias especiais que garantem a saúde e segurança no trabalho (Certificações e Tecnologias)

Além de inúmeros testes para garantir o melhor calçado, a Marluvas investe em tecnologias sempre visando o bem-estar, saúde e segurança do trabalhador, como a incrível membrana Outlast Climatech, tecnologia originalmente desenvolvida para a NASA, para proteger astronautas das variações de temperatura no espaço. O calçado fabricado a partir dessa tecnologia possui um forro 3D com recobrimento em microcápsulas PCM Outlast. Sistema inteligente de rápida dispersão de umidade e termorregulador de temperatura que se adapta ao nível de performance do usuário. Em ambientes quentes, ele absorve o calor dos pés, retardando o suor.

Já em ambientes frios, ele mantém dentro do calçado por maior tempo o calor irradiado pela pele. É comparável ao gelo em uma bebida; à medida que ele muda do estado sólido para o líquido, ele absorve o calor e resfria a bebida, mantendo-a na temperatura desejada por mais tempo. À medida que a pele se aquece, o calor é absorvido, e à medida que ela se esfria, o calor é liberado. Essas microcápsulas estão permanentemente envoltas e protegidas em um invólucro de polímero. Esse processo de encapsulação torna as Thermocules™ excepcionalmente duráveis para várias aplicações, e com capacidade de absorver, armazenar e liberar o calor excessivo,  regulando continuamente o microclima da pele.

Tecnologia

A saber, a tecnologia do Couro FR, também presente em calçados Marluvas, é mais uma aliada da saúde e segurança no trabalho. Especialmente para os colaboradores que lidam com a exposição a altas temperaturas. Este couro recebe um tratamento ignífugo que impede a propagação de chamas e diminui a irradiação de calor interno. Além de tudo os calçados com essa tecnologia atendem às normas de combate a incêndio: EN ISO 15090:2012.

Tecnologia NanoTech

Decerto, outra incrível tecnologia aplicada aos calçados Marluvas é a NanoTech, tecnologia que adiciona aos calçados um CHIP de RÁDIO FREQUÊNCIA. Pois as aplicações são de pró atividade para a prevenção de acidentes. Assim também como a gestão de acesso através de ativos automáticos influenciados pela identidade do CHIP nos sensores de controle. Por exemplo, a gestão de acesso passa a ser IDENTIFICADA e assim AUDITADA para liberar ou não o acesso de um colaborador de acordo com o EPI que está utilizando. Em resumo, a NanoTech é um EPI que contém um sensor dentro dele. Em síntese, ao passar por um local que contenha um leitor (seja uma porta, portal, cancela, catraca, etc.), esse leitor irá identificar o calçado que está passando no momento. Isto é, caso esse calçado tenha a permissão de entrada no local, ele irá autorizar o acesso liberando a catraca, por exemplo. Logo que a pessoa que está usando o calçado não tenha acesso, o leitor não irá autorizar a entrada da pessoa na área, travando ou fechando a porta/catraca.

Novas Tecnologias

Posto que, microfibra de alta performance que proporciona, por meio de microporos, a transpiração, absorção e dessorção do suor. Sem dúvida, estamos falando da M Micro, outra tecnologia desenvolvida especialmente para os calçados Marluvas. Afinal, uma fibra com textura muito parecida com o couro, porém lavável, mais leve e resistente a produtos químicos. Uma tecnologia que atende às normas NBR ISO 20344, NBR ISO 20345 e NBR ISO 20347 e à norma de conforto NBR 14834/2015. Inegavelmente, o material é o melhor substituto para o couro, sendo usado nos mais diversos produtos, como acabamentos de aeronaves, materiais esportivos, móveis, e agora, no seu calçado de segurança. Certamente as vantagens da microfibra são muitas: resistente à água e a produtos químicos, transpirável e com excelente poder de absorção e dessorção de suor. É muito mais leve e flexível que o couro. Além disso, calçados produzidos em microfibra têm maior índice de durabilidade e melhor resistência mecânica. A estampa lisa facilita a limpeza e higienização, evitando o acúmulo de resíduos e a proliferação de bactérias.

Modelos

  • Transpirável: Através dos microporos em sua superfície, a M Micro possibilita transpiração, absorção e dessorção do suor.
  • Mais resistente: O calçado em M Micro possui maior resistência mecânica que o couro. Além disso, a microfibra é um material resistente a produtos químicos.
  • Mais confortável: Os modelos em M Micro são mais flexíveis, leves e transpiráveis. Ideais para a comodidade dos pés.
  • Fácil de limpar: A microfibra possui uma superfície mais lisa, que impede o acúmulo de resíduos e facilita sua limpeza.
  • Mais leve: Além da maior flexibilidade, um par de calçados de microfibra é mais leve que um de couro.
  • Resistente à água: A microfibra recebe um tratamento que a torna hidrofugada, inibindo a penetração de umidade.
  • Alta performance: Desenvolvidos por meio de pesquisas tecnológicas realizadas no Brasil e na Europa, os calçados em M Micro são fabricados em solado PU Bidensidade e contam com sistema de absorção de impacto na entressola e na região do calcanhar.
  • Resistência a produtos químicos

TABELA

Seja como for, os calçados Marluvas contam com as mais diversas tecnologias para atender às mais variadas necessidades do mercado de trabalho:

TPU Plate Calçados de Segurança Marluvas

TPU Plate

Em primeiro lugar, Inserto de TPU ANTI-TORSION aplicado no enfranque do solado, que oferece maior sustentação ao tornozelo, estabilidade em terrenos irregulares e ao subir escadas, evitando acidentes.

Air Comfort

Em segundo lugar, Forração em tecido composto por fibras de poliéster que garantem maior suavidade, leveza e comodidade aos usuários.

Composite TOE Calçados de Segurança Marluvas

Composite TOE

Em terceiro lugar, Biqueira de Composite não metálica, leve e confortável, resistente ao impacto 200J e compressão 1500N, conforme norma NBR ISO 20345/2015.

Couro WR

Logo depois, Couro com tratamento especial que torna o calçado resistente à penetração de água, conforme norma NBR ISO 20345/2015.

DryOut Calçados de Segurança Marluvas

DryOut (Certificações e Tecnologias)

Nesse meio tempo, Membrana de PU 100% impermeável e transpirável. Seus microporos possuem o tamanho ideal, por serem muito menores que gotas d’água, impedindo assim a penetração de umidade. E por serem muito maiores que o vapor d’água, permitem a dessorção do suor.

Nubuck Repel

Em seguida, Couro repelente à água. Seu tratamento especial impede a penetração imediata de água na superfície, quando em contato repentino.

PAP Calçados de Segurança Marluvas

PAP

Por outro lado, Palmilha em fibras de aramida não metálica resistente à perfuração, leve e flexível, que cobre 100% da planta do pé. Resistente à perfuração mínima de 1100N conforme norma NBR ISO 20344/2015. Rodock, couro com tratamento especial resistente à penetração de água, óleos e graxas conforme norma NBR ISO 20345/2015.

SoftBedPU (Certificações e Tecnologias)

Da mesma forma, Palmilha em PU injetado, proporciona perfeita adequação aos pés e maior conforto, evitando a fadiga muscular. Como resultado, sua superfície em microporos proporciona maior absorção e dessorção de suor.

Thermal Insole Calçados de Segurança Marluvas

Thermal Insole

Por fim, palmilha isolante revestida de alumínio e fibras térmicas entrelaçadas que protegem os pés do calor e do frio. Soft Comfort, palmilha higiênica com propriedades antibacterianas composta de EVA e micropontos que proporcionam absorção e dessorção do suor.

Além disso garantirem saúde e segurança do trabalhador, os calçados Marluvas possuem design moderno para um colaborador protegido e satisfeito. Tudo isso para garantir o melhor aos clientes.

Autora Priscila Freitas

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